Soluções para a
paz nunca são politicas, filosóficas ou militares. E utilizar violência
é apenas lutar contra a escuridão empregando mais escuridão. As
soluções precisam estar fundamentadas na Luz espiritual e na alma
humana.
Conflito e guerra entre nações começam com atrito entre indivíduos. Uma
nação em guerra é simplesmente o efeito da escuridão espiritual que
nasce com a animosidade e intolerância entre indivíduos que constituem
essa nação. Enquanto irmãos ou amigos encontrarem motivos para entrar em
conflito uns com os outros, as nações criarão motivos para justificar
batalhas sangrentas.
Nos fizeram cair no engodo de acreditar que nossa forma de agir com os
demais não causa impacto no mundo em geral. Errado. A interação de duas
pessoas contribui para a situação mundial, e cada uma das interações
entre indivíduos transforma total e completamente o mundo.
Quando um número suficiente de pessoas fizer o esforço para encontrar o
bem nos outros, as nações descobrirão repentina e milagrosamente formas
de alcançar uma harmonia duradoura.
Essa é a fórmula há tanto tempo oculta para se alcançar a paz mundial.
Começa conosco. A paz floresce quando estendemos incondicionalmente
tolerância aos nossos vizinhos.
Esteja consciente e tenha plena convicção de que nossos esforços estão
mudando o mundo inteiro nesse exato momento.
25.5.12
Bem Mais do Que Se Pode Ver
O desejo do Criador de compartilhar a
Luz conosco é ainda maior do que o nosso desejo de recebê-la. Fomos
projetados para ter tudo. E ainda assim criamos barreiras para essa Luz
através do nosso ego, inveja, julgamentos, raiva, insegurança, que minam
nossa conexão com a Luz.
Confiar somente nos nossos cinco sentidos é um dos motivos para a nossa desconexão. Acreditamos nas coisas que vemos.
Compramos a ilusão. Compramos a ideia de que se alguém tem mais dinheiro do que nós pode fazer mais do que nós. Ou acreditamos, quando vemos o “retrato perfeito” de uma família, que eles não têm os problemas, as inseguranças e as pendências que nós temos.
Assim que compramos a falsa realidade dos cinco sentidos, permitimos o surgimento da inveja ou - pior ainda - do ódio.
É importante nos lembrarmos constantemente: através dos nossos cinco sentidos limitados, nunca vemos o Cenário Completo.
Tente manter uma consciência de que as coisas raramente são o que parecem! Entenda que o que você testemunha no comportamento de uma pessoa não é a figura completa do que realmente está se passando em sua vida.
Esteja aberto para ver o panorama mais geral, procure a verdade e não somente o que você vê. Isso o ajudará a deixar de sentir inveja ou frustração com relação aos outros e ao invés disso enviar amor e Luz, que é tudo o que geralmente precisamos fazer, a qualquer momento, para nos reconectarmos com a Luz.
Tudo de bom,
Yehuda
Confiar somente nos nossos cinco sentidos é um dos motivos para a nossa desconexão. Acreditamos nas coisas que vemos.
Compramos a ilusão. Compramos a ideia de que se alguém tem mais dinheiro do que nós pode fazer mais do que nós. Ou acreditamos, quando vemos o “retrato perfeito” de uma família, que eles não têm os problemas, as inseguranças e as pendências que nós temos.
Assim que compramos a falsa realidade dos cinco sentidos, permitimos o surgimento da inveja ou - pior ainda - do ódio.
É importante nos lembrarmos constantemente: através dos nossos cinco sentidos limitados, nunca vemos o Cenário Completo.
Tente manter uma consciência de que as coisas raramente são o que parecem! Entenda que o que você testemunha no comportamento de uma pessoa não é a figura completa do que realmente está se passando em sua vida.
Esteja aberto para ver o panorama mais geral, procure a verdade e não somente o que você vê. Isso o ajudará a deixar de sentir inveja ou frustração com relação aos outros e ao invés disso enviar amor e Luz, que é tudo o que geralmente precisamos fazer, a qualquer momento, para nos reconectarmos com a Luz.
Tudo de bom,
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O Leite de Deus
A natureza de Deus é derramar seu amor sobre nós constantemente.
Como dizem os sábios: "mais do que o bezerro quer mamar, a vaca quer
lhe dar o leite".
No entanto, ter a capacidade de aceitar e sentir-se pleno com isso é muito difícil. Dê só uma olhada para as pessoas no mundo que recebem uma grande quantidade de energia - talento, adoração, dinheiro, poder. É necessário ter um determinado grau de maturidade para lidar com toda essa luz. Quantas celebridades saem na frente e quantas desmoronam?
De acordo com a Kabbalah, a forma como podemos ser um receptor constante desta energia é tornando-se um canal ao invés de um recipiente. Em vez de ser um copo, torne-se o canudo. Desta forma, a energia flui através de nós em vez de estacionar em nós.
Como mudar de copo para canudo?
Tornando-se mais um compartilhador e menos um recebedor. E tome nota: uso a palavra "tornando-se" ao invés de "tornar-se".
Alcançar este estágio é difícil, é um processo em andamento, e é executado ao longo de nossa vida.
No entanto, ter a capacidade de aceitar e sentir-se pleno com isso é muito difícil. Dê só uma olhada para as pessoas no mundo que recebem uma grande quantidade de energia - talento, adoração, dinheiro, poder. É necessário ter um determinado grau de maturidade para lidar com toda essa luz. Quantas celebridades saem na frente e quantas desmoronam?
De acordo com a Kabbalah, a forma como podemos ser um receptor constante desta energia é tornando-se um canal ao invés de um recipiente. Em vez de ser um copo, torne-se o canudo. Desta forma, a energia flui através de nós em vez de estacionar em nós.
Como mudar de copo para canudo?
Tornando-se mais um compartilhador e menos um recebedor. E tome nota: uso a palavra "tornando-se" ao invés de "tornar-se".
Alcançar este estágio é difícil, é um processo em andamento, e é executado ao longo de nossa vida.
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Seja Verdadeiro
Nenhum de nós é 100% verdadeiro, 100%
do tempo.
O ego exige admiração e respeito, e assim, buscamos parecer “aquele cara legal”. Quando sentimos muita preguiça de trabalhar no fim de semana, usamos as pessoas que amamos como desculpa e justificamos: “A família vem em primeiro lugar!”, quando sabemos que podíamos muito bem ter encontrado algum tempo entre a televisão e a internet. Quando ajudamos em algum projeto voluntário, logo queremos contar para os amigos, mas quando gritamos com algum colega de trabalho ou magoamos alguém próximo a nós, é pouco provável que coloquemos esses atos na atualização do nosso Facebook.
Isso acontece até mesmo com as pessoas mais espirituais! Talvez nosso desejo seja ter mais pessoas inspiradas a trilhar esse caminho e então fingimos ser seres humanos perfeitos; queremos que as pessoas pensem que não temos ego e que nas nossas vidas não existem conflitos. Mas enquanto isso pode despertar algumas pessoas para o estudo, imagine o que elas pensariam da Kabbalah quando descobrissem que você ainda possui ego, ou que você ainda possui desafios a superar.
No final, a verdade sempre aparece.
Esse é um bom motivo pelo qual muitos de nós fracassamos no trabalho espiritual. Tentamos demonstrar como somos bondosos por fora, mas por dentro não somos realmente o que aparentamos.
Desenvolver a Luz interior é um processo de transformação da negatividade encerrada em nós que ninguém vê. O importante é não mentir – para os outros ou para nós mesmos – na tentativa de encobrir essa negatividade. Em pouco tempo, acreditaremos na mentira e lá se vai o nosso trabalho espiritual por água abaixo.
Vivemos em uma cultura que glorifica a autopromoção, mas tentar parecer “melhor” do que somos na verdade nunca nos trará plenitude genuína. Isso só vem quando aprendemos a “encolher” nosso ego para que possamos encontrar a aceitação e a verdade. Aceitar-nos a nós mesmos conduz à aceitação dos outros.
Expor nossa negatividade para os outros é expô-la para a Luz.
Seja Verdadeiro! Derrube algumas das paredes que você construiu, retire as máscaras e não tenha medo de abraçar a si próprio como um ser humano falho. Todos nós somos!
Somente encarando a verdade sobre a nossa negatividade é que podemos começar qualquer trabalho honesto para removê-la.
Tudo de bom,
Yehuda
O ego exige admiração e respeito, e assim, buscamos parecer “aquele cara legal”. Quando sentimos muita preguiça de trabalhar no fim de semana, usamos as pessoas que amamos como desculpa e justificamos: “A família vem em primeiro lugar!”, quando sabemos que podíamos muito bem ter encontrado algum tempo entre a televisão e a internet. Quando ajudamos em algum projeto voluntário, logo queremos contar para os amigos, mas quando gritamos com algum colega de trabalho ou magoamos alguém próximo a nós, é pouco provável que coloquemos esses atos na atualização do nosso Facebook.
Isso acontece até mesmo com as pessoas mais espirituais! Talvez nosso desejo seja ter mais pessoas inspiradas a trilhar esse caminho e então fingimos ser seres humanos perfeitos; queremos que as pessoas pensem que não temos ego e que nas nossas vidas não existem conflitos. Mas enquanto isso pode despertar algumas pessoas para o estudo, imagine o que elas pensariam da Kabbalah quando descobrissem que você ainda possui ego, ou que você ainda possui desafios a superar.
No final, a verdade sempre aparece.
Esse é um bom motivo pelo qual muitos de nós fracassamos no trabalho espiritual. Tentamos demonstrar como somos bondosos por fora, mas por dentro não somos realmente o que aparentamos.
Desenvolver a Luz interior é um processo de transformação da negatividade encerrada em nós que ninguém vê. O importante é não mentir – para os outros ou para nós mesmos – na tentativa de encobrir essa negatividade. Em pouco tempo, acreditaremos na mentira e lá se vai o nosso trabalho espiritual por água abaixo.
Vivemos em uma cultura que glorifica a autopromoção, mas tentar parecer “melhor” do que somos na verdade nunca nos trará plenitude genuína. Isso só vem quando aprendemos a “encolher” nosso ego para que possamos encontrar a aceitação e a verdade. Aceitar-nos a nós mesmos conduz à aceitação dos outros.
Expor nossa negatividade para os outros é expô-la para a Luz.
Seja Verdadeiro! Derrube algumas das paredes que você construiu, retire as máscaras e não tenha medo de abraçar a si próprio como um ser humano falho. Todos nós somos!
Somente encarando a verdade sobre a nossa negatividade é que podemos começar qualquer trabalho honesto para removê-la.
Tudo de bom,
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Complete seu mundo
O mundo não foi criado perfeito, para que o tornássemos perfeito.
Essa é a nossa tarefa. Da mesma forma, nós também não fomos criados
perfeitos, e nossa tarefa é nos tornarmos perfeitos. Na verdade a
palavra perfeito não é adequada. A palavra completo expressa melhor o
que temos que nos tornar.
Minha mãe, Karen Berg, aborda esse tópico em um livro que está escrevendo sobre Reencarnação. O titulo é Continua nos Próximos Capítulos: Reencarnação e o Propósito de Nossas Vidas, e todos nós no Kabbalah Centre estamos muito empolgados com seu lançamento no próximo outono.
Ela diz que nascemos em cada vida com um aspecto de nossa alma que não desenvolvemos plenamente em uma vida anterior. Pode ser que em uma vida tenhamos nascido ricos porque era isso que tínhamos que aprender e em outra vida podemos ser pobres, ou fortes, ou inseguros, etc. Precisamos experimentar todas as facetas de nossa essência para nos tornarmos uma alma completa.
Assim, quando encontramos coisas a nosso respeito de que não gostamos, precisamos resistir à tentação de nos punirmos e nos sentirmos culpados ou sem esperança. Você acha que o grande jogador de futebol americano Eli Manning se encolhia e ficava deprimido toda vez que seu pai ou seus treinadores apontavam coisas que ele precisava melhorar? Duvido. Ele trabalhou duro – muito duro – e veja onde ele chegou.
Na vida é como no esporte. Não estamos aqui para nos julgarmos sem valor.Estamos aqui para continuar com nosso trabalho, para nos esforçarmos 100%. Ao abraçar essa consciência mudamos nossa vida.
P.S. Convencer a nós mesmos de que não há esperança para nós é apenas outra forma de evitar o trabalho de completar nossa alma. Imagine o quanto nos tornaríamos poderosos se apenas abandonássemos aquele pedacinho que odeia a nós mesmos e usássemos toda essa energia para encontrar formas de mudar.
Minha mãe, Karen Berg, aborda esse tópico em um livro que está escrevendo sobre Reencarnação. O titulo é Continua nos Próximos Capítulos: Reencarnação e o Propósito de Nossas Vidas, e todos nós no Kabbalah Centre estamos muito empolgados com seu lançamento no próximo outono.
Ela diz que nascemos em cada vida com um aspecto de nossa alma que não desenvolvemos plenamente em uma vida anterior. Pode ser que em uma vida tenhamos nascido ricos porque era isso que tínhamos que aprender e em outra vida podemos ser pobres, ou fortes, ou inseguros, etc. Precisamos experimentar todas as facetas de nossa essência para nos tornarmos uma alma completa.
Assim, quando encontramos coisas a nosso respeito de que não gostamos, precisamos resistir à tentação de nos punirmos e nos sentirmos culpados ou sem esperança. Você acha que o grande jogador de futebol americano Eli Manning se encolhia e ficava deprimido toda vez que seu pai ou seus treinadores apontavam coisas que ele precisava melhorar? Duvido. Ele trabalhou duro – muito duro – e veja onde ele chegou.
Na vida é como no esporte. Não estamos aqui para nos julgarmos sem valor.Estamos aqui para continuar com nosso trabalho, para nos esforçarmos 100%. Ao abraçar essa consciência mudamos nossa vida.
P.S. Convencer a nós mesmos de que não há esperança para nós é apenas outra forma de evitar o trabalho de completar nossa alma. Imagine o quanto nos tornaríamos poderosos se apenas abandonássemos aquele pedacinho que odeia a nós mesmos e usássemos toda essa energia para encontrar formas de mudar.
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Removendo nossas Máscaras
Existe uma energia que nos ajuda a revelar a totalidade sobre quem somos, as partes
de
nós que tentamos encobrir com uma máscara.
Todo dia, inventamos alguma coisa falsa para evitar o sentimento de dor e vazio, e é tarefa do nosso ego dizer que nossa máscara está funcionando. Talvez sejamos alguém que vive fazendo piadinhas para evitar conversas sérias ou talvez nosso disfarce seja ser “intocável”, fingindo que não nos importamos com a opinião dos outros, quando na verdade cada pequena crítica é recebida como um golpe demolidor.
Não importa qual seja a nossa máscara, ela esconde sempre a mesma coisa: a verdade.
Quando encobrimos nossos medos, nossas inseguranças, nossos pensamentos e intenções nem sempre tão agradáveis, não conseguimos encará-los e superá-los. Quando somos honestos sobre as nossas características individuais que nos desagradam, não permanecemos ligados ou bloqueados por elas.
Esta semana, separe um tempo para se fazer duas perguntas de vital importância: “O que estou tentando esconder? Que máscara estou usando?”
Nossa máscara é o que nos separa da Luz.
Quanto mais demolimos nossa fachada, tanto mais espaço criamos para a Luz!
Imagine um dia sem necessidade de usar nossas máscaras. Sem medos ou personas falsas. Sem esconder nada e sem precisar da aprovação de ninguém!
A verdade pode libertá-lo.
Tudo de bom,
Yehuda
Todo dia, inventamos alguma coisa falsa para evitar o sentimento de dor e vazio, e é tarefa do nosso ego dizer que nossa máscara está funcionando. Talvez sejamos alguém que vive fazendo piadinhas para evitar conversas sérias ou talvez nosso disfarce seja ser “intocável”, fingindo que não nos importamos com a opinião dos outros, quando na verdade cada pequena crítica é recebida como um golpe demolidor.
Não importa qual seja a nossa máscara, ela esconde sempre a mesma coisa: a verdade.
Quando encobrimos nossos medos, nossas inseguranças, nossos pensamentos e intenções nem sempre tão agradáveis, não conseguimos encará-los e superá-los. Quando somos honestos sobre as nossas características individuais que nos desagradam, não permanecemos ligados ou bloqueados por elas.
Esta semana, separe um tempo para se fazer duas perguntas de vital importância: “O que estou tentando esconder? Que máscara estou usando?”
Nossa máscara é o que nos separa da Luz.
Quanto mais demolimos nossa fachada, tanto mais espaço criamos para a Luz!
Imagine um dia sem necessidade de usar nossas máscaras. Sem medos ou personas falsas. Sem esconder nada e sem precisar da aprovação de ninguém!
A verdade pode libertá-lo.
Tudo de bom,
Yehuda
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Abrindo espaço para Deus
Existe uma história sobre um golpe de estado que teve lugar em um
pequeno reino. Quando os soldados foram procurar o rei para matá-lo,
ele fugiu para o centro da cidade e se escondeu em uma alfaiataria. O
alfaiate reconheceu imediatamente a importante visita e sem fazer
perguntas o fez se esconder sob uma pilha de roupas.
Pouco depois, os soldados invadiram a loja, espadas em punho, gritando: “Sabemos que o rei está aqui!” Perfuraram repetidamente a pilha de roupas, mas por poucas polegadas não conseguiram atingir o rei. Não encontrando ninguém, saíram tempestivamente e foram procurar o soberano na loja ao lado.
Quando o rei saiu de seu esconderijo debaixo da pilha de roupas, ele disse ao bom e velho alfaiate: “Obrigado. O senhor salvou minha vida. Por esse motivo quero que me faça três pedidos e eles serão atendidos.” Surpreso e entusiasmado, o humilde alfaiate pensou por uns instantes e disse: “Em primeiro lugar, quando vossa majestade receber seu poderde volta, eu gostaria que estabelecesse oficialmente um Dia Nacional dos Alfaiates. Em segundo lugar, todos os alfaiates do reino seriam pagos em dobro. E em terceiro lugar “ ele fez uma breve pausa antes de continuar dizendo “ Eu devo admitir que estou curioso. Gostaria de saber uma coisa: Como foi que vossa majestade se sentiu quando essas pessoas estavam tentando matá-lo?”
Seus pedidos serão atendidos, disse o rei, que então partiu da loja do alfaiate.
O golpe de estado fracassou e o rei retornou a seu trono. E seu primeiro ato oficial foi anunciar um Dia Nacional dos Alfaiates, proclamando também que todos os alfaiates do reino deveriam ser pagos em dobro. Em seguida, ele ordenou que o alfaiate que o havia ajudado fosse preso e enviado à forca. Apavorado e espantado, o alfaiate não conseguia imaginar como e por que ele estava sendo tão maltratado. A corda foi colocada ao redor de seu pescoço, mas segundos antes da alavanca do alçapão ser puxada, o rei interveio e gritou: “Libertem-no!” Ainda tremendo de medo, o alfaiate se voltou para o rei. Quando os olhos dos dois se encontraram, o soberano disse calmamente: “Agora seu terceiro desejo também foi atendido. Agora você sabe como eu me senti!”
O que essa história nos mostra é que nós podemos pensar que talvez saibamos o que os outros estão passando, mas enquanto não nos colocarmos no lugar deles não saberemos realmente.É por esse motivo que quando temos que enfrentar uma pessoa difícil, a coisa mais sábia a se fazer é ser compassivo e aceitá-la.
Vamos encarar a verdade, Todos nós julgamos. Basta dar uma olhada para uma pessoa e já estamos julgando a forma como ela se veste, como caminha, como fala. O problema é que às vezes estamos tão cheios de julgamento que não deixamos nenhum espaço para o amor. Ficamos tão cheios de nós mesmos - de quem nós pensamos que somos, do que acreditamos ser nosso por direito — que não há espaço para os outros e não há espaço para a Luz.
Esta semana, vamos nos lembrar de que o verdadeiro crescimento espiritual acontece quando aumentamos nossa empatia, nossa capacidade de sentir a dor dos demais. Como? Abrindo nossos corações para nos importarmos com os outros em vez de abrir nossas mentes para julgá-los. Afinal, há tantas coisas boas nas piores pessoas e tantas coisas ruins nas melhores pessoas que não cabe a nenhum de nós encontrar defeitos nos outros.
Pouco depois, os soldados invadiram a loja, espadas em punho, gritando: “Sabemos que o rei está aqui!” Perfuraram repetidamente a pilha de roupas, mas por poucas polegadas não conseguiram atingir o rei. Não encontrando ninguém, saíram tempestivamente e foram procurar o soberano na loja ao lado.
Quando o rei saiu de seu esconderijo debaixo da pilha de roupas, ele disse ao bom e velho alfaiate: “Obrigado. O senhor salvou minha vida. Por esse motivo quero que me faça três pedidos e eles serão atendidos.” Surpreso e entusiasmado, o humilde alfaiate pensou por uns instantes e disse: “Em primeiro lugar, quando vossa majestade receber seu poderde volta, eu gostaria que estabelecesse oficialmente um Dia Nacional dos Alfaiates. Em segundo lugar, todos os alfaiates do reino seriam pagos em dobro. E em terceiro lugar “ ele fez uma breve pausa antes de continuar dizendo “ Eu devo admitir que estou curioso. Gostaria de saber uma coisa: Como foi que vossa majestade se sentiu quando essas pessoas estavam tentando matá-lo?”
Seus pedidos serão atendidos, disse o rei, que então partiu da loja do alfaiate.
O golpe de estado fracassou e o rei retornou a seu trono. E seu primeiro ato oficial foi anunciar um Dia Nacional dos Alfaiates, proclamando também que todos os alfaiates do reino deveriam ser pagos em dobro. Em seguida, ele ordenou que o alfaiate que o havia ajudado fosse preso e enviado à forca. Apavorado e espantado, o alfaiate não conseguia imaginar como e por que ele estava sendo tão maltratado. A corda foi colocada ao redor de seu pescoço, mas segundos antes da alavanca do alçapão ser puxada, o rei interveio e gritou: “Libertem-no!” Ainda tremendo de medo, o alfaiate se voltou para o rei. Quando os olhos dos dois se encontraram, o soberano disse calmamente: “Agora seu terceiro desejo também foi atendido. Agora você sabe como eu me senti!”
O que essa história nos mostra é que nós podemos pensar que talvez saibamos o que os outros estão passando, mas enquanto não nos colocarmos no lugar deles não saberemos realmente.É por esse motivo que quando temos que enfrentar uma pessoa difícil, a coisa mais sábia a se fazer é ser compassivo e aceitá-la.
Vamos encarar a verdade, Todos nós julgamos. Basta dar uma olhada para uma pessoa e já estamos julgando a forma como ela se veste, como caminha, como fala. O problema é que às vezes estamos tão cheios de julgamento que não deixamos nenhum espaço para o amor. Ficamos tão cheios de nós mesmos - de quem nós pensamos que somos, do que acreditamos ser nosso por direito — que não há espaço para os outros e não há espaço para a Luz.
Esta semana, vamos nos lembrar de que o verdadeiro crescimento espiritual acontece quando aumentamos nossa empatia, nossa capacidade de sentir a dor dos demais. Como? Abrindo nossos corações para nos importarmos com os outros em vez de abrir nossas mentes para julgá-los. Afinal, há tantas coisas boas nas piores pessoas e tantas coisas ruins nas melhores pessoas que não cabe a nenhum de nós encontrar defeitos nos outros.
Com carinho,
Karen
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24.5.12
Q&A: Barry Sonnenfeld on 'Men in Black'
By Curt Schleier
Understandably, Barry Sonnenfeld seems surprised by the question. He pauses briefly, chuckles and then says, no, he doesn’t believe any of the Men in Black are Hasidim. “But,” he quickly, adds, “some of them could be in disguise.”As far as he knows, none of the MIB aliens are Jewish, either. “I don’t really think there are aliens,” he said. “They’re just in the movies. And the ones in our movie were written in by an Orthodox Jew, Etan Cohen.”
Sonnenfeld, of course, is the director of the successful “Men in Black” trilogy — the third opens May 25 — as well as the two popular “Addams Family” films, “Get Shorty” and a host of other commercial and critical successes.
“Men in Black 3” is a return to fun form, with Agent J (Will Smith) going back in time to save the life of his partner Agent K (Tommy Lee Jones and, in 1969, Josh Brolin).
Sonnenfeld spoke to The Arty Semite about celebrating his bar mitzvah in a church, how Judaism infuses his films and how he and the Coen Brothers started their careers together.
Curt Schleier: I noticed one Jewish reference in the film — a mezuzah on the door of Apartment 5K once occupied by Agent K. Was that Etan Cohen’s idea?
Barry Sonnenfeld: No, I did that. I did it because all the older New York City apartments on the Upper West Side — including where I grew up in Washington Heights — usually had a mezuzah that was painted over many times. I needed a visual reference. K wasn’t Jewish, but the previous tenant in his apartment was.
What was your upbringing like?
I didn’t go to Hebrew School. I was enrolled, but I played hooky and never went. My rabbi had to read my haftorah into a tape recorder and I memorized it.
It was an unusual bar mitzvah, wasn’t it?
It was in a church, the Broadway Temple. My temple sold the building a week before the new temple was ready, so I had no place for my bar mitzvah. But a local Catholic church agreed I could have it there, and they would cover up the crucifixes with canvas.
How did a kid from Washington Heights wind up in the film business?
After I graduated from college, I started NYU film school just for something to do. I had no interest in film. I didn’t know what I wanted to do. I had a degree in political science and knew I didn’t want to become a political scientist. Going to film school kept me out of the job market for three additional years.
In film school, I discovered I had a talent for cinematography. When I got out of film school — this was in the early ‘70s — a friend and I bought a used 16 mm camera. This was before the age of video. We figured if we owned a camera we could call each other cameramen. We shot industrial films. One night at a party I met Joel Coen. He and his brother [Ethan] had an idea for a film, “Blood Simple.” They were going to shoot a trailer as though the film was finished and show it to industrialists and dentists and doctors to find money to make the film. I said I have a camera and Joel said you’re hired. A year later, Joel, Ethan and I were on a movie set for the first time.
Is it easier directing a sequel or starting from scratch on a project?
There are pluses and minuses. The easy part about doing a sequel is
that the marketing department knows how to sell the movie, knows the
audience and has more money because the first film did well (or there
wouldn’t be a sequel). The actors already know their roles and there is
less discussion about creating their characters. The hard part is to
make a movie that is original, fresh and not some sort of a rebrand in a
different box.
You are also a writer. How does that impact your directing?
For me, it just reinforces what I do. I don’t do any writing per se. I just make sure the rhythm of the jokes and the words are right. I think more about the way people speak than writing whole scenes.
Does your Jewishness influence your work in any way?
Yes, in the comedy. There’s a specific, often arcane, unusual, quirky, dark sense of humor I received as an only child growing up in a Jewish household.
”Men in Black” has received some strong advance praise. Will there be a “MIB 4”?
We’ll see if this one does well.
You are also a writer. How does that impact your directing?
For me, it just reinforces what I do. I don’t do any writing per se. I just make sure the rhythm of the jokes and the words are right. I think more about the way people speak than writing whole scenes.
Does your Jewishness influence your work in any way?
Yes, in the comedy. There’s a specific, often arcane, unusual, quirky, dark sense of humor I received as an only child growing up in a Jewish household.
”Men in Black” has received some strong advance praise. Will there be a “MIB 4”?
We’ll see if this one does well.
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quinta-feira, maio 24, 2012
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23.5.12
Jews, the Left and the Rest
How Political History Shapes Today's Jewish Narratives
Archives of the YIVO Institute for Jewish Research
Red Jews: Debates over Jewish leftism include the legacy of Jewish communism in the 20th century.
By Eitan Kensky
On September 10, 1964, sociologist and former journalist Daniel Bell opened a conference at the YIVO Institute for Jewish Research on “Jewish Participation in Social Progress Movements,” with a lecture on “Ideology and Social Movements.” Four years earlier, Bell argued in his landmark book, “The End of Ideology” (Free Press), that politics in the 1950s were no longer driven by internal class divisions but were instead shaped by American foreign policy toward Russia. At YIVO he explained that ideology enters social movements when they emerge “in a combat posture” to oppose a corrupt ruling power. Four years later, college campuses in New York and across the country exploded with anti-Vietnam protests and student takeovers; civil rights gave way, in part, to Black Power and America experienced the rise of the New Left. Ideology had taken only a short break.On May 6 and 7, YIVO held a new conference on “Jews and the Left.” The sold-out event, co-presented by the American Jewish Historical Society, brought together an international group of scholars to discuss the history and repercussions of Jewish involvement in leftist political movements. There were many excellent presentations on anti-Zionism and anti-Semitism, anti-Semitism and leftist theory and Jews and communism in the 20th century, among other topics.
Suprisingly, the audience’s reactions were as significant as the proceedings themselves. The visceral, and frequently contentious, responses to the papers from multinational and multigenerational listeners demonstrated the challenges of incorporating the left into larger narratives of Jewish history and in resolving Jewish political divisions over Israel.
Although the event was not a sequel to 1964, the earlier conference was never out of mind. YIVO Executive Director Jonathan Brent opened the proceedings with an audio clip of Max Weinreich greeting the attendees in Yiddish, and Hebrew University of Jerusalem history professor Ezra Mendelsohn pointedly mentioned during his concluding remarks that he had been among the youngest speakers in 1964.
Spiritually, however, the two conferences were far apart. At the earlier gathering, it was clear what Jewish workers’ movements, as well as Jewish socialist and anarchist groups, had fought for. The conference took place in the Carnegie Recital Hall (now Weill Recital Hall) and at the YIVO Auditorium at 1048 Fifth Avenue, the former dining room of socialite Grace Wilson Vanderbilt. These buildings were monuments to an ideology that held, as Andrew Carnegie memorably phrased it in “The Gospel of Wealth,” that the man of wealth was “the mere agent and trustee for his poorer brethren… doing for them better than they would or could do for themselves.” Jewish workers were not cared for by “men of wealth,” however, and instead fought for higher wages through trade unions and later built cooperative housing projects to give their members affordable housing. These, too, mark the city.
But in 2012, less than four years after a global financial meltdown, in the crowded main auditorium of the Center for Jewish History, on West 16th street in Manhattan, the goals and accomplishments of the post-’64 Left, including the New Left, were uncertain. Questioners challenged the speakers’ views from both the left and the right, with the audience cheering their rebuttals. The widely divergent attitudes were inseparable from personal and family histories, and audience members repeatedly drew on their autobiographies to explain their political positions. Comments were prefaced with statements like, “My wife is a red diaper baby,” and, “I was in Paris during the ’68 riots.” Questioners repeatedly asked if the left had betrayed Israel. The phrasing made clear that they already had answers in mind.
One of the most intriguing aspects of the conference was the extent to which the participants who self-identify with the left agreed with the view that it had indeed betrayed the Jewish state. Mitchell Cohen, professor of political science at Baruch College, established a distinction between anti-Zionism as legitimate protest of state actions and anti-Zionism as sublimated anti-Semitism, indicating that much of the current discourse falls into the latter category. Moishe Postone, professor of history at the University of Chicago, gave a Marxist critique of anti-Zionism, which, he explained, has become a “fetishized form of anti-capitalism,” meaning that people attribute to Israel and Jews all the negative effects of capitalism. This, he made clear, is racism pure and simple, and a fundamental flaw in leftist theory and practice. (And this was not offered as a criticism of the Democratic Party. Whatever “the left” meant at this conference — and it frequently stayed an abstraction — it did not refer to mainstream American liberalism.)
Mendelsohn’s closing remarks typified this contested legacy of the left. His speech was ruminative and elegiac, marking the closing of an era rather than the closing of a conference. He pointed to real historical achievements, yet also to the left’s troubling history of supporting corrupt communist movements in the name of national liberation. He described the Jewish left as “a good chapter in our history, but one which is gone.”
From the Archives of the YIVO Institute for Jewish Research, New York
Machine Age: A cover of the Yiddish communist magazine Der Hammer, November, 1927.
But questioners also drew on their own involvement with contemporary activism to challenge Mendelsohn. One spoke of her recent experiences as a community organizer as evidence of a living Jewish left; another called on her experiences at Occupy Sukkot and Occupy Simchat Torah. Earlier in the conference, questioners pointedly asked Tel Aviv University political science professor Yoav Peled about the Israeli J14 tent protests when he dismissed the relevance of leftism in Israel. Neither Mendelsohn nor Peled accepted the idea that these were real leftist movements. Perhaps that’s because the nature of the left is changing — moving away from the ideological positions of both the New and Old Left, toward community organizing and work for basic economic and social justice.
Jack Jacobs, professor of political science at John Jay College and chair of the conference steering committee, concluded his introductory remarks by raising as an open question what effect the historic involvement with leftist causes will continue to have on the contemporary American Jewish community. Here, in the audience’s reactions, was his answer: emotionally charged memories and experiences that make it difficult to see the left as an academic subject but that simultaneously leave open the possibility of revival.
So those looking for a resurgent Jewish left had reason to be hopeful. A line running through the conference, from the papers of Cohen and Postone to Michael Walzer’s keynote lecture and Mendelsohn’s closing reminiscences, was the argument that future Jewish involvement in leftist politics would hinge on building another New Left, one more open to religion and spirituality, more defined by advocacy for social justice than by opposition to Zionism. What exactly this new leftism might look like is still an open question, but representatives of a possible vision were in the audience, trying to make themselves heard.
Eitan Kensky is a doctoral candidate in Jewish studies at Harvard University.
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G. David Sedrez-Conde
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quarta-feira, maio 23, 2012
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Eitan Kensky
Michael Twitty's Edible Scripture
By Rosemary Hutzler
The African American chef in the rainbow kippah looked up from arranging his implements to survey the crowd assembling before him. “What about the people coming in?” he murmured, and was told, “We’re out of chairs.”
Chef Michael Twitty
More than 100 people had come in. The chef’s eyes widened theatrically. “It’s mamash a nais!”
“Truly a miracle” — as an estimation of the turnout for “Kosher/Soul,” Michael Twitty’s lecture and cooking demonstration at the Jewish Museum of Maryland — might be hyperbole. After all, with a title like that, and a menu boasting black-eyed pea hummus and egg rolls with turkey pastrami and collard greens, who wouldn’t want to be there if they could? But the back story is no small wonder.
A gifted raconteur from a family of avid cooks, Twitty introduced himself and primed the audience’s salivary reflexes by conjuring the image of a food: warm buttered challah with peach jam. A staple of his childhood Saturday mornings, it contains the basic ingredients of his family’s story: his grandparents’ southern roots and northward migration; his childhood in Cincinnati, where communities of transplanted Southern Blacks, White Appalachians, and Jews lived in close proximity (his mom got the challah at a Jewish bakery on Fridays); and his own early inklings of an affinity for Yiddishkeit, detected first by his taste buds.
Today Twitty is not only Jewish but an expert in the foodways of Jews as well as of Africans and African Americans. Telling stories through food is at the heart of his multifaceted career as a culinary historian, historical re-enactor, heritage gardener, blogger (afroculinaria.com and thecookinggene.com, day school Judaics teacher and chef.
When he’s not poring over an heirloom seed catalogue with residents of the Hebrew Home of Washington, D.C., to learn about the foods they remember from the Old Country, or preparing antebellum dishes in the guise of an enslaved cook at Robert E. Lee’s plantation, he may be using a page laid out like the Talmud to teach his high school students about kosher slaughter and how to make chicken soup. At present he is making plans for a food history tour of the South, where he hopes to say Kaddish at his ancestors’ graves and to cook and eat with descendants of the families who enslaved them — some of whom are also relatives. Storytelling through food is common to the heritages of Africans and Jews, he said, two “antique peoples whose histories are braided together like a challah.”
A series of internships with the Smithsonian as a researcher for the Folk Life Festival led to Twitty’s discovery that food could be taken seriously as a subject of study. As he told curator Karen Falk last year in an interview for the Jewish Museum of Maryland’s “Chosen Food” exhibition, the history of food provides “a way to talk about the Shoah and talk about slavery in a way that muted some of the grotesque and highlighted the survival and human spirit aspects.”
That research also led, circuitously, to Twitty’s conversion. When he told the Smithsonian he would like to be a presenter in the Jewish section of the Festival’s Food Expo, “this got a lot of stare.” Nevertheless, he landed the job and networked his way into learning challah baking from Joan Nathan of “Jewish Cooking in America” fame. He told Nathan he wanted Sephardic representation at the Expo, and she sent him to see the rabbi of Congregation Magen David in Rockville, with whom he would eventually convert.
Having taken on Sephardic customs with his conversion, he is among the lucky observant Jews who can eat rice, corn, and legumes during Pesach. But he doesn’t take it for granted; he eats Carolina Gold, the rice that came to America with enslaved Africans, whose cultivation of it turned their owners into millionaires. That choice echoes the complexity embedded in the commandment to eat matzo, which is known as both the bread of affliction and the bread of freedom.
Matzo may be the prototype of Judaism’s use of food as a vehicle for meaning, one of the faith’s best-known features. But “edible scripture,” as Twitty calls it, is also found in traditional West African culture.
“In Senegal, when you want the holy man to give a blessing to your business, you must first give tzadika. Sound familiar? You have to make a pot of black-eyed peas and rice, and go sit down with a hungry person, and feed it to him.”
“In Judaism,” he added, “we pray, ‘May what I have be sufficiently blessed that I feel its abundance.’”
(To learn more about Michael Twitty’s Southern Discomfort Tour, which will explore the culinary genes of southern cuisine and his family click here)
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G. David Sedrez-Conde
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Rosmary Hutzler
19.5.12
POLANSKI FILMARÁ O "CASO DREYFUS"
O cineasta Roman Polanski ("O Pianista)
irá dirigir um filme sobre o famoso "Caso Dreyfus" – um militar francês
judeu condenado injustamente à prisão perpétua por espionagem no século
19. O filme é um antigo sonho de Polanski, que também é francês e judeu.
"Faz tempo que quero rodar este filme sobre o 'caso Dreyfus', mas não
como um drama tradicionalista. Seria algo próximo de uma história de
espionagem", revelou ele em entrevista à revista Le Film Français. O
filme deve ser intitulado simplesmente "D".

O “caso Dreyfus” foi uma farsa jurídica
que incriminou um inocente, o militar judeu Alfred Dreyfus, por
espionagem, condenando-o à prisão perpétua na Ilha do Diabo. O caso
virou comoção nacional na França do século 19, após o escritor Émile
Zola escrever um dos mais célebres editoriais jornalísticos de todos os
tempos, “J’Accuse!”, uma carta aberta ao presidente francês, que atacou o
sistema judiciário e desnudou o antissemitismo do país – após a
condenação, houve passeatas em Paris em que os franceses gritavam “Morte
aos judeus!”. A união de intelectuais contra a decisão judicial é
considerada a única oportunidade em que artistas influenciaram
factualmente a História, culminando na libertação do prisioneiro após
cinco anos. Zola foi morto antes da libertação em circunstâncias
misteriosas e Dreyfus foi forçado a pedir baixa do exército francês,
mesmo sendo vítima de uma grande injustiça. Ele ainda sofreu uma
tentativa de assassinato dois ano
s após voltar à França.
Robert Harris, que já trabalhou com Polanski no roteiro do suspense “O Escritor Fanstasma” (2010), escreverá a adaptação histórica. Ainda não há nomes confirmados no elenco, mas as filmagens devem começar até o final do ano. Enquanto “D” não sai do papel, o público brasileiro finalmente poderá ver o mais recente trabalho do diretor. Lançado no ano passado no exterior, “Deus da Carnificina” (Carnage) estreia aqui em 1º de junho.
Robert Harris, que já trabalhou com Polanski no roteiro do suspense “O Escritor Fanstasma” (2010), escreverá a adaptação histórica. Ainda não há nomes confirmados no elenco, mas as filmagens devem começar até o final do ano. Enquanto “D” não sai do papel, o público brasileiro finalmente poderá ver o mais recente trabalho do diretor. Lançado no ano passado no exterior, “Deus da Carnificina” (Carnage) estreia aqui em 1º de junho.
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sábado, maio 19, 2012
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Alfred Dreyfus,
Roman Polanski
Mila Kunis vítima de perseguição religiosa
Atriz judia de 28 anos conta fuga da família da Ucrânia para os EUA, de modo a escapar à perseguição religiosa.
Kunis acaba de ser eleita, pelos leitores do jornal The Sun, "a mulher mais sensual do mundo". Porém, a beldade de 28 anos, nascida na Ucrânia, correu sérios riscos de ter um destino bastante menos risonho do que aquele que a sua cada vez mais sólida carreira em Hollywood deixa prever.
Kunis acaba de ser eleita, pelos leitores do jornal The Sun, "a mulher mais sensual do mundo". Porém, a beldade de 28 anos, nascida na Ucrânia, correu sérios riscos de ter um destino bastante menos risonho do que aquele que a sua cada vez mais sólida carreira em Hollywood deixa prever.

Na infância, Mila, nascida Milena, teve
de esconder o fato de ser judia tal era o medo de ser perseguida. “Toda a
minha família esteve no Holocausto. Os meus avós faleceram e muitos
outros não sobreviveram”, conta. “Após o Holocausto, na Rússia não era
permitido ser-se religioso. Por isso os meus pais criaram-me com a
convicção de que era judia. Sabemos quem somos no nosso íntimo.”
Durante a ocupação nazi na Ucrânia foram assassinados cerca de 900 mil judeus. Hoje, o preconceito continua, frisa quem assistiu a situações de humilhação entre colegas de escola. Quando a atriz tinha 7 anos, o pai Mark, engenheiro mecânico, e a mãe Elvira, professora de Física, mudaram-se com os filhos Mila e Michael para os EUA. Mila não sabia falar inglês. “Chorava todos os dias. Não entendia a cultura e as pessoas.”
O pai trabalhou como taxista e a mãe arranjou emprego numa farmácia. Preocupados com a adaptação da filha à língua inglesa, aos 9 anos inscreveram-na em aulas de representação. Dois anos depois, debutava na TV, na novela Days of Our Lives. Era o princípio de tudo...
Durante a ocupação nazi na Ucrânia foram assassinados cerca de 900 mil judeus. Hoje, o preconceito continua, frisa quem assistiu a situações de humilhação entre colegas de escola. Quando a atriz tinha 7 anos, o pai Mark, engenheiro mecânico, e a mãe Elvira, professora de Física, mudaram-se com os filhos Mila e Michael para os EUA. Mila não sabia falar inglês. “Chorava todos os dias. Não entendia a cultura e as pessoas.”
O pai trabalhou como taxista e a mãe arranjou emprego numa farmácia. Preocupados com a adaptação da filha à língua inglesa, aos 9 anos inscreveram-na em aulas de representação. Dois anos depois, debutava na TV, na novela Days of Our Lives. Era o princípio de tudo...
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sábado, maio 19, 2012
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Mila Kunis,
Ukraine
Diretor da Biblioteca Nacional de Israel colocará os disputados manuscritos de Kafka na Internet
Os
manuscritos que fazem parte do espólio literário de Max Brod, que foi
amigo de Kafka, têm sido o foco de uma prolongada batalha legal.
A Biblioteca Nacional de Jerusalém preparou um programa para lidar com os manuscritos de Franz Kafka e promete torná-los e outras coleções raras disponíveis na Internet. No entanto, o tribunal ainda tem que decidir sobre o destino dos manuscritos do escritor checo.
Os manuscritos, parte do espólio literário de Max Brod que foi amigo de Kafka, têm sido o foco de uma prolongada batalha legal. O Tribunal de Família de Tel Aviv irá julgar se permanecerão em mãos privadas, cedidos à Biblioteca Nacional ou serão vendidos para o Arquivo literário alemão.
A Biblioteca Nacional de Jerusalém preparou um programa para lidar com os manuscritos de Franz Kafka e promete torná-los e outras coleções raras disponíveis na Internet. No entanto, o tribunal ainda tem que decidir sobre o destino dos manuscritos do escritor checo.
Os manuscritos, parte do espólio literário de Max Brod que foi amigo de Kafka, têm sido o foco de uma prolongada batalha legal. O Tribunal de Família de Tel Aviv irá julgar se permanecerão em mãos privadas, cedidos à Biblioteca Nacional ou serão vendidos para o Arquivo literário alemão.

Max Brod, também um escritor checo,
morreu em 1968. Sua secretária Esther Hoffe assumiu a sua propriedade e
suas duas filhas afirmam que herdaram os manuscritos quando ela morreu
em 2007.
O procurador-geral Yehuda Weinstein argumentou no tribunal na semana passada que os manuscritos –de Kafka e de Brod - pertencem ao público e deveriam ser mantidos para serem disponíveis para o público pela Biblioteca Nacional em Jerusalém.
O Arquivo literário alemão, em Marbach na Alemanha, também está disputando esses manuscritos.
O diretor-geral Oren Weinberg da Biblioteca Nacional comprometeu-se a digitalizar os arquivos e torna-los disponíveis na Internet."A biblioteca permitirá ao público em Israel e no exterior o acesso adequado e razoável para essas coleções, entre outras coisas, através de meios técnicos avançados" afirmou Weinberg.
A biblioteca também tem a intenção de publicar as obras de Max Brod, que escreveu dezenas de livros em sua vida, a maioria dos quais não foram traduzidos para o hebraico.
O Arquivo Brod consiste de milhares de manuscritos que ficaram escondidos durante décadas em cofres de bancos em TelAviv e Zurique, e no apartamento de Hoffeem Tel Aviv. O item mais importante se acredita ser o diário particular de Brod que nunca foi publicado.
O procurador-geral Yehuda Weinstein argumentou no tribunal na semana passada que os manuscritos –de Kafka e de Brod - pertencem ao público e deveriam ser mantidos para serem disponíveis para o público pela Biblioteca Nacional em Jerusalém.
O Arquivo literário alemão, em Marbach na Alemanha, também está disputando esses manuscritos.
O diretor-geral Oren Weinberg da Biblioteca Nacional comprometeu-se a digitalizar os arquivos e torna-los disponíveis na Internet."A biblioteca permitirá ao público em Israel e no exterior o acesso adequado e razoável para essas coleções, entre outras coisas, através de meios técnicos avançados" afirmou Weinberg.
A biblioteca também tem a intenção de publicar as obras de Max Brod, que escreveu dezenas de livros em sua vida, a maioria dos quais não foram traduzidos para o hebraico.
O Arquivo Brod consiste de milhares de manuscritos que ficaram escondidos durante décadas em cofres de bancos em TelAviv e Zurique, e no apartamento de Hoffeem Tel Aviv. O item mais importante se acredita ser o diário particular de Brod que nunca foi publicado.
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sábado, maio 19, 2012
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Franz Kafka
VETERANOS JUDEUS MARCHAM EM JERUSALÉM
Centenas
de veteranos judeus da Segunda Guerra Mundial, a grande maioria de
origem russa ou do leste europeu, percorreram nesta quarta-feira o
centro de Jerusalém num emocionante desfile para lembrar o 67º
aniversário da vitória aliada sobre os nazistas.
Os veteranos marcharam acompanhados de familiares e amigos, enquanto o público os saudavam e entregavam flores em sinal de agradecimento por sua contribuição para o fim do regime de Adolf Hitler.
Os veteranos marcharam acompanhados de familiares e amigos, enquanto o público os saudavam e entregavam flores em sinal de agradecimento por sua contribuição para o fim do regime de Adolf Hitler.

Muitos deles vestiam seus velhos uniformes e as tradicionais boinas usadas pelos partisans, além de levarem bandeiras das potências aliadas e exibirem medalhas e condecorações recebidas na luta contra o nazismo. Alguns desfilaram ao lado de seus netos, que marchavam de mãos dadas com os veteranos, e muitos percorreram o trajeto de cadeira de rodas ou ajudado por muletas.
"Lutei em Königsberg (atual Kaliningrado, na Rússia), com a infantaria, em 1945. Foi uma grande batalha com tanques e artilharia. Meu batalhão capturou dois tanques alemães", disse à Agência Efe, orgulhoso e risonho, Emein Lizema, de 85 anos, um judeu de origem russa que se mudou para Israel nos anos 90.
Representando o governo, a ministra de Imigração, Sofa Lanberg, e o vice-primeiro-ministro, Silvan Shalom, expressaram sua admiração, respeito e gratidão aos veteranos, discursando em hebraico e russo.
Mas o centro das atenções do dia não foram os políticos, mas os octogenários e nonagenários que desfilaram em Jerusalém.
"Lutei dois anos e meio na Alemanha, Belarus e Polônia, de janeiro de 1943 até o Dia da Vitória", relembrou Abraham Botkovich, de 87 anos, que décadas depois do conflito ainda guarda viva a memória dos amigos e parentes que morreram na guerra.
"Perdemos muitos camaradas. Meu irmão morreu. Os alemães mataram 32 de meus familiares", explicou Botkovich, que vive em Israel desde 1991, quando muitos judeus russos deixaram seu país após o fim da União Soviética.
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sábado, maio 19, 2012
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Jerusalém,
Russian Federation,
Shoá
29.2.12
Making Room For G-d
There is a story about a coup d’état that took place in a small kingdom. When the soldiers came looking for the king to kill him, he fled into the city and hid in a tailor shop. Immediately recognizing his important guest, the tailor, without so much as a question, shoved him under a large pile of clothing.
Shortly thereafter, soldiers stormed into the shop, swords in hand, shouting, “We know the king is hiding here!” Stabbing the pile of clothes repeatedly, they missed the king by mere inches. Finding nothing, the soldiers stalked out and into the next shop.
When the king emerged from under the clothes, he said to the kind old tailor, “Thank you. You saved my life. For this, I would like to grant you three wishes.” Surprised and excited, the humble tailor thought for a moment and asked, “First off, when your power is restored, I would like you to declare a National Tailors Day. Secondly, all tailors in the kingdom should be paid double. And thirdly…” he paused for a moment before saying, “I must say I am curious. I want to know something: How did you, the king, feel when these people were trying to kill you?”
“Done,” declared the king, and with that, he left the tailor’s shop.
The coup failed, and the king was returned to his throne. As his first order of business, he announced a National Tailors Day, also proclaiming that all tailors in the kingdom should be paid double. Then he ordered that the tailor be arrested and brought to the gallows. Terrified and bewildered, the tailor couldn’t imagine how and why he was being treated so badly. The noose was placed around the tailor’s neck, but just before the lever was pulled, the king intervened and shouted, “Release him!” The tailor turned to the king, still shaking with fear. When their eyes met, the king said quietly: “Now your third wish has been granted also. You now know what it feels like!”
The point of this story is that we may think we might know what others are going through, but until we walk in their shoes, we really don’t. This is why, when we are faced with a difficult person, it is wise to be compassionate and accepting.
Let’s face it. We all judge. We take a look at people and we judge them—by the way they dress, the way they walk, the way they speak. The problem is that sometimes we get so full of judgment that we leave no place for love. We get so full of ourselves—who we think we are, what we believe we are entitled to—that there is no space for others and there is no space for the Light.
Let’s remember that real spiritual growth happens when we grow our empathy, our ability to feel another’s pain. How? By opening up our hearts to care, rather than our minds to judge. After all, there is so much good in the worst of us and so much bad in the best of us that it ill behooves any of us to find fault with others.
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quarta-feira, fevereiro 29, 2012
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Kabbalah Centre,
Karen Berg
27.2.12
Persista na Alegria
Quando criamos um recipiente para a felicidade, todas as outras bençãos e abundâncias virão. Mas isso só pode acontecer após criarmos o recipiente.
Todos nós queremos ter vidas repletas de alegria, mas ser alegre é uma escolha que devemos fazer, um interruptor que devemos ativar em nossas mentes. Há muitos passos práticos que podemos tomar para ativar esse interruptor, e todos eles envolvem encontrar a empolgação e a beleza nas dádivas permanentes e duradouras da Luz.
Pratique começar cada dia com gratidão. Assim que abrir seus olhos pela manhã, foque-se em uma coisa e seja grato por ela. Escolha um aspecto permanente de sua vida quando fizer isso, não uma pedacinho fugaz de empolgação do mundo material. Permita-se mergulhar em sentimentos positivos que surgem.
Mais importante, não saia da cama até que encontre algo que você seja grato. Com o passar do dia, pense com frequência nessa gratidão, mantendo na mente que uma nova consciência de alegria não acontecerá sozinha. É claro, a negatividade dentro de nós fará tudo o que for possível para manter-nos em um estado reativo. Então seja persistente em ter pensamentos de alegria e felicidade este mês.
Quando precisar de um suporte extra, não haverá ferramenta espiritual melhor para limpar a escuridão e a negatividade do que o Zohar. Assim como Rav Chaim Vital escreve, sempre que alguém abordava o Ari com um problema — independentemente se fosse ciúmes, egoísmo, raiva, ou qualquer outra coisa — o Ari sempre diria: ” Leia um certo número de páginas do Zohar todos os dias. Se fizer isso continuamente e com diligência, essa escuridão desaparecerá.”
Quanto mais fizer isso, mais bençãos você verá sendo manifestadas em sua vida.
Todos nós queremos ter vidas repletas de alegria, mas ser alegre é uma escolha que devemos fazer, um interruptor que devemos ativar em nossas mentes. Há muitos passos práticos que podemos tomar para ativar esse interruptor, e todos eles envolvem encontrar a empolgação e a beleza nas dádivas permanentes e duradouras da Luz.
Pratique começar cada dia com gratidão. Assim que abrir seus olhos pela manhã, foque-se em uma coisa e seja grato por ela. Escolha um aspecto permanente de sua vida quando fizer isso, não uma pedacinho fugaz de empolgação do mundo material. Permita-se mergulhar em sentimentos positivos que surgem.
Mais importante, não saia da cama até que encontre algo que você seja grato. Com o passar do dia, pense com frequência nessa gratidão, mantendo na mente que uma nova consciência de alegria não acontecerá sozinha. É claro, a negatividade dentro de nós fará tudo o que for possível para manter-nos em um estado reativo. Então seja persistente em ter pensamentos de alegria e felicidade este mês.
Quando precisar de um suporte extra, não haverá ferramenta espiritual melhor para limpar a escuridão e a negatividade do que o Zohar. Assim como Rav Chaim Vital escreve, sempre que alguém abordava o Ari com um problema — independentemente se fosse ciúmes, egoísmo, raiva, ou qualquer outra coisa — o Ari sempre diria: ” Leia um certo número de páginas do Zohar todos os dias. Se fizer isso continuamente e com diligência, essa escuridão desaparecerá.”
Quanto mais fizer isso, mais bençãos você verá sendo manifestadas em sua vida.
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segunda-feira, fevereiro 27, 2012
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Kabbalah Centre,
Rabi Michael Berg
A Raiva dos Sábios
De acordo com a astrologia kabalística, existe uma energia específica esta semana que pode nos ajudar a lidar com a raiva. Para lidar com alguma coisa, temos que ser capazes de enxergá-la; assim, você pode esperar que todas as pequenas coisas que o incomodam sejam uma constante nos próximos sete dias.
Alguns de nós demonstramos nossa raiva mais do que outros, enquanto para alguns ela se torna reprimida ou se revela sob a forma de agressão passiva. Ela pode até permanecer adormecida por algum tempo, mas pode ter certeza de que está sempre presente. Nenhum de nós é imune a ela.
A raiva nasce do sentimento de achar que se tem direito a algo; um sentimento de que merecemos a Luz que na verdade não fizemos por merecer; e é por isso que a raiva é considerada o mais alto nível de ego. Se não recebemos alguma coisa, é tão somente porque o Criador tem o nosso melhor interesse em vista e quer nos dar aquilo apenas quando for a hora certa – quando estivermos mais preparados para administrá-lo da melhor maneira possível.
Ficamos com mais raiva onde temos mais Pão da Vergonha, ou seja, quando obtemos Luz que não fizemos por merecer. Se você está possesso com as pessoas que não o respeitam, por exemplo, então é porque a maioria das pessoas o respeita o tempo todo sem motivo. Você não mereceu aquilo! Uma forma de angariar respeito é ser mais respeitoso com os outros. Compartilhe sem o interesse pessoal de querer algo em troca.
Uma maneira poderosa de remover Pão da Vergonha, e consequentemente controlar nossa raiva, é nos considerarmos a serviço dos outros.
Podemos transformar completamente a raiva a fim de que ela possa ser usada para realizar coisas incríveis! Nossa raiva só está focada nas coisas erradas.
Reconheça que sua raiva não é uma reação, mas uma forma de consciência – uma energia. Quando você sentir que ela está vindo, fique com raiva do sofrimento pelo qual alguma pessoa esteja passando, encontre uma maneira de servir as necessidades de outra pessoa. Mais tarde, retorne à situação que o fez sentir raiva, quando você for capaz de reconhecer que não está querendo se sentir no direito de ter aquilo. Consegue perceber a diferença agora?
Use sua raiva para tornar o mundo melhor.
Só temos controle sobre nossa reação. É isso. Esse é o caminho espiritual.
Tudo de bom,
Yehuda
Alguns de nós demonstramos nossa raiva mais do que outros, enquanto para alguns ela se torna reprimida ou se revela sob a forma de agressão passiva. Ela pode até permanecer adormecida por algum tempo, mas pode ter certeza de que está sempre presente. Nenhum de nós é imune a ela.
A raiva nasce do sentimento de achar que se tem direito a algo; um sentimento de que merecemos a Luz que na verdade não fizemos por merecer; e é por isso que a raiva é considerada o mais alto nível de ego. Se não recebemos alguma coisa, é tão somente porque o Criador tem o nosso melhor interesse em vista e quer nos dar aquilo apenas quando for a hora certa – quando estivermos mais preparados para administrá-lo da melhor maneira possível.
Ficamos com mais raiva onde temos mais Pão da Vergonha, ou seja, quando obtemos Luz que não fizemos por merecer. Se você está possesso com as pessoas que não o respeitam, por exemplo, então é porque a maioria das pessoas o respeita o tempo todo sem motivo. Você não mereceu aquilo! Uma forma de angariar respeito é ser mais respeitoso com os outros. Compartilhe sem o interesse pessoal de querer algo em troca.
Uma maneira poderosa de remover Pão da Vergonha, e consequentemente controlar nossa raiva, é nos considerarmos a serviço dos outros.
Podemos transformar completamente a raiva a fim de que ela possa ser usada para realizar coisas incríveis! Nossa raiva só está focada nas coisas erradas.
Reconheça que sua raiva não é uma reação, mas uma forma de consciência – uma energia. Quando você sentir que ela está vindo, fique com raiva do sofrimento pelo qual alguma pessoa esteja passando, encontre uma maneira de servir as necessidades de outra pessoa. Mais tarde, retorne à situação que o fez sentir raiva, quando você for capaz de reconhecer que não está querendo se sentir no direito de ter aquilo. Consegue perceber a diferença agora?
Use sua raiva para tornar o mundo melhor.
Só temos controle sobre nossa reação. É isso. Esse é o caminho espiritual.
Tudo de bom,
Yehuda
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Kabbalah Centre,
Rabi Yehuda Berg
25.2.12
Aos 80 anos de um mestre
Jornalista Alberto Dines
EUGÊNIO BUCCI - O Estado de S.Paulo
"Dizer que jornal é trabalho de equipe é
dizer muito pouco. Jornal bem-sucedido é trabalho de uma orquestra de
personalidades e ideias diferentes ou mesmo antagônicas, porém
complementares, harmonizadas e equilibradas por normas ou metas comuns" (Alberto Dines, em 'O Papel do Jornal')
Na profissão de jornalista, em que os
princípios pessoais parecem não resistir aos dez primeiros anos de
carreira, o nome de Alberto Dines reluz como um patrimônio inspirador.
No dia 19 de fevereiro, domingo passado, ele completou 80 anos de idade.
Também neste ano de 2012 ele comemora seis décadas de profissão: uma
trajetória brilhante, acidentada, por certo, e modelar. Olhando para
ele, hoje, a gente compreende o que significa ser jornalista - e gosta
do que compreende.
Como todos nós, Dines cometeu erros. Ele
mesmo reconhece. Durante o almoço, volta os olhos para cima, a cabeça
indo de um lado para outro, num balanço leve, e conta dos tropeços, das
vezes em que deu vazão à aresta mais cruel das palavras com o propósito
de ferir, mais do que de informar. Acontece. Deixemos isso de lado. No
legado que de fato importa, sua biografia é fonte de ensinamento: uma
lição de trabalho intenso e extenso, com produção incessante, diária, e
uma obra que vai da crítica cinematográfica a livros de pesquisa
histórica, passando pela reportagem cotidiana, pela crítica de imprensa e
pelos artigos de opinião. Dines é a prova de que a experiência não
concorre necessariamente para diluir os princípios e de que o caráter
não esmorece. No caso do jornalista, o caráter alimenta-se da
independência intelectual e material, assim como se alicerça no cultivo
da liberdade e do espírito crítico - portanto, ganha vigor com o passar
do tempo.
Assim como os escritores realmente
grandes são aqueles que ensinam a seus pares a arte da narrativa, o
jornalista maior tem a capacidade de despertar vocações nos mais jovens.
Dines também desperta vocações. Embora seja difícil afirmar que esta ou
aquela vocação tenha nascido por influência deste ou daquele
profissional, há pelo menos uma, nem que seja uma só, que deve ser
creditada a ele. A coluna Jornal dos jornais, que Dines assinou na Folha
de S.Paulo entre 1975 e 1977, motivou um adolescente, então estudante
numa cidade da região da Alta Mogiana, no interior paulista, a firmar a
decisão de trabalhar na imprensa e, pelo menos até o instante em que
assinou este artigo - este aqui, que você lê agora -, aquele adolescente
dos anos 70 não se tinha arrependido da escolha que fez.
Na velha coluna de Alberto Dines, que
ajudou a firmar a crítica de mídia no Brasil, o adolescente da Alta
Mogiana começou a se dar conta de que escrever na imprensa também era
uma forma de pensar sobre a imprensa, e ele começou a achar aquele
negócio interessante.
As mais belas reportagens renovam o lugar
do discurso jornalístico dentro da cultura. É verdade que podemos dizer
algo parecido sobre quase tudo, sobre a poesia, a arquitetura, o cinema
e também sobre a medicina e até mesmo a engenharia: o engenho humano,
onde quer que ele se manifeste, na arte ou na ciência, na técnica, na
política ou na religião, tende a redefinir a si mesmo - o que, no fim
das contas, é uma constatação um tanto óbvia, quase banal. Não teria por
que ser diferente com o jornalismo - e, no entanto, é diferente.
Sutilmente, mas é.
Na
nossa profissão, que navega nas franjas do que é notícia, daquilo que é
verdade hoje, mas não era verdade até ontem, os imperativos da
velocidade, da aceleração e da mudança pesam muito mais. Mais que outras
atividades, o jornalismo depende de saber se redefinir a cada dia. Ao
registrar a História no calor da hora, a sangue-frio, o jornalista é
agente da História, um catalisador do fato histórico em alta velocidade,
o que faz dele um profissional das ideologias, mesmo quando guarda em
si a convicção ideológica de que nada tem de ideológico. Se ele não
desenvolve consciência sobre o que faz, corre o risco nada desprezível
de estar a serviço de ideologias que não vê enquanto empina o nariz
imaginando desconstruir as que vê. Se não acumula reflexão, dificilmente
fará algo de útil ou de valioso.
Comparemos o jornalista com o cirurgião.
Este, o cirurgião, pode muito bem se revelar um gênio do bisturi sem
nunca ter dedicado um segundo sequer ao exame intelectual das relações
entre seus atos e o sentido geral da civilização, ou sobre o emaranhado
de sentidos que tece a fronteira instável entre saúde e doença. Para o
jornalista, o mesmo grau de alienação constituiria falta grave. Se
obstinadamente técnico, perde de vista o que há de controverso na cena
humana, da qual lhe cabe fazer a crônica.
A imprensa ocupa-se mais das incertezas
que das certezas. Sem método, sem critérios e sem pensamento
(epistemológico) ela se perderia. A sua dupla condição - ter de fazer e
ter de refletir - não é dúplice nem ambígua, mas íntegra. Aí se inscreve
o significado mais fecundo da longa trajetória de Alberto Dines. Como
professor universitário - que não tem diploma de nenhuma faculdade -,
ele ajudou a lançar no Brasil, quando começou a dar aulas na PUC-Rio,
ainda nos anos 60, as bases da disciplina Jornalismo Comparado. Como
jornalista, no comando do Jornal do Brasil, ou na direção de revistas da
Editora Abril em Portugal, ou ainda como fundador do Observatório da
Imprensa, um marco pioneiro do jornalismo online no Brasil, criado há 15
anos, ensinou a credibilidade da imprensa laica, apartidária e plural.
Onde o mundo é uma gritaria, uma babel
caótica, o grande editor identifica a orquestra passível de afinação.
Também por isso a imprensa encarna com tanta intensidade o sonho
democrático. Movido por esse sonho, o jornalista faz, pensa e depura o
caráter. Não pode haver profissão melhor.
Eugênio Bucci é jornalista e Professor-Mestre na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, e da Escola Superior de Propaganda e Marketing, da mesma cidade.
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G. David Sedrez-Conde
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sábado, fevereiro 25, 2012
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Alberto Dines
Sean Stone se hace musulmán chií en una visita a Irán
El historiador, Sean Ali Stone
En la ceremonia, celebrada ayer según la fuente, el hijo del director de cine estadounidense adoptó el nombre musulmán de Ali.
"La conversión al islam no es abandonar el cristianismo o el judaísmo, en los que nací", dijo Sean Stone, cuyo padre es de origen judío y su madre cristiana.
"Esto significa que he aceptado a Mahoma y otros profetas", añadió, sin más explicaciones, Stone, de 27 años, licenciado en Historia, colaborador de su padre en diversos trabajos cinematográficos y director de algunos documentales.
Sean Stone señaló también que le gustaría, por medio del cine, "introducir la cultura y la civilización persas en Occidente".
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sábado, fevereiro 25, 2012
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Sean Stone
Judíos rezan en una mezquita de Nueva York
(Da esquerda para a direita) Rabino Meir Kabakov e Iman Moussa Drammeh
«Los vecinos judíos de Bronx se habían quedado sin un lugar de culto y sin dinero para alquilar un local, y los vecinos musulmanes tenían espacio de sobra», explicó Patricia Tomasulo, católica practicante y nieta de italianos, quien logró que el Centro Cultural Islámico de Estados Unidos albergara una sinagoga ultraortodoxa.
La sinagoga Beit Menajem se encuentra en la planta baja del Centro Cultural Islámico, y comparte fachada con la escuela islámica y la guardería Barack Hussein Obama. La mezquita ocupa todo el primer piso, justo encima del templo judío.
«La comunidad judía del barrio me produce mucha admiración y es un honor y una experiencia muy positiva tenerlos aquí», afirmó el imán Moussa Drammeh.
«El Corán dedica su capítulo 2 verso 62 a los judíos, los cristianos, los sabeos, quienes creen en Alá y en el último Día, y obran bien», aseveró el imán y añadió: «Tenemos la obligación de querer a nuestros hermanos; quien diga lo contrario no sigue el Corán y es un hipócrita».
«El Corán nos empuja a relacionarnos con buenas personas, ¿Con quién debería juntarme?», preguntó el imán Drammeh: "¿Con personas de mi misma religión pero que hacen el mal?».
«Un musulmán de verdad no hace daño a los cristianos y a los judíos», explicó mientras abría la puerta para que los dos jóvenes rabinos de la sinagoga puedan entrar cargados con comida kosher y con la Torá, su texto sagrado.
En una visita al centro un viernes por la tarde, antes de la puesta de sol, el imán y su congregación preparon una cena halal mientras comentaban el noticiero de un canal de televisión iraní, y el rabino y su congregación se disponían a celebrar el Shabat en una sala contigua.
«El imán Moussa Drammeh nos hizo sentir muy a gusto aquí y estamos felices de tener un espacio para celebrar el Shabat y nuestras fiestas religiosas», explicó el rabino Meir Kabakov, quien se reúne con su congregación y con alumnos de estudios rabínicos los viernes, los sábados y todas las fiestas religiosas.
El Centro Cultural Islámico, situado en un edificio que una década atrás era el taller mecánico del barrio, también cedió sus aulas para clases de judaísmo que se imparten a mujeres a lo largo de la semana.
El rabino Kabakov no vive en el Bronx, sino en Brooklyn, y todos los viernes se desplaza treinta kilómetros cargado con la Torá y comida kosher para poder reunirse con la comunidad de judíos ultraortodoxos de la zona, la mayoría octogenarios. Tras la puesta de sol no puede regresar a Brooklyn en automóvil o transporte público ya que es contrario a los preceptos del Sabbat, y hace el trayecto de más de cuatro horas a pie cargando de vuelta la Torá.
«Me impresiona que caminen bajo la nieve, la lluvia, el viento o el sol para reunirse con su congregación», indicó el imán mientras se preparaba para celebrar una cena con comida halal en el comedor del centro.
En los últimos años la comunidad judía de esta parte del Bronx envejeció y los jóvenes mudaron a otros barrios y a las afueras de Nueva York. Las decenas de sinagogas del barrio se fueron cerrando a medida en que se quedaban vacías.
León Bleckman, un vendedor jubilado, solía acudir a la sinagoga de Tzeirei Israel, que se vio obligada a cerrar en 2008 por falta de dinero. Tomasulo y un grupo de alumnos de estudios rabínicos consiguieron que el Centro Cultural Islámico les cediera un local.
«Tener un lugar de culto es un derecho fundamental», dijo Tomasulo, quien acude todos los domingos a una iglesia que está a la vuelta de la esquina pero imparte clases de tolerancia religiosa en el centro islámico.
«Ahora este es el único espacio donde puedo celebrar las festividades judías en el nordeste del Bronx», indicó León Bleckman.
«La experiencia no podría haber sido más positiva y es un ejemplo a seguir, si tenemos en cuenta lo que está pasando en Oriente Medio, concluyó Bleckman mientras saludaba a uno de los niños que estudia en la escuela islámica: «Me gustaría que los niños de las escuelas públicas del barrio fueran tan educados como los alumnos de este centro».
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G. David Sedrez-Conde
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sábado, fevereiro 25, 2012
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Judaísmo,
New York,
United States
Publican el manuscrito del suicidio de Stefan Zweig
Stefan Zweig
El novelista austríaco Stefan Zweig se suicidó en 1942 para acabar con su vida "en el momento apropiado" tras haber visto a Europa, su "patria espiritual", entonces inmersa en la Segunda Guerra Mundial, "destruirse a sí misma", según la nota que dejó.
El manuscrito, redactado en alemán, fue publicado en Internet por la Biblioteca Nacional de Israel, con motivo del 70 aniversario de la muerte del literato, periodista e intelectual judío.
Zweig huyó a Brasil en 1936, tres años después de que los nazis hubiesen subido al poder en Alemania y dos antes de que invadiesen su país natal.
El escritor ingirió un veneno letal con su mujer, Lotte, en la ciudad de Petrópolis, a 66 kilómetros de Río de Janeiro.
En la nota, encabezada con el portugués "declaraçao" (declaración) y luego desarrollada en alemán, Zweig explica que dice adiós a este mundo "de propia voluntad y con la mente clara" y agradece a Brasil su hospitalidad.
"Cada día he aprendido a amar más este país, y no habría reconstruido mi vida en ningún otro lugar después de que el mundo de mi propio lenguaje se hundiese y se perdiese para mí, y mi patria espiritual, Europa, se destruyese a sí misma", escribió.
Pero, continua, rehacer una vida pasados los sesenta años de edad requiere "poderes especiales", cuando "su propio poder se ha gastado tras años de errar sin hogar".
"Prefiero, pues, poner fin a mi vida en el momento apropiado, erguido, como un hombre cuyo trabajo cultural siempre ha sido su felicidad más pura y su libertad personal. Su más preciada posesión en esta tierra", argumenta antes de desear a todos sus amigos que "vivan para ver el amanecer tras esta larga noche".
La nota fue recogida por la policía brasileña, que tuvo que recurrir a un doctor judío local para traducirla del alemán.
El médico pidió entonces quedarse con el original por su significado histórico, pero la policía se negó, porque lo necesitaba como evidencia en el caso.
El mismo doctor compró la nota veinte años después a un policía jubilado y en los noventa la donó a la Biblioteca Nacional de Israel, ubicada en Jerusalén.
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sábado, fevereiro 25, 2012
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Stefan Zweig
13.2.12
RENDA-SE AO MOMENTO
É uma lei espiritual comum que tudo acontece por um motivo. Às vezes, isso é duro de admitir. Os motivos nem sempre são claros, mas os eventos ocorrem nas nossas vidas porque os merecemos e porque estão projetados para nos ajudar a nos transformar e a crescer; e a transformação nos leva mais próximos de uma conexão com a Luz... o que é sempre bom!
Ao invés de encarar cada situação aparentemente negativa com desânimo, tente manter a consciência de que existe um ensinamento naquela circunstância e que esse ensinamento o levará a um lugar melhor no final, a um nível espiritual mais elevado. Em momentos de angústia, por mais difícil que seja enxergar o motivo do sofrimento, encontre dentro de você a força para dizer: “Por enquanto vou aceitar este desafio sem saber o motivo, mas confiando que o universo me mandou esta situação para o meu próprio bem e que algum dia vou entender tudo o que está acontecendo completamente”.
Assim, nos entregamos completamente ao Universo, nos conectando com Luz.
Infelizmente, nosso Desejo de Receber Somente para Nós Mesmos procura constantemente nos distrair dessa consciência. Ficamos atrapalhando nosso próprio caminho, com preocupações e inquietações, que fazem com que pequenos montes pareçam montanhas gigantes. Queremos resolver o problema de forma imediata. Queremos ver os frutos do nosso trabalho de forma instantânea. Às vezes precisamos permanecer em desconforto, a fim de obter o melhor benefício.
Assim, em vez de pedir que a dor passe, peça para enxergar o ensinamento que a dor está aqui para ajudá-lo a aprender. Quando você aprendê-lo, não haverá motivo para a dor, certo?
No fundo, o Criador quer sempre o melhor para nós. Temos o poder de nos entregar ao momento, escolher ser pacientes, procurar o ensinamento e permitir que a dádiva que se encontra oculta se abra diante de nós.
Tudo de bom,
Yehuda Berg
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G. David Sedrez-Conde
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segunda-feira, fevereiro 13, 2012
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Rabi Yehuda Berg
11.2.12
August Landmesser: el hombre que no dio el brazo a torcer

August Landmesser
Recuerda la triste historia de August Landmesser, que en 1936, en pleno apogeo del nazismo, decidió ir contra la corriente.
Durante la botadura de un buque de la marina alemana, la multitud se congregó en Hamburgo. Mientras todos saludaban como el Führer, un hombre permaneció impasible, con los brazos cruzados. La imagen, inquietante, fue rescatada en un blog cuyo tema nada tiene que ver con la imagen: facilitar las tareas de socorro tras el terremoto de Japón del año pasado (Senrimonchi, se llama el sitio). Y desde esa página, Landmesser fue a parar a Facebook, y desde allí, a medio mundo.
Fue en 1991 cuando una de sus hijas identificó a este hombre como August Landmesser, un trabajador del astillero de Hamburgo. Su padre, que perteneció al Partido Nacional Socialista desde 1931 hasta 1935, fue expulsado por haberse casado con una mujer judía, Irma Eckler.
El matrimonio tuvo dos hijas, motivo por el cual fue acusado de «deshonrar a la raza», y acabó en la cárcel. Su mujer también fue detenida por la Gestapo.
Las niñas - Ingrid e Irene -, fueron separadas. La primera fue a vivir con su abuela materna mientras que la otra fue llevada a un orfanato y, más tarde, adoptada por una familia.
Cuando Landmesser, el hombre que no quiso dar su brazo a torcer, salió de prisión en 1941 fue enviado a la guerra. Según publica The Washington Post, desapareció en combate y se le dio por muerto.
En 1996, su hija Irene, escribió la triste historia de su familia.
Hoy, por una carambola de la red, Landmesser vuelve a ser noticia.
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G. David Sedrez-Conde
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sábado, fevereiro 11, 2012
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August Landmesser
Herzl y la revolución egipcia
Mientras el mundo celebra el primer aniversario de la caída del
régimen del ex presidente egipcio, Hosni Mubarak, resulta interesante
recordar que Binyamín Zeev Herzl, en su actividad política desarrollada
hace un siglo atrás, era sensible a lo que acontecía en las sociedades
árabes.
Después de haber perdido la esperanza de obtener el visto bueno del Imperio Otomano para permitir el establecimiento de los judíos en Palestina, hubo al parecer, durante un breve período, una alternativa para que éstos se establecieran en El-Arish, al norte del Sinaí o «la Palestina egipcia», como la llamaba Herzl.
El estatus internacional de Egipto en aquel entonces era único: A pesar de que se trataba de un régimen egipcio a cargo de un jedive (virrey) de la dinastía de Mohamed Ali, el control efectivo estaba en manos británicas.
Se envió una delegación sionista para estudiar la posibilidad de establecer asentamientos agrícolas judíos en la zona de El-Arish, con la visita a Egipto del propio Herzl en 1903. Allí pudo reunirse con el gobernador británico y con el canciller egipcio Boutros Ghali (abuelo del ex secretario general de la ONU, Boutros Boutros Ghali), quien siete años más tarde, cuando se convirtió en primer ministro, fuera asesinado por un nacionalista egipcio.
Al final, nada resultó de aquella iniciativa, ya que el desarrollo agrícola en el norte del Sinaí era imposible por la falta de agua y porque tanto los británicos como los egipcios rechazaron la idea.
Al igual que cualquier persona que se encuentra de visita en Egipto, Herzl viajó a ver las pirámides. En su diario no dejó ningún registro acerca de su impresión al momento de encontrarse frente a ellas, pero en cambio se ocupó de dejar constancia de su conmoción al ver la miseria en la que vivían los «felahim» egipcios - los campesinos agricultores -, a quienes encontró en el camino a Giza.
De acuerdo con una forma de condescendencia típica de los europeos liberales de su tiempo, se prometió: «cuando tenga poder suficiente para hacerlo, me ocuparé de los felahim». Estaba claro que él no se refería a los agricultores egipcios, sino a los de Palestina.
Pero la más interesante de sus impresiones acerca de Egipto figura en el informe que escribió sobre una conferencia pronunciada por un experto británico relativa a los problemas de irrigación en la Mesopotamia. Herzl no fue particularmente cautivado por aquella exposición, pero quedó muy asombrado por el público, «en particular, el gran número de jóvenes egipcios, de aspecto inteligente, que llenaban la sala».
Comprendiendo aquella dinámica que Gran Bretaña se ocupaba de obstaculizar de cara a ciertos procesos que se desarrollaban ya en Egipto, Herzl hizo comentarios que recuerdan las afirmaciones de Karl Marx sobre la naturaleza dialéctica del régimen británico en la India: «Estos son los futuros amos; es sorprendente que los ingleses no tomen consciencia de ello», escribió Herzl. «Ellos piensan que habrán de tratar con felahim por siempre».
«Actualmente, basta con una fuerza militar de 18.000 soldados para un país de este tamaño, pero ¿por cuánto tiempo más?», continúa Herzl. «El papel de los británicos es grandioso; operan una purificación sobre Oriente Medio, trayendo luz y aire fresco a los rincones más contaminados; erradicando las antiguas tiranías, y debilitando las distorsiones del régimen».
«Sin embargo, con su libertad y progreso les enseñan a los felahim lo que es la rebelión. Los métodos coloniales ingleses terminarán destrozando el imperio colonial de Inglaterra o habrán de sentar las bases para el dominio mundial de Gran Bretaña. Me gustaría volver aquí en 50 años para ver qué sucederá».
Un pronóstico para nada equivocado, viniendo de un periodista europeo que con su instinto político e histórico fue capaz de comprender algo que muy pocos miembros de su generación pudieron percibir: que el imperialismo europeo terminaría forjando con sus propias manos la infraestructura ideológica y social que habría de provocar su propia destrucción.
Casi 50 años después de que Herzl escribiera sus afirmaciones, el 23 de julio de 1952, la Revolución de los Oficiales Libres, encabezada por Muhammad Naguib y Gamal Abdul Nasser, se deshacía de los últimos vestigios del colonialismo británico en Egipto.
Y 35 años más tarde, los hijos y nietos de esos «felahim» que vio Herzl salen a las calles a reclamar sus derechos individuales, derrocan a un gobierno despótico y votan en elecciones libres.
Fuente: Haaretz - 3.2.12 & Israel En Línea
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G. David Sedrez-Conde
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Theodor Herzl,
United Nations
Ultraortodoxos de Israel: un gran desafío
Constituyen algo menos del 10% de la ciudadanía de Israel,
aunque son más de la quinta parte de la capital, Jerusalén. Se
consideran los preservadores del pueblo, por su dedicación durante
siglos al estudio de las Sagradas Escrituras. Pero no pocos de sus
conciudadanos los ven como un serio problema social.
Los «haredim», palabra del hebreo que significa "temerosos" (en relación a Dios), son los ultraortodoxos de Israel, un sector heterogéneo con variados matices, pero claramente diferenciado de la población secular, que es mayoría, y por cierto también de los religiosos, considerados menos estrictos, por más que sean plenamente observantes de los preceptos judaicos.
Los dilemas con los que se debate la sociedad israelí al respecto se refieren más que nada a tres temas clave: el rol de los «haredim» en el aporte al Estado (tanto por el servicio militar obligatorio, que en su enorme mayoría no cumplen, como por el pago de impuestos, que hacen en menor escala que otros ciudadanos), su lugar en la fuerza de trabajo y su modo de vivir. En una sociedad moderna y desarrollada como la israelí, son varias las preguntas que surgen alrededor de los ultraortodoxos.
Y las evaluaciones sobre la incidencia de todo esto en el país van acompañadas de una luz de alerta sobre el futuro de la sociedad, si no se modifica parte de la relación con los «haredim», algo especialmente importante dado que, sus familias son numerosas y, al traer muchos hijos al mundo, su porcentaje en la población israelí va en aumento.
Es oportuno, antes de entrar en detalles al respecto, señalar que el tema de los «haredim» y las polémicas que despierta en la sociedad israelí - aunque nada tienen de nuevo - estallaron últimamente con especial fuerza, debido a incidentes protagonizados por ultraortodoxos fanáticos.
En un caso, Tania Rosenblit tuvo que mantenerse muy firme para resistir las exigencias de un hombre que no permitió que un autobús arrancara, al ver que ella estaba sentada en las primeras filas, asegurando que la joven debía ir a los asientos de atrás, ya que adelante sólo van los hombres. Ella se negó rotundamente, dijo que respetaba a los religiosos al vestirse decorosa y modestamente en sus barrios, pero que no estaba dispuesta a hacer algo así, contra la ley.
En otro caso, una niña de 8 años, de una familia religiosa, tuvo que lidiar con gritos e insultos de un así llamado «sicario», que le escupió porque no iba vestida «de acuerdo a las normas». La niña va a una escuela religiosa ubicada en un barrio de ultraortodoxos en Beit Shemesh, donde exigen otros códigos.
La ira popular por lo sucedido sacó a miles de personas a las calles a protestar contra los intentos de imposición como los aquí mencionados. Estos ejemplos son extremos y no representan, por cierto, a todos los ultraortodoxos. Basta con caminar por las calles de Gueula y Mea Shearim, barrios muy «haredim» de Jerusalén, en la ciudad de Bnei Brak o en otros sitios muy conservadores del país, para ver que hombres y mujeres van por las mismas aceras. Pero los casos extremos también existen.
Estudiosos de los textos sagrados
Sea como sea, la problemática relacionada con este sector de la población es seria, inclusive sin considerar los ejemplos aquí mencionados.
Aproximadamente el 60% de los hombres en este sector no trabajan, sino que se dedican a estudiar los textos sagrados judíos, convencidos de que esa es la base de la vida.
El problema que ello representa es que estos ultraortodoxos no sólo no producen ni aportan algo creativo a la sociedad, sino que hunden a sus familias en una pobreza que deriva de la falta de trabajo y en una vida dependiente de subsidios nacionales.
Esta situación en lo laboral, sumada al hecho de que los «haredim» no se integran, en términos generales, al servicio militar obligatorio (salvo unos dos mil que se hallan hoy en un servicio especial y muy exitoso), lleva al concepto enraizado en la sociedad israelí de que «otros cargan con el peso de los desafíos de la vida en Israel».
Al agudizarse la polémica, en los medios israelíes han salido entrevistas y artículos de ultraortodoxos que cuentan sobre sus trabajos, los impuestos que pagan y el servicio de reserva en el que sirven anualmente. Pero los números hablan por si solos.
El tema del estudio es otro de los grandes símbolos de la problemática situación, dado que en general, desde los 14 años, estudian en las «yeshivot», institutos de estudios superiores judaicos, donde ya no hay atisbo de materias básicas como inglés, matemática o computación, sólo para dar un ejemplo.
«Hay dos Estados de Israel en uno», explicó el economista Dan Ben-David, jefe del Centro Taub de Investigación de Política Social. «Uno es el Estado de la alta tecnología, las universidades y la medicina a la vanguardia del conocimiento humano. Y está todo el resto, que constituye una parte importante y creciente de Israel y que no recibe instrucción ni tiene condiciones para trabajar en una economía moderna», añadió.
El economista advierte que esto puede llevar «al fin de Israel».
Fuente: Semanario Hebreo de Uruguay & Israel En Línea
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G. David Sedrez-Conde
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sábado, fevereiro 11, 2012
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