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23.7.11

Mitos e Fatos sobre a flotilha rumo a Gaza



MITO: O bloqueio naval a Gaza é ilegal.
FATO: O bloqueio é absolutamente legal do ponto de vista das convenções internacionais. Elas permitem que um país intercepte e vistorie embarcações rumo a outro país com qual esteja em guerra, a fim de certificar-se de que não transportam armas ao inimigo.

Apesar de Gaza não ser um Estado formalmente estabelecido, desde que assumiu (à força) o governo do território em 2007 o Hamas iniciou uma guerra de fato contra Israel, através de intenso bombardeio a alvos civis israelenses.

Nessa situação, as regras para um conflito armado valem plenamente. Sob a Lei internacional, o bloqueio marítimo é reconhecido como ferramenta legítima e Israel pode controlar o tráfego naval em direção a Gaza mesmo em águas internacionais.


MITO: O fim do bloqueio naval a Gaza não traria riscos à segurança de Israel.
FATO: Se os mísseis produzidos domesticamente em Gaza já conseguem levar pânico às comunidades israelenses próximas à fronteira, pode-se imaginar o que aconteceria se o Hamas tivesse acesso a armas de maior alcance e poder de destruição.

Em 3 de junho de 2002, por exemplo, a marinha israelense capturou o navio Karine A, que estava levando do Irã a Gaza 50 toneladas de armas avançadas. Em março de 2011, mais 50 toneladas de armamento pesado foram encontradas no navio Victoria, interceptado pela marinha de Israel quando se aproximava de Gaza.


MITO: É preciso furar o bloqueio naval a Gaza, pois o território está isolado do resto do mundo.
FATO: Gaza faz fronteira com dois países: Israel e Egito. E, desde maio de 2011, a fronteira entre Gaza e Egito está aberta. Cidadãos e mercadorias podem circular livremente, desde que vistoriados pelas autoridades egípcias. O que o Hamas quer (e se vale da inocência ou conivência dos ativistas a bordo da flotilha para tal) é a chegada de armamentos sem qualquer controle, para que sejam utilizados contra a população civil de Israel.


MITO: Devido ao bloqueio, a população de Gaza sofre com a falta de remédios e gêneros de primeira necessidade.
FATO: Desde que Israel iniciou o bloqueio naval a Gaza, toda carga apreendida passa por verificação. Apenas armas e materiais que possam ser utilizados para fabricação de armamentos são confiscados. Todo resto é liberado e segue em caminhões rumo a Gaza.

Diversos jornalistas têm visitado Gaza recentemente e reportado a mesma situação: as lojas e supermercados estão repletos de mercadorias, não há qualquer falta de gêneros de primeira necessidade e os habitantes vivem uma rotina normal – apesar da ferrenha ditadura implementada pelo Hamas em 2007.

17.6.11

Guilherme Conde (São Paulo, 19 de Junho de 1991) - Análise no Ano XX

Não dá pra virar e contar como que era o mundo há 20 anos, é difícil. Quando eu vim, logicamente, era tudo novo.

 David Start-Cohen: 20 anos fazendo bagunça

O dia 19 de junho de 1991 era um dia normal, até para Marilda Conde, a minha mãe, mesmo com um barrigão imenso, acredito. Estava tudo bem. Grávida passa mal a toda hora. Sim, e com Marilda não podia ser diferente. Segundo a própria, ela teve um mal estar, foi para o Hospital do Servidor Público pra ver o que que era, e, ás 18:50 daquele início de noite, eis que surgia o irmão mais novo de Leandro Vinícius e Maíra Cláudia. Exatamente uma semana depois quando as matriarcas da Família Ferreira Conde, Wanda e Wilma completarem 55 anos. Sinal que coisa boa vinha por aí - modéstia a parte.


Embora passei a minha vida inteira na Zona Leste, morei nove meses ao todo na região onde nasci, a Zona Sul. Seis meses com a família, lá no Campo Limpo (Jardim Campo de Fora), e três meses com a minha atual companheira, Camilla Sedrez. De resto, 18 anos de Zona Leste, sendo 11 anos de Cidade Tiradentes. No último bairro citado, os meus irmãos conheciam a adolescência, e eu, a infância. Lá, empinei pipa, brincava de bolinha de gude, escalava morros, lançava pedras nos prédios vizinhos, jogava bola, corria pra tudo, enfim, só alegria. Além de tudo isso, aos três anos de idade, começava a escrever, ler, e até falar difícil - coisa que faço até hoje.

Por desenvolver um raciocínio fora dos padrões das minhas gerações passadas (se é que eu posso dizer assim), iniciei em muita coisa, bem cedo por "pensar sempre a frente." Com 12 anos, começei a pesquisar quem eram aqueles "carinhas legais" com "histórias incríveis" que estava no antigo livro de história da minha irmã. Nada mais, nada menos que: Karl Marx, Friedrich Engels, Vladimir Lênin e Leon Trotsky. Aos 15, era militante do Partido da Causa Operária.


Hoje, ainda posso me dizer um socialista, mas conformado. Com esperança de uma verdadeira Revolução que balance tudo e a todos. Permanente. Aos 18 anos, conheci o Movimento Humanista, fundado pelo filósofo argentino Mario Silo. Lá, conheci e aprendi muita coisa, e conheci pessoas fora de série. Mesmo sendo um antigo representante da União dos Estudantes Secundaristas de São Paulo e gremistas em duas escolas onde estudei, me afastei totalmente do ativismo político. Posso voltar? Quem sabe."Com família em formação, não dá pra morrer mais pelos ideais.

Mais de 10 anos de vida escolar ativa. Lembranças das bagunças, discussões com professores, amores platônicos, conversas com diretoras, campeonatos interclasses etc. "O Guilherme é um bom aluno, sempre foi. Só que ele conversa demais e acaba atrapalhando os colegas." Toda reunião de pais a dona Marilda escutava a mesma coisa. Orgulho da cria.


Oito anos em escola particular (6 como bolsista) e três anos na escola estadual, e tive dois lados de aprendizado. Entretanto, meus professores maiores são Leandro Vinícius e Maira Cláudia Conde de Souza. Os dois, filhos de mãe solteira, precisavam "se virar" para cuidar da casa e cuidar do irmão menor. Graças a eles, aprendi como se escuta uma música (e como tocar um instrumento!), retocar a casa, entre várias coisas. Sofriam muito comigo na temida "fase dos porquês". Respondiam o que podiam, mas garanto que sabiam muito. Ainda aprendo com eles, mas, prefiro assistir as melhores aulas, e não ficar presente em todas.


O Brasil é um país religioso. Facto. De família majoritariamente cristã, e também ter estudado em um colégio cristão, não me fez ser um cristão de fato. Embora eu era Protestante Histórico (Metodista) por parte de pai de criação, eu abandonei o cristianismo aos 17 anos. Nem quando eu era ativista político, vivendo com um bando de ateus, deixei de ser prostestante, mas, depois de pensar muito, optei por largar. Hoje, com ajuda da minha prima, a Dra. Joise Helena Lima, sou judeu em formação, e não me recrimino (ainda) de trabalhar no Shabbat, embora a conversão será feita por completo quando os meus filhos vierem. Me converto por eles, pela família que está pra se formar.


Resumindo, são duas décadas de muita coisa.


Dúvidas? Consulte Marilda Conde e Camilla Sedrez. Elas vão te responder tudo o que eu nem mesmo sei. E olha que é sobre mim!


20 anos se fecham. 20 anos começam.


E há sempre espaço para uma nova estória para entrar pra História.











Meu nome é Guilherme Conde, ainda conhecido por David Start-Cohen.
Muito prazer, Mundo. Estou nascendo. De novo. De verdade.

15.6.11

Israel Tem Comando Cibernético

O governo de Israel criou uma equipe de oitenta pessoas liderada por um general reformado para garantir o país de ataques de hackers contra suas principais redes de comunicações, assim como para impulsionar a competitividade das indústrias locais especializadas em segurança de alta tecnologia

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu anunciou a criação dessa nova unidade que segue iniciativas semelhantes do Ocidente como precaução para evitar que nações industrializadas sejam vítimas de sabotagens paralisantes dos seus sistemas online. Apesar de que os serviços secretos de Israel estejam sob suspeita de terem lançado ataques cibernéticos contra o seu arquiinimigo Irã, Netanyahu afirmou que essa nova unidade será defensiva.



O Grupo Cibernético de Trabalho Nacional terá um orçamento de "centenas de milhões de shekels" nos próximos anos. "Eu prometo que vamos enfrentar a ameaça de futuros ataques cibernéticos" Netanyahu afirmou a jornalistas sem dar detalhes sobre essas ameaças. "Não há qualquer sombra de dúvida sobre isso." Israel é líder mundial e importante exportador de alta tecnologia, com empresas civis impulsionadas pela cooperação industrial e com a cooperação das universidades do país. O novo comando "vai assegurar a coordenação entre as necessidades da defesa nacional e do potencial de crescimento das cyber indústrias e do campo acadêmico", disse Netanyahu, mencionando um plano para incorporar estudos já no nível do ensino secundário para esses campos. "O Estado de Israel é e será um importante centro para o desenvolvimento do mundo cibernético" ele afirmou.

Turismo em Alta em Israel

Cerca de 5.000 novos apartamentos e quartos de hotel serão construídos em Israel nos próximos cinco anos como parte dos novos planos para a expansão dos novos hotéis e reforma dos já existentes, a Israel Hotel Association (IHA = Associação dos Hotéis de Israel) informou na terça-feira. De acordo com a IHA estes planos destinam-se para os 410 mil turistas adicionais por ano e possibilitarão a criação de 12.500 novos empregos, assim como produzirão lucros de NIS 28 bilhões (cerca de US$ 8 bilhões) que serão acrescentados ao produto interno bruto em uma década. Os planos têm o objetivo de reduzir a escassez de acomodações em hotéis em Israel devido ao número reduzido de construções hoteleiras no país. De acordo com pesquisas da IHA as razões para esta situação são o nível alto de risco e a rentabilidade além dos altos preços dos terrenos causados pela escassez de locais disponíveis.



"Investidores em hotéis que analisarem o desempenho do setor ficarão desapontados, e na maior parte prefeririam investir o capital em setores mais rentáveis ou na construção de hotéis no exterior" informa o presidente da IHA Ami Federman. "Estamos perto do esgotamento da oferta hoteleira existente. Em tal situação não seremos capazes de utilizar nosso potencial turístico ao máximo, e o Estado perderá receita, assim como potenciais novos postos de trabalho". As pesquisas da IAH também revelaram que uma mudança significativa no ambiente econômico e a construção de novos hotéis iriam proporcionar a solução para a falta de acomodações num espaço de tempo de oito anos ou mais. As autoridades advertem que neste período de o número existente de acomodações em hotéis impedirá um crescimento contínuo no turismo.


O Ministério do Turismo tem alertado sobre uma possível escassez de milhares de quartos de hotéis já por um bom tempo. De acordo com uma previsão "otimista" a escassez começará em 2015 quando haverá uma falta de 19.000 acomodações, pois a previsão é a chegada de cinco milhões de turistas por ano. Segundo dados divulgados pelo Escritório Central de Estatísticas apenas 1.700 novas acomodações em hotéis foram adicionadas na última década, e Israel atualmente tem um total de 47.400 acomodações em hotéis.


Os planos da IHA incluem a expansão e atualização dos hotéis já existentes em áreas populares das férias a ser realizada em duas etapas: a adição de 2.000 quartos nos primeiros três anos e 3.000 nos dois anos seguintes. "Um acréscimo nos quartos em hotéis já existentes em áreas populares irá melhorar significativamente os níveis de rentabilidade e irá fornecer uma solução rápida para a falta de acomodações" afirma Federman. "É bom para o país e para os investidores, e mesmo para o meio ambiente em relação às novas construções". Segundo o presidente da IAH, com o orçamento do Ministério do Turismo se poderia dobrar a quantidade de acomodações nos hotéis já existentes ao invés de construir hotéis novos.

Israel – 17ª Economia mais competitiva do Mundo

O Anuário da IMD sobre a competitividade mundial classifica o estado judeu em primeiro lugar em investimentos em pesquisas e desenvolvimento, com o impacto positivo do banco central.

O Estado de Israel permanece no 17 º lugar entre as 59 economias mundiais líderes em termos de competitividade, de acordo com o Anuário de Competitividade Mundial 2011 do Instituto Internacional de Gestão do Desenvolvimento (Institute for Management Development = IMD) que tem sede em Lausanne na Suíça.

 

O relatório anual classifica os países de acordo com parâmetros de diferenças econômicas e se baseia em dados recolhidos de organizações de negócios de diferentes partes do mundo. O IMD é representado em Israel pela Federação das Câmaras de Comércio de Israel.

A lista deste ano é liderada por Hong Kong, Estados Unidos, Singapura, Suécia e Suíça; Bulgária, Grécia, Ucrânia e Croácia se situaram nas últimas colocações no ranking sendo que a Venezuela ocupou o último lugar. Israel recebeu uma pontuação de 81,6.

A economia israelense ficou em primeiro lugar em relação ao impacto positivo do banco central que é o mais importante investidor do mundo em pesquisas e desenvolvimento, uma posição semelhante a de 2010, mas a economia ficou apenas em 54º lugar na participação da força de trabalho.

Na categoria de infra-estrutura tecnológica, Israel, subiu do quinto para o quarto lugar em 2010.

Livro retrata resistência ao nazismo e relação do Bayern de Munique com judeus

O livro "FC Bayern und seine Juden - Aufstieg und Zerschlagung einer liberalen Fussballkultur" (traduzindo:  "Bayern e seus judeus - Ascensão e destruição de uma cultura liberal do futebol"), publicado pelo historiador Dietrich Schulze-Marmeling, está dando o que falar na Alemanha.  A obra, como o indica o título, aborda antes de tudo a relação do clube de Munique com seus integrantes e  atletas  judeus, entre os quais estão pelo menos dois dos fundadores, Joseph Pollack e Benno Elkan, e, especialmente, com um de seus ex-presidentes, Kurt Landauer, que esteve no cargo de 1911 a 1933, quando teve que renunciar devido a ascensão nazista.

No entanto, Landauer seguiu exercendo influência sobre a instituição, diretamente de seu exílio em Genebra, após ter tido que suportar a desapropriação e a detenção no campo de concentração de Dachau, até o final da década de 30. Em 1940, em um episódio raro, todo o elenco do Bayern visitou Landauer na cidade suíça, aproveitando um amistoso contra o Servette, desprezando temores sobre possíveis represálias por manter contato com o dirigente judeu. Além do ex-presidente, o clube teve, antes de 1933, quatro técnicos judeus, entre eles Richard Dombio, que comandou a equipe na conquista do Campeonato Alemão de 1932, o primeiro da história do Bayern.


Time do Bayern de Munique em 1933

Após 1933 e a renúncia forçada de Landauer, os nazistas convictos, normalmente pertencentes ao departamento de esqui do clube, seguiram sendo minoria dentro do Bayern e tendiam a ser, na medida do possível, ignorados pelos dirigentes. Boa parte desses dados foram o publicados em 2005, no livro "Futebol sob a suástica", de Nils Havemann, no qual se mostra, entre outras muitas coisas, o contraste entre a posição assumida pelo Bayern entre 1933 e 1945 e a que assumiram muitos outros clubes.

A obra de Havemann foi escrita por encomenda da Federação Alemã de Futebol (DFB) como resposta às exigências de muitos críticos que pediam à organização que encarasse a função que desempenhou durante a época nazista. Além disso, em 2005, a DFB criou o Prêmio Julius Hirsch, pela tolerância e contra o extremismo, que foi dado ao Bayern de Munique , justamente pelo papel que teve durante o regime nacional-socialista. O atual presidente do clube, Uli Höness, prometeu que Landauer terá um posto digno em um museu que está sendo planejado pelo Bayern.

Joy Division's Ian Curtis commits suicide

Ian Curtis
Ian Curtis. Photograph: Rob Verhorst/Redferns

Ian was very ill with epilepsy when we were recording the Closer album. He was having a lot of blackouts. There was one horrible occasion where he was missing for two hours in the studio. I went in the toilet and there he was spark out on the floor – he'd had a fit and split his head open on the sink. There were a lot of occasions like that. While Closer was done pretty quickly after Unknown Pleasures, some of the songs were only finished in the studio. We were only in for two weeks including mixing. So you could feel the pressure. We didn't help by taking the piss all the time.

We recorded the album in March. He made his first suicide attempt in April, so it was pretty close. Ian was working well with our producer, Martin Hannett, who insisted on working through the night – Ian liked the peace and quiet. But it was fraught. We didn't have much money; we weren't eating properly and couldn't afford to drink. We played three nights at the Moonlight club in West Hampstead and supported the Stranglers at the Rainbow – four gigs in three days. Ian's illness was getting worse and we didn't help him, through ignorance really. But also, Ian was his own worst enemy – he never wanted to upset you, so he'd tell you what you wanted to hear. So we never knew what he was suffering or thinking.

He made two unsuccessful attempts. First, when he was really drunk, he self-harmed – chopped himself up with a kitchen knife, which I think was an Iggy Pop moment out of sheer frustration. Then he took an overdose. Tony Wilson, the boss of our label, Factory Records, brought him to rehearsal – straight from the hospital, I think. We'd ask: "Is everything all right, mate?" and he'd reply: "Yeah, fine, let's carry on." As an adult and a father now, I feel guiltier than I ever did then. If that had been my son, I'd have gone round there and headbutted Rob Gretton, our manager, and taken him home. But there were doctors, consultants, psychiatrists, and not one of them was able to sort it out. Unbelievable.

Rob had booked a gig in Bury. Ian decided he couldn't do it, but for some insane reason he was delivered to the gig, even though we'd arranged for Simon Topping and Alan Hempsall to stand in for him. Ian insisted on doing a couple of songs, and when he couldn't do any more the audience rioted. That destroyed him. Then our last gig in Birmingham was a grim affair. Ian's illness was dragging the whole thing down, but we'd spent three years going from playing to no people in Oldham to being revered. It was what he'd fought for all his life. None of us wanted to let it go. We all felt that if we stopped we might never get it again.

I heard what happened when I got a call from a policeman. It was horrible. Mind-numbing shock, and it's very difficult to live with as a memory. I can remember it like it was yesterday.

After something like that, you don't know what to do. The only thing constant in our lives was practice. When we left Ian's funeral we said: "See you at practice." That Sunday afternoon I got the six-string riff to Dreams Never End, which we recorded as New Order. We just put Joy Division in a box and closed the lid, but it enabled the remaining three of us to establish ourselves as New Order. Through New Order people continued to become aware of Joy Division.

I know Joy Division will always be overshadowed by Ian's death. I remember driving to the tax office to tax my old £100 Jag when the chart rundown went: "In at No 11, Joy Division with Love Will Tear Us Apart." I turned it off. For us, Joy Division had gone.

I think, as with Kurt Cobain much later, it was the death of innocence. Ian's daughter didn't have a father. Did independent music gain an icon? I'm too close to it. I had to view the death of Joy Division as a new start. All the battles we went through in Joy Division, we had to go through once again.

Listening to Closer again, it's heart-rending. Ian created a wonderful testimony of how he felt at the time: apprehensive, fearful but powerful. Not in control of your destiny: you can hear how that break evolved.

Peter Hook, bassist, Joy Division/New Order

29.5.11

Bate-Bola Rápido (Daniela Kresch Entrevista Fábio Drukier)

O desenhista industrial Fábio Drukier, de 24 anos, é o entrevistado da semana nesta série de entrevistas com participantes do MASA, que oferece bolsas para jovens queiram passar de cinco a dez meses em Israel, estudando, trabalhando ou viajando pelo país. Desde 2005, mais de 1.250 jovens já conheceram Israel através da instituição.

O paulista Flávio passou dez meses em Israel em 2006 pelo programa Shnat Achshará – que há cinco anos também é financiado pelo MASA. Começou a estadia no Kibutz Hatzerim, no Sul de Israel, depois passou um tempo em Beer Sheva para finalmente estudar no Machon Le-Madrichim (Instituto de Liderança), em Jerusalém.

1) Por quê você decidiu viajar para Israel?
Desde pequeno, sempre frequentei tnuot noar (movimentos juvenis), onde discutia a realidade de Israel, além de ter estudado em colágio judaico. Meus pais também sempre apoiaram essa minha vontade de conhecer o país. Achei que era importante para a minha vida.

2) Por quê escolheu um programa ligado ao MASA?

O Shnat Achshará é ligado ao MASA desde 2006.

3) Do que você mais gostou, em Israel?

De respirar Judaísmo. As aulas são todas em hebraico, o país comemora todas as festas judaicas... Tudo o que, no Brasil, eu tenho que me esforçar para fazer, em Israel é mais fácil.

4) O que mais estranhou?

Me assustou ver coisas qe eu não esperava, como questões sócio-econômicas. Vi pobreza, prostituição, diferença de classes, discriminação a minorias como etíopes, russos, árabes... Achei que esse tipo de coisa demoraria mais a chegar a Israel, um país tão jovem.

5) Qual foi o ponto alto do programa?

Foi estudar no Machon Le-Madrichim. As aulas eram fantásticas, os professoes eram excelentes e as viagens, muito legais.

6) O que poderia ser melhorado?

Faltou estarmos mais inserido na realidade israelenses, no cotidiano do país. Se tivéssemos feito ulpan num centro urbano e não num kibutz, seria melhor. Ficamos muito ilhados em nós mesmos. Tivemos pouco contato com o resto da sociedade. 

7) Qual a maior lição da experiência?

Foi uma oportunidade de conhecer mais os meus limites, de me conhecer melhor, de conhecer e respeitar os outros. Além disso, como judeu, ter morado em Israel faz muita diferença. Agora, me importo mais com o que acontece lá e meus laços com o judaísmo estão mais apertados. Quando voltei, passei a fazer trabalho voluntário na comunidade.

8) O que você diria para quem pretende visitar o país?

Diria para  não deixar essa oportunidade passar. Por muito tempo o povo judeu sonhou em ter uma terra. Agora tem e isso faz muita diferença. É importante vivenciar o país, ouvir o hebraico... Essas pequenas coisas ficam para o resto da vida.

(Fonte: Notícias da Rua Judaica)