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30.1.11

Encher linguiça é kosher?

Depois de alguns meses tendo a honra de escrever nesse espaço, finalmente aconteceu o que ocorre com todos os cronistas e que já havia me acontecido em outros espaços que ocupo, como a coluna semanal em O Globo: não saber sobre o que escrever. E, num espaço como esse, judaico, encher linguiça não seria a coisa mais kosher do mundo. A não ser que fosse linguiça de boi. Um boi supervisionado pelo rabino. Estilete na jugular, golpe rápido e preciso, para não liberar a toxina do medo da morte, medo que nos persegue nesse mundo, pois nesse mundo a morte é a única coisa certa, como diz o chavão. A vida, admita-se, é uma constante encheção de linguiça, de porco para uns, de boi supervisionado para outros. A encheção está em toda parte: as palavras com que preenchemos nossas relações com os outros ou conosco, em pensamento; o dinheiro com que tentamos encher nossas contas, ora para sobreviver, ora para desperdiçar; a comida com que enchemos nosso bucho; a nossa infinita capacidade de encher o saco; e o prazer que cada um busca da maneira que lhe convém, através do que é mundano ou do que é divino. Às vezes fica bom. Mais raramente, ótimo (como se diz, o ótimo é o inimigo do bom: se a gente persegue o ótimo, o bom se transmuta em ruim; se a gente não persegue nada, o bom é uma delícia). Não à toa, Deus, enquanto ia fazendo dia, noite, mar, terra, plantas, bichos, homem, mulher, ia dizendo, ou melhor, vendo, que o que fazia "era bom", e não "ótimo". Deus sabia que a Obra não ia resultar em Paraíso... e, como diz o outro, o otimista é um desinformado. Assim enchendo a Rua Judaica de sabe-se-lá que dizeres, vou compondo minha linguiça semanal, esperando que, na mistura, algo de bom se salve.


"Encher linguiça pode até ser Kosher. Não saber se expressar, pode não ser Kosher."

NÃO EXISTEM “FRONTEIRAS DE 1967”

Por Tzvi Ben Gedalyahu para Israel National News

O termo “fronteiras de 1967”, atualmente usado pelo mundo árabe como mantra para as fronteiras de um Estado da Autoridade Palestina, nunca existiu na história, diz o ex-embaixador israelense no Canadá Alan Baker em artigo escrito para o Centro de Assuntos de Interesse Público de Jerusalém (Jerusalem Center for Public Affairs).

Desde que os países árabes vizinhos atacaram Israel em 1948 em reação à sua independência pela primeira vez em 2000 anos, nunca houve fronteiras, mas tão somente linhas temporárias marcadas para fins militares – chamadas “Linhas do Armistício” de 1949 – as quais terminaram, ao menos formalmente, a Guerra de Independência.

Porém, o mundo árabe vem repetindo tanto o termo “fronteiras de 1967” em seus pronunciamentos que os principais meios de comunicação e a maioria dos líderes de outras nações acabaram por adotá-lo como fato. O termo se refere à linha de cessar-fogo de 1949 cruzada pelas Forças Armadas de Israel no início da Guerra dos Seis Dias, em 4 de junho de 1967. O termo correto seria “Linhas de Armistício Pré-Guerra de 1967”, ou “Linhas do Armistício de 1949”. Este jornal, por sinal, sempre usou o termo correto.
Até mesmo o Brasil, que recentemente decidiu “reconhecer” um Estado palestino com base nas supostas fronteiras de 1967, declarou, durante um debate na ONU sobre a Resolução 242 em 1967 em que se discutia negociações sobre fronteiras, que “sua aceitação não implica em que as linhas de fronteira não possam ser retificadas por acordos livremente firmados entre os Estados interessados. Sempre temos em mente que uma paz justa e duradoura no Oriente Médio deve necessariamente basear-se em fronteiras seguras e permanentes negociadas e acordadas livremente entre os Estados vizinhos”.

Baker observou que a Jordânia, que também adota hoje a falácia das “fronteiras de 1967”, posicionou-se no mesmo debate nos seguintes termos: “Há um acordo de armistício. O acordo não fixou fronteiras, mas apenas uma linha de demarcação. O acordo não julgou direitos políticos, militares ou de outra natureza. Portanto não sei de nenhum território; não sei de nenhuma fronteira; sei de uma situação congelada por um acordo de armistício”.

Baker explicou que, embora as “fronteiras de 1967” denotem linhas de separação, elas carecem de fundamento histórico, legal ou factual. “Os acordos do armistício de 1949 especificam que tais linhas não têm nem significado político nem legal, e nenhum efeito sobre negociações futuras a respeito de fronteiras”, continuou Baker.

 “Não há nenhum dispositivo em nenhum dos acordos firmados entre Israel e os palestinos que exija uma retirada para as ‘fronteiras de 1967’. Nunca houve qualquer imperativo geográfico que santificasse as linhas de 1967”.

As “Linhas do Armistício” de 1949 foram determinadas em acordos assinados por Israel, Egito, Jordânia, Síria e Líbano. Não eram fronteiras, assinalou Baker. “A linha de demarcação do armistício representava apenas as linhas a partir das quais as forças haviam se movido, tais como reconhecidas no dia em que o cessar-fogo foi declarado... A linha foi demarcada no mapa anexo ao acordo de armistício com um marcador de cor verde, recebendo por isso o nome de ‘Linha Verde’.

“O Conselho de Segurança, em sua resolução, enfatizou a natureza temporária das linhas de armistício que seriam mantidas ‘durante a transição para uma paz permanente na Palestina’”.

O Acordo de Armistício afirmava: “A finalidade básica das Linhas de Demarcação de Armistício é demarcar as linhas para além das quais as forças armadas das partes envolvidas não deverão passar. Os dispositivos deste artigo não deverão ser interpretados como tendo qualquer peso que seja sobre um ajuste político final entre as partes envolvidas neste acordo”.

“As Linhas de Demarcação de Armistício definidas...no presente acordo são acordadas pelas partes sem qualquer peso sobre futuros ajustes territoriais ou linhas de fronteira ou reivindicações das partes a respeito”.

Baker citou o juiz Steven Schwebel, ex-presidente da Corte Internacional de Justiça, que pronunciou em 1994:

“Os acordos do armistício de 1949 contemplaram expressamente as reivindicações territoriais de todas as partes, e não pretendiam estabelecer fronteiras definitivas entre elas”.

A atual campanha árabe pelo reconhecimento de um Estado palestino segundo as supostas “fronteiras de 1967” tem recorrido ironicamente à tão citada Resolução 242 da ONU. Baker observa que esta é justamente a resolução cujo primeiro parágrafo enfatiza: “...reconhecimento e respeito pela soberania, integridade territorial e independência política de todos os Estados da região, bem como seu direito a viver em paz, com fronteiras seguras e reconhecidas, e livres de ameaças ou atos de força”.

A Autoridade Palestina aceitou, em acordos anteriores, o conceito de que as fronteiras devam ser negociadas, mas a “guerra de atrito diplomática” levada a cabo pelo mundo árabe virtualmente apagou esta realidade nos meios de comunicação e na comunidade internacional. Um acordo assinado por Arafat em 1993 assevera que há
“...questões pendentes, tais como: Jerusalém, refugiados, assentamentos, arranjos de segurança, fronteiras, relações e cooperação com outros vizinhos, e outras questões de interesse comum”.

Nos últimos meses a Autoridade Palestina vem propondo “negociações”, mas na realidade apenas exige que Israel aceite as tais “fronteiras de 1967” sem negociar – justamente as linhas que o artigo de Baker demonstra não terem, enquanto fronteiras, nenhum fundamento legal ou histórico.

Bate Bola Rápido (Daniela Kresch Entrevista Lucas Lejderman)

LUCAS LEJDERMAN
O entrevistado da semana na série de conversas com brasileiros que se mudaram para Israel é o gaúcho Lucas Lejderman, de 28 anos, que há quatro trocou Porto Alegre por Jerusalém. Recém-formado em Educação pela Universidade Hebraica, Lucas – ou Pato, como é conhecido – mora atualmente na cidade de Modiin com a esposa, mas continua indo diariamente a Jerusalém para dar aulas para jovens brasileiros no Machon LeMadrichim (Instituto de Liderança) em Kiryat Moriah. Ele também é o responsável para a América Latina do Movimento Conservador Mundial.

1) Lucas, quando você veio morar em Israel?
Em janeiro de 2007.
2) Por quê você optou em morar em Israel?
Por ideologia. Fui a vida inteira vinculado à Chazit Hanoar e à comunidade judaica em geral. Em Porto Alegre, era ativista em várias instituições. Mas achei que era hora de fazer aliá. Vim porque queria fazer parte da história do povo judaico, ajudar a fazer de Israel um país melhor, um exemplo para as nações. Posso ser considerado ingênuo pelos pós-modernos, mas sou assim.
3) Do que você mais gosta, em Israel?
Gosto de estar aqui. Sinto que faço parte de uma coisa maior. Sinto que posso impactar mais por aqui, mais do que em Porto Alegre.
4) Do que menos você gosta?  
Da questão da educação. Todo mundo grita com o outro. Dirigem agressivamente, berram, te tratam mal. Principalmente no serviço público. Fazer fila, por exemplo, é um conceito que não está na Torá, por isso eles não aprenderam (risos)... Sei que vou ter que me acostumar.
5) Qual é o lugar mais agradável do país, na sua opinião?
Gosto demais dos mananciais do Norte. Você se sente em paz por lá. Gosto bastante também da Cidade Velha de Jerusalém, não porque é agradável, mas por um sentimento de energia. Atualmente, estou gostando muito também de Modiin, onde moro.
6) Qual é o lugar menos agradável?
Para mim, é Tel Aviv no verão ou o deserto. Não consigo respirar.
7) Qual é a palavra em hebraico que você mais gosta?
Sababa” (uma gíria que significa algo como “ok” ou “tudo bem”). Me lembra português, me lembra a palavra “bacana”.
8) Qual é a palavra em hebraico que você menos gosta?
Chutzpa”. Fico maluco quando dizem que sou “chutzpan”... Em geral, quem pensa isso é quem mais tem “chutzpa”.
9) Que comida israelense é a mais saborosa?
Shwarma. Como duas vezes por semana, sagradamente. Perto do meu escritório tem um quiosque e sou freguês de lá. Tem um gostinho de carne, de Brasil, de churrasco.
10) O que você diria para quem pensa em fazer aliá?
Que estude muito hebraico. Venha só quando tiver certeza, porque no inicio vai ser muito dificil, principalmente com o choque cultural sentido pelos brasileiros. Aliá é um projeto de longo prazo. É uma maratona, não uma corrida de cem metros rasos. Quem quiser algo fácil, que fiquem em casa.


FEDERAÇÃO SE MANIFESTA CONTRA O PRECONCEITO A NORDESTINOS E HOMOSSEXUAIS


A Federação Israelita do Estado de São Paulo, vem a publico manifestar a sua indignação perante os atos discriminatórios sofridos por nordestinos e homossexuais nas últimas semanas na cidade de São Paulo.

Como entidade ativista pelos direitos humanos, a Federação considera que atos marcadamente homofóbicos, como o espancamento na Av. Paulista, e também os e-mails discriminando nordestinos e protestando contra o enredo 'São Paulo, capital do Nordeste', da Escola de Samba Acadêmicos do Tucuruvi, são expressões preconceituosas e devem ser combatidas.

Reiteramos nosso clamor, para que a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo atue com afinco e rigor na apuração dos fatos e na punição dos autores de tais atos de violência.

Vale lembrar que a Federação está permanentemente trabalhando em conjunto com a DECRADI (Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância), visando coibir estes crimes.
A DECRADI, chefiada pela Delegada Dra. Margarette Barreto é o órgão responsável por receber denúncias, fazer pesquisa, patrulhamento, inquérito e investigação de casos de intolerância. A população também pode fazer sua parte denunciando qualquer forma de preconceito diretamente na Polícia Civil pelo telefone gratuito 181, que funciona 24 horas por dia, recebendo ligações com queixas e denúncias de crimes e irregularidades.


"VIVA A DIFERENÇA! PRECONCEITO NÃO!"

Desde Quando os Perdedores Determinam os Termos da Vitória?



O editorial de Robert Wright no New York Times mostra como o mundo tem aceito e engolido por completo as mentiras árabe-palestinas:

Se não houver a solução de dois Estados, Israel poderá:

(a) dar aos palestinos nos territórios ocupados o voto e apenas observar a taxa de natalidade dos árabes e ver os judeus israelenses se transformando em uma minoria, ou

(b) continuar a negar o voto aos árabes como faz há décadas e, portanto ser criticado por apartheid, e cada vez mais no caminho de ser considerado um pária entre as nações, e desta forma continuando a fornecer o combustível para a propaganda feita por desordeiros regionais e aumentando as chances de uma guerra desastrosa.

... A cada dia, a construção de assentamentos - especialmente em Jerusalém Oriental - torna difícil imaginar as fronteiras de dois estados, que proporcionaria aos palestinos um mínimo de dignidade necessária para uma paz duradoura. A palavra "dignidade" é o elemento central.

Quando a Alemanha e o Japão foram derrotados na Segunda Guerra Mundial, ninguém disse que a redução de grande parte dos seus poderes feriria a "dignidade" dos vencidos e que para eles deveria ser dado ainda maior poder - ou então haveria a ameaça de não haver uma "paz duradoura". A condição de paz dependia exatamente da limitação dos seus poderes.

Como este conceito de "dignidade" para o lado perdedor se tornou uma condição ‘sine qua non’ para a paz? Porque é que um povo e os seus líderes que batalhavam e ainda batalham para a destruição de Israel mereçam essa ‘dignidade’ que exigem como sendo o mínimo necessário para a recompensa de terem um Estado?

Os árabes palestinos não aceitaram nenhum plano de divisão antes de 1948; não promoviam agitações e revoltas por um estado "digno" enquanto a Jordânia e o Egito controlavam os territórios; que universalmente apoiaram Saddam Hussein contra os aliados; que pesquisas recentes mostram que eles apóiam os ataques terroristas contra os judeus em Israel e ainda afirmam que há uma obrigação verdadeira para a "resistência" - então por que, exatamente, é a definição de "dignidade" deles que sido aceita como uma exigência legítima?

E muito mais que isso, por que quem perdeu todas as guerras é que quer dizer quais são os termos e as condições da vitória?
Se houver de ser uma solução de dois Estados, esta solução deverá ser a de um Estado viável - e não de um estado "digno". Dignidade é um conceito elástico, sem nenhuma definição objetiva, e definições arbitrárias estão sendo divulgadas pelos árabes palestinos e que nada têm nada a ver com a simples realidade. Ninguém até agora explicou por que Jerusalém vai ter que fazer parte de um Estado palestino.
Não somente isso, mas os árabes palestinos negam aos judeus os seus verdadeiros direitos de viverem na Judéia e Samaria, enquanto que ao mesmo tempo os árabes que vivem em Jerusalém possam facilmente obter a cidadania israelense; que os judeus que vivem após a Linha Verde não possam viver em segurança em um estado árabe-palestino, mas ao mesmo tempo os árabes palestinos achem ser aceitável a exigência para que centenas de milhares de judeus sejam expulsos de suas casas, e que Jerusalém não seja judaica. Não existe nenhuma lógica nem há qualquer base real para tal exigência.

A única razão para que pessoas como Wright insistam para que Jerusalém seja dividida e que os judeus não possam viver no coração histórico de Israel, é porque os árabes palestinos assim o exigem. O que ninguém explica qual seria o direito deles para fazerem tais demandas.

Se o objetivo for de um Estado, eles já poderiam ter um há décadas. Se o objetivo for de um estado "digno", então para eles estaria sendo concedido o direito unilateral para a definição de um Israel sem fronteiras defensáveis, e sem um acesso verdadeiro aos seus locais históricos e religiosos que são inquestionavelmente judaicos.

Tudo isso significa que o mundo aceita que os árabes palestinos apóiem consistentemente o lado errado em todas as guerras e que seus líderes "moderados" exijam até o dia de hoje a destruição demográfica de Israel, e que tenham um direito maior de ‘dignidade’ do que a nação judaica já faz em prol da segurança e à verdadeira dignidade.

As pessoas têm que começar a perceber que as exigências dos palestinos árabes não são as mesmas que os seus direitos, e que um estado árabe-palestino não pode e não deve ser definido de tal forma que negue ao Estado judeu e ao seu povo os seus legítimos direitos. A insistência não é a mesma que a realidade, mas o mundo tem confundido as duas coisas já por muito tempo.

Aliá – Cada Vez Aumenta Mais Para Israel

Aliá – a Imigração para o Estado de Israel - terá aumentado em 16 por cento até ao final de 2010, e é o segundo ano consecutivo que mostra um aumento no número de novos imigrantes depois de anos de declínio, informou a Agência Judaica na terça-feira passada. No entanto, a Agência Judaica se depara com um desafio para aumentar ainda mais este número para os próximos anos, pois o sucesso deste ano foi em grande parte devido aos 1.650 recém-chegados da Etiópia, em comparação com apenas 140 em 2009. O governo recentemente decidiu auxiliar aos "Falashmura" etíopes restantes para virem para Israel nos próximos quatro anos.
Um aumento significativo de "olim" - novos imigrantes - foi observado proveniente da América do Sul. Do ex-bloco soviético continuaram a chegarem novos olim na sua pluralidade. O número de norte-americanos que se mudaram para Israel em 2010 aumentou em seis por cento em comparação com o ano anterior. Os Estados Unidos é o país com o maior potencial de aliá, e a Agência Judaica está adotando uma abordagem diferente, com foco na educação e no fortalecimento da identidade judaica, bem como o reforço da ligação com Israel, na esperança de que os americanos “voltem para casa”. Até o final de 2010 a Agência estima que 19.130 judeus mudaram para o Estado judeu em comparação com 16.465 que vieram em 2009 e apenas os 15.452 em 2008. Da América do Norte, 3980 olim se mudaram para Israel, em comparação com 3767 anos do ano passado, enquanto que a imigração da Grã-Bretanha declinou de 853 para 760 pessoas.
A Agência Judaica se sentiu incentivada pela aliá proveniente do antigo bloco soviético, apesar da melhoria das condições econômicas lá. Um aumento significativo de olim, embora que seu número variasse apenas de 48 para 175 pessoas provenientes da Austrália, Nova Zelândia, Bélgica, Suíça, Itália e Índia. Da Venezuela, onde o anti-semitismo e anti-sionismo têm acompanhado os laços do país com o Irã, a aliá este ano saltou para 150 em comparação com apenas 38 em 2009. Grandes aumentos também foram observados de pessoas provenientes do México, Peru e Argentina. Dez judeus chineses, três do Japão e três de Hong Kong também vieram morar em Israel. Como de costume, Jerusalém foi a escolha mais popular de residência dos novos imigrantes, apesar do alto custo da habitação na capital.
O presidente da Agência Judaica, Natan Sharansky, comentou: "Estou muito contente em ver que as estatísticas apontam para um aumento da aliá proveniente de quase todas pares do mundo, particularmente tendo em vista a campanha que percorre o mundo para deslegitimar o Estado de Israel. Muitos dos novos imigrantes são jovens de países livres que sentem que pertencem ao Estado de Israel e optaram para construírem suas vidas e as vidas dos seus filhos aqui".

Sofa Landver, Ministro Para a Absorção de Imigrantes afirmou que "a aliá bem sucedida e absorção de emigrantes sempre foram e sempre serão o núcleo do empreendimento sionista e uma garantia do crescimento do Estado judeu ... Nós continuaremos a fazer tudo o que pudermos fazer para que a aliá continue a crescer e aumentar, e sempre melhorarmos o processo de absorção no melhor que seja possível".

Judeus na Antiga União Soviética Lutam Para Sobreviverem

A crise econômica deixa os idosos sem medicamentos e comida, enquanto que as crianças logo não poderão ir mais para suas escolas. "Eu não entendo como os judeus do mundo inteiro possam ver o desespero deles, mas não os ajudam" afirma Yechiel Eckstein, presidente da ‘International Fellowship of Christians and Jews = Sociedade Internacional de Cristãos e Judeus’. A condição da comunidade judaica na antiga União Soviética está se deteriorando: Dezenas de milhares de judeus idosos que vivem na Comunidade de Estados Independentes não estão mais recebendo cestas básicas de alimentos e remédios, e o sistema escolar judaico está à beira do colapso.
A crise econômica mundial resultou que as organizações de ajuda humanitária que auxiliam os judeus no Bloco de Leste disputando magros recursos nos últimos anos. Representantes dessas fundações, incluindo a Sociedade Internacional de Cristãos e Judeus, o Joint Distribution Committee, o Chabad, a Agência Judaica, bem como o Ministério da Educação de Israel, se reuniram para uma conferência de emergência na semana passada para elaborarem um plano estratégico para aliviar as dificuldades dos judeus naquela parte do mundo.

O American Jewish Joint Distribution Committee, uma organização humanitária que proporciona apoio aos judeus idosos relatou que este ano tiveram que reduzir o número de beneficiários da ajuda de 200.000 para 150.000 - deixando um quarto da população idosa sem assistência básica. "Somos obrigados a distribuir menos de tudo", disse Asher Ostrin, o diretor-executivo para programas para ex-União Soviética do JDC. "As necessidades estão crescendo, mas o orçamento não está".
De acordo com Ostrin, a população judaica naquela parte do mundo está a envelhecendo e ficando mais pobre. Como os governos proporcionam aos seus cidadãos idosos apenas uma magra pensão, muitos deles vivem em situação de pobreza, incapazes de pagar por serviços médicos ou remédios.

O JDC é obrigado a priorizar apenas as pessoas que estão gravemente enfermas em detrimento aos que não têm comida ou remédios. "Se a condição de uma pessoa idosa se deteriora e precisa de assistência, essa assistência, infelizmente, vem à custa de outra pessoa idosa" relatou Ostrin. "Comida e o fornecimento de remédios são menos urgentes do que uma pessoa deitada na cama sozinha em casa, prestes a morrer".A falta de dinheiro também está afligindo a população mais jovem. A Heftziba, a rede de escolas da Agência Judaica que oferece educação judaica para milhares de crianças, muitas das quais são carentes, recentemente relatou sérias dificuldades financeiras. O governo israelense, que costumava fornecer um orçamento anual de NIS 80 milhões (US$ 22,4 milhões) para as escolas, reduziu nos últimos anos esse orçamento para NIS 20 milhões (US$ 5,6 milhões). A Sociedade Internacional de Cristãos e Judeus interveio no sentido de ajudar, mas esses esforços não são suficientes.
"É preciso compreender que as escolas no leste da Europa não são apenas instituições de ensino", disse o rabino Yechiel Eckstein, que dirige a Sociedade. "Existem muitas crianças órfãs que não têm casas. Sem essas escolas vão ser jogadas na rua". "O que eu não compreendo é, se os judeus em Israel e em todo o mundo não entendem o estado grave dos judeus que vivem lá - ou então que não se importam" ele acrescentou. "Quando eu observo essas condições difíceis, não entendo como ninguém vem para ajudá-los".

População de Israel Chega aos 7,7 Milhões

Escritório Central de Estatísticas: 75,4% da população são de judeus, 20,4% são árabes e 4,2% de outras etnias.

Há 7.695.000 de pessoas residindo atualmente em Israel, de acordo com um estudo realizado pelo Bureau Central de Estatísticas de Israel e divulgado para marcar o fim da primeira década do terceiro milênio.

Desse número, 5.802.000 (75,4%) são judeus, 1.573.000 (20,4%) são árabes e 320.000 (4,2%) são de outras etnias.
As estatísticas mostram que a população de Israel aumentou em 143.000 pessoas (1,9%) em 2010, uma taxa de crescimento semelhante ao do resto da década.

Este ano, Israel absorveu cerca de 16.000 imigrantes, incluindo cerca de 6.000 filhos de pais israelenses e que nasceram no exterior e que se mudaram para Israel. Outras 4.000 pessoas vieram para Israel para reagrupamento familiar.

Cerca de 11.000 israelenses que vivem no estrangeiro, há mais de 12 meses, foram deduzidos do total da população.

Aqui e Agora

Aqui e Agora
É difícil sempre saber o que nos reserva um novo ano. Hoje vi nos olhos de Dilma, por exemplo, um quê pueril, um desejo quase fetal de fazer carinho no Brasil e no mundo. Mas o mundo, quando se nasce para ele, é frio. Como diz Gilberto Gil em "Aqui e agora", "Morrer deve ser tão frio/quanto na hora do parto". Vir ao mundo, sair do aconchego do útero para um ambiente incerto, é tão assustador, diz Gil, quanto aquele momento que precede a hora de nos irmos daqui. A cara de Lula era desse frio na alma: se ele vai voltar mesmo nem ele sabe, pode até querer, mas saber não sabe, ninguém sabe. Para Lula era o frio da morte, para Dilma, era o frio de vir ao mundo, um mundo chuvoso como o do primeiro dia do ano. Mas havia aquele quê pueril em seus olhos. Um desejo de servir bem. Nos cumprimentos, abraçou brancos, negros, judeus, silvícolas, latinos e palestinos. O mundo está aí, o ano está chegado, frio, no maior calor de janeiro. Ninguém sabe nem nunca saberá nada. Por isso vamos terminar essa curta croniqueta de dia primeiro com Gil, de novo, em suas palavras que remetem ao budismo: "O melhor lugar do mundo é aqui/e agora". Pois nenhum momento é igual ao outro e, ao contrário do que dizem, a História nunca, nunca se repete. Vamos aproveitar. Shalom e, num certo aspecto, Shaná Tová.

DESPEDIDA VIRTUAL

Duas iniciativas presidenciais marcaram a despedida de Lula: o caso Battisti e a cessão de terreno federal para Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina-AP.
O primeiro gerou terrível mal estar com um país tradicionalmente amigo do Brasil como a Itália. O segundo insere-se nas iniciativas unilaterais, que de nada acrescentam aos objetivos pretendidos.
Abbas foi recebido entusiasticamente por Lula e Amorim, para festejarem o lançamento da pedra fundamental da “embaixada palestina”.

Pergunta-se:

- Onde fica o país Palestina, e sua capital, para justificar uma embaixada no Brasil?

-Quem representa o povo palestino, atualmente dividido entre Gaza e Cisjordânia?

Os 1,5 milhão de residentes em Gaza seguem os ditames do Hamas e de seu primeiro-ministro Ismail Hanyeh.

Os 2,5 milhões de residentes na Cisjordânia seguem os ditames do Fatah e de seu presidente Mahmoud Abbas.

Vale lembrar que Hamas e Fatah são inimigos mortais!

Doar área no Setor das Embaixadas na capital federal do Brasil, para a construção de uma embaixada de país inexistente, é ato inconsistente que somente trará o afastamento do Brasil da mesa das negociações de paz para a região.

Em matéria de Oriente Médio, Lula fez uma despedida virtual com esta iniciativa unilateral e inócua.

23.12.10

WikiS**ts


Pode não parecer, mas sou contra toda essa bajulação sobre o portal WikiLeaks e seu editor, o australiano Julian Paul Assange, mesmo sendo estudante de Comunicação Social. A pergunta é: como um "zé" como eu pode ter acesso a informações do Pentágono, Kremlin, Casa Rosada, Itamaraty e outros palácios presidenciais? O mais engraçado é que existe uma foto de Assange com sua face grudada no The Guardian, o primeiro jornal comprado por seu compatriota, o mega-magnata das Comunicações Rupert Murdoch, dono da News Corporation, detentora da produtora cinematográfica Twentieth Century Fox. Será que tem alguma coisa a ver...?

Assange não fica longe de Paulo Maluf, José Sarney, José Genoíno e outros políticos safados que conhecemos em terras tupiniquins. Funciona desse jeito: "me dê alguns milhões e não publico essas informações." É assim essa "liberdade de imprensa" que falam desse cara e desse site nem um pouco confiável? Se fosse a liberdade de imprensa que conhecemos, ele publicaria tudo o que sabe sem saber de dinheiro, ou melhor, liberdade de imprensa sem extorsão ou estelionato (convenhamos, jogar supostas informações secretas e pessoas 'comprarem' esse tipo de idéia, pra mim é estelionato!).

Sim, Assange está cheio de querer ser. Não é justo uma pessoa como Chico Mendes morrer assassinado e um "maluquinho" desses aí, livre, leve e solto. Garanto que nem a Interpol gosta e confia no australiano, e nem a CIA, nem as falecidas KGB e Scotland Yard, e nem mesmo a nossa fuleira ABIN. Claro, todas essas estão atrás dele, e com razão. Segundo o que saiu nesse site, o otário, quer dizer, ministro das Relações Exteriores Celso Amorim, disse que a Venezuela não assusta. Sabemos que não. E existiram pessoas que disseram que o Comandante Chávez iria revidar. Aonde? Com a Dilma eleita? Até ele vai querer um real do Bolsa-Família!

Seja lá o que for, quem gosta do homem e do site - como a Senhorita Start-Cohen, por exemplo, pode continuar a acreditar neles. Eu, bom, confio nas minhas tradicionais fontes: BBC, Reuters, El País, Clarín X, entre outros. Jornais como esses nunca precisaram, ou um dia irão precisar de um Assange e sua quadrilha. Viva a verdadeira liberdade de imprensa, aquela que combate monopólios, e não os ajude por trás, né, Mr. Assange?

Guilherme & Camilla

Ciências Humanas, Comunicação Social, Badminton, tranquilidade, religião.
Fluminense Football Club.

Ciências Exatas, Sistemas de Informação, futebol, impulsividade, estudante de Cabala.
Clube de Regatas do Flamengo.

Karl Marx, Theodor Herzl, David Ben-Gurion.
Grêmio Football Porto-Alegrense.

David Guetta, Julian Assange, Steve Jobs.
Sport Club Internacional.

Amor, paixão, compartilhar carinho e cuidado, tudo pelos sobrinhos.
São Paulo Futebol Clube.

Pequenas Luzes

Todo final de ano é a mesma história.
Bancos, governo, e tudo o que é instituição - seja ela financeira ou não, investe nisso.

Só por dois meses, somente para alguns flashes e nada mais.

São pequenas luzes no mato que brilham,
São olhos admirados que piscam,
E uma avenida que pára .

Prédios enfeitados, corais cantando a todo a vapor, papais-noéis em cena.
Vermelho e branco contrastando, os cristãos consumistas.
Lá no fundo uma Chanukiá encostada, apagada, sem ninguém tirando uma foto sequer.

São pequenas luzes no mato que brilham,
São olhos admirados que piscam,
E crianças pedindo presente.

Para muitos o ano está acabando,
Para bem poucos, o ano só está começando...

Echad (Só Existe Um)

D-us.
Avraham, Moshe Rabeinu, Baal Shem Tov.

Albert Einstein.
Mahatma Gandhi, Martin Luther King.

Ayrton Senna.
Pelé, Diego Maradona, Telê Santana.

Podem vir iguais,
Com a mesma finalidade.
Não terão outros,
Não importa a publicidade.

Marilda, Wanda, Wilma.
Leandro Vinícius, Maíra Cláudia.

Karl Marx.
Vladimir Lenin, Leon Trotsky, Ernesto Guevara.

John Lennon.
Ian Curtis, Jimi Hendrix, Janis Joplin, John Bonham.

Podem vir iguais,
Com a mesma finalidade.
Não terão outros.


Camilla Sedrez.

O Quarto Azul

Parece uma caixa, logo de início, não tem janelas.
Totalmente fechado.

Pode ser celeste.
Entre as paredes, não há distinção entre norte e leste.

Conforme o desespero aumenta,
O quarto se expande.
As lágrimas tocam o chão,
Formando fragmentos de oceano.

Não há nuvens,
Não há noite.
Raios, não existem ultra-violeta.
Mas sim tempestades intermináveis em pequenos copos.

Corredor ou prédio.
Nasce a dor do tédio.
Não há emoção.
Somente a companhia fria da solidão.

Ao abrir os olhos, surge uma Luz...

Prova Federal

Terceira tentativa, teórica.
Segunda, na prática.

De volta á região que
Anteriormente me fechou as portas.
Por causa de poucos minutos á mais.

Dois dias,
180 questões,
Nove lances de escada rolante,
Inúmeras falhas pelo país.

Tanto faz a cor do teste,
Tanto faz quantas linhas você escreveu em sua redação,
Tanto faz se as ciências eram da natureza ou se eram humanas. 

É fundamental a mediocridade do nosso ensino.
É superior a nossa desigualdade.

Será que temos jeito?
Ou vamos de vez afundar?

Ter mais alunos de escola pública em faculdade particular...?

19.12.10

Por que nós esquecemos a "Partilha da Palestina"? (Marx Golgher)

É mais do que sabido que o principal desafio de Israel em nossos dias é o enfrentamento da campanha de deslegitimação desfechada pela esdrúxula frente islamo-esquerdista, uma mixórdia ideológica de fundamentalismo religioso pregado pelo profeta Maomé misturado com materialismo dialético de Karl Marx (que deve ter se remoído na tumba...), a  fazer de tudo para justificar a destruição física de Israel, “varrendo-o do mapa”, agora, sob a liderança e patrocinio da República Islâmica do Irã. A desenvoltura com que atua essa frente preocupa-nos muito, na medida em que  cada vez mais se evidencia se multiplica os efeitos nocivos da publicidade islamo-esquerdista na carência de Relações Públicas, “public diplomacy” israelense, deixando campear livre na opinião pública mistificações, calúnias e difamações a conquistar corações e mentes em todos os continentes.

Lembremos que Israel e mundo judaico justamente festejava até a bem pouco tempo a justa Resolução n. 181 da Assembléia Geral da ONU de 29.11.1947, que cassou o mandato britânico na Palestina, criando em seu lugar dois Estados independentes, um judeu, outro árabe, consagrando afinal o direito de ambos os povos à sua autodeterminação. Com isso, Israel  tornou-se uma das poucas nações do mundo a ter um certificado de legitimidade outorgado pelas Nações Unidas em 29.11.1947, inclusive com os votos da União Soviética e dos Estados Unidos, proclamando,  por si só, “urbis et orbis” a legalidade e legitimidade existência de Israel. Daí, a minha perplexidade, com a atitude de Israel em deixar passar em “brancas nuvens”, como nada tivesse ocorrido na ONU o dia da Partilha, nenhuma palavra, nenhum pio, nem um balido de ovelha partiu de Israel na lembrança do que foi, e é, o mais relevante reconhecimento do mundo civilizado e democrático do direito à autodeterminação do povo judeu, depois de 1813 anos de Diáspora sem-Estado. Alienação completa, situação resultante dos fatores dominantes da sociedade israelense, e por ele caracterizada sobretudo no esquecimento do trabalho do povo judeu, de tal  modo que produza coisas que imediatamente separadas dos interesses e do alcance de quem as produziu- o povo judeu, para se transformarem num lixo político-histórico e social? Por esse vácuo perpassou a celebração do 29 de novembro de 2.010,  por parte do Islã radical, predominando a idéia de que foi uma “Nakba”- catástrofe sem remissão, sem paz, apagando orwellianamente a realidade histórica, a gerar sentimentos anti-Israel, antissemitas,  como se a Resolução da 181 da ONU  não tivesse aprovado a justa divisão da Palestina Britânica, mas gerado uma situação de odiosa opressão do povo palestino. Além de cuspir na memória histórica de tantos judeus e não-judeus, que se bateram pela “partilha” na ONU,  tal alienação joga no lixo a certidão de legitimidade internacional, ajudando paradoxalmente a onda de deslegitimação de Israel. Esquecer a Partilha não é apenas um eventual erro, é favorecer paradoxalmente os piores inimigos de Israel. É isso.

Aluguéis para Não-Judeus – Rabinos da Diáspora Conclamam seus Colegas de Israel

Mais de 750 rabinos e celebrantes assinaram uma carta pedindo aos seus colegas israelenses para que protestem contra uma decisão emitida por 39 rabinos municipais que proíbe a locação de imóveis para não-judeus.

Líderes espirituais de todas as denominações assinaram a carta, que teve a iniciativa do ‘New Israel Fund ‘ (Fundo Novo Israel). A carta ficou disponível por dois dias para as assinaturas e divulgada na terça-feira passada.

‘A recente decisão haláquica de rabinos da comunidade de Israel, que proíbe a locação de apartamentos para não-judeus, causou grande choque e dor em nossas comunidades’ foi dito na carta. ‘A tentativa de implantar raízes de políticas discriminatórias que tem como base a religião ou etnia é uma distorção dolorosa da nossa tradição’. E conclui: ‘Pelo bem de nosso povo, da nossa Toráh e de Israel, nós rogamos para que assumam uma posição pública forte e se oponham àqueles que deturpam as nossas tradições’.


Os signatários incluem rabinos e celebrantes de correntes reformistas, reconstrucionistas, conservadoras e ortodoxas. Entre eles estão o rabino Marc Angel, rabino emérito da Congregação Shearith Israel, a histórica sinagoga espanhola e portuguesa em Nova York, o rabino Michael Lerner, editor da Tikun, uma revista progressista judaica e inter-religiosa, com base em Berkeley na Califórnia; o rabino Leonard Levin do Seminário Teológico Judaico da América, o rabino Rachel Cowan, diretor do Instituto da Espiritualidade Judaica, e Sandy Eisenberg Sasso, a primeira mulher a se tornar uma rabina reconstructionista, quando foi ordenada sacerdote em 1974. A maior parte dos signatários é dos Estados Unidos, e com um número significativo do Canadá e da Grã-Bretanha e um punhado de pequenas comunidades.

Muitos líderes rabínicos em Israel condenaram essa decisão, assim como o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu.

Na segunda-feira o rabino Aharon Lichtenstein, Rosh Yeshivá da Yeshivá Har Etzion em Israel, divulgou uma carta dirigida aos rabinos que assinaram a decisão pela qual os repreendem por um mau julgamento e sabedoria falha ao assinar a sentença.

‘Eu li o documento que vocês disseminaram por todo o país’ começa a carta. ‘Quando li as tuas palavras, fiquei bastante impressionado pela determinação obstinada inerente ao seu amor pela terra e seu amor pela nação que nela habita. No entanto, preocupa-me que, neste caso, o seu amor tenha prejudicado o seu julgamento. Para dizer o mínimo, é preciso perguntar se esta é uma batalha que vale a pena que seja lutada Além do julgamento, a sabedoria dessa batalha parece ser também defeituosa’.
O procurador-geral israelense está analisando se os rabinos que decidiram contra o aluguel para não-judeus violaram a lei na sua qualidade de funcionários do governo.


Nova Exposição Conta a História dos Bnei Menashe

Uma exposição criada pela Organização Shavei Israel retrata a vida diária da comunidade em Israel e no nordeste da Índia e narra o seu regresso ao povo judeu depois de séculos de isolamento.

Em reconhecimento à absorção bem sucedida dos Bnei Menashe em Israel o Ministro da Absorção de Imigrantes Sofa Landver, irá inaugurar uma nova exposição que descreve a história dessa comunidade única. Esta exposição, que foi criada pela organização Shavei Israel, retrata a vida diária da comunidade em Israel e no nordeste da Índia, onde a maioria ainda hoje reside, e narra o seu retorno para o povo judeu depois de séculos de isolamento.


A exposição será aberta nesta quarta-feira (22.12) no Ministério da Absorção de Imigrantes, em Jerusalém. A cerimônia será realizada com a presença do Ministro Landver; Michael Freund que é o fundador e presidente da Shavei Israel; Malachi Levinger que é o chefe da municipalidade árabe de Kiryat, e líderes da comunidade Bnei Menashe.

Os Bnei Menashe (em hebraico para os ‘filhos de Manasses’ afirmam que são descendentes de uma das Dez Tribos Perdidas de Israel, que foram enviadas para o exílio pelo Império Assírio há mais de 27 séculos. Eles vivem nos estados  de Manipur e Mizoram na fronteira nordeste da Índia.


Durante o seu exílio, os Bnei Menashe, no entanto continuaram a praticar o judaísmo como seus ancestrais, inclusive observando o Shabat, mantendo-se kasher, comemorando as festas e seguindo as leis de pureza familiar. E eles continuaram a alimentar o sonho de um dia retornar à terra dos seus antepassados, à Terra de Israel. Nos últimos anos a Shavei Israel já trouxe cerca de 1.700 Bnei Menashe para o retorno à casa de Sion. Outros 7.200 ainda permanecem na Índia, esperando o dia em que também retornarão para Israel e para o povo judeu.

Encontro de Mulheres Rabinas nos EUA

Lynne Kern quando tinha apenas 13 anos de idade sabia que queria ser uma rabina, mesmo que em 1970 não houvesse rabinos do sexo feminino que servissem como modelos.

Então Kern se tornou uma escritora, ganhando um Prêmio Pulitzer de jornalismo. Mas ela nunca esqueceu a sua paixão, e em 2001 ela completou os seus estudos rabínicos e foi ordenada como rabina conservadora pela University of Judaism (Universidade de Judaísmo) de Los Angeles.

Agora, quatro décadas desde o seu bat mitzvah, Kern está trabalhando com a cineasta Ronda Spinak na preparação de um documentário sobre rabinos do sexo feminino. Na semana passada Kern estava por detrás das câmeras em Boston filmando um painel de discussão no qual estavam as primeiras quatro mulheres a se tornarem rabinas, em suas respectivas denominações.

A mais recente adição ao grupo foi a Rabba Sara Hurwitz, que ostenta o título, uma versão feminina de ‘rabino’, que lhe conferido há cerca de um ano por um rabino ortodoxo moderno, Avi Weiss.



O evento de dezembro foi a primeira vez que reuniu as quatro mulheres - Hurwitz, a rabina reformista Sally Priesand, a rabina reconstructionista Sandy Eisenberg Sasso e a rabina conservadora Amy Eilberg. Um público de 600 homens e mulheres lotou o Templo Reyim, perto de Boston.

"Essas mulheres fazem parte da minha narrativa, parte da minha história que eu conto', disse Hurwitz à JTA. Ficar de frente com essas verdadeiras pioneiras me causou um enorme sentimento de admiração".

O evento intitulado "Raising Up the Light (Colocando a Luz Mais Alto, em tradução livre)" teve o patrocínio do Conselho das Sinagogas de Massachusetts. Em uma comovente homenagem, 50 rabinas de toda a região que estavam na platéia foram chamadas até a bimah para se juntarem às debatedoras num certo momento do evento.

"Quando comecei, não havia ninguém. Eu estava sozinha", disse Eisenberg Sasso. "Agora eu não estou mais sozinha".

Priesand foi a primeira mulher que quebrou a barreira do rabinato, quando foi ordenada pelo movimento reformista em 1972. A reconstructionista Eisenberg Sasso veio um ano depois. E transcorreu mais de uma década até a ordenação de Eilberg em 1985 pelo movimento conservador Jewish Theological Seminary of America.

Hoje existem 167 mulheres rabinas reconstructionistas - cerca de metade dos rabinos ordenados pelo movimento desde o ano de 1974. O movimento conservador tem 273 rabinos do sexo feminino em todo o mundo entre um total de 1648. O movimento reformista informa que tem 575 rabinos do sexo feminino na América do Norte.

Hurwitz é a única mulher ortodoxa que ostenta o título de Raba, Weiss informou que não irá outorgar o título para outras mulheres que forem diplomadas no futuro pelo instituto que ele está promovendo para o treinamento de mulheres. A principal associação ortodoxa moderna rabínica, o "Rabbinical Council of America (Conselho Rabínico da América)" se pronunciou contra a ordenação de mulheres como rabinos.

Escola de Alta Culinária Kasher em Nova York


Por Michael M. Grynbaum

Escolas de Culinária causaram sérias frustrações para Seth Warshaw, o chef executivo e proprietário da Etc. Steakhouse, um restaurante kasher em Teaneck em Nova Jersey. Ele tinha se matriculado em uma prestigiosa escola de culinária em Nova York, mas logo ficaram claras as suas restrições religiosas em relação a importantes aspectos da fina culinária francesa - como os saborosos molhos e sedutores crustáceos – todos não-permitidos.
‘Eu fiquei lá com uma garrafa de água, bebendo enquanto todos comiam’ lembrou Warshaw, com um pouco de dor na voz. ‘Eu não comi o foie gras. Eu queria. Eu queria levar para casa e tomar um banho com ele’.

Warshaw, um judeu observante que havia sido convidado a refletir sobre este tema, enquanto ele se encontrava em um papel incomum no domingo: `The Next Great Kosher Chef` (O Próximo Grande Chef da Culinária Kasher, em tradução livre); como juiz para a gravação de uma competição culinária totalmente kasher, e que foi realizada em uma cozinha comercial em Long Island City no Queens.


O evento foi promovido pelo ‘Center for Kosher Culinary Arts (Centro de Artes Culinárias Kasher, em tradução livre), uma organização fundada há três anos em Midwood no Brooklyn, que oferece treinamento e instruções para chefs kasher que buscam os segredos para um jantar elegante, que não seja ‘treif’ ou não-kasher. Seus fundadores afirmam que essa escola é a única academia de culinária kasher fora do Estado de Israel.
‘Se pode vir, se pode saborear, se pode comer’ diz Elka Pinson, uma das proprietárias da escola aos seus alunos. Nos institutos seculares ‘vocês pagam US$ 45.000 e não podem provar nada’.
Para a promoção do seu currículo e da vasta arte da culinária kasher, a escola pediu aos concorrentes para participarem de um dia inteiro na preparação de pratos kasher. O prêmio: uma bolsa de estudos para um curso de formação com 152 horas, que a Sra. Pinson informa que custa US$ 5.000.
Porém chefs profissionais não poderiam competir. Batsheva Goldstein de 32 anos, participante do Brooklyn, coziinha constantemente em casa e sonha em apresentar um programa na ‘Food Network’, mas trabalha como enfermeira. ‘É um trabalho que eu posso ganhar um salário’ disse ela, rindo.


Enquanto uma equipe de filmagem registrava o processo - os organizadores esperam que o filme desperte o interesse da mídia - os participantes tinham que realizar uma série de tarefas vagamente sádicas. Primeiro passo: bater uma dúzia de ovos até que ficassem sob a forma de um merengue, cortar uma juliana de cenouras com um cortador na forma de bandolim, escrever algumas palavras com creme de confeiteiro e tirar escamas de um peixe, tudo em 15 minutos.

Isso depois de um exame escrito pelo qual os participantes comentaram sobre a proibição em Nova Iorque de gorduras trans e identificar o animal kasher nas seguintes opções: camelo, girafa, zebra e lebre. (Resposta: girafa).

Enquanto os competidores batalhavam na cozinha, muitos espectadores mandaram opiniões elogiosas em relação da palavra culinária estar firmemente ligada com a palavra kasher.

‘Isso é uma coisa extremamente necessária no mundo kasher’ disse Zacarias Mehler, um crítico de restaurantes que se especializa em refeições kasher. ‘Havia uma época que o vinho kasher era extremamente pesado como o Concord Málaga’. ‘Agora podermos nos encontrar em breve em exposições de comidas e vinhos, e haverá 800 marcas.

Elan Kornblum, um dos juízes, publica um anuário internacional de restaurantes kasher de alto nível em cidades como Nova York, Montreal e Paris. ‘Kasher está sempre atrás cinco anos do mundo não-kasher’ ele observou. Uma das importações mais recentes é o sushi, que também foi o prato principal do almoço daquele dia. ‘O atum, o salmão estão muito bons’ comentou  Kornblum disse. ‘Mas sem camarão ou caranguejo’.

Mas as gerações atuais estão também provocando mudanças que estão ajudando para que a culinária kasher dê um salto para os fãs da cozinha‘. No passado você via a sua avó ou a sua mãe na cozinha’ afirmou Kornblum. ‘Agora não há nada de vergonhoso para um homem preparar uma refeição para os seus amigos’.

Para a rodada final cada competidor preparou um prato principal de frango com acompanhamento de abóbora e outros legumes. Todos foram fortemente condimentados.


O primeiro prêmio foi para Jasmine Einalhori de 22 anos, que estará recebendo o seu diploma na próxima semana em hotelaria pela New York University. Nascida em Los Angeles, com raízes persas e israelenses Jasmine disse que queria trabalhar em restaurantes, mas rejeitava a idéia de uma escola de culinária secular, porque ela não poderia provar alguns dos alimentos. ‘Seria como uma tortura’. Com a bolsa, ela disse, ela será capaz de fazer o seu primeiro curso formal de culinária. E ela tem planos maiores no horizonte. ‘Eu quero ser a Danny Meyer kasher’, disse ela com um sorriso enquanto segurava o certificado de primeiro-prêmio.

Bate-Bola Rápido (Daniela Kresch Entrevista Tânia Greif)

TÂNIA GREIF
A arquiteta carioca Tânia Greif, de 45 anos, é a entrevistada desta semana da série de entrevistas com brasileiros que moram em Israel. Casada com o conhecido músico brasileiro Bá Freyre, ela cria três filhos (Uzi, de 18 anos, Arik, de 16 e Maya, de 11) na cidade costeira de Natanya.

1) Tânia, quando você veio morar em Israel?
No final de 1988, dois antes antes do começo da aliá russa. Foi uma época difícil por causa do preconceito em relação aos imigrantes. Mas ser brasileira abriu muitas portas para mim. Meu primeiro empregador me escolheu só porque gostava de Gal Costa. Posso dizer que devo minha vida profissional à Gal Costa...

2) Por quê você optou em morar em Israel?
Minha família sempre foi sionista. Depois que minha irmã voltou do shnat (um ano de estudos em Israel), em 1986, ela decidiu morar em Israel. A família inteira resolveu seguí-la. Primero vim eu, depois meus pais. Eu tinha 22 anos e vim como quem vai para Teresópolis. Não me programei muito. Mas fui ficando...

3) Do que você mais gosta, em Israel?
Da segurança que a gente sente aqui. A segurança de poder deixar as crianças saírem pelas ruas, de noite, com os amigos, sem paranóias. Gosto também da solidariedade do povo nas horas difíceis, vide o caso do incêndio no Monte Carmel, no mês passado.

4) Do que menos você gosta?
Da grosseria do pessoal. Não me acostumo depois de tantos anos. E do trânsito. As pessoas aqui são muito fominhas atrás do volante. O sinal ainda está amarelo e já começam a buzinar...

5) Qual é o lugar mais agradável do país, na sua opinião?
Amo Cesaréia, principalmente o contraste entre a parte velha e a nova.

6) Qual é o lugar menos agradável?
A área da rodoviária velha de Tel Aviv. Dá medo.

7) Qual é a palavra em hebraico que você mais gosta?
“Matate”(vassoura), “bakbuk” (garrafa), meshushe (hexágono). E todas que têm sílabas repetidas assim.

8) Qual é a palavra em hebraico que você menos gosta?
“Cacha” (algo como “desse jeito”). Principalmente quando é dito em resposta a “por quê?”. É uma maneira de responder sem dar explicação.

9) Que comida israelense é a mais saborosa?
Existe comida israelense? Aqui tem muito falafel, humus, burrecas... Mas não gosto muito não. Gosto mesmo é dos chocolates daqui. São uma delícia.

10) O que você diria para quem pensa em fazer aliá?
Só venha se amar muito o país. E não venha esperando receber nada. O país é difícil e a adaptação não é fácil. Mas quanto você aprende a entender a realidade daqui, fica mais fácil.

Livro de Autor Israelense é Classificado em Oitavo Lugar no "Best Books of 2010"

O livro do autor israelense David Grossman "To the End of the Land (Para os Confins da Terra, em tradução livre)" traduzido para o inglês por Jessica Cohen, foi classificado na oitava posição no "Best Books of 2010", lista publicada pelo site da Amazon.

Este livro de Grossman, que foi publicado em setembro passado, está em boa companhia entre Stieg Larsson com o "The Girl Who Kicked the Hornet’s Nest", classificado em sétimo lugar, e "Just Kids"  de Patti Smith, que conta a história da sua complexa relação com o lendário fotógrafo Robert Mapplethorpe - em nono lugar na lista.
O livro que encabeçou a lista da Amazon foi o de Rebecca Skloot "The Immortal Life of Henrietta Lacks (A vida imortal de Henrietta Lacks, em tradução livre)", que descreve a vida de uma mulher pobre que sem saber contribuiu para a investigação de câncer devido à sua condição única de saúde. Na opinião editorial da Amazon sobre o livro de Grossman, Tom Nissley escreveu: "O ‘To The End of the Land" é um livro de luto por aqueles que não estão mortos, é o lamento de uma mãe para a vida durante uma guerra cujo fim não era possível prever. Ao mesmo tempo, é alegre e quase dolorosamente vivo, cheio ao ponto de ruptura de emoções e detalhes de um cotidiano interminável de algumas vidas profundamente imaginadas.
Grossman constrói um retrato impressionante, como expressa nas palavras de uma das personagens, de ‘milhares de momentos, horas e dias que fazem parte de uma pessoa no mundo, e do poder de guerra para a destruição de uma pessoa, quando - ou principalmente - quando sobrevivem a suas cruéis demandas’. No site os leitores também deram feedbacks positivos sobre o livro, classificando-o com uma média de quatro estrelas.

Não existe razão para o ódio!

6ª feira passada (17/12), 10 de Tevêt no calendário judaico marca o início do cerco de Jerusalém pelos exércitos do imperador da Babilônia, Nabucodonosor, que levou à conquista da cidade, à destruição do Templo Sagrado e à expulsão do povo de Israel de sua terra.
"Devido ao ódio infundado entre os judeus" – conclui o Talmud – "Jerusalém foi destruída." Por quê – perguntou o Rebe – o Talmud insiste em dizer que o ódio era "infundado"? Não havia motivos, tanto ideológicos quanto pragmáticos, para as divisões entre os judeus? Mas nenhuma razão, disse o Rebe, é motivo suficiente para o ódio. A mutualidade de nosso destino é muito mais profunda que qualquer possível causa para animosidade. Todo ódio, então, é infundado.

Portanto, se o "ódio infundado" foi a causa da destruição, continua o Rebe, seu remédio é o "amor infundado" – nossa redescoberta da unidade intrínseca que supera todos os motivos para a discórdia e os conflitos.

Reze por Jerusalém, encoraje e ajude seus defensores, e demonstre amor ao próximo judeu – não importa o quanto ele ou ela seja diferente de você. Pois se existe uma virtude redentora em estar sitiado, é a oportunidade de perceber que estamos juntos nisso tudo.

Beit Lubavitch de Copacabana - RJ 

GÊNIO JUDEU É PERSONALIDADE DO ANO DA TIME

Mark Zuckerberg é eleito a personalidade do ano pela revista Time, títulos já dados a Gandhi, Rainha Elisabeth e Barack Obama. O Fundador da rede social Facebook foi o escolhido de 2010 por manter pessoas do mundo inteiro interligadas umas às outras através da internet e também por começar a criar uma fortuna bilionária aos 19 anos.

Hoje com 26 anos é bilionário influente, segundo adjetivo dado pela revista Time, que o indicou nesta última quarta-feira a personalidade do ano 2010. Segundo a revista Time, “Mark foi premiado por conectar mais de 500 milhões de pessoas e mapear as relações entre elas; por ter criado um novo sistema de compartilhamento de informações e por ter mudado a forma como vivemos hoje”.



Esta história começou quando Mark, ainda na universidade americana de Havard, via as meninas e as tentava paquerar, mas sem sucesso, sendo assim, teve a idéia de criar um site com perfis das pessoas e no qual essas pudessem também se comunicar. Na época um dos então, amigos de Mark, o brasileiro Eduardo Saverin, topou a parada e entrou junto no negócio aplicando US$ 1 mil.

Mas mal sabia os meninos que hoje a empresa valeria mais de US$ 40 bilhões e que de cada 12 pessoas no mundo, uma teria conta no Facebook. Mas também, com o tempo, o brasileiro Eduardo foi aos poucos, sendo colocado de fora da valiosa rede social, ficando assim, totalmente de fora do negócio.


Discreto e de pouca fala sobre o negócio que ajudou a criar, o brasileiro Eduardo, hoje também bilionário, não quis comentar nada sobre a escolha do seu ex-amigo como a personalidade do ano 2010. Eduardo hoje vive entre Ásia e Estados Unidos ao lado de belas mulheres.

A vida de Mark, Eduardo e do Facebook virou um filme, intitulado “A rede social”, em cartaz no Brasil, sendo um sucesso de crítica e assim, recebendo seis indicações ao Globo de Ouro e um dos filmes favoritos ao Oscar.

O nome de Mark a escolha da personalidade do ano da Time, deixou para trás nomes como Julian Assange e Hamid Karzai, presidente do Afeganistão. Escrito no próprio Facebook, Mark agradece a escolha feita pela revista, “Ser escolhido a personalidade do ano da Time é uma grande honra e um reconhecimento de que nossa pequena equipe está construindo algo que milhões de pessoas querem usar para fazer do mundo um lugar mais aberto e conectado”.