Translate 4 Your Language

5.12.10

Leon Feffer

 Vera Brobow, ex-presidente da Federação Israelita do Estado de São Paulo, e Leon Feffer (Z''L), ex-cônsul do Estado de Israel em São Paulo e idealizador da Casa de Cultura de Israel (atual Centro da Cultura Judaica)

“Sempre tenham coragem de tomar iniciativas. Não importa se uma ou outra vai fracassar, mas aquelas que vocês acertarem, essas sim, têm grande valor!”

Dilma deve rever a política para o Irã

A presidente eleita Dilma Rousseff deve rever a estratégia de aproximação do Brasil com o Irã, grande alvo de críticas da política externa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo interlocutores da petista, ela avalia que a atitude em relação a violações aos direitos humanos no Irã foi "equivocada" e "causou desgaste desnecessário". Para Dilma, associar-se a um regime que apedreja mulheres e aprisiona opositores foi um "enorme erro", dizem esses interlocutores.

O governo brasileiro reluta em condenar a sentença de apedrejamento da viúva Sakineh Ashtiani, acusada de adultério, e se abstém nas votações de resoluções da ONU contra essas práticas, e não condena a opressão a opositores. Um dos motivos para a não manutenção do chanceler Celso Amorim no cargo seria sua atuação no caso do Irã.

Seu desempenho nas negociações da ALCA foi considerado um sucesso. Mas ele teria caído em desgraça por causa do Irã. Para fazer um recomeço, seria preciso ter um novo chanceler e Amorim ficou muito identificado com a iniciativa. Além disso, a química de Amorim com Dilma não seria das melhores - os dois tiveram algumas rusgas quando ela era ministra da Casa Civil.

Dilma já havia indicado que se opunha à atitude não intervencionista na questão iraniana. "Acho uma coisa muito bárbara o apedrejamento da Sakineh. Mesmo considerando usos e costumes de outros países, continua sendo bárbaro", disse Dilma em entrevista no dia 3 de novembro.

Para assessores próximos da presidente, a percepção é de que a aproximação com o Irã pode ter custado ao presidente Lula o Nobel da Paz por seu avanço em reduzir a pobreza.



SARA, MIRIAM, LEAH, ALIZA... PRIMEIRAS-DAMA EM FOCO

Não é a primeira vez que uma primeira-dama israelense é colocada no centro das atenções. Mas, dessa vez, parece que Sara Netanyahu conseguiu bater suas antecessoras. Ela está sendo bombardeada por críticos de dentro do governo - que se juntaram a jornalistas e opositores – por supostamente influenciar demais nas decisões do marido, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
Os jornais israelenses têm divulgado que fontes ligadas ao escritório do premiê acusam Sara de “ser uma má influência” e de criar mal-estar entre os assessores de Natanyahu. Um deles disse ao site Ynet, a página online do jornal Yedioth Aharonoth, que a primeira-dama está “enlouquecendo todo mundo”.

Recentemente, um dos mais conhecidos ativistas do Likud, Israel Yagal, divulgou cartas nas quais acusa Sara de interferir em tudo, se transformando num fator na situação caótica em que se encontra, atualmente, o escritório do primeiro-ministro.

Não é de hoje que Sara é tema de polêmica. Já se falou muito sobre seu envolvimento na campanha do marido para o governo e, depois que ele foi eleito, nas indicações e nomeações de pessoas para cargos-chave. O mesmo aconteceu durante o primeiro mandato do marido, entre 1996 e 1999.

Para o professor Ilan Ben Ami, autor do livro “A mulher que está com ele” (“Ha-Ishá she-Itó”), Sara Netanyahu realmente não é a primeira primeira-dama a ser acusada de influenciar demais seu marido. Até porque, segundo ele, não existe, em Israel, uma definição concreta do papel da primeira-dama.

“Não sabemos o que esperar delas”, disse Ben Ami em entrevista à Rádio Reshet Bet.
O professor citou outras mulheres “poderosas”, companheiras de líderes israelenses. As mais influentes, segundo ele, foram Miriam, mulher de Levi Eshkol (1963-1969), e Leah, esposa de Yitzhak Rabin (1974-1977 e 1992-1995). A primeira se intrometia em tudo, até mesmo em políticas de governo. A segunda influenciava mais em nomeações para cargos oficiais.

Mas há outros exemplos, como Aliza, mulher de Ehud Olmert (2006-2009), Tzipora, esposa de Moshe Sharett (1954-1955), e Shulamit, companheira de Yitzhak Shamir (1983-1984 e 1986-1992).

Sara Netanyahu está, por algum motivo, recebendo mais atenção do que suas antecessoras. Talvez porque a imprensa pós-Internet seja mais fominha e tenha mais meios de criticar os poderosos. Ou talvez porque uns e outros estejam em campanha contra o atual primeiro-ministro... Tudo é possível.

Israel vs Irã na Copa do Qatar

A cada quatro anos, quando começam as eliminatórias, fico me perguntando: será que desta vez Israel vai disputar, enfim, uma Copa do Mundo (a única para a qual a seleção se classificou foi a de 1970, sendo eliminada na primeira fase)? O incrível é que, hoje disputando pela UEFA, que reúne seleções europeias (já foi expulsa de várias ligas por estados árabes...) Israel fica sempre a um pontinho da classificação. Vem empatando com grandes seleções, como a França. Mas falta sempre um gás. Parece o Botafogo... nada, nada e morre na beira do mar Morto. Se disputasse pela confederação asiática, o papo seria outro, mas o páreo europeu é complicado e, ainda assim, os guiborim alvi-anil chegam perto. Hoje, quando vi o anúncio de que a Copa de 2022 será no Qatar, primeiro estado muçulmano e primeiro país do Oriente Médio a sediar o evento, refleti: imagina se Israel se classifica justamente para essa Copa? Dei uma pesquisada e soube que o Wikileaks vazou informação de que o Qatar tem tamanho pavor do Irã que, secretamente, já ofereceu seu espaço aéreo a Israel em caso de conflito com o país governado por Ahmadinejad... mesmo assim, imaginem a pressão de jogar num país muçulmano... Já pensaram numa partida entre Israel e Irã pelas oitavas, no Qatar? Que clássico! Seja como for, no Brasil, na Rússia ou no Qatar, está na hora de Israel fazer o dever de casa e divertir a galera que tem a estrela de Davi no repertório. Para mim, que já tenho a estrela botafoguense no peito, como diria o Galvão, haaaaaaja coração!!!!!

Brasil reconoce al Estado palestino, Israel decepcionado


Israel manifestó su "decepción" y "frustración" por la decisión del Gobierno brasileño de reconocer el Estado palestino en las fronteras de 1967, algo que estima con certeza que repercutirá negativamente en el proceso de paz en Oriente Medio.

"Todo intento de buscar atajos a ese proceso y determinar de antemano y de forma unilateral los temas importantes y controvertidos tan sólo dañará la confianza entre las partes y su compromiso para concluir unas negociaciones de paz", señaló el Ministerio de Exteriores.

La diplomacia israelí también lamenta que el jefe de Estado brasileño, Luiz Inácio Lula da Silva, haya tomado la decisión apenas un mes antes de entregar el cargo a su sucesora, Dilma Rousseff.

Asimismo señala que el reconocimiento del Estado palestino supone una violación de los acuerdos bilaterales firmados en 1995 y de la Hoja de Ruta, el plan de paz presentado en 2003 por el Cuarteto de Madrid, porque instan a las partes a resolver los temas que los enfrentan en la mesa de negociaciones.

Lula comunicó la decisión por carta al presidente de la Autoridad Palestina, Mahmud Abás.

El reconocimiento fue una respuesta a la solicitud realizada por Abás el pasado 24 de noviembre y es una posición "coherente" con las resoluciones de Naciones Unidas, explicó la Cancillería brasileña en un comunicado.

"La decisión no implica abandonar la convicción de que son imprescindibles las negociaciones entre Israel y Palestina, a fin de que se alcancen concesiones mutuas sobre las cuestiones centrales del conflicto", señala la nota.

Brasil se suma de este modo a una lista de más de cien países que reconocen al Estado palestino, entre ellos todos los árabes, la gran mayoría de África, buena parte de los asiáticos y del este de Europa.

El portavoz del Departamento de Asuntos Relacionados con la Negociación de la Organización para la Liberación de Palestina (OLP), Xavier Abu Eid, indicó que otros siete países latinoamericanos se han mostrado dispuestos en conversaciones bilaterales a reconocer la independencia palestina en las fronteras de 1967 en el momento adecuado.

"Esperamos que la decisión de Brasil origine una oleada de reconocimientos latinoamericanos como la que hubo tras 1988 (a raíz de la Declaración de Independencia Palestina) en otras partes del Planeta", señaló.

Brasil ya reconocía desde 1975 a la Organización para la Liberación de Palestina (OLP) como "legítima representante del pueblo palestino" y en 1993 abrió su primera legación diplomática en los territorios palestinos, cuyas atribuciones fueron equiparadas a las de una embajada cinco años después.

El Ejecutivo de Lula ha intensificado sus relaciones con Palestina en estos últimos años y el pasado marzo realizó una gira oficial a la zona que también incluyó una visita a Israel.

En los últimos tiempos Brasil se ha ofrecido como mediador entre Israel y los palestinos, intentando atribuirse la imagen de un interlocutor neutral y ajeno al conflicto.

En su misiva a Abás, Lula renueva su oferta mediadora, al asegurar que "Brasil estará siempre preparado para ayudar en lo que sea necesario".

Por su parte, el dirigente palestino Nabil Shaat felicitó el enfoque unilateralista del presidente brasileño alegando que cumplió "con su palabra de poner la solidaridad en acción y dar una respuesta de forma no violenta al unilateralismo israelí".

(Fonte: Aurora Israel)
"O que é mais fácil de se decepcionar? Os israelenses por deixar a direita no poder, ou os brasileiros que não sabem o que fazem? Difícil..."

Miketz


A história de José e seus onze irmãos é contada em detalhes nos últimos quatro trechos do Bereshit.

José esteve no fundo do poço por mais de uma vez. Ele era diferente de seus irmãos. Embora fosse o mais amado pelo pai, era incompreendido, odiado e perseguido pelos irmãos. Na primeira oportunidade, os irmãos livraram-se de José jogando-o em um poço.

Porém, a história dele teve a primeira reviravolta e ele conseguiu sair do poço de cabeça erguida e transformou-se no homem mais importante da casa do Potifar, שר הטבחים – o ministro dos cozinheiros.

Mais uma vez, por uma armadilha preparada pela esposa do Potifar, José foi parar no fundo do poço. Ele foi levado para a prisão que é chamada pela própria Tora de בור – poço.

No entanto, nosso herói conseguiu dar a volta por cima e, devido a sua capacidade de interpretar os sonhos alheios, tornou-se o segundo homem mais poderoso de todo o Egito. Este cargo lhe garantiu uma vida tranquila e também a seu pai Jacob e seus onze irmãos, que vieram ao Egito à procura de comida.

Estamos comemorando Chanucá e acendemos hoje a terceira vela. A história desta festa relembra uma época em que o Povo de Israel conheceu o fundo do poço. Os dominadores gregos haviam proibido a prática do judaísmo e impunham seus rituais pagãos ao nosso povo. Conquistaram o Templo de Jerusalém e profanaram-no colocando em seu seio estátuas de deuses gregos. Os macabeus surgiram para retirar o povo de dentro do poço e trouxeram luz e esperança para os judeus daquela época.

Tanto na vida de José como na história dos macabeus, os personagens conheceram a escuridão e o desespero. No entanto, quando tudo parecia perdido, uma luz era acesa e a escuridão do poço era substituída pela chama da esperança.

Vivemos hoje uma ameaça mais amedrontadora que o poço de José e mais poderosa que o extinto Império Grego. O inimigo da Era Contemporânea chama-se indiferença.

A falta de preocupação com a transmissão dos valores judaicos, e ausência de interesse pela continuidade das tradições, o abandono das práticas religiosas e a indiferença em relação ao futuro da nossa comunidade é o poço do qual todos fazemos parte.

Precisamos dar a volta por cima e ser os macabeus de nossos tempos.

Podemos, por meio de iniciativas simples, trazer luz à nossa comunidade e fomentar a chama do judaísmo. Devemos participar dos serviços religiosos e também convencer os amigos e familiares a fazê-lo. Devemos nos voluntariar em instituições da comunidade. Precisamos nos certificar de que nossos filhos e netos recebem uma educação judaica durante o ano e participam, nas férias, de uma colônia de férias da comunidade. Precisamos ler livros judaicos e participar de palestras e cursos de judaísmo. A cada Shabat devemos nos perguntar, o quê de judaico eu aprendi na semana que se passou? Finalmente, devemos praticar o תיקון עולם e colaborar para que o mundo seja um lugar mais justo.

Sejamos nós os macabeus da atualidade e façamos a nossa parte para que a chama da existência judaica torne-se mais vigorosa a cada dia e que a escuridão do poço de José seja substituída pela luz de uma esplendorosa Chanukiá.

Shabat Shalom e Chanucá Sameach
Rabino Michel Schlesinger

Janucá llena de luces los hogares judíos

La Fiesta de las Luminarias o "Janucá", en la que los judíos conmemoran la consagración del Templo de Jerusalén tras la revuelta macabea del siglo II a.C., llena estos días de luces y regalos las ciudades israelíes.

El país vivió ayer la primera jornada, que se inició al caer la noche y se prolongará durante ocho días.

En las vías más concurridas de Jerusalén y el resto de ciudades israelíes se han instalado grandes candelabros de ocho brazos (llamados "janukiá"), cuyas velas o bombillas van encendiéndose al ritmo de una por noche hasta que, en la octava jornada, todos los brazos aparecen iluminados.

Gran parte de la población ha colocado los candelabros, como marca la tradición, en lugares visibles de la vivienda como ventanas y entradas para que puedan ser vistos desde el exterior.

Los más religiosos han instalado también grandes y llamativos "janukiot" en el capó de sus coches, que circulan despacio alegrando el asfalto con una luz diferente.

Los judíos observantes acudirán esta semana masivamente a las sinagogas, donde se recitan oraciones especiales, y harán bendiciones típicas para la ocasión tras las principales comidas.

"Janucá" significa literalmente "inauguración" y conmemora la consagración del templo judío de Jerusalén en el año 165 A.C, tras la revuelta de los macabeos contra el monarca seleúcida Antíoco Epifanes que, siguiendo la tradición helenística de su dinastía, había implantado el culto a Zeus a fin de que los israelitas asimilaran su cultura.

Aunque en el moderno Estado judío la fiesta rescata como símbolo la gesta militar del líder de la revuelta Judas Macabeo, el uso de la luz recuerda una historia recogida en el Talmud y conocida como el "milagro de Janucá".

Según esta leyenda, cuando los sacerdotes judíos llegaron a Jerusalén para restituir el culto y encender la lámpara del Templo, se dieron cuenta de que sólo quedaba una pequeña jarra de aceite puro suficiente para un día pero, a pesar de ello, las luces del candelabro permanecieron encendidas ocho jornadas consecutivas.

"La festividad simboliza la lucha por la libertad religiosa y de expresión llevada a cabo por un pequeño grupo de sacerdotes que se rebelaron contra la imposición helenística de prohibir a los judíos vivir según su creencia", explica Yosef Benarroch, rabino del centro sefardí para mujeres "Midreshet Eshel".

"Una de las costumbres de Janucá es colocar el candelabro iluminado a la entrada de la casa, pues según explica Maimónides, se trata de mostrar que somos libres", subraya.

Los niños se convierten en protagonistas de la celebración y los mayores les suelen regalar una perinola de cuatro costados llamada "sevivón", en la que suele aparecer la leyenda hebrea "un gran milagro ha ocurrido ahí".

Para mayor disfrute de los pequeños, los escaparates de las pastelerías están llenos de las hermosas y coloridas "sufganiot", una especie de donut relleno de mermelada o chocolate y cubierto de azúcar glaseado.

En las comunidades israelitas en el exterior se degustan buñuelos y otros pasteles para recordar el milagro que se produjo en el santuario de Jerusalén asociado al aceite.

Otro de los actos tradicionales es el encendido de una antorcha en Modiín, una moderna ciudad ubicada cerca de la bíblica población del mismo nombre donde surgió la sublevación hebrea contra los gobernantes que controlaban la región desde tiempos de Alejandro Magno.

Mientras en Europa padece una ola de frío polar, este año la festividad judía se produce en medio de inusuales temperaturas primaverales para esta época, que rondan en algunos puntos del país los treinta grados centígrados.

A pesar de que Janucá suele coincidir con el inicio de la lluvia y la estación invernal, los meteorólogos pronostican que las primeras gotas sólo llegarán a la región a mediados de diciembre, por lo que los israelíes disfrutan de la Fiesta de las Luces en manga corta.


(Fonte: Aurora Israel)

Muere Samuel T. Cohen, el padre de la bomba de neutrones

El físico Samuel T. Cohen (foto), inventor de la bomba de neutrones, falleció en su domicilio en Los Ángeles a los 89 años, dos semanas después de someterse a una operación para extirparle un tumor de estómago.

Cohen era considerado el padre de la controvertida arma nuclear conocida como bomba de neutrones, ideada para matar seres vivos sin apenas causar daños materiales en la zona afectada por la explosión.

El científico cursó sus estudios en la Universidad de California, en Los Ángeles (UCLA), y mientras cumplía el servicio militar en la II Guerra Mundial fue reclutado para participar en el Proyecto Manhattan que sirvió para desarrollar la primera bomba atómica.

En 1958 diseñó la bomba de neutrones y, a pesar de sus campañas para convencer a los diferentes presidentes de EE.UU. para que incluyeran el arma en el arsenal táctico del país, casi todos los mandatarios desoyeron sus argumentos.

Únicamente Ronald Reagan en 1981 ordenó la fabricación de 700 bombas de neutrones en pleno apogeo de la Guerra Fría, aunque las armas nunca llegaron a utilizarse y se desmantelaron.

Se cree que Francia, China, Rusia e Israel produjeron bombas de neutrones y se desconoce si actualmente tienen alguna en su poder.

Cohen siempre defendió su creación como el arma "más sana y moral jamás diseñada porque cuando la guerra termine el mundo seguirá intacto".

A diferencia de la bomba atómica, que genera una gran cantidad de radiación y calor que incinera todo lo que se encuentra a su paso, la bomba de Cohen emplea únicamente la fuerza destructora de los neutrones, capaces de atravesar estructuras inanimadas sin alterarlas y sin apenas generar radiación.

La bomba de neutrones, no obstante, es letal para las células vivas.

Los críticos de esta tecnología bélica acusaron a Cohen de crear un arma que hace asumible una guerra nuclear y que podría detonar un conflicto a gran escala que derivaría en una conflagración atómica.

El que fuera presidente soviético Nikita Khrushchev calificó la bomba de neutrones como el arma capitalista definitiva porque se construyó para "matar a un hombre de forma que su traje no quedara manchado de sangre, para poder quedarte con él". 

(Fonte: Aurora Israel)

29.11.10

Abuela de Obama rogó a Dios en La Meca para que su nieto se convierta al islam


Sarah Omar, abuela del presidente de EEUU, Barack Obama, ha afirmado que rogó a Dios para que su nieto se convierta al islam, durante la última peregrinación a La Meca (Arabia Saudita), en una entrevista publicada al diario Al Watan.

"Rogué a Dios para que haga entrar a mi nieto Barack en el islam", subrayó la anciana keniana de 88 años en la ciudad portuaria saudí de Yeda, adonde llegó junto a un hijo suyo y cuatro nietos, procedente de La Meca tras culminar la peregrinación musulmana, según la edición digital del periódico.

Pese a que Omar rechazó tajantemente hablar de las políticas de Obama, al ser preguntada si esperaba que el mandatario estadounidense fuera reelegido para un segundo mandato, ella respondió con una sonrisa "eso solo Dios lo sabe".

La abuela de Obama también rezó por la pronta recuperación del rey de Arabia Saudita, Abdalá bin Abdelaziz, que se sometió con éxito a una operación quirúrgica de una hernia discal y de un coágulo en un hospital de Nueva York (EEUU).

"Que se recupere pronto (el rey saudita) de lo que ha sufrido, quiero dar las gracias por su buena acogida y generosa hospitalidad, es un monarca generoso", deseó la anciana en lengua "suajili".

Sara Omar, que vive en Kenia, adelantó que cuando regrese a su aldea "dará a conocer el islam y su fuerza".

Al Watan agregó que el príncipe saudita Mamduh bin Abdelaziz recibió en su palacio de Yeda a la abuela y los familiares que la acompañan por considerarlos huéspedes del reino y les ofreció una cena de honor.
(Fonte: Aurora Israel)

Rabinos, imanes y sacerdote cristiano rezan juntos para que llueva en Tierra Santa


Los líderes religiosos de Tierra Santa pocas veces están de acuerdo en algo, pero estos días rezan por una causa común: traer la lluvia a la árida región, que vive un mes de noviembre con temperaturas veraniegas.

En iglesias, sinagogas y mezquitas los asistentes al culto no dejan de dedicar desde hace semanas unas palabras para pedir a Dios que les bendiga con las ansiadas precipitaciones, cuya ausencia podría causar estragos en una agricultura que soporta ya siete años consecutivos de sequía.

Unos sesenta imanes y rabinos y un sacerdote cristiano unieron sus fuerzas hace dos semanas en un curioso encuentro en el pueblo palestino de Wallajah para orar juntos por la llegada de un otoño que no se decide a aparecer.

Al poco común rezo inter-confesional han seguido multitud de iniciativas, a cual más original, para conmover a la Divinidad y que se apiade de sus fieles en esta región que alberga algunos de los más importantes lugares sagrados de las principales religiones monoteístas.

Quizás los más activos hayan sido los judíos, cuyos rabinos jefes, el ashkenazí Yona Metzger y el sefardí Shlomo Amar, han dejado claro en una misiva a sus seguidores que "la tierra está seca debido a nuestros muchos pecados", un castigo celestial ante el que sólo cabe esperar la misericordia del Todopoderoso.

Los rabinos Menashe Malka y Reuven Deri se subieron a un globo aerostático junto a la reina de la belleza Shavit Wiesel (Miss Israel 2010) para pedir desde el cielo del caldeado desierto del Negev que Yavé envíe las lluvias.

El colorido grupo entonó una oración del rabino Mordejai Eliahu, destinada específicamente para este tipo de ocasiones.

Metzger y Amar visitaron en la ciudad de Hatzor Haglilit, en el norte del país, la tumba de Honi Hamagel, sabio judío del siglo I A.C. famoso por invocar con éxito la llegada de la lluvia.

En la última quincena, los más altos guías espirituales judíos han convocado a sus feligreses a varias jornadas de ayuno, en las que cientos de creyentes no han comido ni bebido desde el anochecer de un día hasta el del siguiente, como muestra de sacrificio y expiación de los pecados que han llevado a Dios a castigar con la sed a su rebaño.

El miércoles, docenas de rabinos se unieron en una ceremonia multitudinaria con el mismo objetivo a bordo de un barco en el Mar de Galilea, cuyo nivel disminuye medio centímetro cada día y ha superado ya en más de un metro el nivel mínimo de alerta.

Los dos rabinos jefes han diseñado una oración especial que los judíos más religiosos recitan estos días con fervor para luchar contra la alarmante situación.

"Oh, Aquel que escucha las oraciones, por favor, trae la lluvia a esta tierra y bendice al mundo entero con tu bondad, y llena nuestras manos con tus bendiciones y la riqueza de tus regalos. Ten misericordia con nosotros y con nuestras frutas y cultivos. Bendícenos con la lluvia y haznos merecedores de la vida, el sustento y la paz como en los buenos años", dice la plegaria.

El rabino Mezger está convencido de su poder y asegura que: "Hace un año nos encontramos en la misma situación, en la que no había lluvia en mitad del invierno. Después de que distribuyésemos nuestra oración y las sinagogas en todo el país hicieran servicios especiales, llegaron las lluvias al final del invierno y se evitó la sequía".

La relación entre las lluvias y el pueblo judío está plasmada en la Biblia, en el capítulo once del Deuteronomio, en el que se advierte a los judíos de que, si adoran a otros dioses, Yahvé "cerrará los cielos y no habrá lluvia y la tierra no dará sus frutos".

Hoy, a pocos días de finalizar el mes de noviembre, los residentes de Tel Aviv pueden disfrutar de su paradisíaca playa, con una temperatura de 25 grados, mientras en Jerusalén se registran 23 y a las orillas del Mar Muerto se llega a los 30.

El fin de semana será aún más caluroso y el termómetro subirá todavía un par de grados más en esta tierra sedienta, cuyos agricultores miran al cielo con la esperanza de avistar a lo lejos alguna nube que preceda a la tormenta.

Si las cosas no cambian pronto, los peregrinos cristianos podrían llegar a la ciudad palestina de Belén dentro de unas semanas a pasar una calurosa Navidad en camiseta, sandalias y pantalón corto.


(Fonte: Aurora Israel)

28.11.10

Vaieshev


Sonhos e interpretações
O que são os sonhos? Como funcionam? O que dizem com respeito à realidade? Existem diversas teorias. Alguns sustentam que os sonhos são restos da experiência vivida durante o dia e simplesmente retratam como essa experiência ficou registrada na emoção da pessoa, sem barreiras, às vezes sem leis de coerência, a partir de livre associação. Nos sonhos juntamos pessoas que não se conhecem, paisagens distantes umas das outras, tempos afastados uns dos outros, conforme as relações que têm para nossas emoções. Os sonhos assim podem nos mostrar as expectativas que temos, medos e desejos. Outros acreditam que os sonhos são revelações mesmo, que vêm de outras esferas, e através deles voltamos a viver mesmo o passado; vivemos um futuro possível ou preciso; e também opções que nunca aconteceram nem acontecerão na realidade física. É outra dimensão de realidade, talvez não menos verdadeira, embora menos concreta.

Na parashá, José sonha o que se realizará anos mais tarde e revela nos sonhos dos demais o que acontecerá em breve. Os comentaristas se dividem em três a respeito da capacidade de ver as verdades históricas de José através dos sonhos.

1) Deus revelou a José a verdade escondida na metáfora do sonho. O sonho é profético e precisa de um decodificador.

2) José sabia os segredos da corte real e ouvira o que aconteceria. Ele simplesmente colocou a informação que obtivera dentro da metáfora do sonho. Sem magias, nem místicas, nem interpretações. Simplesmente com astúcia e sabedoria diplomática.

3) José tinha uma intuição psicológica muito aguçada, com uma profunda sensibilidade para compreender o próximo, e através do sonho sentia a pessoa e a entendia. Os sonhos não são senão o que vibra no fundo da alma da pessoa. O que se apresenta nos sonhos é a profundidade do coração.


Belezas interiores e exteriores em diferentes circunstâncias

José era bonito de atitude e de aspecto, diz o texto. Os sábios se detêm na diferenciação. Uma é a beleza física e outra é a beleza do espírito. Uma é a beleza do corpo, externa; a outra é a que se reflete no comportamento, é a estética da ética. Esta segunda é a que nos leva a dizer muitas vezes “que lindo gesto”, “que linda personalidade”, “que lindo pensamento”. José conta a verdade de seus sonhos a seus pais e irmãos, assim como também conta a verdade sobre as fracas atitudes dos irmãos para seus pais. Porém junto à virtude da verdade, ele tem o defeito da insensibilidade para com o outro. José começa seu percurso com transparência, mas também com arrogância e encerrado apenas em seus próprios interesses. Só mais tarde, quando estiver no fundo do poço, experimentará a humildade necessária para ver os demais e reconhecer as expectativas deles. Assim rechaçará a sedução da mulher de Potifar, o amo que deu tudo para ele; e rejeitará de si a arrogância de crer que pode tudo, que tudo lhe pertence e que só ele conta. Inclusive dirá que sua sabedoria não é dele, não é mérito próprio e sim um presente da vida e de Deus. Reconhecerá que tudo é produto de vários, que tudo o que acontece convive com vários fatores e várias pessoas. Apenas então José entenderá o seu lugar único e ao mesmo tempo pequeno e relativo. Nesse momento será definido como belo de atitude e não apenas de aspecto.

Presença Divina na desgraça?

A cada passo da vida de José o texto fala que Deus estava com ele. É imprescindível perguntar-se qual é o significado dessa frase nos momentos de desgraça de José. Onde estava a Presença Divina na vida de José quando este sofria por ter sido jogado no poço por seus irmãos, quando foi sido vendido como escravo, quando foi posto na cárcere por um crime que não cometeu? Alguns dirão que Deus evitava em cada circunstância que esta fosse pior do que podia ser: para que José saísse rapidamente do poço, que fosse vendido para um bom amo, que no cárcere tivesse as melhores condições. Segundo esta ideia, a Presença Divina não muda a história feita pelos homens, mas apenas cuida deles no decorrer desta história. Cuida deles mesmos, cuida para que os homens não consigam usar a sua liberdade a fim de cometerem danos maiores contra si mesmos. Essa interpretação seria difícil de aceitar diante da Shoá, da Inquisição e de desastres naturais. A menos que digamos que o cuidado de Deus consiste em acompanhar a pessoa na desgraça, no enfoque em lidar com ela, mas não em intervir física ou ativamente nos fatos. Outra explicação diz que a Presença Divina consiste no significado que conseguimos tirar ou dar às diversas experiências que vivemos, boas e más. A Presença Divina é o significado e a prova que se nos apresenta através de cada momento de felicidade e de angústia, de sucesso e de desgraça.  “Deus estava com José” para fazer com que ele tire o melhor de cada oportunidade de vida e não apenas viva.



Shabat shalom,
Rabino Ruben Sternschein

Lubavitch, Nigga!


Um dos mais de 100 “mitzveh tank” do Movimento Lubavitch dos EUA circula diariamente pela 5ª Avenida nova-iorquina em busca de “ovelhas desgarradas” do judaísmo.
O veículo é um truck com livraria, sala de estudos, projetor de vídeos do REBE e local para a colocação de filactérios.
Os “tanques de boas ações” são conhecidos e populares na terra do Tio Sam.

Sinagoga faz bem!

Um original anuncio da Sinagoga Chabad de Sunny Isles, em Miami, chama a atenção dos passantes.
Diz o anuncio:
“Por que devo ir a uma sinagoga?”
1-Evite usar automóveis pois eles são os responsáveis por 20% dos acidentes fatais.
2-Não fique em casa pois 17% de todos os acidentes ocorrem em casa.
3-Evite andar pelas ruas pois 14% de todos os acidentes atingem os pedestres.
4-Evite usar o transporte aéreo, marítimo ou ferroviário pois 16% de todos os acidentes ocorrem com estes meios de transporte.
5-Dos 33% remanescentes, 32% ocorrem nos hospitais. Evite os hospitais!
Você ficará feliz em saber que apenas 0,001% dos óbitos ocorrem nas sinagogas e, grande parte deles, são devido a doenças pré-existentes.



"Seria fantástico se aqui em São Paulo existisse uma sinagoga realmente aberta. Um dia terá, e todos aqueles 'curiosos' também vão se sentir bem dentro de uma!" 

18.11.10

Uma última mensagem

A 613a u última mitsvá contida na Torá é escrever um Sêfer Torá. Aprende-se
este mandamento do versículo (Devarim 31:19): “Veatá kitvu lachem et hashira
hazot – e agora, escrevei para vós este cântico”.
O Rambam escreve que este mandamento pode ser cumprido escrevendo-se uma
única letra de um rolo completo da Torá. Já que a falta de uma letra torna o rolo
todo inválido, escrever ou corrigir uma única letra corresponde a completar todo
o rolo (Hilchot Sêfer Torá 7:1).
Para cumprir esta mitsvá, pessoas contratam um sofer (escriba) para escrever uma
Torá, ou compram um rolo existente com algumas das últimas linhas ou letras
em branco. Qualquer um que escreva uma ltra ou mais para completar o rolo,
terá cumprido a mitsvá.
A família Reichmann, de Toronto, é conhecida no mundo todo por sua integridade,
lantropia e fé aboluta em Hashem e Sua Torá. Apesar de sua imensa
riqueza, suas prioridades permaneceram rmes, com o cumprimento religioso e
valores familiares sempre elevados em suas mentes. Esta convvicção originou-se com o patriarca da família, que xou padrões
para as gerações futuras.
O Patriarca desta família foi Shemeyáhu (Samuel) Seichmann. Quando ele envelheceu, quis ter um Sêfer Torá, escrito em seu
mérito para cumprir uma mitsvá que poucos judeus têm a oportunidade de cumprir. O custo desta mitsvá é grande. Hoje
contratar um sofer para escrever um Sêfer Torá pode custar bem mais que trinta mil dólares.
Em 1960, o senhor Reichmann contratou um notável sofer em Benê Berac para escrever um Sêfer Torá. Mas o homem estava
sobrecarregado com outros trabalhos e não pôde encontrar muito tempo para concentrar-se completamente no projeto do
senhor Reichmann.
Quando alguns membros da família do senhor REichmann iam a Israel, eles convenciam o sofer a escrever mais algumas yeriot
(folhas de pergaminho). Mas logo depois ele se desviava para outros projetos que sentia serem mais urgentes. Era muito
frustante, mas os Reichmann continuaram aguardando a continuidade do trabalho por aquele sofer devido à sua reputação de
realizar um belo trabalho manual.
Finalmente, em 1975, a Torá foi completada e enviada a Toronto em tempo para Shavuot. Não poderia haver momento mais
apropriado para entrega da Torá, pois Shavuot comemora a outorga da Torá, por Hashem no Monte Sinai.
Planos foram feitos para a Torá ser trazida com pompa e grande solenidade no primeiro dia de Shavuot para a Yeshiva Yessodê
Hatorá.
Haveria um cortejo para levar a Torá, no qual a família, amigos e mebros da comunidade se juntariam com músicas e danças.
O primeiro dia de Shavuot em 1975 caiu numa sexta-feira. No dia anterior o senhor Reichmann, com a ajuda de um sofer
local, completou a escrita do Sêfer Torá, preenchendo as últimas letras. Normalmente o senhor Reichmann era uma pessoa
tranquila e estável, mas nesta oportunidade estava visivelmente excitado com a oportunidade de presentear um Sêfer Torá em
Shavuot.
No primeiro dia de Shavuot a polícia fechou as quadras da Avenida Dalemount, onde o senhor Reichman morava, Um ponto
de encontro marcado na interseção das avenidas Dalemount e Fairholme. Por volta das 9h50m, aproximadamente cem adultos
e crianças saíram da Yeshiva Yessodê Hatorá caminhando atrás de cinco homens, cada qual carregando um Sêfer Torá, pela
Avenida Fairholme em direção à casa do senhor Reichmann.
Enquanto andavam, cantavam alegremente valorizando a beleza daqueles momentos. Às 9h55, o senhor Shemeyáhu Reichmman
acompanhado de seus lhos e netos levou o novo Sêfer Torá de sua casa, caminhando majestosamente pela Avenida Dalemount,
em direção à multidão que o saudaria na esquina combinada.
Exatamente às 10 horas, conforme planejado, os dois grupos se encontraram. O senhor Reichmann cou de pé por um
momento segurando o rolo da Torá. De repende virou-se para seu lho, Moshê, e disse: “Não estou me sentindo bem.”
Ele entregou a Torá para seu lho caiu naquele mesmo lugar e faleceu!
O patriarca transmitiu sua mensagem ao cumprir a última mitsvá. Ele passou a Torá para seu lho Moshê – e ele e seus irmãos
transmitiram a mensagem que ressoa na família até hoje.
Naquele mesmo lugar, onde o senhor Shemayáhu completou sua messorá, uma yeshivá foi contruída. Ela é adequadamente
chamada de “Zichron Shemayáhu – Memória de Shemayáhu”.

14.11.10

Salam Fayyad: Estamos bien encaminados para crear un Estado propio en 2011


El primer ministro palestino, Salam Fayad (a la derecha en la foto), confió en que su pueblo estará listo en el verano de 2011 para crear un Estado propio, al asegurar que la Autoridad Palestina (AP) está "bien encaminada" para lograr ese objetivo.


En una videoconferencia con periodistas en el Departamento de Estado, Fayad recordó que lanzó en agosto de 2009 un programa de dos años de duración para completar el proceso de crear instituciones y capacidades, encaminado a establecer un Estado palestino, objetivo que fijó entonces en un plazo no mayor de dos años.

El primer ministro hizo estas declaraciones en una rueda de prensa conjunta con la secretaria de Estado de EE.UU., Hillary Clinton, quien anunció una nueva transferencia de 150 millones de dólares a la AP para apoyar su presupuesto y contribuir así a la viabilidad de un futuro Estado palestino.

"Estamos bien encaminados, en buen camino", señaló Fayad, quien destacó los avances que la AP ha registrado en la primera mitad del plan de dos años, por ejemplo la reducción en un tercio de la pobreza entre 2007 y 2009.

Tanto el primer ministro palestino como Clinton recordaron además que el Banco Mundial (BM) había concluido recientemente que, si la AP sigue avanzando en la creación de instituciones y proporcionando servicios públicos a sus ciudadanos, estará "bien posicionada para crear un Estado en cualquier momento en un futuro cercano".

"Estamos determinados a mantener el curso, pese a las dificultades y obstáculos con los que tenemos que lidiar todos los días", afirmó Fayad.

"No obstante, nosotros seguimos esperanzados de que estemos preparados para crear un Estado en verano de 2011. Hacemos todo lo que podemos para lograr este objetivo", aseguró.

Otro objetivo de la AP es ser independiente financieramente a finales de 2013, explicó.

(Fonte: Aurora Israel)

De Presidente Á Presidente

                                          Presidential Standard (Israel).svg                      
Jerusalém, 1º de Novembro de 2010.

Vossa Excelência,
A notícia da sua eleição como presidente do Brasil foi recebida com distinto prazer e, em meu nome e em nome do povo de Israel, quero transmitir minhas calorosas felicitações pela sua vitória.
Vossa Excelência sempre defendeu a causa da democracia, do meio ambiente, crescimento, igualdade de direitos e uma vida melhor para todos com determinação e sensibilidade social. Sem dúvida, o povo do Brasil ganhou uma grande líder que simboliza a esperança para aqueles que anseiam por alimentos, paz e educação em nosso mundo.
Nós, em Israel, dividimos esses valores e esperamos poder cooperar com Vossa Excelência para fazer avançar estes objetivos e vê-los se realizarem. Israel e Brasil mantêm laços duradouros de amizade e estamos certos que iremos continuar a construir sobre estes firmes alicerces, buscando reforçar e aprofundar as relações entre nosso país e nosso povo.
Excelência, gostaria de lhe desejar todo o sucesso na desafiadora posição que está assumindo, com a certeza de que sua contribuição para o bem-estar do Brasil será imensa.
Com os meus melhores cumprimentos e expressão de alta estima.

                                                              Shimon Peres


Sua Excelência
Sra. Dilma Vana Rouseff
Presidente Eleita do Brasil

Bate-Bola Rápido (Daniela Kresch Entrevista Judite Orensztajn)

JUDITE ORENSZTAJN

A carioca Judite Orensztajn, de 65 anos, mãe de quatro filmes e avó de seis netos, vive há 32 anos em Israel. Judite é aposentada, mas não para quieta. Faz traduções e dá aulas de português quando pinta a oportunidade. A moradora de Jerusalém é a entrevistada desta semana na série de entrevistas com brasileiros que optaram por viver no país.

1) Judite, quando você veio morar em Israel?
Em 1978, já casada e com 4 filhos. Meu caçula tinha 1 ano e 4 meses quando chegamos, com 24 volumes de bagagem.

2) Por quê você optou em morar em Israel?
Primeiro, porque sou maluca. Segundo, por sionismo. Meu marido veio também por dois motivo: porque ficou com medo da assimilação da filha de 13 anos e porque eu fiz a cabeça dele. Comecei a falar sobre aliá com ele na Guerra dos Seis Dias, em 1967. Demorou 11 anos, mas consegui trazê-lo.

3) Do que você mais gosta, em Israel?
De um bocado de coisas. Da informalidade, da solidariedade... Da pouca distância social que tem aqui. Da espontaneidade, da ausência de cerimônia. Aqui não tem “senhor”, “doutor”, “excelência”. São todos “você”.

4) Do que menos você gosta?
Do chamsin (ventos quentes e empoeirados). Do sistema de transporte público, que pode melhorar muito. E do fato de a gente vive em guerra com os vizinhos.

5) Qual é o lugar mais agradável do país, na sua opinião?
Da reserva de Tel Dan (no Norte do país). Todo aquele verde e rios... É um sonho. Mas o primeiro lugar que me apaixonou em Israel foi Ein Guedi (às margens do Mar Morto). Tenho uma relação sentimental com esse lugar.

6) Qual é o lugar menos agradável?
Não gosto do deserto, de modo geral.

7) Qual é a palavra em hebraico que você mais gosta?
Gosto da língua toda. Hebraico é espetacular, é tão lógico. Quanto você entende a lógica da língua, é bem mais fácil aprendê-la. A língua também é muito básica, muito concisa. Diz-se muito em poucas palavras.

8) Qual é a palavra em hebraico que você menos gosta? 
Não tem não. Talvez o uso errado, pelos mais jovens, da palavra “Kehilu” (algo como “quer dizer” ou “como se”). Eles usam a palavra o tempo todo no meio de frases e ela perde o sentido.

9) Que comida israelense é a mais saborosa?
Saladas. Na verdade, acho que não existe nada no mundo igual a um café da manhã num bom hotel israelense. Servem 50 mil tipos de omeletes, milhões de saladas, queijos, arenque, azeitonas, frutas, bolos, pães...

10) O que você diria para quem pensa em fazer aliá?
Venha se seu problema é identidade judaica. Se está procurando solução para isso, aqui é o lugar certo. Mas, se está procurando solução para problemas pessoais ou econômicos, fique onde está.

ENTREVISTA EXCLUSIVA DE ELI GUTTMAN DO HAPOEL TEL AVIV

Por Leo Scheinkman- Da Alemanha para Rua Judaica


Qual a popularidade do futebol em Israel ?
O futebol é muito popular em Israel. Os grandes clubes tem muitos fãs e o futebol é assunto de destaque na mídia e na vida do povo.

Qual o jogador mais admirado em Israel ?

Muitos jogadores são admirados aqui. Todos respeitam os que jogam na Liga Européia. Daqui de Israel são Schechter e Vermut.

Jogadores de futebol são “produto de exportação” em Israel ?

Não, esta não é o caso. Não temos muitos jogadores exportados. A maioria joga aqui mesmo em Israel.

Gostaria de dirigir uma equipe brasileira?

Se eu receber um convite de time brasileiro, eu irei. Acho que a mentalidade mediterrânea e a brasileira combinam bem.

Já esteve no Brasil ?

Infelizmente nunca estive no Brasil, mas um dia visitarei o país, seja como turista ou como treinador.

 
Qual seu craque brasileiro predileto ?
Eu gosto do Wellington Paulista (Cruzeiro, ex-Juventus da Mooca e Paraná Clube, ex-aluno da E.E. Plínio Barreto) pois ele tem todas as qualidades de um grande jogador. Ele tem uma forte base técnica, é rápido e forte. Nós queríamos trazê-lo para Israel, mas o convite falhou.



"Se Paulo César Carpegiani falhar no São Paulo, certamente, temos um sucessor!"

Primeira mulher rabina desde o Holocausto é ordenada na Alemanha

Pela primeira vez em 75 anos, uma mulher foi ordenada rabina na quinta-feira passada na Alemanha, marcando a retomada de uma comunidade judaica devastada pela Shoah (Holocausto). Alina Treiger, 31 anos, originária da Ucrânia, tornou-se sacerdote do culto judaico durante cerimônia emocionante em uma sinagoga do oeste de Berlim, que contou com a presença do presidente, Christian Wulff. Ela é a segunda mulher ordenada na Alemanha. A primeira, também do mundo, a conseguir o título foi Regina Jonas, em 1935 - assassinada em Auschwitz em 1944, aos 42 anos.


Com cabelos ondulados loiros escuros e um grande sorriso, Alina era o centro das atenções, mesmo que outros dois estudantes rabinos estivessem sendo ordenados ao mesmo tempo."Enchamos nossos corações de amor. Estejamos unidos no amor pelo Bem e pela vontade de impedir a violência e o conflito", disse durante uma "oração para a Alemanha" pronunciada ao término de sua ordenação. No fim de novembro, Alina Treiger deve assumir a direção da comunidade da cidade de Oldenburg, próxima à Holanda.Ela afirma encarnar "a união de três culturas: judaica, alemã e a da antiga União Soviética". Nascida em Poltava, uma cidade de 300 mil habitantes que hoje pertence à Ucrânia, Alina Treiger estudou no colégio Abraham Geiger de Postdã, próximo a Berlim. Criado em 1999, foi o primeiro seminário rabínico da Europa Continental desde o Holocausto.


A trajetória da jovem mulher é símbolo da comunidade judaica alemã que, das cinzas da Shoah, tornou-se hoje uma das mais dinâmicas do mundo e é 90% composta por membros originários da extinta URSS. Após a queda do Muro de Berlim, a Alemanha abriu suas portas para os judeus do antigo império soviético, vítimas de um forte antissemitismo, fornecendo a eles a nacionalidade alemã.

"Na Ucrânia, a religião era esquecida pela metade", contou Alina Treiber. Desde 1989, cerca de 220 mil judeus da extinta URSS chegaram à Alemanha que contabilizava, na época, 30 mil judeus, contra cerca de 600 mil antes de Adolf Hitler chegar ao poder em 1933. Uma boa parte deles partiu, principalmente para Israel. As comunidades judaicas na Alemanha contam hoje com 110 mil membros, quatro vezes mais do que há 20 anos, segundo o Conselho Central de Judeus da Alemanha. Essa migração em massa permitiu em algumas regiões, principalmente da ex-República Democrática Alemã, a recriação das comunidades aniquiladas pelo Holocausto. Em Berlim, a comunidade judaica conta 11 mil membros, dois terços derivados da eentão URSS.

O presidente Wulff da Alemanha cumprimenta a nova rabina.

No entanto, a integração desses judeus vindos da União Soviética levanta problemas e suscita conflitos. Alguns judeus alemães os acusam de serem "desjudaizados". A chegada desses refugiados teve fim no dia 31 de dezembro de 2004, quando a Alemanha impôs restrições à migração deles. O número de candidatos começou a cair drasticamente. A ordenação, chamada semikha, é acessível às mulheres unicamente no judaísmo liberal. As raras mulheres rabinos estudaram, em sua maioria, nos Estados Unidos."É um dia extraordinário!", entusiasmou-se o Rabino Daniel Freelander, vice-presidente da União do Judaísmo Progressista da América do Norte. As primeiras ordenações de rabinos na Alemanha depois do Holocausto ocorreram em 2006.


COMEÇOU A CONSTRUÇÃO DO NOVO HOSPITAL RAMBAM



O novo hospital será o maior hospital subterrâneo do mundo e será construído na cidade de Haifa. O Departamento de Emergência do hospital estará protegido contra ataques convencionais, químicos e biológicos.

Segundo o diretor do hospital, Prof. Rafi Beyar, “este é um momento histórico, não somente para o Hospital Rambam, mas para todo o Estado de Israel, após dois anos de dificuldades para iniciar as obras.

A edificação estará pronta em maio de 2012 e terá um estacionamento para 1500 veículos. Em momentos de  emergência, este estacionamento poderá ser adaptado imediatamente para tranformar-se num hospital protegido com 2.000 leitos.

Desenhado para ser autosuficiente, o prédio, situado a oito metros abaixo do nível do mar, terá geração de energia própria, e armazenar oxigênio, medicamentos e água potável para 3 dias.

Barenboim e a Música Clássica

Barenboim assinou esta semana um novo contrato com as etiquetas clássicas da Deutsche Grammophon e da Decca Classics

O pianista e maestro israelo-argentino Daniel Barenboim, que assinou essa semana um novo contrato com as etiquetas clássicas da Deutsche Grammophon e da Decca Classics, disse ter encontrado os parceiros que compartilham da sua visão musical, e falou que estava satisfeito com as duas etiquetas - ambas fazem parte da Universal Music – pois estavam dispostas para serem pró-ativas na tentativa de mudar os rumos da música clássica, ao invés de terem uma visão sombria como muitos outros rótulos tinham. O músico argentino, conhecido pelo seu trabalho com a orquestra jovem West-Eastern Divan que congrega árabes e israelenses, por este acordo realizará pela primeira vez gravações de Chopin e concertos para piano de Liszt. Com esse acordo que terá uma duração de 10 anos, ele se comprometeu a atuar como um embaixador da música clássica.


“Eu tenho atuado com jovens músicos e gostaria de continuar dessa maneira”, disse ele em coletiva para a imprensa em Berlim na noite de terça-feira. Ele disse que iria analisar o que mudou desde o seu primeiro disco em meados da década de 1950, bem como o que poderemos fazer para que as coisas sejam melhores nos próximos 50 anos. O problema hoje em dia com a música é que ela “não faz mais parte da educação típica de uma criança e é tarde demais para começar a fazer isso quando você tem 30 anos e já tem um emprego”, afirmou Barenboim. E como conseqüência tem prejudicado o gosto pela música clássica, ele disse. Também Barenboim disse que o fechamento de lojas de discos significava que seria a hora e necessário para se considerar outros métodos para que as pessoas se interessassem. “Eu sempre fui muito interessado em jovens músicos e sempre achei que se aprende muito mais ensinando do que não ensinando”, afirmou Barenboim.


Aos 67 anos de idade, também conduzirá a Staatsoper de Berlim, onde é o diretor musical, e o italiano La Scala, onde é maestro convidado, numa nova produção de um ciclo sobre Wagner. O primeiro lançamento da Deutsche Grammophon que ocorrerá no início do próximo ano será dedicado a Chopin e marcará o 60º aniversário da primeira atuação de Barenboim. "Estou ansioso para o nosso futuro em comum e para muitas fascinantes gravações", falou Barenboim.

Cônsul Chinês Feng Sheng Ho Salvou Judeus

Por Luiz Sztutman- conselheiro-júnior do vice-ministro de Relações Exteriores, Danny Ayalon – Jerusalém.

O vice-ministro de Relações Exteriores Danny Ayalon reuniu-se no Crowne Plaza Tel-Aviv City Center com a Sra. Manili Ho, filha do ex-cônsul chinês em Viena, na época da Segunda Guerra Mundial, Dr. Feng Shan Ho.

Contrariando outros países que fecharam suas portas a milhares de judeus, ele concedeu vistos para judeus fugirem da Europa para Xangai, na China, mesmo tendo o Porto de Xangai sob domínio do Japão. Em 2001 o Yad Vashem concedeu-lhe o título de "Justo entre as Nações".


(Esq.-direita - Prefeito da cidade natal do Dr. Feng Shan Ho, Manili Ho, Danny Ayalon e o Embaixador da China em Israel.)

Durante a recepção, o ministro Danny Ayalon disse para a filha de Feng Shan Ho: "Israel e o povo judeu agradecem com imenso carinho ao "Justo entre as Nações"- Dr. Feng Shan Ho, que salvou dezenas de milhares de pessoas, correndo risco de vida. Entre o povo chinês e o povo judeu há uma ligação especial. Judeus encontraram refúgio na China no momento mais crucial de suas vidas, mesmo quando a maioria das nações mantiveram os portões fechados. Cerca de 20.000 judeus encontraram refúgio em Xangai e assim puderam salvar suas vidas. "

A Sra. Ho chegou a Israel juntamente com o prefeito da cidade onde seu pai nasceu (Yiyang, Hunan), com o Embaixador da China em Israel e uma equipe da TV chinesa.        

Dr. Ho teve sua homenagem em Petah Tikva. Ho nasceu de uma família pobre, mas  mesmo assim, Ho destacou-se na escola, assim como sua família. Seu pai morreu quando ele tinha 7 anos de idade. Estudante perspicaz e dedicado, conseguiu entrar na Escola Yali da capital provinciana de Changsha, e mais tarde em Yale University-China. Depois foi para a Universidade de Munique, em 1926, e recebeu seu Ph.D. em economia política em 1932. Atuou como Consul em Viena entre 1938-1940. Ho faleceu em 1997, com 96 anos de idade.

Boris Ber, Presidente da Federação Israelita do Estado de São Paulo

Fale um pouco sobre sua trajetória na Comunidade Judaica.

Desde muito jovem, participei do Grêmio Estudantil do Renascença, organizando torneios inter escolares, macabíadas, eventos e viagens. Mais tarde, o meu primeiro trabalho oficial pela comunidade foi no Bialik, onde aceitei o convite para ser Diretor Administrativo e Financeiro da escola, que posteriormente viria a presidir.

Hoje, participo de vários conselhos de entidades como: A Hebraica, Chevra Kadisha, Unibes, Colégio Bialik (Presidente do Conselho) e o Hospital Israelita Albert Einstein. Trabalhei também como Diretor Conselheiro da Sinagoga Beit Chabad do Itaim e enquanto Vice-Presidente da FISESP, fui responsável pelo Élo Vaad a Chinuch durante a gestão Jayme Blay.


Boris Ber em discurso pela Comunidade.

Quais são suas maiores realizações para a Comunidade?

Como Presidente do Bialik, tive a oportunidade de equilibrar as contas do colégio, profissionalizar ainda mais a gestão da entidade e ainda contar com uma equipe fantástica, o que facilitou muito todo este trabalho. Entre as realizações, destacaria também, a renovação de lideranças, temos na FISESP um grupo jovem e bastante disposto a trabalhar pela comunidade. Outras contribuições que considero importantes são a implantação da reforma estatutária e a profissionalização da Federação.

Quais os maiores desafios destas realizações?


Preocupações e desafios não nos faltam. Todos os dias aparecem assuntos comunitários importantes. A Federação deve se focar, entre outras coisas, na juventude, política, pequenas comunidades, segurança comunitária e representação política.  Nossa meta também é nos engajarmos cada vez mais em assuntos importantes, pois as manifestações que realizamos - e olha que não foram poucas - ainda não são suficientes. Existem ainda entidades que precisam de ajuda e de trabalho e não são lembradas, julgo necessária uma melhor percepção e ação perante aos desafios comunitários.

Quais são as motivações que o levam a trabalhar pela comunidade hoje?


A vontade de fazer, de mudar e incentivar. Apresentar os problemas e encontrar soluções. Temos grupos de trabalho importantes na FISESP, onde se discutem o que devemos fazer, acolhendo todas as linhas religiosas e de pensamentos.

Qual mensagem o senhor deixaria para os jovens ou para aqueles que desejam realizar um trabalho pela Comunidade?


Como mensagem, digo aos jovens que não esperem, comecem a trabalhar hoje pela comunidade, pensem em seus filhos e netos, tracem o que desejam para seu futuro. Se queremos ter sinagogas, então, precisamos preservá-las, se desejamos uma escola judaica com muita qualidade, temos de apoiá-la desde já, se precisamos manter um clube, devemos nos envolver com suas necessidades. As gerações anteriores construíram toda uma estrutura para a comunidade, cabe a nós mantermos, ampliarmos e melhorarmos esta valiosa herança. Minha mensagem é: não esperem! Estamos com projeto de cursos de liderança para jovens, de capacitação, procurem-nos e teremos imenso prazer em conversar.

No Zói!

O ex-palhaço Tiririca, agora eleito deputado federal com a maior votação do Brasil, foi notícia no jornal israelense do bairro religioso de Bnei Brak. 

Sobre as Prostitutas de Inhaúma

"Confesso que até agora não entendi muito bem o bafafá acerca da questão do cemitério de Inhaúma, onde se reivindica a restauração das lápides das prostitutas judias ali enterradas, vulgas "polacas". Pelo que ouvi falar, no cemitério do Butantan de São Paulo, e na Chevra Kadisha Oaulista a questão já foi superada, as lápides restauradas e as identidades exibidas. Compreendo que uns e outros podem se ofender, na crença a meu ver não muito judaica de que há almas que não merecem ser lembradas por terem tido um destino menos feliz. Como se, entre todos os cidadãos judeus aparentemente ilibados, sepultos em mármores ornados, só houvesse almas boas e honestas... ou que, entre nossos homens e mulheres, patrícios e patrícias, bem casados ou bem casadas, não haverá, sempre, aquelas ou aqueles que tenham corrompido sua alma para unir-se em matrimônio por interesses que não dizem nenhum respeito ao amor. Os defeitos, as perversões, os percalços, são de todos, não à toa temos o Yom Kippur. Por isso digo sim e me engajo: que venham à luz os nomes de nossas prostitutas. O Eterno é um, e é para todos."