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13.10.10

Número 33 marca coincidências no caso dos mineiros presos no Chile

MOISÉS ÁVILA ROLDÁN
DA FRANCE PRESSE

São 33 os mineiros que ficaram presos em uma mina no norte do Chile e 33 os dias levados pela perfuradora para terminar o túnel por onde nesta quarta-feira teve começo o resgate, entre outras coincidências numéricas que as famílias e as autoridades comentam com humor.

Outras coincidências não param de aparecer, como a data do resgate, que começou no dia 13 de outubro de 2010, ou seja, 13/10/10, números que, somados, também dão 33, um detalhe que o próprio presidente Sebastián Piñera alertou ao participar no início da operação.

"O trabalho total levou 33 dias, um dia por homem, acredito na numerologia, deve acontecer algo aqui", garantiu Mijail Proestakis, gerente da empresa Driller Supply, que participou dos trabalhos de perfuração do duto de 622 metros de extensão e 66 cm de diâmetro, que dividido por dois também dá 33.

Para acrescentar mais exemplos, o percurso em ambulância desde a mina até o hospital de Copiapó, a cidade mais próxima, também dura 33 minutos, segundo afirmou entre risadas o ministro da Saúde, Jaime Mañalich.

"O 33 aparece em tudo, tudo coincide, é um milagre", disse María Segovia, irmã do mineiro Darío Segovia, sobre esta curiosa circunstância.

Muitos familiares, de uma grande devoção católica, lembram também que a idade de Cristo ao morrer era de 33 anos.

Os 33 mineiros ficaram presos no dia 5 de agosto após um desmoronamento na mina de San José, no deserto do Atacama, 800 km ao norte de Santiago. Até esta quarta-feira, mais da metade dos mineiros já estava na superfície.

De dentro da mina, quando foram encontrados no dia 22 de agosto, os mineiros escreveram em um papel a frase "estamos bien en el refugio los 33" (estamos bem no refúgio os 33), e amarraram à sonda que os localizou. Esta frase ocupa 33 espaços ou caracteres.

As coincidências serviram inclusive para brincadeiras. Durante os trabalhos de resgate, jornalistas e familiares comentavam sobre a possibilidade de que, ao serem levados ao hospital para os exames de rotina, os médicos iniciem a consulta pedindo ao paciente: diga 33.

(Fonte: Folha OnLine)

"E você? O que estava fazendo no dia 05/08/2010?"

DIREITOS HUMANOS EM MÃOS ERRADAS

GIORA BECHER

As entidades pró-Hamas, inclusive no Brasil, continuam organizando mais flotilhas políticas de provocação para a região da Faixa de Gaza.

O Conselho de Direitos Humanos (CDH) é uma entidade controlada, lamentavelmente, por uma maioria anti-Israel, incluindo regimes que violam os direitos humanos com frequência.

Desde a sua criação, negocia com Israel de forma obsessiva e desproporcional; até hoje, deliberou 33 resoluções anti-Israel.

Porém, ainda não foi discutida uma única resolução quanto a países que violam os direitos humanos, apesar dos relatos na arena internacional. É importante ressaltar que um ponto permanente da agenda do CDH é dedicado a Israel em cada sessão única regular.

As resoluções do Conselho, no contexto israelense, são motivadas politicamente e têm como objetivo denegrir Israel e isolá-lo na arena internacional.

Neste assunto, é preciso considerar a resolução apressada e lamentável que foi ap rovada pelo CDH, em Genebra, em junho, estabelecendo uma "missão de averiguação" para investigar os eventos relacionados à flotilha de Gaza, e o relatório que foi posteriormente publicado por esta "missão", que não tem qualquer relação com a preocupação real dos direitos humanos.

De fato, a maioria dos países democráticos vinculados ao CDH, que considera os direitos humanos um valor precioso, não apoiaram a resolução de estabelecer a "missão de averiguação".

Israel rejeita o relatório publicado pelo CDH sobre a flotilha. Como país democrático, investigou e ainda investiga os eventos relacionados. Além disso, estamos cooperando com um painel convocado pelo secretário-geral das Nações Unidas em Nova York, que também investiga o assunto.

Em eventos deste tipo é apropriad o, correto e habitual permitir que os países envolvidos completem a sua própria investigação antes de tomar medidas precipitadas e sem precedentes. A equipe nomeada pelo secretário-geral da ONU também aceita esse princípio e aguarda a conclusão dos inquéritos em Israel e na Turquia antes de começar seu trabalho.

Por todas essas razões, Israel decidiu não cooperar com a "missão de averiguação" nomeada pelo CDH em Genebra. Israel informou os membros do CDH de sua decisão e sugeriu que essa missão esperasse a conclusão dos vários processos de investigação que estão atualmente em curso.

A comissão optou por ignorar a sugestão e publicou seu relatório parcial, com base no depoimento de apenas uma das partes.

Não há conflito entre Israel e os moradores de Gaza, mas, sim, com o reg ime ilegal e terrorista do Hamas, que tomou à força o controle da Autoridade Palestina na região e a transformou em base de operações terroristas contra nossos civis.

Ao longo dos últimos anos, milhares de mísseis foram disparados contra a população civil israelense e muitos atentados terroristas estão ocorrendo a partir de Gaza.

Assim, de acordo com seu inalienável direito de defender seus cidadãos, Israel foi forçado a adotar política de bloqueio marítimo quanto à Faixa de Gaza, a fim de evitar o contrabando de armas e instrumentos de apoio ao terrorismo do Hamas contra cidades israelenses.

As entidades pró-Hamas continuam organizando mais flotilhas políticas de provocação para a Faixa de Gaza.

Mesmo aqui no Brasil há tentativa de organizar um grupo para participar dessa iniciativa com finalidade de propaganda.

Israel apela aos organizadores dessas flotilhas para que suspendam imediatamente os preparativos para sua partida e esclarece que existem canais legais estabelecidos para a transferência de ajuda humanitária a Gaza.

O CDH teria alcançado melhor resultado se dedicasse sua atenção para o fato de que, durante mais de quatro anos, o soldado israelense Gilad Shalit foi capturado e detido em Gaza, sendo-lhe negada qualquer visita da Cruz Vermelha Internacional e desprovido de qualquer forma de direito humano.

GIORA BECHER, 60, é o embaixador de Israel no Brasil.

Fidel Castro: Não creio que alguém tenha sido mais caluniado que os judeus


Fidel Castro

Ele expressou em uma entrevista na qual opinou sobre temas de grande relevância na atualidade.

LA HAVANA (CJL) - "Não creio que alguém tenha sido mais caluniado que os judeus" refletiu Fidel Castro em uma entrevista concedida a um jornalista norte-americano, na qual falou, entre outras coisas, sobre Irã, Israel e Estados Unidos, sua percepção sobre os judeus e o antissemitismo.

"Castro iniciou nosso primeiro encontro contando-me que havia lido meu artigo e que este confirmava sua opinião de que Israel e Estados Unidos se dirigiam precipitada e gratuitamente a um enfrentamento com o Irã. Esta interpretação não é de se surpreeender: Castro é o avô do anti-americanismo global e tem sido um duro crítico de Israel. Sua mensagem a Binyamin Netanyahu, o primeiro-ministro israelense, disse, era simples: Israel somente terá segurança se renunciar o seu arsenal nuclear, e o resto das potências nucleares do mundo somente terão segurança se elas também renunciarem as suas armas.

Mas a mensagem de Castro a Mahmoud Ahmadinejad, o presidente do Irã, não foi tão abstrata. Ao largo desta primeira conversa de cinco horas, Castro repetidas vezes voltou a sua crítica ao antissemitismo. Criticou muito a Ahmadinejad por negar o Holocausto e explicou que para o governo iraniano seria mais útil à causa da paz se reconhecesse a história "única" do antissemitismo e tratasse de entender o porquê os israelenses temem por sua vida.

Começou seu discurso descrevendo seus primeiros encontros com o antissemitismo, mesmo sendo ainda um menino. "Recordo-me de quando era pequeno -há muito tempo-, quando tinha cinco ou seis anos, e vivia no campo", disse, "e lembro da Sexta-Feira Santa. Que clima respirava um menino? 'Silêncio, Deus foi morto'. Deus morria todos os anos entre a quinta-feira e o sábado da Semana Santa, e isso deixava uma profunda impressão em todos. O que aconteceu? E me diziam: 'Os judeus mataram Deus'. Culpavam os judeus de matarem  Deus! Você se dá conta disso?"

E prosseguiu: "Pois bem, eu não sabia o que era um judeu. Conhecia um pássaro que era chamado judeu e então, para mim, os judeus eram esses pássaros. Essas aves tinham um grande nariz. Nem sequer sei por que os chamavam assim. Isso é o que me recordo. Assim, de ignorância, e o mesmo ocorria com toda população."

Explicou que o governo iraniano devia entender as consequências do antissemitismo teológico. "Isso durou cerca de dois mil anos", disse. "Não creio que alguém tenha sido mais caluniado que os judeus. Eu diria que muito mais que os muçulmanos, porque os culpam e os difamam por tudo. Aos muçulmanos de nada os culpam." O governo iraniano deveria compreender que os judeus "foram expulsos de sua terra, perseguidos e maltratados em todo o mundo, por serem os que mataram a Deus. Ao meu ver, isso é o que aconteceu: seleção inversa. O que é seleção inversa? Ao longo de dois mil anos, foram submetidos a uma terrível perseguição, e logo, aos pogroms. Poderia haver quem supusesse que desapareceriam. Creio que sua cultura e sua religião os mantiveram unidos como nação". Castro continuou: "Os judeus tem levado uma vida muito mais difícil que a nossa. Não há nada que possa se comparar ao Holocausto." Perguntei-lhe se diria a Ahmadinejad o que estava me dizendo. "Digo isso para que você possa comunicá-lo", respondeu.

Castro então, passou a analisar o conflito entre Israel e Irã. Disse entender os temores iranianos ante a uma agressão de Israel e Estados Unidos e agregou que, pelo seu modo de ver, as sanções estado-unidenses e as ameaças israelenses não dissuadiriam a dirigência iraniana de intentar possuir armas nucleares. "O problema não vai se resolver porque os iranianos não vão retroceder ante as ameaças. Essa é mina opinião", assinalou. Logo destacou que, a diferença de Cuba, Irã é um "país profundamente religioso" e disse que os líderes religiosos estão menos dispostos a fazerem concessões."

No final da entrevista, Fidel demostrou que realmente estava semi-retirado. O dia seguinte era segunda-feira, quando se supõe que os máximos líderes estejam ocupados trabalhando sem a ajuda de suas economias, prendendo dissidentes e coisas desse estilo. Mas, a agenda de Fidel estava aberta. Perguntou-nos: ?Gostariam de ir ao aquário comigo e assistir o espetáculo com golfinhos?"

Não estava seguro de haver entendido bem. E isso ocorreu varias vezes, durante mina visita. O espetáculo com golfinhos?"

"Os golfinhos são animais muito inteligentes", disse Castro.

Disse-lhe que tínhamos uma reunião programada para a manhã seguinte, com Adela Dworin, presidente da comunidade judaica de Cuba.

"Que venha", disse Fidel.

Alguém à mesa, mencionou que o aquário estava fechado às segundas. Fidel falou: "Amanhã estará aberto".

E assim foi. Na manhã seguinte, bem cedo, depois de buscar Adela na sinagoga, nos encontramos com Fidel na escada do aquário. Ele deu um beijo em Dworin, não por acaso em  frente a câmeras (outra mensagem para Ahmadinejad, talvez).


11.10.10

Salman Rushdie escreve livro sobre anos em que viveu escondido

MIKE COLLETT-WHITE
DA REUTERS, EM LONDRES


Salman Rushdie está escrevendo um livro de memórias sobre os anos que passou escondido, depois de o então líder supremo do Irã, aiatolá Khomeini, ter emitido uma fatwa (sentença de morte) contra ele, em 1989, por Rushdie ter escrito "Os Versos Satânicos", livro considerado blasfematório em relação ao islã.

O escritor britânico acaba de lançar um livro para crianças intitulado "Luka e o Fogo da Vida", que escreveu para seu filho menor, Milan, e quase concluiu o roteiro para uma versão cinematográfica de seu aclamado romance de 1981 "Os Filhos da Meia-Noite".

A respeito do livro de memórias, o autor de 63 anos disse que há "um vazio de informações" a ser preenchido e que ele sente que é chegada a hora, finalmente, de enfrentar um período difícil de sua vida.

"Estou começando a escrever este livro de memórias", disse Rushdie à Reuters em entrevista. "Já escrevi aproximadamente cem páginas do livro, e calculo muito aproximadamente que isso é um quarto da história. Tenho como meta concluir o livro até o final do próximo ano."

"Por enquanto, sinto que estou indo bem --não estou ficando aflito e perturbado, estou simplesmente escrevendo e me sinto satisfeito por estar escrevendo."

Rushdie disse que espera concluir o livro até o final de 2011, mas que a meta vai depender de o filme "Filhos da Meia-Noite", a ser dirigido pela cineasta Deepa Mehta, nascida na Índia, ser feito em 2011 ou não.

                                     Zsolt Szigetvary/Efe
Salman Rushdie
                             O escritor Salman Rushdie

"Os Versos Satânicos" foi lançado em 1988 e foi o quarto romance de Rushdie.

A fantasia alegórica sobre a luta entre o bem e o mal foi vista por muitos muçulmanos como blasfematória, fato que levou a manifestações de protesto e a chamados pela proibição do livro.

Em 1989 foi lançada uma fatwa que obrigou o escritor a mergulhar na clandestinidade, da qual ele só pôde emergir plenamente nove anos mais tarde, a despeito de ocasionais aparições públicas entre 1989 e 1998.

"Muitas pessoas não sabem o que aconteceu sob aquele véu de segredo", disse Rushdie.

Rushdie acrescentou que, embora o contexto mais amplo da fatwa fará parte de seu livro, este será "essencialmente uma história humana".

"É sobre como foi aquilo, não apenas para mim, mas para as pessoas próximas a mim, como meus filhos, minha mãe."

O livro de memórias também lhe permitirá corrigir erros de relatos sobre essa época de sua vida.

"É verdade que o fato de haver uma espécie de vazio de informações permite que as pessoas especulem ou inventem coisas com má intenção, e isso tem sido um pouco frustrante, mas a verdade é que, até bem recentemente, eu ainda não estava preparado para escrever este livro."

(Fonte: Folha OnLine)

"Somos anti-rock and roll", diz guitarrista do Pixies

BRUNO YUTAKA SAITO
DE SÃO PAULO

A história do rock está repleta de azarados. Os "quase famosos" são uma vertente à parte. O mais famoso deles, o baterista Pete Best, saiu dos Beatles antes de a banda estourar. Hoje, o festival SWU recebe outro célebre representante dessa turma.

Ainda que reis do mundo alternativo, os norte-americanos dos Pixies serão sempre lembrados pelo grande público como "a banda que inspirou Kurt Cobain na criação de 'Smells like Teen Spirit' mas nunca ganhou muito dinheiro com isso".

A música, "o" hit dos anos 1990, impulsionou o último furacão na indústria fonográfica antes da era dos downloads ao superar nas paradas o então imbatível Michael Jackson e abrir espaço para o rock de garagem.

"Eu estava basicamente tentando copiar os Pixies", disse Cobain (1967-1994) à revista "Rolling Stone".
Enquanto o Nirvana vendia milhões de discos e se tornava uma das bandas mais populares do planeta, os Pixies lançavam discos elogiados pela crítica, mas naufragavam entre brigas internas e pelo desânimo de não "acontecerem". Encerraram as atividades em 1993.

 Iván Franco - 7.out.2010/Efe
O vocalista Black Francis se apresenta em Montevidéu, na semana passada
O vocalista Black Francis se apresenta em Montevidéu, na semana passada

"Não! Não, imagina!", responde rápida e enfaticamente o guitarrista do Pixies, Joey Santiago, 45, quando questionado se sente ciúmes do sucesso alheio.

"Como poderia sentir ciúmes? Como posso explicar.... Eu diria que nós ficamos à parte. Éramos um bando de esquisitos sem graça para a molecada", diz Santiago.

"Nós éramos muito honestos para não sermos do nosso jeito. Até hoje somos anti-rock and roll. Até nossos roadies aparentam ser mais roqueiros. Até nossos fãs são mais roqueiros!"
 
CULTO

O passar dos anos, no entanto, fez bem ao grupo. Viraram "cult", assim como Velvet Underground e Stooges, grupos que não atingiram sucesso comercial em seus dias, mas inspiraram inúmeros seguidores.

Weezer, Blur e Radiohead, além de vários outros que nunca saíram das garagens, devem algo aos Pixies. Foi a banda de Frank Black, Joey Santiago, Kim Deal e David Lovering quem tornou marca registrada a fórmula musical "parte calma/ parte pesada/ parte calma".

"Fico surpreso em ver nossa influência. Mas não foi por acaso. Trabalhamos duro para isso. Ensaiávamos o tempo todo", diz Santiago.

Em 2004, o Pixies resolveram voltar à ativa. Chegaram a tocar no Brasil, em Curitiba. Esta é a segunda vez deles no Brasil, a primeira em SP.

"Por que voltamos? Foi apenas porque teve interesse por parte do público. Foi uma correria para nos ver tocar", diz Santiago. O grupo, que não chegou a gravar disco novo, nunca escondeu que dinheiro foi uma das motivações para o retorno.

Atração do palco que terá tatuados, como Gloria e Incubus, os Pixies podem parecer ETs para o público mais jovem. Serão três tiozinhos e uma tiazinha que não se mexem muito no palco, com roupas "normais", daquelas de lojas de departamentos, a tocar músicas sobre OVNIs, alienígenas, Velho Testamento e temas surreais.

(Fonte: Folha OnLine)


"Uma das melhores bandas de todos os tempos! This Monkey's Goooooone 2 Heaven!!!!!"

6.10.10

No Zói!

A festa do Pentateuco- Simchat Torah, em Israel

Pesquisa Revela que Conversões Não Ortodoxas Têm o Apoio de Israelenses

Judeus de Israel apóiam conversões não-ortodoxas, revela enquete.


Por Marc Brodsky 
NOVA YORK (JTA) - Quase dois terços dos judeus israelenses acreditam que os convertidos ao judaísmo por rabinos não-ortodoxos devam ser considerados como judeus, revela um novo estudo feito pelo governo israelense. A pesquisa divulgada, que foi encomendado pelo Ministério para a Diplomacia Pública e Assuntos da Diáspora a fim de captar as percepções israelenses sobre a diáspora, mostrou que 63 por cento dos judeus israelenses acreditam que os convertidos por rabinos não-ortodoxos devam ser considerados como judeus, porém quase 30 por cento acreditam que não devam ser considerados como judeus. Os resultados colocam o público em geral em contradição com as autoridades religiosas de Israel, que só reconhecem parcialmente as conversões efetuadas no país quando realizadas por rabinos não-ortodoxos. As conversões por rabinos não-ortodoxos efetuadas fora de Israel são automaticamente elegíveis para a cidadania israelense, como qualquer outro judeu. Além disso, a pesquisa descobriu que 68 por cento dos judeus israelenses acreditam que judeus de casamentos mistos devem ser considerados como parte do povo judeu, contra os 21 por cento que discordam.
Yuli Edelstein que é o Ministro para Assuntos da Diáspora disse que espera que as conclusões desta pesquisa aproximem ainda mais as duas comunidades. "Talvez seguindo estes resultados também no sistema político, possamos convencer as pessoas que quem optou por passar por uma conversão na sua comunidade no exterior, efetuada sob a forma Reformista ou Conservadora e escolheu se juntar a nós aqui, que devemos optar por nos aproximarmos deles e não procurar afastá-los" ele relatou à Rádio de Israel, conforme informou o ‘Haaretz’. "Se queremos fazer a união ... então não devemos boicotar nem afastar ninguém". Os Movimentos Reformistas e os Conservadores estavam entre aqueles que lutavam contra a tentativa que o parlamento israelense neste verão aprovasse uma medida que tornaria mais rígido o controle do rabinato ortodoxo sobre as conversões.


"YEAH! AWESOME! Ou, em bom português, AÍ SIM!!!!!!!"

Bate-Bola Rápido (Daniela Kresch Entrevista Sandra Rejwan)

SANDRA REJWAN

Na entrevista desta semana da série de brasileiros que vivem em Israel, a arquiteta paulista Sandra Rejwan, de 44 anos, moradora de Jerusalém e mãe de duas filhas. Representante do partido governista Likud para a América Latina, Sandra pretende concorrer para o Knesset (o Parlamento israelense) nas próximas eleições. Ela é casada com Dror Rejwan, um empresário do setor de café. Ativista de organizações brasileiras em Israel, serviu como conselheira para assuntos de política interna de Israel para a embaixada do Brasil, entre 2004 e 2006.

1) Sandra, quando você veio morar em Israel?
Em 1986.

2) Por quê você optou em morar em Israel?
Tive uma educação sionista.

3) Do que você mais gosta, em Israel?
Da liberdade de ir e vir.

4) Do que menos você gosta?
Da diplomacia pública. É ruim. Israel não se explica  e não vê a necessidade de se explicar. Os israelenses são assim: se acham que estão certos, acham que não têm que dar explicação.

5) Qual é o lugar mais agradável do país, na sua opinião?
O porto de Yaffo (Jaffa) ao por do sol.

6) Qual é o lugar menos agradável?
Gosto de tudo... Mas o que me vem à cabeça, agora, é o mercado de Akko (Acre). Gosto de vários mercados, em Tel Aviv, em Jerusalém... Mas o de Akko me agrada menos.

7)Qual é a palavra em hebraico que você mais gosta?
“Ahava” (amor)

8)Qual é a palavra em hebraico que você menos gosta?
“Fraier” (otário)

9) Que comida israelense é a mais saborosa?
Não existe uma comida típica israelense... O guefilte-fish é o que mais se aproxima, talvez...

10) O que você diria para quem pensa em fazer aliá?
Que venha conhecer Israel sem os filtros da mídia maliciosa e tendenciosa e se apaixone naturalmente.




"Boa sorte a ela. Mas espero que o Hadash, nas próximas eleições, jogue um pouco de água na caipirinha dela. O Likud no qual ela faz parte é o PSDB israelense, o Hadash, advinham? Sim, o Hadash é de centro-esquerda como o partido governista daqui. Contudo, Mazal Tov, Sandra!"

Os Ludeus

A vida toda Yoshke quis ser alguém. ‘Quem você quer ser, Yoshke?’, perguntava sua tia, Dona Luba Lubovitch. Yoshke olhava para um ponto indeterminado e dizia: ‘Eu quero ser alguém’. ‘Alguém quem?’, provocava Tia Luba. ‘Um grande rabino’. ‘Mas que tipo de rabino?’ ‘Um rabino astronauta’. ‘E o que faz um rabino astronauta?’. Yoshke refletiu. ‘Vai tocar shofar na Lua’. ‘Pra quem?’ ‘Pros ludeus’. ‘Ludeus?’ ‘É, os judeus que vivem no mundo da Lua’. Tia Luba se afastava então, deixando Yoshke com suas considerações, satisfeita com os progressos do sobrinho. Para Tia Luba, Yoshke, a esta altura com oito anos, já era um baita alguém. Tia Luba era a única a pensar assim. O resto da família, ao contrário, via os pensamentos de Yoshke como coisa de uma mente alterada. ‘Esse tem parte com Dibuk’, dizia sua mãe. ‘Ainda bem’, desafiava Tia Luba. ‘Puxou ao avô materno, que tinha sífilis’, dizia seu pai. Yoshke fazia que não ouvia, e talvez nem ouvisse mesmo. Passava o tempo enchendo uns cadernos de frases desgovernadas, ilustradas por desenhos feitos com lápis de carvão. Chegou a desenhar os tais ‘ludeus’, os judeus da Lua. E o rabino-astronauta, no centro, com seu shofar lunar. Não sei, até aqui, o que o futuro reservaria para Yoshke. Vou pensar a respeito. E um dia volto a falar dele. Shavua Tov.

Oprah e o Kaddish

O telefone tocou no meu escritório em Nova York. Ano de 1995, e estava dizendo Kadish para meu pai, Joseph Jacobovici. Eu vivia em Toronto, mas como produtor de cinema, eu viajava bastante. Durante meus onze meses dizendo Kaddish, tive que recitar o Kadish em diversas cidades, de São Francisco a Halifax. Uma vez tive que parar em Detroit e correr para o subsolo de uma pequena sinagoga, onde 9 pessoas com seus 80 anos me receberam como um herói, sendo o décimo e completando o minyan (10 pessoas necessárias para reza). O telefone tocou em Nova York, e este foi um Kadish inesquecível, tinha acabado de filmar um documentário chamado "The Selling of Innocents", onde ganhei o prêmio Emmy, atraindo a atenção de Oprah Winfrey, um ícone, celebridade do talk-show americano, do outro lado da linha estava o produtor do programa me convidando para voar à Chicago e ser entrevistado pela Oprah no dia seguinte. Fui pego de surpresa, todos nós sabemos o que significa ser entrevistado por Oprah, grande publicidade do filme, e a promoção de minha empresa ao público e ao mercado.

"Adoraria ir" disse, "mas eu infelizmente não tenho como."

"Por que não?" disse o produtor, com uma voz surpresa. Ninguém diz estar "ocupado" para o Oprah Show.

"Eu estou com um problema", respondi.
A produtora, chamada Lisa, falou - " Por favor, qual é o problema?"

"É muito complicado" -
"Vamos ver, de repente posso lhe ajudar."

Começei a explicar para um produtor não-judeu em Chicago sobre o ritual judaico de recitar o Kadish.

Sempre que tentava explicar para as pessoas sempre era confuso, me levavam para sinagogas vazias, e já estava acostumado e entendia que não seria tão fácil explicar. Mas sendo Oprah, vamos lá, tentei mais uma vez explicar.

"Sou judeu, meu pai faleceu e em nossa religião tenho que rezar três vezes ao dia uma reza chamada Kadish, onde glorificamos o nome de D-us e elevamos a alma do falecido. E para isso preciso de um quorum de 10 pessoas, chamado Minyan. Eu não posso perder este ritual e se for a Chicago, teria que, antes do show da Oprah ir para um minyan."

"Não tem problema", disse Lisa. "Você precisa de um minyan para dizer Kadish - 10 homens - serviço matinal. Eu organizarei, não se preocupe."

"Mas não é fácil" disse, "Você terá que me encontrar uma sinagoga com minyan de manhã, não adiantaria me encontrar simplesmente uma sinagoga."

Lisa foi muito paciente. "Eu enviarei um fax com os detalhes de sua passagem para seu hotel. Uma limosine irá te esperar em Chicago. O motorista lhe passará as informações necessárias. Você fará o Kadish para seu pai."

O resto foi uma "operação militar" Chegou a passagem no dia seguinte, a limosine chegou a tempo, o motorista me levou ao hotel e disse, "estarei aqui às 6:30am, seu minyan começa as 7am. Eu te buscarei as 8am e sua entrevista começa as 8:30am."

O quarto do hotel estava ótimo, dormi como um bebê. As 6:30am eu desci no lobby e lá estava o motorista. Havia um jornal no banco do carro.

Pensei - "Não posso me acostumar com isso."

Me levou até o minyan no segundo andar de uma sinagoga e assim foi.

Ao encontrar o rabino ele me disse: Bom dia, você é a pessoa que tem que fazer o kadish, correto? Fui contactado pela produção do Oprah show e me advertiram para nada falhar neste minyan.

Assim foi, olhei para o rabino e ele para mim, rimos um pouco. Fiquei impressionado com a Lisa e com a Oprah. E tive a certeza que meu pai aonde ele estivesse, ficou impressionado com tudo isso.

Depois da reza, fui levado ao Show. Fui apresentado para a Lisa, com seus 30 anos, e ela disse diretamente:

" Então, conseguiu o minyan?"

"Sim, muito obrigado."

"Foi de acordo com suas solicitações, falou o Kadish?"

"Sim, nada poderia ter sido melhor", respondi.

Ela me olhou como aquele olhar do médico que deixa a sala de cirurgia, ou talvez, como um comandante que volta de uma batalha. E me disse:

"Nada é muito complicado quando queremos".

O show começou, eles foram muito profissionais. Tive meus 5 minutos de fama. Mas o que sim posso me lembrar deste dia foi o Kadish.

(Esta história foi publicada no livro "Living Kadish - Incredible and Inspiring Stories" by Rabbi Gedalia Zweig, publicada pela Targum Press.
Traduzido do site www.aish.com
)

Justiça da Itália permite que ex-nazista saia às ruas de Roma; judeus protestam

DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

A comunidade judaica italiana expressou revolta e indicou que deve pedir explicações ao ministro da Justiça após um tribunal conceder ao ex-nazista Erich Priebke, 97 --condenado à prisão perpétua pelo massacre de 335 civis na Itália-- o direito de sair às ruas todos os dias para atividades pessoais.

De acordo com o advogado do ex-capitão da SS, Paolo Giachini, a licença foi concedida para que Priebke possa realizar "necessidades indispensáveis para sua vida", como fazer compras e ir à missa, desde que informe a polícia antes de sair e esteja sempre sob vigilância.

Judeus italianos classificaram a decisão como uma "desgraça nacional".



Efe
Condenado à prisão perpétua domiciliar pelo massacre de 335 civis, o ex-nazista Erich Priebke sai às ruas de Roma
Condenado à prisão perpétua domiciliar pelo massacre de 335 civis, o ex-nazista Erich Priebke sai às ruas de Roma

Ricardo Pacifici, presidente da comunidade judaica de Roma, exigiu que o ministro da Justiça revogue os privilégios e rejeite qualquer tentativa de suavizar a pena do condenado.

"Mandaremos uma proposta formal ao ministro de Justiça italiano, Angelino Algano, para que nos explique se é possível que se possa conceder estas possibilidades em nosso Estado de Direito, porque temos sérias dúvidas de que seja este o caso", disse.

As notícias publicadas pela imprensa italiana ganharam o mundo e despertaram a ira até da comunidade judaica nos Estados Unidos.

"Os sobreviventes do Holocausto ficaram chocados e desacreditados ao verem as notícias de que um nazista assassino condenado tem permissão para fazer compras e outros passeios embora tenha sido sentenciado à prisão perpétua por seus crimes", disse Elan Steinberg, do Grupo Americano dos Sobreviventes ao Holocausto".
 
ENTENDA

Condenado à prisão perpétua pelo morte de 335 civis italianos no dia 24 de março de 1944 --conhecido como o massacre das Fossas Ardeatinas-- Priebke cumpre a sentença em sua casa devido aos 97 anos de idade.

Os mortos eram em sua maioria presos de guerra e ao menos 75 judeus escolhidos aleatoriamente. Todos foram fuzilados pelos nazistas em reação à morte de 33 soldados alemães na região.

O ex-capitão nazista fugiu da Itália para a Argentina, onde foi encontrado em 1984, em Bariloche. Extraditado pelo governo argentino para Roma, Priebke foi julgado e sentenciado à prisão perpétua no dia 7 de março de 1998.

(Fonte: Folha OnLine)

"E ainda dizem que Cesare Battisti é bandido. E Priebke? Amigo de quem? Que feio, hein, Italia! Ainda bem que saíram da copa na primeira fase. Priebke não deve viver muito, não só pela idade, mas, pelo que fez. Jamais esqueceremos!"

Polonês exibe na Bienal filme em que retrata luto por morte do presidente

SILAS MARTÍ
DE SÃO PAULO

No avião Tupolev que despencou há seis meses no meio de uma floresta russa estava o presidente da Polônia e uma comitiva de representantes do país. Ninguém sobreviveu, e logo a notícia chegou à capital Varsóvia.

Todo o Estado desabou de chofre. No encalço da tragédia, um luto carregado de dúvidas sobre o futuro varreu o país. Artur Zmijewski, artista polonês agora na Bienal de São Paulo, fotografou tudo.

São velas acesas na calçada, multidões empunhando bandeiras, marchas militares e desfiles fúnebres retratados no mais seco preto e branco.

"Depois da catástrofe, só restou documentar tudo, tentar entender o acidente", conta Zmijewski à Folha. "É uma tragédia humana, pessoas morreram, o presidente, sua mulher e figuras-chave do poder, mas era necessário ver isso com olhos políticos."

Isso quer dizer que, por trás da pele plástica dessa dor, Zmijewski tentou mostrar um tumulto latente, uma sombra que vaza para o primeiro plano. Tratou de revelar o rastro político daquilo que deixou acéfalo o país.



Fotografia da série 'Catastrophy', de Artur Zmijewski
Fotografia da série 'Catastrophy', de Artur Zmijewski

"Sempre segui as atividades políticas do povo em países diferentes", diz o artista. "Não preciso de nenhuma desculpa para fazer isso."

Nesse ponto, abre uma brecha para se distanciar da chamada arte política.

Não esconde que sua obra está permeada de embates com o poder, mas repudia arte que esteja a serviço de uma ideologia. "Oscar Niemeyer é o maior exemplo disso, é um escravo dos políticos, sua obra só serve aos anseios deles", critica. "Arte vira uma só uma ferramenta se um artista se deixar ser usado."

Zmijewski parece querer mais distância de seu objeto de estudo. Mas se é fato que a política e os abalos nas estruturas de poder sempre lastrearam sua obra, essa é a primeira vez que adota uma atitude mais passiva, deixando toda a ação passar diante de sua lente sem interferir.

Foi diferente quando decidiu expurgar a dor das memórias do Holocausto. Zmijewski não fotografou campos de concentração desativados, não revisitou locais de tragédia ou montes de sapatos, óculos e roupas que sobraram na soleira dos fornos.

Num vídeo, convenceu um judeu sobrevivente da chacina a tatuar de novo o número que o identificava no antigo campo de concentração. Noutro trabalho, encenou um estranho jogo de pega-pega com homens e mulheres nus correndo dentro de câmaras de gás desativadas.
 
VÍTIMA E ALGOZ

"É fácil demais ficar do lado das vítimas, mas é também uma obrigação moral pensar como os algozes para entender o que aconteceu", diz Zmijewski. "Quando refaço a tatuagem, estou me colocando no lugar do algoz."

Talvez porque a vítima sofre e o torturador fica no comando da ação, o artista preferiu assumir o lado mais autoral, de quem causa a dor.

"Esse trauma nos causa angústia e sofrimento, mas não basta ver um lugar", diz Zmijewski. "Minha ideia era mudar a situação, jogar com isso de forma mais ativa, não ser polido com a memória."

Pela falta de polidez, foi alvo de suas críticas mais duras até hoje. Disseram que aquilo não era arte, e ele concordou.

"Essa é a melhor reação, quando as pessoas percebem que não estão diante de uma obra, mas sim da realidade", resume. "É o momento em que a arte se torna parte da realidade, algo que vem das emoções mais profundas."

(Fonte: Folha OnLine)

'Marqueteiros' de Tiririca ficam surpresos com resultado da eleição

FERNANDO GALLO
DE SÃO PAULO

"Você acha que a gente sabe fazer uma campanha política, que a gente entende de marketing político? Zero. A gente não entende nada. Tentamos ajudar um cara que é muito engraçado a falar um negócio engraçado."

Os humoristas do "Café com Bobagem" Zé Américo e Ivan de Oliveira sabem de marketing político tanto quanto Tiririca da Câmara dos Deputados, mas são dois dos responsáveis pela campanha de TV que deu 1,3 milhão de votos ao candidato mais votado do Brasil.

Em 2009, o palhaço ligou para Zé Américo --de quem ficou amigo há mais de dez anos, quando a canção "Florentina" estourou em todo o país-- para contar que havia sido convidado a engrossar o time de candidatos do Partido da República (Fusão dos antigos Partido Liberal e Partido da Reedificação da Ordem Nacional, o PRONA, do finado Deputado Enéas Carneiro).

Surpreso, o amigo recomendou que ele pensasse bem para não ser "mais um".

Nove meses se passaram e Tiririca voltou a ligar. Desta vez para convidar os dois amigos --são próximos a ponto de frequentarem as respectivas casas-- a criar frases engraçadas para impactar os eleitores e angariar votos na televisão.

Com a habilidade de quem faz piadas como troca de roupa, os parceiros humoristas fizeram surgir as polêmicas piadas da campanha.

Ivan fez a rima "pra deputado, vote no abestado". Zé Américo saiu-se com "o que faz um deputado federal? Na realidade, eu não sei. Mas vote em mim que eu te conto".

Num rompante de estúdio, durante as gravações, o editor Peter Lucas de Araújo, que trabalhou com ambos no SBT e foi convidado a integrar o time, soltou o já clássico "pior que tá, não fica".

O ex-diretor de programas do SBT Marcos Ramos sugeriu as dancinhas. Mas nada disso, segundo os companheiros, teria dado certo não fosse o talento de Tiririca.

"Um humorista que nem o Tiririca tem graça própria. Você fala um negócio, mas na boca dele é muito melhor. Acho que é por isso que a campanha chamou a atenção", diz Zé Américo.

"Ele não é falso, é daquele jeito mesmo. Você pode ver na TV. Ele não tava lendo. Todos os outros candidatos estavam", corrobora Ivan.

Os humoristas foram pagos pelo PR pelo trabalho, mas não revelam quanto ganharam. Afirmam que fariam até de graça porque Tiririca é um grande amigo.

Nenhum dos dois conta quem foi o responsável pelo convite a Tiririca, embora afirmem que tudo passou pelo presidente do PR-SP, José Tadeu Candelária.

Zé Américo e Ivan ficaram impressionados com a ousadia da direção do partido em dar aval para uma campanha tão ímpar e inusitada.

"Os caras são doidos de deixar a gente fazer isso e colocar dessa forma. Porque é muito chocante. Você brincar é uma coisa, mas deixar colocar dessa forma, achei bastante ousado", diz Zé Américo, ainda espantado.

Ele e Ivan já foram criticados por amigos politizados por terem topado o trabalho. "Tem gente que tem suas convicções políticas, se revolta, fala 'não, isso é uma brincadeira de mau gosto'. Mas não vi nenhuma propaganda que diga 'se você não votar no Tiririca, nós vamos matar sua mãe e toda sua família'", justifica ele.

"É o mesmo trabalho de um mecânico. 'Você sabe arrumar um motor?' 'Sei'. Mas eu sei que um mecânico não vai arrumar um milhão de votos pra ninguém", diz.

Os dois humoristas garantem: apertaram 2222 no último domingo e ajudaram a eleger, na urna como na TV, o candidato a deputado federal mais votado do país.


(Fonte: Folha OnLine)

"Com uns marqueteiros assim, até eu me elegeria!"

5.10.10

Abaixam-se as Cortinas: Fim do Primeiro Ato

As eleições se encerraram há mais de 48 horas, e o eco continua. Agora eu posso escrever com mais calma, afinal, fui primeiro-mesário e estava com a cabeça meio "quente" após os resultados da minha seção. E da minha cidade. E do meu estado. E do resto.

Havia apostado com a Dona Marilda, 100 pratas que o candidato oposicionista em São Paulo, o Senador Aloizio Mercadante (PT-SP) não iria para o segundo turno com o ex e, agora, Governador eleito, Geraldo Alckmin (PSDB-SP). Ganhei, mas, com "lágrimas nos olhos". Fiquei torcendo até o último segundo para que tivesse segundo turno também para governador em São Paulo. Fiquei pendurado no Twitter, acompanhando, comentando e dando risada, até que Ricardo Noblat, colunista do diário carioca O Globo disse em seu Twitter: "Geraldo Alckmin é o governador eleito de São Paulo". Não quis acreditar. Ainda tava botando alguma fé nos números do Tribunal Superior Eleitoral paulista.

Em seguida, a Folha.com destacou minimamente: "Alckimin vence as eleições com 50,6% dos votos". Pra mim, era o último tiro. Tudo bem. Até agora não sei se lamento ou dou risada, no caso da corrida ao Senado. A eterna prefeita Marta Suplicy (PT-SP) e o eterno pagodeiro Netinho de Paula (PCdoB) já eram os senadores paulistas, segundo Ibope, Vox Populi, Datafolha e o resto. Até abrirem as urnas. Na verdade, quem se elegeu, e ainda em primeiro lugar, foi aquele do tapa na perna (Nuneeees!). Foi uma das maiores surpresas dessas eleições. Com mais de 11 milhões de votos, contra 8 milhões de Marta e 7 milhões de Netinho, o ex-vice-governador Aloysio Nunes Ferreira, da corja maldita tucana, tornou-se um dos senadores paulistas. Só lamento. O mais engraçado, é que o fundador da rede de escolas Yázigi, Ricardo Young (Partido Verde - São Paulo) poderia até passar Netinho de Paula no resto do estado. Young era o segundo preferido na Zona Eleitoral 253 de São Paulo.

Quem roubou a cena, falando em artes cênicas (ou circenses, como queiram), foi um certo Francisco Everardo Oliveira Silva. Conhece? Não? E o Tiririca? Votou nele? Mais de um milhão de pessoas sim. E tá num "gato-e-rato" para tirar o comediante da jogada. A Justiça Eleitoral aceitou a última denúncia contra ele, acusando-o de falsificação de uma carta alegando que não era analfabeto. Quem vai rir por último nessa? Weslian Roriz? (sem comentários...)

Por fim, queria muito que Marina Silva (Partido Verde - Acre) fosse para o segundo turno. Não deu, faltou "pouco". Ela ganhou no Distrito Federal! E foi por causa dela que o vampiro vai tentar abocanhar o pescoço da ex-guerrilheira. Um verdadeiro plebiscito, como diria a própria ex-Ministra do Meio Ambiente. Do governo Lula. Dia 31 vou torcer para o PSDB se dar mal. Não tenho para onde correr, vou votar na Dilma.

Rui Costa Pimenta merecia bem mais do que 12 mil votos! Anaí Caproni calou a boca de muita gente recebendo mais de 4 mil e 600 votos. Maravilha! O Partido da Causa Operária está crescendo, e o povo acordando!

Números dos meus candidatos: Deputado Estadual - Miranda (PT): 9.892 votos (0,05% do total; Deputado Federal - Doutor Ossias Schefler (PTN): 0 - sim, não escolhi ninguém daquela lista que mostrei na outra postagem, e, de certa forma, errei; Senadores - Marta Suplicy (PT): 8.314.027 votos (22,61% do total) - meu único voto que valeu! - Afonso Teixeira (PCO): 14.584 votos (0,04% do total); Governadora - Anaí Caproni (PCO): 4.656 votos (0,02% do total) e Presidente - Rui Costa Pimenta (PCO): 12.206 votos (0,01% do total).

As cortinas se fecharam. É o fim do primeiro ato. Dia 31 tem mais. 

Rabinos visitam mesquita incendiada e distribuem Alcorão a palestinos

O rabino e ativista pacifista Menachem Froman entrega cópias do Alcorão para palestinos em visita a mesquita
O rabino e ativista pacifista Menachem Froman entrega cópias do Alcorão para palestinos em visita a mesquita

DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

Seis rabinos de assentamentos na Cisjordânia deram um passo conciliador nesta terça-feira. Eles visitaram a mesquita na vila de Beit Fajjar, que foi incendiada ontem, e distribuíram 20 novas cópias do Alcorão aos palestinos.

O incêndio desta segunda-feira na mesquita danificou exemplares do livro sagrado do Islã e tapetes. As autoridades palestinas atribuíram o crime aos colonos judeus, que teriam incendiado o local em protesto contra as políticas de Israel em relação à Cisjordânia.


O primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, pediu calma e condenou o ataque à mesquita, pedindo à polícia que encontre os culpados. O governo americano também condenou "energicamente" o ataque nesta terça-feira.

"Essa visita é para dizer que apesar de haver pessoas opostas à paz, aquele que se opõe à paz se opõe a Deus", disse o rabino Menachem Froman, conhecido ativista da paz, junto a alguns colonos que foram a Beit Fajjar mostrar sua solidariedade aos vizinhos muçulmanos. Froman disse que foi sua terceira visita a uma mesquita na Cisjordânia danificada por incêndios supostamente causados por colonos judeus.

Durante a visita dos rabinos, moradores palestinos seguravam páginas queimadas do Alcorão.
Froman e outros judeus e palestinos liberais, que defendem a coexistência, fizeram uma manifestação em um movimentado cruzamento na Cisjordânia, mostrando cartazes em que estava escrito: "Todos queremos viver em paz". Porém, menos de 20 pessoas participaram.

"Eu gostaria de ver mais pessoas vindo a eventos como esse", disse Aharon Frasier, um jovem rabino nascido nos EUA, de um assentamento próximo, que queria expressar suas "fortes objeções" a um ataque que contradiz os valores judeus.

Forças de segurança israelenses impediram palestinos de Beit Fajjar de se juntarem à manifestação, supostamente conjunta. Em resposta, jovens palestinos começaram a jogar pedras nos soldados, que responderam com gás lacrimogêneo. Não houve feridos.
 
INCÊNDIO

A mesquita foi incendiada nesta segunda-feira na localidade de Beit Fajjar, perto de Belém, na Cisjordânia. Ninguém ficou ferido.

Um grupo de seis homens armados chegou ao local em um automóvel, por volta das 3h, e parou em frente à mesquita. Eles escreveram lemas vingativos e insultos na fachada, antes de entrar e incendiar o local.

Os seis homens, entre os quais um usava uma máscara e outro, uma quipá, permaneceram no local por 20 minutos, segundo testemunhas citadas pela agência de notícias France Presse.

Segundo a imprensa local, moradores palestinos e dos assentamentos judaicos entraram em confronto após o incêndio e tiveram que ser separados por forças do exercito israelense.

A polícia israelense já iniciou uma investigação para apurar o caso, indicou Micky Rosenfeld, porta-voz da corporação, acrescentando que vários especialistas foram mobilizados para determinar a origem do incêndio.

Rosenfeld evitou se pronunciar sobre a identidade dos autores do atentado.

Colonos judeus extremistas praticam há meses uma política sistemática de represálias, que consiste em atacar alvos palestinos cada vez que o governo israelense adota medidas consideradas por eles como contrárias à colonização.

(Fonte: Folha OnLine)

"Um mundo coexistente. É possível! O que aconteceu é um enorme passo rumo á paz. Que Assim Seja e continue. Amen!"

4.10.10

Rousseff tiene las de ganar en balotaje de Brasil

La foto combinada muestra a los candidatos a la presidencia de Brasil Dilma Rousseff (izq.), del oficialista Partido de los Trabajadores, y a José Serra, del opositor Partido de la Social Democracia Brasileña, tras votar en Porto Alegre y São Paulo, respectivamente. Oct 3, 2010. REUTERS/Edison Vara (izq.) y Nacho Doce (der.)
 
Por Brian Winter
SÃO PAULO (Reuters) - La candidata oficialista a la presidencia de Brasil, Dilma Rousseff, debe ganar la confianza de votantes preocupados por casos de corrupción en su círculo interno y sus opiniones sobre el aborto, pero aún es la clara favorita para ganar en la segunda ronda de las elecciones.

Rousseff y sus partidarios estaban visiblemente decepcionados luego de que obtuvo un 46,9 por ciento de los votos en las elecciones presidenciales del domingo, menos de la mayoría que necesitaba para evitar un balotaje el 31 de octubre contra el principal candidato opositor, José Serra, que sumó un 32,6 por ciento de adhesión popular.

La favorita para ganar las elecciones se reunía el lunes con altos asesores para determinar cómo abordar temas como su falta de carisma y experiencia ejecutiva, así como su fe y postura sobre temáticas sociales que hicieron que su apoyo bajara en las dos últimas semanas.

Ella y Serra intentan ganar el apoyo de la candidata del Partido Verde (PV), Marina Silva, quien obtuvo un 19,3 por ciento de los votos tras quedarse con los sufragios de muchos de ex partidarios de Rousseff a último minuto.

Sin embargo, Rousseff, de 62 años, aún cuenta por lejos con la mayor ventaja en la campaña: el apoyo del enormemente popular presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quien la escogió personalmente para ser su sucesora.

Se espera que la ex jefa de Gabinete de Lula continúe con las políticas económicas estables que han llevado a Brasil a convertirse en uno de los países favoritos de los inversores extranjeros y que han sacado a millones de personas de la extrema pobreza.

Sondeos de opinión realizados antes de las elecciones del domingo proyectaban que Rousseff vencería en un balotaje con Serra por hasta 20 puntos porcentuales. Lula prometió que dedicaría las próximas semanas a hacer campaña a favor de su protegida política.

"Mientras (Rousseff) pueda cimentar la conexión en la mente de los votantes entre ella y Lula, le irá bien", dijo Taylor Boas, un experto en Latinoamérica en la Universidad de Boston.

Los mercados brasileños estaban calmos el lunes. No se esperaban grandes oscilaciones, dado que se espera que tanto Serra como Rousseff continúen con la mezcla de políticas de mercado y programas de bienestar social vistas durante el Gobierno de Lula.

Sin embargo, inversores que apostaban por una rápida victoria de Rousseff prevén un polémico fin de la campaña y dijeron que era posible algo de volatilidad.

"Repentinamente, la carrera (presidencial) está de vuelta", dijo Neil Shearing, economista de mercados emergentes en Capital Economics, en Londres.

Los inversores dijeron que la extensión de la campaña podría resultar en una mayor apreciación de la ya valorizada moneda local, el real, lo que sería un problema para exportadores y para el Gobierno.

Un continuo gasto público de Brasil, que ya ha aumentado durante la campaña, podría hacer que el país corra un riesgo aún mayor de no cumplir con sus metas presupuestarias.

VOTANTES RELIGIOSOS

La mayor sorpresa de las elecciones fue el cambio de opinión de último minuto de votantes religiosos que se oponen al aborto, especialmente cristianos evangélicos que crecen en número e influencia y ahora conforman alrededor de un 20 por ciento de la población de un país mayoritariamente católico.

Videos de internet que muestran comentarios pasados de Rousseff sobre el aborto fueron algunos de los más vistos en las últimas semanas, con más de dos millones de reproducciones en el popular sitio de videos YouTube.

En los videos, Rousseff, una ex líder guerrillera en la década de 1960 quien se convirtió con el paso del tiempo en una pragmática funcionaria pública de carrera, aparece a favor de la despenalización del aborto, que es ilegal en la mayoría de los casos en Brasil.

Muchos votantes descontentos con la candidata oficialista optaron por Marina Silva, la abanderada del Partido Verde (PV), que es evangélica.

"La controversia por el aborto fue decisiva", publicó el periódico local O Estado de S. Paulo en primera página, en su edición del lunes.

El diario citó a Gilberto Carvalho, un alto asesor de Lula, diciendo que Rousseff "debería haberse reunido antes" con líderes de la Iglesia para reafirmar su apoyo a leyes existentes, como lo hizo la semana pasada.

"Subestimamos los rumores", sostuvo.

Rousseff, una sobreviviente de cáncer que se ha divorciado dos veces, también tendrá que responder por un reciente escándalo de corrupción que involucró a una ex asesora, que renunció a su cargo como jefa de Gabinete de Lula tras ser acusada de tráfico de influencias.

Lula desestimó las posibilidades de que Rousseff pierda en el balotaje y recordó el domingo que él también pasó a segunda vuelta en el 2002 y en el 2006 y que surgió con un enérgico mandato en ambas ocasiones.

El mandatario ha dicho que su protegida es la mejor candidata para continuar con el reciente crecimiento económico de Brasil, que se espera que supere el 7 por ciento este año y que persiga proyectos de infraestructura necesarios en el marco de los preparativos para el Mundial de fútbol 2014 y los Juegos Olímpicos 2016.

Serra, mientras tanto, tiene problemas propios. La baja de Rousseff benefició a Marina Silva más que a Serra y su apoyo electoral ha permanecido en torno al 30 por ciento durante semanas.

Serra, de 68 años, y su Partido de la Social Democracia Brasileña (PSDB), que gobernó Brasil durante un difícil período de privatizaciones y dificultades en el mercado entre 1995 y el 2003, cuando Lula asumió la presidencia, tendrán que deshacerse de su reputación de elitistas si quiere ganar una mayoría de los votos.

El electorado brasileño está cada vez más dominado por una emergente clase media, que ha aumentado en más de 30 millones de personas desde que Lula llegó al poder y que ahora abarca a casi la mitad de la población del país.

Ese bloque, conocido en Brasil como "Clase C", con ingresos familiares de entre 665 y 2.820 dólares mensuales, mostró poco entusiasmo por Serra hasta ahora, pero los sondeos muestran que su apoyo a Rousseff disminuyó en la primera ronda.

(Reporte adicional de Sujata Rao-Coverly en Londres. Editado en español por Juana Casas y Lucila Sigal)


"Como Marina Silva, a 'Presidente moral dos brasileiros', isso nunca deixou de ser um plebiscito. Com o segundo turno, então! Também não deixa de ser cartas marcadas, como diria, o meu presidente, Rui Costa Pimenta, que aliás, deveria ter mais de 12 mil votos!"

El payaso Tiririca, el diputado más votado en Brasil

Imagen distribuida por la oficina de prensa del famoso payaso brasileño Francisco Everardo Oliveira Silva, más conocido como 'Tiririca', el martes 28 de septiembre. 'Tiririca' fue elegido diputado en las elecciones del domingo en su país. Foto: AFP

SÃO PAULO (AFP) - El polémico humorista Francisco Oliveira, más conocido como el payaso 'Tiririca', fue elegido el domingo con casi 1,2 millones de sufragios, que lo convierten en el diputado federal más votado de Brasil, según cifras oficiales.
Según los últimos datos del Tribunal Superior Electoral (TSE), con un 87,68% de las urnas escrutadas en el estado de Sao Paulo, 'Tiririca' lograba un 6,27% del total del electorado del distrito más rico del país, al conseguir 1,172 millones de votos.

Su inmediato seguidor en el mayor y más rico estado de Brasil, el candidato Gabriel Chalita (Partido Socialista, PSB), obtenía hasta ese momento 504.715 votos (2,70% del total).

Con su irreverente lema "Vote a Tiririca, peor de lo que está no va a estar", Oliveira no sólo resultó el más votado entre los 70 aspirantes del estado, sino también el más votado del país. A nivel nacional, el inmediato escolta de 'Tiririca' es el ex gobernador de Río de Janeiro Anthony Garotinho, que recibía más de 607.000 sufragios con un 91,1% de las urnas escrutadas en su estado.

'Tiririca', de 45 años, votó el domingo en São Paulo, sin usar las tradicionales peluca y atuendo de payaso que le hicieron popular en la televisión local.

Oliveira estuvo protejido por asesores y guardaespaldas para evitar el contacto directo con la prensa, que estuvo últimamente siguiendo su 'fenómeno' y cuestionándolo sobre acciones judiciales por omisión de bienes patrimoniales al contralor electoral y denuncias de supuesto analfabetismo que, de haberse comprobado, podrían haberle dejado fuera de la pugna electoral.

La justicia electoral del estado rechazó días atrás una reclamación de un fiscal para condicionar la candidatura de 'Tiririca', oriundo del estado de Ceará (noreste), famoso por su participación en programas de televisión.

El fiscal cuestionaba la legitimidad de la candidatura del humorista y quería que pasara una prueba de escritura y lectura.

La Constitución brasileña prohíbe las candidaturas de analfabetos a cargos legislativos y de gobierno.


"Quem elegeu um palhaço confirma o que disse, isso aqui não é um país. É um circo. Não adianta reclamar depois!"

3.10.10

Israel: Visita de Ahmedineyad a la frontera es una provocación

El Gobierno está preparándose para la visita del presidente iraní Mahmud Ahmadinejad al Líbano la próxima semana, durante la cual tiene programado visitar la frontera limítrofe con Israel.

A través de las Naciones Unidas, EE.UU. y mediadores franceses, Israel ha instado al gobierno libanés para que se le impida a Ahmadinejad visitar la frontera a raíz de lo Jerusalén califica como "provocación".

El líder iraní visitará el Líbano el próximo miércoles y jueves, y tiene planeado visitar las aldeas del sur libanés de Bint Jbeil y Maroun al-Ras, a unos pocos kilómetros de territorio israelí. El periódico con sede en Londres Al-Quds Al-Arabi ha informado que Ahmadinejad tiene intenciones de acercarse al cercado fronterizo para arrojar piedras a los soldados israelíes, ubicados del otro lado de la frontera.

Durante los días previos, el Ministerio de Relaciones Exteriores y los servicios de seguridad están realizando evaluaciones de seguridad sobre la visita de Ahmadinejad, y abocándose a la preparación militar, diplomática y de relaciones públicas.

La semana pasada, Israel envió mensajes al primer ministro libanés, Saad Hariri y al presidente Michel Suleiman, a través del Secretario General de las Naciones Unidas Ban Ki-moon, los EE.UU. y el gobiernos de Francia. La semana pasada, el jefe del Consejo Nacional de Seguridad Uzi Arad se reunió en París con su homólogo francés, Jean-David Levitte y le pidió que envíe un mensajes al gobierno libanés afirmando que Jerusalén considera Ahmadinejad visita a la frontera de Israel como una provocación que podría socavar la estabilidad regional, y que por lo tanto debe ser cancelada. Un mensaje similar fue entregado por medio de funcionarios de EE.UU.

La semana pasada el ministro de Exteriores, Avigdor Lieberman, planteó la cuestión en una reunión con Ban en la Sede de las Naciones Unidas en Nueva York. Lieberman precisó que Israel está "extremadamente preocupado" por la visita del presidente iraní.

Por su parte, el gobierno libanés aún no ha respondido afirmativamente; sin embargo los medios de comunicación de ese país señalaron recientemente que mientras que el presidente libanés Suleiman no se opone a la llegada de Ahmadinejad en sí, se está estudiando si la visita responde en conformidad con el protocolo diplomático, de no socavar la seguridad del Líbano o de influir en las relaciones del país con "otros países" - presumiblemente Israel.

(Fonte: Aurora Israel)

"Tá vendo? Quem procura acha! Quanto mais esse cara provoca, mais o povo iraniano pode sofrer nas mãos desse panaca. Israel quando atacar não terá dó. E com razão."

Bereshit

Durante a semana, a correria é enorme. Precisamos resolver muitos assuntos em um curto espaço de tempo. Os resultados são noites mal dormidas, cansaço, mau-humor e a palavra da moda: “stress”.

Mas tudo tem a sua recompensa. Nada mais gratificante do que atingir os nossos objetivos. Depois de muita correria, é bom comemorar os resultados com um merecido descanso. Tirar um fim de semana sem fazer nada é realmente fantástico.

Já houve quem dissesse que o segredo da boa música são as pausas. Tocar um instrumento requer dom e bastante treino. Mas, é nas pausas que se reconhece um verdadeiro músico.

O desafio do mundo moderno é atingir o maior sucesso naquilo que se faz sem, no entanto, nos esquecermos dos intervalos.

A pausa é que dá força ao ser humano para continuar a sua jornada. Só durante um descanso, a pessoa é capaz de analisar com cuidado aquilo que está fazendo. Olhar para trás, enxergar sua própria vida como se fosse um filme e traçar com segurança um roteiro para o futuro.

Existem pessoas que são ótimas naquilo que fazem. Mas logo fracassam, por não reconhecer o valor do descanso, por não saberem a importância de uma pausa.

Na primeira parashá de toda a Torá, Bereshit, é detalhada toda a criação do mundo. Dia a dia, o que Deus criou. As plantas, os animais, o homem. Depois de tanto trabalho, até mesmo Deus precisou de uma pausa. No sétimo dia surgiu o Shabat e Ele descansou.

O Shabat é muito mais do que um mandamento a ser observado, é uma benção de Deus. Depois de uma semana de muita correria, em que muita coisa foi resolvida, mesmo que não tenhamos solucionado todos os problemas, vamos deixar algo para a semana que vem e nos dar o direito de descansar.

Quando Deus criou o homem utilizou dois ingredientes. O pó da terra para fazer o corpo e o sopro do céu para fazer a alma. Que o Shabat traga paz ao nosso corpo e inspiração à nossa alma.


Um bom descanso.


Shabat Shalom.
Rabino Michel Schlesinger

30.9.10

Levante A Cortina

Como ser humano, provavelmente você já deve ter sofrido algumas vezes. Talvez tenha cicatrizes emocionais de mágoas passadas, ou ache que está faltando alguma coisa na sua vida, ou que foi tratado injustamente.

Apesar dos traumas passados, todos nós temos momentos nos quais esquecemos a dor e nos sentimos:

Esperançosos.

Felizes.

Plenos.

Antigamente, visitar o kabbalista local se tratava disso. As pessoas buscavam soluções, paz e orientação.

Depois de falar sobre seus problemas, as pessoas muitas vezes viam que os problemas desapareciam. Ou, pelo menos, diminuíam bastante. Ou seja, o vazio ia embora.

Você já pode ter sentido a mesma coisa ao conversar com seu professor ou um bom amigo. Você também pode ter sido aquele que ajudou os outros a se concentrarem na Luz – por um minuto, uma hora – quando o procuraram com problemas e você escutou.

O problema é que nenhum de nós consegue levantar a cortina da escuridão sozinho. Quando estamos sozinhos, é só isso que enxergamos. Precisamos de outro par de olhos para nos mostrar a Luz. Amanhã pode ser que seja eu que esteja ajudando alguém a retirar a cortina, mas ontem eu precisei de ajuda para levantar a minha.

Depois que vislumbramos a Luz por um momento, fica mais fácil enxergar além da escuridão. Existem oportunidades infinitas para agarrar essa esperança.

Peça para o universo lhe mandar pessoas que precisam de Luz. Ajude outra pessoa a levantar a cortina. E esteja aberto para que alguém o ajude com a sua.

Seqüência dos 72 Nomes:

Felicitaciones!



Para comemorar o nascimento de um dos maiores ídolos da história do Clube Atlético River Plate, da Argentina, foi instituído o "Dia Internacional do Torcedor do River" em todo dia 28 de setembro.

Ángel Amadeo Labruna nasceu na capital porteña no dia 28 de setembro de 1918. Estreou na equipe principal do River em 1938 e fez parte da chamada "La Máquina" que ganhou tudo na década de 1950, junto com José Manuel Moreno e Adolfo Pedernera. Jogou 515 jogos e marcou incríveis 293 gols. Chegou a ser técnico do mesmo River na década de 1970, quando foi vice-campeão da América, perdendo para o Cruzeiro, de Belo Horizonte (fazer o quê!). Faleceu na mesma Buenos Aires, faltando oito dias para completar 65 anos, em 1983.


FELICITACIONES A TODOS NOSOTROS, HINCHAS DE RIVER POR TODO EL MUNDO!!!!!!!


Walter Benjamin, a 70 años del misterio de su muerte

El filósofo alemán Walter Benjamin (foto), uno de los grandes teóricos de la modernidad, murió en la noche del 26 al 27 de septiembre de 1940 en una modesta fonda de la localidad de Port Bou, próxima a la frontera de España con Francia, exactamente 70 años atrás, dejando a su muerte un misterio aún por resolver.

El pensador, crítico literario y traductor de origen judío y nacido en Berlín, falleció esa noche por una sobredosis de morfina, en lo que según algunas voces fue un suicidio ante el acoso de los nazis o, según una teoría más reciente, un asesinato por agentes de Stalin.

Sin embargo, para el doctor español Pedro Gorgot, que certificó entonces su muerte, se trató de una "hemorragia cerebral".

El hombre, de 48 años, que soñaba con una cultura europea universal, más justa y humana, alejada de los autoritarismos y el consumismo, expiró en esa modesta pensión con mínimas posesiones.

Una maleta de piel, un reloj de oro, una pipa, un pasaporte expedido en Marsella (Francia) por el American Foreign Service, seis fotografías tamaño de carné, una radiografía, unas gafas, varias revistas, diversas cartas, unos cuantos papeles y algo de dinero: éstas eran sus pertenencias, según la documentación del juez que firmó su muerte.

Ese dinero sirvió para pagar el entierro en el nicho 563 de la zona católica del cementerio de Port Bou (en la provincia española de Girona), así como la factura del "Hotel Francia", según la documentación reunida por David Mauas en su documental "Who killed Walter Benjamin", rodado en esa localidad española.

Amigo de Bertolt Brecht y Theodoro Adorno, así como colaborador de la Escuela de Fráncfort, la figura del pensador berlinés que intentó fusionar el marxismo y el judaísmo permaneció casi oculta para el común de los mortales hasta su recuperación varias décadas más tarde.

Fue entonces cuando el artista judío Dani Karavan reactivó la figura del pensador al instalar en Port Bou su escultura "Pasajes" en homenaje a Benjamin; "unas escaleras que van a dar al mar y hablan de horizontes y viajes", en definición del autor.

Benjamin se convertía en un símbolo de los miles de alemanes, judíos o no, que en 1933 tuvieron que marchar al exilio ante la presión del nacionalsocialismo.

Este fin de semana diversos actos en Alemania y un coloquio internacional en Port Bou conmemorarán la desaparición de Benjamin.

En la localidad fronteriza intervendrán, entre otros, Jörg Zimmer, de la Universidad de Girona, y Erdmut Wizisla, del Archivo Walter Benjamin de Berlín.

El 25 de septiembre de 1940, cuando un enfermo Benjamin llega a España con un grupo de exiliados tras cruzar los Pirineos, ya había publicado sus grandes obras ("La obra de arte en la era de su reproducibilidad técnica", de 1936, y "El origen del drama barroco alemán, de 1928), si bien "Tesis sobre la Filosofía de la Historia" vio la luz póstumamente, en 1959.

Ya en 1940, en el inicio de la II Guerra Mundial y después de varios años de conflicto civil en España, Benjamin había pergeñado su tesis del "Ángel de la Historia" o "Angelus Novus".

Contempla ahí desolado las ruinas de la Historia arrasada por el huracán del progreso destructor y aniquilante, del que el hombre no puede escapar y que le arrastra hacia un futuro aterrador construido sobre las cenizas de la Humanidad.

El 26 de septiembre de 1940, con tres policías del régimen franquista en la puerta, tras serle negada la posibilidad de cruzar España y viajar en barco desde Lisboa hasta Estados Unidos, Benjamin muere solo en su habitación del "Hotel Francia".

En una nota que dejó a su compañera de viaje Henny Gurland, fotógrafa que años después se casaría con el psicólogo Erich Fromm, Benjamin escribió: "En una situación sin salida no tengo más opción que ponerle fin".

El escritor Stuart Jeffries, en un artículo publicado por el diario británico The Observer el 8 de julio de 2003, sostenía la hipótesis de que Benjamin fue asesinado por agentes soviéticos en connivencia con los nazis gracias al pacto de no agresión firmado entre la Unión Soviética y Alemania el 23 de agosto de 1939.

(Fonte: Aurora Israel)

"Stalin mandou matar mais um notável. Ser stalinista hoje é sinônimo de 'pseudo-assassino'? Sim!"

Fidel Castro: Israel tiene sin dudas derecho a existir

El primer ministro, Beniamín Netanyahu, agradeció los comentarios del líder cubano Fidel Castro (foto), quien afirmó que Israel tiene derecho a existir, durante una entrevista publicada a principios mes.
"Los comentarios de Castro demuestran su profundo conocimiento de la historia del pueblo judío y del Estado de Israel", subrayó Netanyahu.

Cuando el reportero del Atlantic, Jeffrey Goldberg le preguntó al ex presidente cubano si en su opinión Israel tiene derecho a existir como Estado judío, "Sí, sin lugar a dudas", contestó Castro.

Posteriormente, Goldberg le preguntó al líder de la Revolución Cubana si su hermano, Raúl Castro, actual presidente de Cuba, restablecería las relaciones diplomáticas con Israel; a lo que Fidel respondió: "estas cosas llevan su tiempo".

Durante la entrevista, Castro aludió explícitamente al Holocausto: "Ahora, imaginemos que yo fuera Netanyahu", dijo el líder cubano de 84 años de edad, "que estoy allí y me siento a pensar [los problemas que enfrenta Israel], recordaría que seis millones de hombres y mujeres judíos, de todas las edades fueron exterminados en los campos de concentración".

Por su parte, el presidente Shimón Peres, también se refirió a los comentarios de Castro, afirmando que el apoyo del líder cubano hacia Israel "me conmovió muchísimo".

"Debo confesarle que sus comentarios fueron, en mi opinión, inesperados y llenos de una profundidad intelectual única", escribió el presidente en un mensaje dirigido a Castro.

Peres llegó a comparar a Israel con Cuba al expresar su deseo de paz, subrayando que "Cuba es una isla, rodeada de agua. Israel es una isla política, rodeada de amenazas. Usted intentó navegar a grandes mares, para demostrar que una pequeña extensión geográfica no tiene por qué reflejar la pequeñez humana, y nosotros estamos tratando de demostrar que el pequeño tamaño político no tiene necesariamente que reflejar el tamaño de nuestros valores. Por lo tanto, queremos ver a nuestros vecinos como amigos, y si las cosas son mejores para ellos; serán mejores para nosotros".

"Sus palabras exhiben un sorprendente puente entre una dura realidad y un nuevo horizonte", añadió Peres. "Le doy las gracias desde el fondo de mi corazón. Ha demostrado que incluso los que están lejos pueden estar cerca".

En un tramo anterior de la entrevista, Castro instó el presidente iraní, Mahmud Ahmadinejad, a dejar de difamar a los judíos, y dedicó gran parte de una conversación de cinco horas a la cuestión del antisemitismo.

(Fonte: Aurora Israel)

Irán condena a 19 años de cárcel a bloguero que visitó Israel

El Poder Judicial condenó a 19 años de prisión al periodista iranio-canadiense Husein Derakhshan (foto), considerado el padre de los blogs en persa.


Derakhsan ha sido acusado de cooperar con países hostiles -en referencia a Israel-, de promover movimientos contrarios a la revolución islámica e injuriar a figuras del régimen.

No obstante, según un reporte semi-oficial, la sentencia no es definitiva, ya que Derakhsan tiene derecho a apelar.

La información no ha sido confirmada ni desmentida por fuentes oficiales.

Derakhsan fue detenido en 2008 y según asociaciones de defensa de los derechos humanos internacionales desde entonces ha permanecido confinado en prisión e incomunicado, sin acceso a su familiares o a un abogado.

Conocido por haber creado en 2001 el primer blog en farsi, su actividad crítica se desarrolló durante años en Canadá, desde donde publicó un manual para crear bitácoras en persa que permitió la explosión de esta forma de expresión en Irán y la expansión del movimiento reformista.

Figura políticamente controvertida, en 2006 realizó una visita a Israel, país al que el régimen iraní considera su enemigo más enconado y al que tiene a sus ciudadanos prohibido viajar.

Por otra parte, páginas web de la oposición informaron, asimismo, de la condena a tres años de cárcel impuesta al periodista Isa Saharkhiz, acusado de haber injuriado al líder supremo de la Revolución iraní, ayatolá Ali Jamení.

Saharkhiz, que ha sido acusado igualmente de difundir propaganda contra el régimen, tiene tres semanas de plazo para presentar apelaciones.

El periodista fue una de los colaboradores cercanos del candidato a la presidencia en 2009 y uno de los líderes del movimiento reformista, Mehdi Karrobí.

Irán está sumido en una de las peores crisis políticas y sociales de los últimos treinta años desde que en junio del pasado año el presidente, Mahmud Ahmadineyad, fuera reelegido entre denuncias de fraude por parte de la oposición reformista.

Nada más conocerse los resultados, cientos de miles de personas se echaron a las calles de todo el país para mostrar su desacuerdo con el escrutinio.

En la represión posterior, perdieron la vida cerca de una treintena de personas, según cifras oficiales -más de 70 de acuerdo con la oposición-, y miles más fueron detenidas.

Desde entonces, numerosos partidarios destacados de la oposición e incluso antiguos miembros del gobierno reformista han sido juzgados y condenados a diversas penas de cárcel.

El proceso electoral destapó las desavenencias que existen en el seno del régimen.

(Fonte: Aurora Israel)

"Essa é para aqueles que reverenciam Ahmadinejad. Quem o admira, nega o holocausto, nega a liberdade de expressão, nega os direitos humanos, apóia a violência, apóia o radicalismo. É um absurdo! FREE DERAKHSHAN NOW!!!!!"

28.9.10

Circus Brasilis

Todos nós sabemos o que ocorrerá no dia três, más conocido como domingo agora. Não, não será a final do Brasileirão (Antes fosse, assim meu Fluminense seria declarado campeão!). Pior, vai ser aquilo que chamam "show de democracia".

A Justiça Eleitoral que me desculpe (afinal, fui convocado para ser primeiro-mesário), mas, ainda vivemos em uma ditadura camuflada. E eu tenho provas acadêmicas. A verdadeira Democracia seria a prática da segurança do direito, e no Brasil nós não temos essa segurança, mesmo tendo mais de 180 mil leis em vigor. E a razão pública? O povo desse país lá tem razão? Sabem o que é razão?

Assim como meus professores, não tenho medo de esconder o que penso sobre esse país, que cada vez mais, está afundando. Ao menos se deixassem São Paulo seguir sozinho, tudo bem, seríamos bem mais felizes. Pero, no és así. Ainda temos que compartilhar nossa riqueza com o resto. O Sul e o Nordeste podem muito bem se estabelecer como países independentes, não só Sampa. Mas não, só querem se corromper em Brasília, onde tudo e nada acontece.


A cada temporada eleitoral dá mais vergonha de ser brasileiro. Termos como candidatos comediantes, dançarinos etc. que nunca ouviram sequer falar de Maquiavel, Marx, Weber, e por aí vai. Deprimente e degradante. Na corrida presidenciável, temos uma mulher que foi guerrilheira, lutou contra a ditadura militar e hoje se vendeu, temos um economista que pensa que é mágico, e que se pudesse eliminaria todos os pobres, e por fim, uma mulher que saiu de um partido de centro-esquerda para se aliar aos interesses capitalistas europeus e cujo vice (além de ser meu xará) é o segundo homem mais rico do Brasil. Engraçado, não? "Tudo farinha."


Ou São Paulo se separa ou tudo isso vai pro ralo, ou melhor, já está a caminho do ralo.


Meus candidatos: Miranda (13633 - Deputado Estadual - Partido dos Trabalhadores); "Empate técnico" entre Natália Pimenta (2929 - Partido da Causa Operária), Gustavo Petta (6510 - Partido Comunista do Brasil) e Ari Friedenbach (2332 - Partido Popular Socialista - Deputados Federais); Marta Suplicy (133 - Senadora - Partido dos Trabalhadores) e Afonso Teixeira (290 - Partido da Causa Operária - Senador); Anaí Caproni (29 - Governadora - Partido da Causa Operária) e por fim, como já deixei claro nesse blog várias vezes, Rui Costa Pimenta (29 - Presidente - Partido da Causa Operária).


Meus votos não irão adiantar em nada. Nem os seus. Vai continuar tudo como está. O povo está na rua. Não para protestar, mas passando necessidade, pra variar.


E assim estamos. Panne et circus. Ou melhor, pinga (bolsa-família) et futebol.