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19.10.10

Local free newspaper owner fatally shot at home, witness’s testimony awaited

The motive for the fatal shooting of journalist and local free newspaper owner Wanderley dos Reis during an armed intrusion in his home in Ibitinga, in São Paulo state, on the evening of 16 October is still unknown, but the testimony of Moisés Fernandes da Silva, 20, who shared his house and who was present during the intrusion, may still shed light on the case.

It was Silva who reportedly opened the door when he heard a man outside asking if he could speak with Reis. Three gunmen burst in, grabbed Silva and Reis, and shut them in a bedroom. At first they thought it was an ordinary break-in. But then, for still unclear reasons, the gunmen took Reis on his own to the kitchen.

The subject of the ensuing conversation is not known. Then a gunshot was heard. It turned out that Reis had received a shot in the leg that severed the femoral artery. The gunmen immediately fled without taking anything. Reis was rushed to hospital losing blood and died the next morning.

Aged 42 and a reporter specialising in politics and urban infrastructure, Reis was the owner of Jornal Popular News, a local free newspaper covering the Ibitinga area that appeared irregularly. It was opposed to Ibitinga’s current municipal authorities.

As theft does not seem to have been the motive for the armed intrusion, Reporters Without Borders hopes the police will investigate the possibility that it was linked to Reis’s work as a journalist. We also look forward to learning what Silva told the police, who have so far refused to disclose his testimony for security reasons, and we offer our condolences to Reis’s colleagues and family.


"Where's the Press Freedom in our country? Onde está a tal liberdade de imprensa no Brasil?"

Repórteres Sem Fronteiras divulga lista com melhores e piores países para jornalistas

DA EFE, EM PARIS 

A ONG Repórteres Sem Fronteiras (RSF) pediu nesta terça-feira a libertação do dissidente chinês prêmio Nobel da Paz, Liu Xiaobo. Também fez uma advertência a Pequim, denunciou a impunidade no México e destacou os avanços da América Central e do Brasil em relação à liberdade de imprensa.

A organização publicou hoje sua nona edição da classificação anual da liberdade de imprensa, com a análise de 200 países. No documento, afirma que "mais do que nunca observamos que desenvolvimento econômico, reforma de instituições e respeito dos direitos fundamentais não andam juntos".

Após pedir a libertação do prêmio Nobel da Paz deste ano, a RSF advertiu que a China corre "o risco de entrar em um beco sem saída" e prestou homenagem à "determinação dos defensores dos direitos humanos, jornalistas e blogueiros que no mundo defendem com coragem o direito de denunciar, e cuja sorte sempre ocupa nosso pensamento".

México, junto a Afeganistão, Paquistão e Somália, são países "abertamente em guerra, as situações de caos se tornam eternas, ancoradas em uma cultura de violência e de impunidade onde a imprensa é um dos principais alvos", segundo a RSF.
 
AMÉRICAS

O relatório destaca também que, pela primeira vez desde a criação da classificação anual, em 2002, Cuba não faz parte dos dez últimos, embora ocupe o 166º lugar.

"Esta progressão se deve principalmente à libertação de 14 jornalistas e 22 militantes durante o verão de 2010. No entanto, a situação no país não evoluiu muito, a censura e a opressão são ainda cotidianas para os dissidentes políticos e os profissionais da informação", afirma a RSF.

Na América Latina, após Cuba, o país mais atrasado é a Colômbia (no 145º lugar), seguido de México (136º), Venezuela (134º), Peru (109º), Bolívia (104º) e Equador (102º).

A República Dominicana ocupa o posto 97, seguido da Nicarágua (83º), Guatemala (77º), Brasil (58º), Argentina (55º), Paraguai (54º), El Salvador (51º), Uruguai (38º), Chile (33º) e Costa Rica (29º).

Os Estados Unidos ocupam a 20ª posição, seguidos pelo Canadá, o que os transformam nos países da América mais bem colocados.
 
BRASIL

Crescimento econômico "não significa liberdade de imprensa, apesar do desenvolvimento econômico dos Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) ser muito similar, a classificação 2010 revela que existe uma grande disparidade entre as situações da liberdade de imprensa", assinala o relatório.

Nesse contexto, indica que o Brasil desfruta de uma importante evolução, ascendendo 13 lugares em relação a 2009, enquanto a Índia caiu 17 posições e ficou no lugar 122, e a Rússia é o 140º colocado.
 
EUROPA

Quanto aos 27 países-membros da União Europeia, 13 se encontram nos 20 primeiros lugares; 14 estão abaixo da 20ª posição, entre eles Espanha (39º) e Portugal (40º), e alguns se encontram muito abaixo na classificação: Grécia (lugar 70º), Bulgária (70º), Romênia (52º) e Itália (49º).

Na União Europeia "a distância continua aumentando entre os bons e os maus", assinala o relatório, que destaca os casos da França (no lugar 44) e da Itália, por "violação da proteção das fontes informativas, concentração de comunicação, menosprezo e impaciência do poder político em relação aos jornalistas e seu trabalho".

Reconhece, além disso, como motores da liberdade de imprensa Finlândia, Islândia, Noruega, Países Baixos, Suécia e Suíça, que lideram a lista.
 
OS PIORES

Se nos anos anteriores a organização Repórteres sem Fronteiras apontavam com o dedo "o trio infernal" --Eritreia, Coreia do Norte e Turcomenistão--, este ano o grupo é maior, de dez países, "marcado pelas perseguições contra a imprensa e a ausência total de informação".

Os dez últimos países da lista "onde é melhor não ser jornalista", segundo a RSF, são Eritreia (178º), Coreia do Norte (177º), Turcomenistão (176º), Irã (175º), Mianmar (174º), Síria (173º), Sudão (172º), China (171º), Iêmen (170º) e Ruanda (160º).

Entre as maiores quedas, se destaca a das Filipinas (156º), pelo massacre de cerca de 30 jornalistas.


(Fonte: Folha OnLine)

"Talvez eu seja um desses repórteres sem fronteira. É um sonho. Ser jornalista é dar a vida pela informação, estou disposto a pagar esse preço, com a proteção de Hashem!"