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17.5.11

Quantos Judeus Celebram o Pessach com Seder?

Números divulgados pelo Escritório Central de Estatísticas de Israel revelam que somente 22% dos judeus seculares não comeram alimentos fermentados durante o período de Pessach. Sessenta e três por cento acredita que a influência da religião se tornou mais forte nos últimos anos.




Dados divulgados na semana passada pelo Escritório Central de Estatísticas mostram que a maioria dos israelenses seculares e tradicionais celebra o Seder de Pessach. Segundo uma pesquisa social, 82% dos seculares celebram o Seder, assim como 93% daqueles que se definem como "tradicionais, mas não tão religiosos" e 98% daqueles que se definem como "religiosos tradicionais". 



No entanto, comer comida kasher de Pessach não é tão popular como a celebração do Seder. Noventa por cento dos "religiosos tradicionais" são estritos e não comem chametz (alimentos fermentados) durante o período, enquanto que apenas 68% dos "tradicionais, mas não tão religiosos" e 22% dos judeus seculares fazem o mesmo.





A pesquisa também analisou a percepção que os israelenses têm sobre a natureza da sociedade. Oitenta por cento acreditam que a religião tem uma forte influência sobre a vida no Estado de Israel, e 63% consideram que a influência da religião se tornou mais forte nos últimos anos (62% dos religiosos, seculares e seculares tradicionais e 60% dos haredim).
Mais da metade da população judaica (58%) considera que as relações entre os grupos religiosos e seculares não são boas. Os seculares têm esse sentimento mais forte do que os dos tradicionais, religiosos e haredim (67% contra 56%, 43% e 41%, respectivamente).
Cerca de um quarto (27%) da população religiosa acha que a área residencial em que moram tem se tornado mais religiosa nos últimos anos. Cinqüenta e nove por cento acham que a sua área residencial não se alterou, enquanto que 6% acham que sua área se tornou menos religiosa.
Metade dos moradores de Jerusalém diz que sua vizinhança se tornou mais religiosa, em comparação com 22% dos habitantes de Tel Aviv, 23% dos de Haifa e 18% dos moradores de Rishon Lezion. Em geral, cerca de metade da população judaica (49%) procura viver em uma área com um nível de religiosidade semelhante à sua.
Cinqüenta e sete por cento dos judeus de Israel são a favor da separação da religião do Estado. 77% dos judeus seculares apóiam esta separação enquanto que o apoio é significativamente menor entre os religiosos (23%) e judeus ortodoxos (14%).
A maioria da população judaica (64%) gostaria que os restaurantes, cinemas e bares permanecessem abertos no Shabat, 62% gostariam que eventos esportivos fossem realizados no Shabat (89% dos seculares) e 53% são a favor da disponibilidade de transporte público no Shabat.

13.5.11

Imigrantes Falashmura Comemoram o Primeiro Pessach em Israel

Mais de mil imigrantes etíopes da região de Falashmura estarão comemorando o seu primeiro Pessach em Israel, muitos reunidos depois de anos separados, o que dá a essa ocasião um novo significado para o êxodo.

Os recém chegados cidadãos israelenses comemoraram o êxodo judeu em casa com suas famílias, ou ao lado de milhares de etíopes nos sedarim organizados pela Agência Judaica e pela Fraternidade Internacional de Cristãos e Judeus, realizados em 16 centros de absorção por todo o país. "Não tenho palavras para descrever a grandeza das minhas emoções" disse Macrau Tia, um homem Falashmura que se mudou para Israel há dois meses e atualmente reside em um centro de absorção de Nahariya. "Eu esperei por este momento por seis anos" Tia emocionado falou: "Apenas o pensamento de um seder na Terra Santa, me faz chorar".


Em novembro de 2009 o governo israelense se comprometeu para trazer mais de 8.000 judeus da comunidade judaica etíope em Falashmura para Israel. O governo nomeou a Agência Judaica como a responsável para trazer os imigrantes num prazo de três anos. A Agência Judaica cuidou dos imigrantes Falashmura em conjunto com a Fraternidade Internacional de Cristãos e Judeus, uma organização que investe centenas de milhões de shekels para a imigração e absorção em Israel, com ênfase em relação aos imigrantes etíopes.

Quantos Judeus Celebram o Pessach com Seder?

Números divulgados pelo Escritório Central de Estatísticas de Israel revelam que somente 22% dos judeus seculares não comeram alimentos fermentados durante o período de Pessach. Sessenta e três por cento acredita que a influência da religião se tornou mais forte nos últimos anos. 
 
Dados divulgados na semana passada pelo Escritório Central de Estatísticas mostram que a maioria dos israelenses seculares e tradicionais celebra o Seder de Pessach. Segundo uma pesquisa social, 82% dos seculares celebram o Seder, assim como 93% daqueles que se definem como "tradicionais, mas não tão religiosos" e 98% daqueles que se definem como "religiosos tradicionais".

No entanto, comer comida kasher de Pessach não é tão popular como a celebração do Seder. Noventa por cento dos "religiosos tradicionais" são estritos e não comem chametz (alimentos fermentados) durante o período, enquanto que apenas 68% dos "tradicionais, mas não tão religiosos" e 22% dos judeus seculares fazem o mesmo.


A pesquisa também analisou a percepção que os israelenses têm sobre a natureza da sociedade. Oitenta por cento acreditam que a religião tem uma forte influência sobre a vida no Estado de Israel, e 63% consideram que a influência da religião se tornou mais forte nos últimos anos (62% dos religiosos, seculares e seculares tradicionais e 60% dos haredim). 

Mais da metade da população judaica (58%) considera que as relações entre os grupos religiosos e seculares não são boas. Os seculares têm esse sentimento mais forte do que os dos tradicionais, religiosos e haredim (67% contra 56%, 43% e 41%, respectivamente). 

Cerca de um quarto (27%) da população religiosa acha que a área residencial em que moram tem se tornado mais religiosa nos últimos anos. Cinqüenta e nove por cento acham que a sua área residencial não se alterou, enquanto que 6% acham que sua área se tornou menos religiosa. 

Metade dos moradores de Jerusalém diz que sua vizinhança se tornou mais religiosa, em comparação com 22% dos habitantes de Tel Aviv, 23% dos de Haifa e 18% dos moradores de Rishon Lezion. Em geral, cerca de metade da população judaica (49%) procura viver em uma área com um nível de religiosidade semelhante à sua. 

Cinqüenta e sete por cento dos judeus de Israel são a favor da separação da religião do Estado. 77% dos judeus seculares apóiam esta separação enquanto que o apoio é significativamente menor entre os religiosos (23%) e judeus ortodoxos (14%). 

A maioria da população judaica (64%) gostaria que os restaurantes, cinemas e bares permanecessem abertos no Shabat, 62% gostariam que eventos esportivos fossem realizados no Shabat (89% dos seculares) e 53% são a favor da disponibilidade de transporte público no Shabat.

25.4.11

En Pesaj, debemos reflexionar sobre el significado del matrimonio mixto de Moisés

Numerosos e-mails de matrimonios mixtos nos solicitaron que elaboremos un texto, desde una mirada de matrimonios mixtos, que puedan agregar a las lecturas tradicionales que realizan las familias judías cuando se reúnen para festejar la fecha de Pesaj, en la cual se recuerda en detalle, y reflexiona, sobre la liberación de los judíos de Egipto, en donde eran esclavos (años 2.400-2500 en el calendario judío, años 1.200 1300 antes de Cristo). Liberación liderada por Moisés, máximo legislador y líder en la historia del pueblo judío.

La importancia de la figura de Moisés es relevante para la religión judía, la cristiana, y para el islam, ya que para todas ellas es considerado y respetado como un legendario profeta, lo cual hace que las enseñanzas que se puedan extraer de su vida sean significativas para diferentes credos y especialmente para los matrimonios mixtos interreligiosos.


La lectura de este texto en la cena de Pesaj aporta una experiencia de integración de las familias judías, de los matrimonios mixtos con los no mixtos, especialmente necesaria en estos momentos, en los cuales la gran cantidad de matrimonios mixtos no debe ser motivo para crear divisiones en la familia judía, entre hermanos con hermanos, entre padres con sus hijos, entre primos con primos, ni entre tíos con sus sobrinos.


Para millones de personas en el mundo que constituimos matrimonios mixtos y sus hijos, entre las múltiples enseñanzas que deja la vida de Moisés, hay una muy particular, que generalmente suele no ser mencionada, por motivos que deberían ser reflexionados y dar lugar a una constructiva autocrítica.



Me refiero a que Moisés constituyó un matrimonio mixto al casarse con Tzipora, quien no solo no era judía, ¡era hija de un sacerdote de otra religión! 


Su suegro, persona muy inteligente,  fue uno de los principales, o el principal (era el más instruido y el más estratega político) asesor de Moisés en su gesta libertaria. Luego de la liberación, Moisés le encomendó la delicada misión de constituir y dirigir todo el sistema de jueces del pueblo judío. En la actualidad, sobre el tema de los matrimonios mixtos, hay mucha confusión entre los judíos, no saben que pensar y qué actitud deben adoptar ante el hecho de que cada año crece rápidamente la cantidad de matrimonios mixtos. 


En el año 2009, de cada 100 judíos/as que se casaron en la diáspora 72 lo hicieron con no judíos/as. Por ese motivo, en todas las reuniones que hacen las familias judías en la festividad de Pesaj, para recordar los hechos históricos de la liberación de los judíos liderada por Moisés, no se debería ocultar el matrimonio mixto de Moisés, al contrario, es indispensable que sea tema de reflexión el importante significado del mensaje de tolerancia y apertura hacia los matrimonios mixtos que implica que Moisés, el máximo líder judío, no se caso con una judía como podía haberlo hecho. En lugar de esa conducta, constituyó un matrimonio mixto, sin que conste en los libros religiosos, que Dios haya realizado la más mínima objeción. En ese matrimonio, Moisés encontró en su esposa y en su suegro comprensión y un importante apoyo en su objetivo de liberar al pueblo judío.


También encontramos el mismo mensaje en el caso de la reina Esther. Ya que Dios quiso que fuera ella (una judía muy asimilada, hasta el punto que le había ocultado a su esposo, el rey, que era judía) quien salve al pueblo judío de la muerte, gracias a que ella constituyó un matrimonio mixto con el rey persa Ajashverosh, por eso este salvó a los judíos. Hecho histórico que todos los años los judíos festejamos en la fiesta de Purim.


También encontramos el mismo mensaje en la historia de Rut, una no judía que se casó con un judío, de su vientre de madre no judía, fueron sus descendientes: el Rey David (Rut fue su bisabuela), el Rey Salomón (famoso por su sabiduría, quien también constituyó matrimonio mixto), Jesús y de la línea de descendientes de Rut está escrito en los textos religiosos de los judíos que vendrá el Mesías, lo cual es aceptado y difundido así incluso por los rabinos ortodoxos.  Pese a las pruebas mencionadas, algunos cristianos y judíos dicen que Dios no quiere que se constituyan matrimonios 
mixtos porque los prohíbe en el texto 7:3 del Deuteronomio, el cual lo interpretan en forma errónea.
Para comprenderlo correctamente veamos el contexto histórico en el cual se presenta:
Deuteronomio 7:1 "Cuando Jehová tu Dios te haya introducido en la tierra en la cual entrarás para tomarla, y haya echado de delante de tí a muchas naciones, al heteo, al gergeseo, al amorreo, al cananeo, al ferezeo, al heveo y al jebuseo, siete naciones mayores y más poderosas que tú".
7:2 "Y Jehová tu Dios las haya entregado delante de ti, y las hayas derrotado, las destruirás del todo; no harás con ellas alianza, ni tendrás de ellas misericordia".
7:3 "Y no emparentarás con ellas; no darás tu hija a un hijo de ellos, ni una hija de ellos tomarás para tu hijo".
7:4 "Porque desviará a tu hijo de en pos de mí, y servirán a dioses ajenos; y el furor de Jehová se encenderá sobre vosotros, y te destruirá pronto".
7:5 "Mas así habéis de hacer con ellos: sus altares destruiréis, y quebraréis sus estatuas, y destruiréis sus imágenes de Asera, y quemaréis sus esculturas en el fuego".



Análisis:
Está claro que lo que se pretende es entrar en guerra y destruir a siete pueblos que vivían en la zona. Por lo tanto, es lógico esperar de esos pueblos un gran odio hacia los judíos, motivo por el cual era  conveniente, como medida política y   militar, impedir el integrar en el pueblo judío a personas que serian sus encarnizados enemigos.


Entonces se entiende que en esas especiales circunstancias históricas se prohíban las relaciones de pareja con integrantes de esos siete pueblos enemigos que habitaban la misma zona geográfica.Queda claro en ese texto, que en ningún momento, Dios dice que se prohíbe también la constitución de parejas con integrantes de otros pueblos que no sean estos siete con los cuales se estaba en guerra, tampoco dice Dios que la prohibición es para todos los tiempos. Está claro que la prohibición se refiere solo a esos siete pueblos y solo con vigencia para esos años. Otro aspecto muy importante para tener en cuenta es… ¿a quién se le está hablando? en el Cap. 7, versículo 3, en el cual la Torá dice: "… no darás tu hija a un hijo de ellos ni una hija de ellos tomarás para tu hijo".

¿A quién se le está dando esa indicación? ¿A los padres o a los hijos/as?
No cabe duda que es a los padres. Si fuese a los hijos/as la frase estaría dirigida directamente a ellos diciendo: "No te cases con una mujer u hombre no judíos", o sea que no se les está prohibiendo nada a los hijos.

¿Por qué no se les prohíbe a los hijos/as el realizar matrimonios mixtos? Porque entonces la Torá entraría en un choque frontal con el concepto del amor y la libertad de amar, eso crearía una crisis ética imposible de superar.

Este texto está diciendo que hasta en el estado extremo de guerra no prohíbe y respeta el derecho de un/a judío/a de enamorarse y hacer pareja con un/a no judío/a. Nada en su texto le impide hacerlo a quien quiera hacerlo. El texto se limita a hablarle solo a los padres de quien puede hacer una pareja con un no judío/a, a quienes les dice que en esa situación de guerra no hagan (los padres) acciones que lleven a su hijo/a a constituir una pareja con un no judío/a que integre uno de los pueblos con los que los judíos estaban en ese momento en guerra.Tampoco dice el texto que los padres deben rechazar a sus hijos/as que constituyan esas parejas mixtas y a los hijos que ellos tengan, no lo dice porque produciría dificultades antinaturales en las relaciones afectivas que deben tener los padres y hermanos con los integrantes de su familia que constituyan matrimonios mixtos. 

El valor del amor, del afecto en la familia, lo preserva este texto al no indicarle a los padres ninguna acción que pueda romper los lazos familiares, se limita en el texto 7:4 a amenazar con que Dios será el que castigará si quienes formen pareja con no judíos /as terminan adorando a otros dioses. O sea que Dios no castigaría a un judío por formar un matrimonio mixto, solo si se aleja de Dios. Si esta es la preocupación de Dios, entonces sería merecedor del mismo castigo el judío que se aleja de Dios, aunque no forme un matrimonio mixto.


Conclusión
A través de matrimonios mixtos como los de Moisés, Esther y Rut, los creyentes pueden ver que Dios da una clara señal, a judíos y no judíos, de aceptación de los matrimonios mixtos y da el mensaje que los matrimonios mixtos pueden realizar un muy importante aporte a la evolución de los pueblos, incluso aunque uno de los integrantes de la pareja no se convierta a la otra religión con un ritual religioso. Prueba de eso es que no existe en la Torá ninguna constancia "explicita" de que la esposa de Moisés y Rut, se convirtieron al judaísmo por medio de algún ritual religioso, un hecho de esa importancia, si hubiese sucedido, constaría en la Torá de una forma totalmente clara, para que no quede ninguna duda sobre la importancia de realizar un ritual religioso de conversión, no existe en la Torá la mención de algo así. La esposa de Moisés y Rut, simplemente se integraron a la vida cotidiana del pueblo judío, para acompañar a sus maridos, nada hay que haga pensar que en esas mujeres fue por estudios que las llevaron a profundas convicciones filosóficas o religiosas, como los ortodoxos exigen en la actualidad. De todas formas, con o sin una conversión ritual religiosa, ello no disminuye la importancia del significado que debería tener para los creyentes de todas las religiones, el hecho de que Dios privilegio esos vientres, de no judías, para el logro de algunos de sus objetivos trascendentales en la historia de la humanidad. Para los creyentes, este mensaje de Dios de apoyo a los matrimonios mixtos, implica que Dios quiere dejar claro que no existen: sangre, genes, ni almas superiores, que se quiera utilizar como argumento para sostener la creencia de que los nacidos de un pueblo pueden tener características superiores a los nacidos en otros pueblos.
La aceptación de los matrimonios mixtos significa oponerse en forma clara y terminante a toda teoría racista de este tipo, por eso todos los grupos racistas (antinegros, antisemitas, etc.) se oponen enérgicamente a los matrimonios mixtos.En las comunidades judías, quienes rechazan a los matrimonios mixtos y a sus hijos/as, por lo menos no deben seguir oponiéndose al debate democrático de las ideas sobre el tema de si es ético y conveniente continuar en la actualidad con ese rechazo, pese a que ello significa fortalecer el mayor peligro que amenaza la continuidad judía, ya que está llevando al alejamiento del judaísmo a la mayoría de los hijos de los matrimonios mixtos y a sus padres, generando la rápida extinción demográfica que están teniendo, en estos momentos, las comunidades judías en todos los países en el mundo en las que existen, lo cual tendrá consecuencias muy negativas para Israel.



(Fonte: Aurora Israel)

24.4.11

Israel celebra Pesaj (Pascua judía), la fiesta de la Libertad

Los judíos en Israel y en todo el mundo celebran a partir de hoy y durante una semana Pesaj (la pascua original, judía), una fiesta caracterizada por la ausencia total de productos leudantes, que conmemora la liberación de la esclavitud en el Egipto faraónico.


Desde primera hora de la mañana, en muchos barrios de Jerusalén y de otras ciudades del país proliferaron pequeñas hogueras donde los más tradicionalistas quemaron los últimos restos de un producto, el pan, que a partir de esta tarde queda proscrito, pues no podrán comerlo, en los próximos siete días.

Y es que según manda la tradición, los judíos se privarán durante la semana pascual de comer ese alimento o todo otro producto leudado a fin de recordar el episodio bíblico del Éxodo, en el que liderados por Moisés escaparon del yugo egipcio hace 3.500 años.

Teniendo que huir a toda prisa, la narración cuenta que los israelitas no pudieron esperar a que la masa del pan subiera y se horneara en condiciones.

"Y guardaréis la fiesta de los panes ázimos. Por siete días no se hallará levadura en vuestras casas; porque cualquiera que comiere leudado (con levadura), sea extranjero o natural del país, será borrado de la congregación de Israel", ordena el segundo libro de la Torá (Pentateuco), que da a la fiesta el nombre de "Pesaj".

La tradición judía entiende como "leudante" la mezcla de agua, durante más de dieciocho minutos, con alguno de los cinco cereales básicos con los que se elabora el pan: trigo, centeno, cebada, avena y escanda.

Desde hace algunos días incluso en comercios, supermercados y establecimientos de ocio ya se han precintado los lugares destinados a los productos con levadura y sólo se pueden adquirir alimentos que cumplan las leyes de alimentación judía.

La supresión en los hogares de todo vestigio de productos que respondan a este criterio comenzó hace semanas, con una limpieza a fondo de las más minúsculas miguitas, a la que sigue la venta simbólica a un persona de otra religión de los productos prohibidos.

"No puedes tener nada de pan ni levadura en la casa, así que tenemos que limpiarla realmente bien, es un buen momento para dejarla impoluta", explica Inbal Nahum, una residente en Jerusalén .Su pareja, Matán Milas, reconoce que lo que más cuesta arriba se le hace es "no poder beber cerveza estos días".

No todos se vuelve escrupulosamente obsesivos con la "desinfección" de leudantes, aunque sí buena parte de la población secular en el Estado judío come durante esta semana pan ázimo, llamado en hebreo "matzá", que se prepara sólo con harina y agua, cuya mezcla se introduce casi inmediatamente en el horno.

En esta festividad también se suelen degustar otros alimentos que simbolizan los momentos agridulces y las penurias que vivió el pueblo judío en su salida de Egipto.

El punto álgido tendrá lugar esta noche con una cena ritual conocida como "Seder", en la que se acostumbra a leer la "Hagadá" de "Pesaj", que describe la gesta que encabezó Moisés y el posterior deambular durante décadas por el desierto del Sinaí.

El 82 por ciento de la población secular judía en Israel celebra ese rito, que entre los tradicionalistas es seguido por el 98 por ciento, según la Oficina Central de Estadísticas.

Esa cena es precisamente la que celebró Jesús con sus doce discípulos en el Cenáculo del Monte Sión de Jerusalén, hecho que los cristianos conmemoran el próximo Jueves Santo.

En ella se suelen intercalar cánticos y enseñanzas para los niños, que preguntarán a sus mayores: "¿Por qué es esta noche distinta de otras?", a lo que les responderán cantando que "esta noche nos sentamos reclinados", pues "hemos dejado de ser esclavos, ahora somos libres".

También se cuentan episodios como el de las diez plagas divinas con las que Moisés supuestamente logró doblegar al Faraón tras pedirle encarecidamente "Deja ir a mi pueblo".

De acuerdo con el Antiguo Testamento, los hebreos participaron en la construcción de las ciudades-granero de Pitón y Ramsés en el Antiguo Egipto, aunque los historiadores no coinciden en la identidad del faraón bajo el que lo hicieron.

La festividad es también conocida como "Fiesta de la Primavera" o de la "Libertad", que miles de peregrinos aprovechan para realizar un viaje espiritual a Jerusalén.

(Fonte: Aurora Israel)

19.4.11

OS SEGREDOS DE PESSACH

Rabino Ilan Stiefelmann

 
Recentemente fui visitar um conhecido em sua residência. O papo foi tão agradável que o anfitrião sugeriu selar a visita com um brinde de “Lechaim” – “à vida!”- e trouxe um whisky premium, amadurecido em 12 anos. Infelizmente, mesmo sendo Kasher tive de recusá-lo, ao saber que tinha sido adquirido antes do último Pessach.

Gostaria de compartilhar com vocês a explicação deste impasse bem como de sua solução.

A explicação:
Durante Pessach somos proibidos de consumir Chamêts, ou seja, qualquer produto levedado ou fermentado (pão, massa, biscoito, cerveja, vodka, whisky...). Porém há um detalhe não tão conhecido: também somos proibidos de possuir em nossos domínios qualquer alimento que contenha Chamêts; caso isso ocorra, este produto jamais poderá ser consumido!

A solução:
Até a Idade Média, na véspera de Pessach as comunidades judaicas liquidavam com todo o Chamêts, consumido-o até o fim e doando o resto para não-judeus. Porém isso acarretava um grande prejuízo principalmente para os donos de mercados e restaurantes Kasher. Nossos sábios encontraram então uma saída: basta antes de Pessach vender todo o Chamêts a um não-judeu, sobre o qual não recaem as proibições da posse de Chamêtz em Pessach, e recomprar tudo após o encerramento da Festa.

Vale frisar que esta venda é efetiva e durante todos os dias da Festa de Pessach, o Chamêts (mesmo que se encontre físicamente na casa ou estabelecimento do vendedor) passa a ser de propriedade do comprador, e só volta ao domínio do seu dono original ao ser recomprado após o encerramento de Pessach.

Por se tratar de uma operação complexa e repleta de minúcias, hoje em dia delegamos poderes a um rabino competente para realizar a transação em nosso interesse.

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Pessach Kasher Vesameach!

DE MOSHE A MOSHE

A festa de Pessach nos leva para uma época bíblica rica em relatos milagrosos e das mais importantes para a independência política do povo de Israel. A atribulada saída do cativeiro no Egito, e as inúmeras negociações com o Faraó, fizeram de Moisés, além de guia espiritual, um embaixador dos judeus junto ao poder no Egito. Foi sua habilidade em negociar, além da providência divina, segundo os relatos da Hagadá , que possibilitaram a “passagem” de um povo escravizado para uma futura nação livre em direção à “Terra Prometida”. Este momento nos faz lembrar a comparação existente na lápide do túmulo de Moshe Ben Maimon – o Maimonides – em Tiberíades (Israel), onde se lê: “De Moshe a Moshe , nunca houve alguém como Moshe” (Mi Moshe ad Moshe Ein Kan Kemo Moshe).


Maimonides pode ser considerado como uma das estrelas de brilho mais intenso na constelação de sábios e eruditos do mundo judaico . Nascido em família de origem sefaradita, na cidade de Córdoba (Espanha) em 1135 , foi a personalidade judaica mais marcante da Idade Média. Seu pai preocupou-se em educá-lo de forma polivalente, tendo aprendido o idioma grego, árabe, além de ter-se tornado um filósofo, jurista e médico. Aos treze anos de idade, sua casa foi invadida pelos muçulmanos que impunham uma conversão ao Islamismo ou a emigração. A família decidiu mudar-se inicialmente para o norte da Espanha , tendo depois passado por Fez, no Marrocos, Acco, Jerusalém e finalmente em Fostah – perto do Cairo. A fama de Maimonides espalhou-se pelo mundo. Foi o médico pessoal do Sultão Saladino e publicou inúmeros tratados de medicina. Seus dois trabalhos mais famosos são a Mishneh Torah, que em 14 livros explora os ensinamentos mais profundos do Pentateuco ,tornando-os mais acessíveis aos estudiosos e legisladores - e o Guia dos Perplexos - escrito em árabe , que procurava eliminar a confusão entre os árabes religiosos e a filosofia da racionalidade de Aristóteles. Posteriormente, o Guia foi traduzido para o hebraico e, após sua morte, para o latim, sendo até mesmo adotado pelos estudiosos do cristianismo. Um de seus famosos ensinamentos é o que dizia ser o homem pobre mais importante do que o rico, pois é a existência do primeiro que permite a realização da “mitzvah”de caridade pelo segundo. Maimonides faleceu aos 70 anos e foi sepultado em Tiberíades, segundo sua declarada vontade.


A relação entre os dois Moshe é justificada pela grandeza de ambos: Enquanto Moshe Rabeinu recebeu a Torah e transmitiu-a ao povo judeu , Moshe ben Maimon interpretou-a , tornando-a de mais fácil compreensão e difusão. Neste Pessach , dedicamos um momento de recordação aos milagres divinos e à liberdade alcançada graças à grandeza de Moshe no Egito, e prestamos uma homenagem à Maimonides pela dedicação em iluminar a Torah, após 2400 anos de sua outorga ao povo judeu.

FELIZ PESSACH COM PAZ E LIBERDADE !

2.4.10

Pessach


O Mistério do Guefilte Fish no Seder

Conta-se no Talmud (Horaiot 10a) que Rabi Gamliel e Rabi Iehoshua estavam navegando juntos. Gamliel levou para a viagem a quantidade exata de pão conforme o tempo previsto de viagem, mas Iehoshua levou consigo pão e uma porção extra de farinha. A viagem durou mais do que o esperado, a provisão de pão de Rabi Gamliel acabou e o que manteve os dois sábios foi a farinha extra de Rabi Iehoshua. Gamliel perguntou a Iehoshua: “Como você sabia que teríamos um contratempo?” Iehoshua respondeu: “Eu verifiquei que há um astro no céu que aparece a cada setenta anos, e que se aparecesse agora, poderia nos desviar da rota.” Surpreso, Gamliel perguntou novamente: “Você é tão sábio, por que precisava subir neste navio para obter seu sustento?” Rabi Iehoshua respondeu: “Antes que fale de mim, conheça dois alunos meus que estão em terra firme, Rabi Elazar e Rabi Iochanan. Eles sabem dimensionar exatamente quantas gotas existem no mar, mas não têm o que comer e nem roupas para vestir.”

Os rabinos do Talmud viveram cerca de mil anos depois que o Povo de Israel entrou no meio do mar, por terra seca, naquele dia que separou os tempos de escravidão do início dos tempos de liberdade. Rabi Gamliel levou para sua viagem a mesma quantidade de mantimentos que levaria para qualquer viagem. Rabi Iehoshua, por sua vez, entrou no mar prevenido: conforme a historia, levou em conta a configuração do céu, tão importante para todo navegador quanto o mar, como nos diz Fernando Pessoa: “Navegar é preciso, viver não é preciso”.

Muito se discute, a respeito da saída do Egito, sobre os motivos pelos quais os israelitas foram ordenados por Deus a levar tanto ouro, tanto gado, tanto tudo para a viagem. Afinal, era muito mais do que o necessário para uns poucos meses de caminhada pelo mar de areias. Talvez eles não soubessem, mas Deus sabia que algo poderia desviá-los da travessia comum. Era preciso mais do que matsot feitas às pressas na saída do Egito se quisessem levar a maior das aventuras de Israel adiante, aquela que faria de nós o Povo de Israel.

Na continuação do relato do Talmud, Rabi Gamliel lembra-se que quando estavam para subir no navio para trabalhar, ele convidou os alunos de Rabi Iehoshua a virem com eles, mas eles não vieram. De nada adianta saber dimensionar quantas gotas de água há no mar se não houver disposição de entrar no mar.
Talvez este seja “o mistério do Guefilte Fish no Seder de Pessach”. A mesa do seder é o nosso navio. Ao nos sentarmos nela, entramos no mar, em terra seca e segura, em direção à liberdade, exatamente como fizeram nossos antepassados quando cruzaram o Mar Vermelho. O peixe não nasceu em embalagens plásticas nos supermercados. Precisamos trabalhar para comprá-lo. Mais do que isso, é preciso entrar em ação para recolhê-lo das águas. De nada adianta se dedicar obsessivamente aos detalhes do que significa cada gota do mar se não tivermos a coragem de entrar no mar para pescar. Às vezes a escravidão que precisa ser deixada para trás é a escravidão das teorias, do planejamento excessivo, das ideias brilhantes que ocupam tanto espaço no papel ou na memória do computador.

Nossos sábios nos ensinaram que devemos nos dedicar à Torá, mas também devemos aprender a nadar. Quando a Hagadá de Pessach nos diz: “Quem tem fome, venha e sente-se conosco”, ela espera que cada um de nós cruze o mar e vá em direção a quem tem fome de comida, fome de conhecimento, fome de religiosidade, fome de idishkeit, fome de viver judaicamente, e convide-os todos para se juntarem a nós, ou em nossa metáfora, que subam para dentro do navio e cruzem o mar conosco.

Navegar é preciso, arregaçar as calças e saias e entrar no mar é preciso – mesmo que a água às vezes bata no nariz − se quisermos em mais sete semanas nos encontrar no monte Sinai para receber novas instruções, se desejarmos renovar o nosso pacto com Deus quando Ele novamente nos entregar a Torá.

Chag Pessach Sameach!
Uri Lam, de Jerusalem

(Fonte: Congregação Israelita Paulista)

28.3.10

Passar Sobre'70

A festa do êxodo, dos pães ázimos, ou seja lá o que você chamar, é, realmente diferente das outras. Não só pela simples restrição alimentar (proibido farinha de trigo em 8 dias), mas, pelo seu real significado.

Nessa festa se lê e se reflete sobre um dos maiores enigmas que o homem já criou: a travessia do Mar Vermelho (Região do Oriente Médio). A Kabbalah, segundo ouvi do próprio Professor Yonatan Shani, não foi bem como está escrito. Segundo Shani, alguns israelitas se sacrificavam respirando a água do mar, enquando Moshe Rabeinu (Moisés) codificava os 72 nomes de D-us.

Foi então, através do heroísmo desses israelitas e da codificação de Moisés, foi possível a tal milagrosa travessia. E tem mais. Em Pessach, surge a história dos umbrais (mezuzot) que os judeus tem em suas portas. Teve origem no sangue de cordeiro que os israelitas passaram em suas portas para se protegerem das pragas que Moshe rogou contra os primogênitos egípcios, digo, o Faraó mandou matar os primogênitos israelitas. Adivinha quem veio primeiro?

E os pães ázimos - sem farinha? Gosto de dizer que a Matsá é o avô das bolachas Cream Cracker. E não é verdade? Quem já viu Matzá e quem não é judeu diz o mesmo, só que a Matzá é bem maior para uma bolacha água e sal, como dizemos aqui no Aricanduva. O gosto pode ser o mesmo, dependendo da fabricação da mesma.

Pouca semelhança é mera coincidência. O número 18 está sempre na mente judaica, por representar numerologicamente a palavra "Chai" (Vida). Chute quantos minutos a Matzá tem que ficar no forno (em minutos)? Por isso que que é tão magra. Está escrito que o pão ázimo é assim, porque não deu tempo de fornar um pão decente, era hora de fugir do Egito de qualquer jeito. A Kabbalah diz outra coisa: a Matzá é símbolo da não-fermentação do ego. Nessa época de Pessach temos que rever nosso espírito, e baixar - de vez - a nossa bola.
"Uma abertura cósmica que fornece energia especial que só acontece uma vez ao ano." Os dois significados são bons, e legais de se acreditar, na minha opinião. Só não gosto desse lance de "abertura cósmica". É um pouco viajante... (Na moral, Professor Marcelo Steinberg!)

Enfim, resumi a história e o significado na nossa Páscoa, a verdadeira páscoa. Espero que todos nós possamos passar sobre tudo o que há de ruim em nossas vidas. Como a Kabbalah diz, "Egito" é uma metáfora explicando em "tiro curto" as maldades da vida.

Que nesse ano de 5770 (2010) atravessemos dancando e dando risada, o nosso Mar Vermelho particular.

"Chag Pessach Sameach", mais conhecido como "Feliz Páscoa!"

Mensagem de Pessach (Jack Terpins)




No entardecer de 29 de março, começa o Pessach, festa que celebra a liberdade e marca o nascimento do povo judeu como grupo.
Mais do que um conceito físico, a liberdade se materializa no poder que o homem tem em tomar as rédeas de seu destino, escolher o caminho a seguir sem abdicar de seus princípios morais e éticos, tão presentes em nossa cultura.
Essa liberdade em escolher, em ter mais de uma opção evidencia o caráter pluralista de nossa tradição e formação. Assim é a verdadeira democracia!
Como judeus, pluralistas e democráticos, aspiramos que nossa sociedade se alicerce em tais princípios e que o Pessach possa nos inspirar a seguir essas diretrizes da união, da liberdade e da democracia.
Chag Pessach Sameach!

Jack Terpins - Presidente Congresso Judaico Latino-Americano

13.7.09

Atravessando o Mar Vermelho


Todos os dias somos escravizados,
Sem nunca perceber.

Não importa se são os egípcios ou os grandes patrões.

A liberdade vem e vai embora.

Com pragas ou sem pragas. Com ou sem doenças.

Ao invés de sangue de cordeiro, é o nosso sangue que está sendo derramado.

O Monte Sinai está longe.
A Terra Prometida não existe.

As águas se dividem.
Chegou a hora que esperávamos.