Translate 4 Your Language

Mostrando postagens com marcador Israel. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Israel. Mostrar todas as postagens

18.8.11

Heróis Esquecidos do Holocausto

Reconhecendo tardiamente heróis do Holocausto
Por Isabel Kershner

HORASHIM, Israel - Quando 20 pessoas se reuniram para uma cerimônia modesta no cemitério tranquilo deste kibutz na parte central de Israel no mês passado, a intimidade e a dignidade silenciosa do evento não correspondiam às forças históricas que estavam por trás dela.

A ocasião era o translado dos restos mortais de Samuel Merlin, um dos fundadores de um grupo pequeno, porém atrevido de sionistas militantes e ativistas que atuaram no resgate de vitimas do Holocausto, que sacudiram a América e desafiaram as autoridades judaicas na década de 1940, mas que, porém até recentemente tinham sido amplamente excluídos da história oficial do Holocausto.

Os ativistas formaram o grupo conhecido por Bergson, que os historiadores modernos creditam e atribuem um papel fundamental no resgate de centenas de milhares de judeus europeus. Mas o grupo foi rejeitado pelo establishment judaico que se sentiu desafiado, tanto nos Estados Unidos como em Israel, por suas táticas militantes e pelo sionismo de direita que colidiram com as correntes mais influentes do sionismo. A simples menção deste grupo desperta paixões antigas e um doloroso questionamento sobre o que a América fez ou deixou de fazer para salvarem os judeus europeus, e na medida em que cismas dentro das fileiras judaicas dificultaram ações mais eficazes.

Mais recentemente proeminentes historiadores começaram a reconhecer as realizações do grupo. No dia 17 de julho em Jerusalém no Yad Vashem, que é a autoridade oficial da memória do Holocausto e que havia ignorado o grupo Bergson em suas mostras e exposições, realizou um simpósio sobre o mesmo pela primeira vez.
Esther Rafaeli, de 85 anos, viúva de um dos membros do Grupo Bergson, no túmulo de Samuel Merlin.


Para os participantes do translado dos restos mortais do Sr. Merlin que ocorreu alguns dias antes, que incluiu algumas viúvas e filhos dos membros do grupo, o evento foi o início simbólico de um processo de reconciliação.

"Este é um momento de cura para os judeus americanos e para os judeus de Israel" disse em tom grave Rafael Medoff, diretor do Instituto David S. Wyman Para Estudos Sobre o Holocausto em Washington, logo após recitar o Kaddish, a oração judaica para os mortos, sobre o túmulo do Sr. Merlin. O instituto, que tem sido instrumental na promoção do legado do grupo Bergson, co-patrocinou a conferência no Yad Vashem.
 
O grupo Bergson foi formado em 1940 quando cerca de 10 jovens judeus da Palestina e da Europa vieram para os Estados Unidos para angariarem fundos e promoverem o Irgun, a milícia de direita sionista. O grupo foi organizado pelo Hillel Kook, um líder carismático do Irgun que assumiu o pseudônimo de Peter H. Bergson. O Sr. Merlin era o seu braço direito.

O grupo começou arrecadando dinheiro para a imigração judaica ilegal para o que então era o Mandato Britânico da Palestina e promovendo a idéia de um exército composto de judeus apátridas e Palestinos. Mas a missão mudou abruptamente em novembro de 1942 após o surgimento de relatos que dois milhões de judeus europeus foram aniquilados pelos nazistas. Da mesma maneira que outros relatórios desses assassinatos em massa de judeus, as notícias mal apareciam nas páginas internas dos principais jornais americanos como o The New York Times e o The Washington Post.

Os Bergsonitas ficaram horrorizados com a indiferença da administração Roosevelt e da passividade das lideranças judaicas, que apoiavam firmemente o governo americano e aceitavam amplamente o argumento de que o objetivo primário americano era militar para ganharem a guerra, não para salvarem os judeus europeus. O grupo embarcou em uma campanha provocativa para a divulgação do genocídio e assim como fazer lobby no Congresso para que apoiassem o resgate de judeus, andando nos corredores do Capitólio e batendo nas portas, exibindo um grau de ousadia (chutzpah) que causou desconforto no establishment judaico pró-Roosevelt.

O grupo publicou uma série de inflamados anúncios de página inteira no The New York Times e em outros jornais importantes destacando os assassinatos em massa, e na parte de baixo do anúncio solicitavam doações para poderem pagar o próximo. Com a ajuda de simpatizantes célebres como o diretor e roteirista Ben Hecht, o empresário Billy Rose e o compositor Kurt Weill eles encenaram uma apresentação teatral extravagante com o nome de "We Will Never Die (Nunca Morreremos)" que lotou o Madison Square Garden por duas vezes antes que o show fosse para outras cidades. Em outubro de 1943 o grupo Bergson organizou uma marcha de 400 rabinos ortodoxos para a Casa Branca, a maioria deles em trajes negros tradicionais, um espetáculo do tipo que ainda nunca tinha sido visto em Washington. Finalmente em janeiro de 1944, sob a forte pressão do secretário do Tesouro Henry Morgenthau Jr. o presidente Franklin D. Roosevelt criou por ordem executiva o Conselho de Refugiados de Guerra, que resgatou cerca de 200 mil judeus.

 

"Sem Hillel Kook e o grupo Bergson" disse David S. Wyman que é o autor do livro "Abandonment of the Jews: America and the Holocaust 1941-1945 (O Abandono dos Judeus: os Estados Unidos e o Holocausto 1941-1945, em tradução livre)", que foi o primeiro que reavaliou o papel dos Bergsonitas e "sem os quais não haveria o Conselho de Refugiados de Guerra". Contudo as lideranças judaicas americanas na época combateram os recém-chegados, dizendo que suas táticas levariam apenas ao aumento do anti-semitismo. O Rabino Stephen Wise, o principal representante da comunidade judaica escreveu para um colega em 1944 que os Bergsonitas "são um desastre para a causa sionista e para o povo judeu". Os líderes judeus norte-americanos da época aparentemente tinham receio de provocarem agitações (= causarem problemas) e de perderem as suas próprias proeminências.

"Esta era uma época em que movimentos de ações civis militantes não eram costumeiros, e certamente não por judeus" afirmou Charley Levine, um especialista em relações públicas e de comunicações internacionais baseado em Israel que tem estudado o grupo Bérgson; "Isso foi antes do Vietnã".

O grupo Bergson também foi colocado no ostracismo pelos líderes de Israel após a sua fundação em maio de 1948. Um confronto ocorreu logo em seguida em junho, quando o grupo enviou o navio chamado Altalena para Israel carregado com armas para o Irgun, violando um acordo com o novo Estado independente para que parassem com as compras de armas.

David Ben-Gurion, o primeiro primeiro-ministro israelense ordenou às suas tropas para dispararem contra o navio. Dezesseis membros do Irgun e três soldados foram mortos no confronto. O Sr. Merlin, que estava a bordo, foi baleado no pé.


Merlin e Kook passaram a servir como membros do primeiro Parlamento de Israel, mas os Bergsonitas logo tiveram uma desavença ideológica com o seu próprio líder político, Menachem Begin, o líder do Irgun que mais tarde se tornaria primeiro-ministro de Israel. Eles permaneceram em confronto com o Mapai de esquerda e com os líderes trabalhistas que dominaram o estado nos seus primeiros 30 anos.

A dissensão ocasionou que o grupo Bergson fosse apagado das primeiras histórias sobre o Holocausto. "Meu pai e o seu grupo foram contra a corrente dos que escreviam as narrativas da guerra" disse a filha do Sr. Kook, Rebecca Kook, que é agora uma cientista política da Universidade Ben Gurion do Negev, em Israel.

Mas com a perspectiva do tempo e a abertura de outros arquivos do Holocausto, incluindo os do Sr. Merlin, o grupo Bergson começou a ser reformulado na história judaica. Após anos de campanha pelo Sr. Medoff e outros, o ‘United States Holocaust Memorial Museum’ em Washington incluiu em 2008 uma pequena exposição sobre o grupo.

Um relato detalhado do Sr. Merlin sobre a campanha de resgate de judeus foi publicado postumamente no mês passado. O Sr. Merlin morreu nos Estados Unidos em 1996. No prefácio do livro Seymour D. Reich, um líder veterano das maiores organizações judaicas escreveu: "Chegou a hora de reconhecermos, de forma inequívoca, que o Rabino Wise e seus colegas estavam errados".

Em vez de atacarem o Sr. Bergson, deveriam ter ficado focados na missão de resgate, ele escreveu e acrescentando: "Essa era a sua obrigação, e eles falharam".

Diamantes são para sempre e eternos

Vários trabalhos artísticos de jóias africanas estão sendo exibidos no Museu de Diamantes de Israel, e que combinam brilhantes e ouro no valor de cerca de 3,5 milhões dólares.

Em todo o mundo e em muitas culturas, os diamantes são considerados jóias exclusivas e de prestígio. Mas o que há nos diamantes que consegue atrair tantas pessoas e conquistar o coração das mulheres?

 
 
Esta exposição especial no Museu do Diamante em Ramat Gan tenta esclarecer este antigo mistério. De acordo com Yehuda Kassif, o curador e diretor de arte do Museu do Diamante, os brilhantes tiveram origem na monarquia e aristocracia e associavam os seus proprietários com aquele grupo. "Quando você leva em consideração a sua beleza, magia e esplendor, você terá um produto de prestígio" afirma ele. 

Eli Avidar, diretor-gerente do Israel Diamond Institute Group – IDI explica que um diamante não tem um valor transitório ou temporário como uma caneta ou qualquer outra coisa: "É muito importante se você herdar um anel de diamantes que pertenceu à avó da sua avó".


Vários designs de jóias Africanas estão expostos no Museu do Diamante, combinando diamantes e ouro no valor de cerca de US$ 3,5 milhões. Uma das peças mais importantes da exposição, afirma Kassif, é uma jóia muito cara que vale cerca de US$ 1 milhão, e que possui 507 gramas de ouro e cerca de 4.000 diamantes que pesam 85 quilates.

11.8.11

Irmãos – Somos todos irmãos


É profundamente comovente ver manifestantes veteranos, que durante anos eram vozes clamando no deserto, se juntando nas barracas com os jovens, que sabiamente estão liderando este novo protesto.

Por Amos Oz

Israel nunca foi um estado igualitário. Mas no seu auge, era mais igualitário do que a maioria das nações do mundo. A pobreza não era aguda e a riqueza não era ostensiva, e a responsabilidade social para com os pobres e os necessitados era mostrada não só no plano econômico, mas também no nível emocional.

Na Israel de antes, aqueles que trabalhavam - e quase todos os homens e mulheres trabalhavam muito – podiam levar uma vida modesta, mas respeitável para si e suas famílias. Os novos imigrantes, os refugiados, os que moravam em alojamentos para imigrantes, todos recebiam educação pública, serviços de saúde e habitação. O jovem e pobre Israel era um perito no empreendedorismo social.

Mas parece que tudo foi destruído nos últimos 30 anos, quando os governos dos grandes capitais incentivaram e inflamaram as leis da selva econômica do ‘agarra o que puderes’.

O protesto que hoje ocupa as ruas e praças de Israel deixou de ser apenas um protesto sobre a angústia da habitação. O cerne deste protesto é a afronta e o ultraje em relação à indiferença do governo para com o sofrimento do povo, com medidas ambíguas contra a população ativa e a destruição da solidariedade social.
A visão que toca o coração ao ver as praças de tendas espalhadas pelas cidades de Israel, dos médicos marchando por seus pacientes, as manifestações e comícios por si só são um reviver da fraternidade mútua e do comprometimento. Afinal, a coisa principal que esses manifestantes estão dizendo, antes mesmo de "justiça social" e "abaixo o governo," é: "Nós somos irmãos".

Os recursos necessários para o estabelecimento da justiça social em Israel estão localizados em três lugares:
Em primeiro lugar, Israel tem investido bilhões nos assentamentos, que são o maior erro da história do estado, bem como a sua maior injustiça.

Em segundo lugar as enormes somas que são canalizadas para yeshivot ultra-ortodoxas, onde crescem gerações de preguiçosos ignorantes, cheios de desprezo para com o Estado, o seu povo e da realidade do século 21.

E em terceiro, e talvez o mais importante, o apoio apaixonado do governo de Netanyahu e dos seus antecessores para o enriquecimento desenfreado dos muitos magnatas e seus camaradas, à custa da classe média e dos pobres.

Não nos esqueçamos da origem das riquezas que vão para os assentamentos, às yeshivot e para os magnatas. Elas vêm do trabalho e do talento criativo de milhões de israelenses que estão carregando nas suas costas esta maravilha econômica sem par de um estado pobre em recursos naturais (não podemos contar com o gás natural, ainda), porém rica em recursos humanos.

Nem os partidos nem as organizações da oposição veteranas geraram este protesto, que nasceu da devoção e do entusiasmo de centenas e milhares de jovens que reuniram na sua esteira as melhores pessoas do país.
É profundamente comovente ver manifestantes veteranos de todas as gerações protestando, e que durante anos eram como uma voz clamando no deserto, permanecendo nas barracas dos jovens, que sabiamente estão liderando estes novos protestos.

Pessoas como eu, que protestaram por muitos anos contra a política dos governos de Israel, abraçam com amor e admiração esta nova geração, que supera as anteriores.


"Amos Oz, entre outras linhas, descreveu o orgulho de ser israelense, de um país, que nasceu do socialismo, e viu com o tempo, a direita desgraçar totalmente o país, colocando-o em o mais odiado no mundo todo. Existe sim, um socialismo sionista que foi construído por Ben-Gurion e Meir que os ultra-ortodoxos, preguiçosos, como disse Oz, querem extinguir a qualquer custa. Não vão. Israel é democracia. Israel é socialismo sempre, e nunca, nunca Israel será teocrática, se D-us quiser!"

Protestos em Israel: Menos impostos, educação gratuita e não para as privatizações

As demandas dos ativistas ao governo israelense: impostos mais baixos, educação gratuita e parar com as privatizações, também reforma do sistema de saúde além das hipotecas e alugueis; os protestos se espalham por todo o país e continua com ativistas bloqueando estradas. 


Depois de estabelecerem uma sede unificada para os protestos, representantes dos 40 acampamentos de tendas que estão espalhados por Israel, estudantes e grupos de jovens divulgaram um acordo que tinham alcançado entre eles para as diretrizes para as negociações com o governo. 


As exigências incluem a redução dos impostos indiretos, o cancelamento do projeto de lei nacional dos comitês de habitação, educação gratuita desde a idade de três meses e o aumento do orçamento do Ministério da Habitação para auxílio nas hipotecas e aluguel.


Os ativistas exigem também que sejam tomadas medidas no sistema de saúde, tais como maior número de pessoal médico, mais leitos, equipamentos médicos que sejam equivalentes ao dos padrões dos países da OECD (Organisation for Economic Co-operation and Development), o fim da privatização das instituições de seguridade social e dos centros de saúde mental e o compromisso com um cancelamento gradual do trabalho contratado no serviço público.


A União Nacional dos Estudantes Israelenses ressaltou que a lista se constitui numa agenda para as negociações e, portanto não há nenhuma menção de números e custos. No entanto durante a reunião em Tel Aviv os organizadores disseram que um documento final está sendo elaborado e que irá incluir "cláusulas e números".

Enquanto isso cerca de 150 pessoas se reuniu à noite no Cruzamento Bilu perto de Rehovot para protestarem contra os altos custos para se criar uma família em Israel e ocasionalmente bloqueando o Cruzamento. Em Hod Hasharon cerca de cem pais, mães e filhos participaram de uma "marcha dos carrinhos de bebês" e em Jerusalém dezenas de pessoas protestaram na frente do Knesset e do Supremo Tribunal.

 

Israel creó la Ciber Dirección General Nacional

 El Gobierno aprobó la creación de la Ciber Dirección General Nacional, que se ocupará de todo lo relativo al ciber-espacio y la ciber-seguridad, informaron fuentes gubernamentales.

"Nuestra intención es poner al Estado de Israel en la vanguardia del campo cibernético en el mundo. Además de la importancia en el campo de la seguridad, hay aquí una gran oportunidad económica, por lo que la Dirección General responderá directamente al primer ministro", afirmó el jefe del Gobierno, Biniamín Netanyahu, en un comunicado.

La nota explica que el nuevo organismo "encabezará el desarrollo en el campo del ciber-espacio en Israel, coordinará las distintas agencias que se ocupan de este asunto, expandirá la ciber-seguridad de las infraestructuras nacionales contra los ciber-ataques e impulsará la promoción cibernética en el sector industrial".

Con la creación de la nueva Dirección General, Israel espera "convertirse en un centro global de conocimiento y de industria cibernética, en cooperación con el mundo académico, el industrial, el de seguridad y otros organismos públicos", añade el escrito.  La decisión se toma tras registrarse "ataques recientes a infraestructuras computerizadas que han tenido un alto precio económico y diplomático", como los que han golpeado a la electricidad en Brasil o el sistema bancario en Estonia, explica la oficina de Netanyahu.

En el país, la web del Banco de Israel sufrió ataques cibernéticos en 2008 y varias páginas de Internet de instituciones públicas fueron manipuladas por "hakers" tras el abordaje del Ejército a la flotilla que pretendía transgredir el bloqueo naval a Gaza, en junio del pasado año.

Un grupo judío quiere que el judaísmo permita la poligamia

Hace más de mil años que el judaísmo prohíbe la poligamia, pero un pequeño grupo en Israel lucha ahora para que este antiguo uso practicado por los patriarcas vuelva a implantarse.


La organización "Hogar Judío Completo" trata de poner el asunto en la agenda religiosa del país con una campaña que señala los beneficios sociales de los matrimonios múltiples y asegura que no hay ninguna ley judía en vigor que los prohíba.

La poligamia, argumentan sus valedores, es la única solución para las jóvenes judías que se enfrentan a una "escasez tremenda de hombres, especialmente entre el público ultra-ortodoxo".

"Si preguntas a los casamenteros, que organizan el 90 por ciento de los matrimonios en el mundo ultra-ortodoxo, responderán que por cada 2.500 mujeres libres hay solo 600 solteros. Hay muchas mujeres condenadas a la soltería", asegura el rabino Yehezquel Sofer, residente en Tel Aviv y principal impulsor de la iniciativa.

La interdicción de la poligamia en el judaísmo, explica, fue dictada por el rabino Gershon en Mainz (Alemania) el siglo pasado, lo cual erradicó la práctica entre los judíos ashkenazíes (de Europa central y oriental), aunque no entre los sefardíes (que se instalaron en países árabes tras ser expulsados de España).
En Persia, Yemen, el Kurdistán y, de forma más limitada, en Marruecos, los judíos durante generaciones se casaron con varias mujeres, según Sofer, que considera que la prohibición de Gershon "tenía una limitación temporal y espacial: estaba restringida a la zona en la que habitaba y al quinto milenio, por lo que finalizó hace ya 760 años".

"La prohibición está anulada y nosotros tenemos que regirnos por las costumbres de nuestros antepasados", dice, mientras recuerda que los padres fundadores del pueblo judío tuvieron varias esposas (Abraham, dos, y Jacob, cuatro) "para ampliar la familia y porque la mujer tiene un papel muy importante y su defensa del hombre es lo que da estabilidad y seguridad al hogar".

"Todos los grandes rabinos de los últimos siglos, incluido el Gaón de Vilna, estaban a favor de la multiplicidad de mujeres y (el cordobés) Maimónides permitió hasta cien esposas", asegura.

Para corregir lo que considera "un error histórico", la organización "Hogar Judío Completo" impulsa una campaña con anuncios en publicaciones religiosas y distribución de folletos para convencer a los israelíes de la conveniencia de la poligamia varonil para acabar con "la situación trágica en que se encuentran muchas mujeres judías que no consiguen crear un hogar".


Su opinión difiere mucho de la postura que mantiene el Rabinato Jefe, tanto el ashkenazí como el sefardí, que se oponen frontalmente a esta interpretación de las fuentes judías.

El rabino Yacob Bezalel, asesor del rabino jefe sefardí Shlomo Amar, considera estas ideas "una perversión del judaísmo motivada únicamente por la lujuria carnal".

"Es una distorsión y una locura. Ningún rabino puede permitir algo así, es una villanía", afirma Bezalel.

El rabino Yeshua Lewin explicó que esta práctica no existe entre los ashkenazíes y recordó el mandamiento al varón de "amar a su mujer completamente y que ella se sienta completamente amada".

Sofer dice que hay decenas de casos de poligamia judía en Israel, aunque admite la dificultad de precisar cuántos, porque muchos se hacen a escondidas.

"Aquí está permitido a un judío tomar dos esposas siempre que tenga autorización de uno de los dos rabinos jefes. Nosotros hemos ayudado a más de treinta maridos a conseguir el permiso. El problema es que es un proceso largo, no muy aceptado socialmente y una fisura de la ley que la gente no conoce", algo que su organización pretende cambiar.

Entre los motivos que, según él, llevan a un varón justificadamente a buscar más de una esposa están, por ejemplo, "el que la primera no pueda darle descendencia o tenga una menstruación muy larga, lo que le impida acostarse con ella a menudo".

También, explica, puede darse el caso de hombres que viajen muchos días a la semana y cuyas mujeres "quieran permitir que estén cuidados allá donde estén", o de mujeres que no quieran tener sexo con sus maridos y "se quiten esa presión" dejándoles contraer otro matrimonio.

Aunque no hay límites claros al número de esposas, precisa Sofer, "el Shuljan Aruj (código legal del judaísmo) recomienda un límite de cuatro para que el hombre pueda cumplir el precepto de On (potencia viril), porque hay cuatro semanas al mes y para los judíos el sábado es preceptivo mantener relaciones sexuales con su mujer".

En cuanto a la posibilidad de que sean las mujeres judías las que tomen dos esposos, el rabino Sofer es determinante: "No. No. No. No. No....la ley judía no permite a la mujer casarse con varios hombres. Lo considera adulterio y, además, eso va contra la naturaleza humana."


"Ainda mais essa... Poligamia no judaísmo, é demais! Ter um monte de mulher é suave, e a mulher ter um monte de homem é adultério? É, a hipocrisia entre os Rabinos israelenses não tem fim..."

24.7.11

Israel estudia ampliar en un día el fin de semana



El primer ministro, Biniamín Netanyahu, ordenó estudiar la posibilidad de reducir la jornada laboral a cuatro días y medio y ampliar el fin de semana en un día, declarando festivo el domingo, en la actualidad laborable.


El jefe del Gobierno ha encargado a su asesor económico y presidente del Consejo nacional Económico, Eugene Kandel, estudiar la cuestión, que tendría importantes consecuencias económicas, sociales y religiosas.

El fin de semana en Israel se celebra los viernes y sábados, si bien el viernes por la mañana es laborable y las tiendas y algunas oficinas están abiertas.

Los festivos en el país comienzan al caer la noche del día anterior, como marca el judaísmo, por lo que la noche del viernes es ya jornada sabática, sagrada y de descanso.

El nuevo plan sería que el fin de semana se iniciase el viernes al mediodía y se prolongase hasta la mañana del lunes.

A cambio, se trabajaría media hora más de lunes a jueves.

El viceprimer ministro, Silván Shalom (foto), es uno de los impulsores de la medida, que considera tendría un efecto positivo para la economía, las exportaciones, la bolsa y las empresas de tecnología.

Entre otros beneficios, asegura Shalom, llevaría a imponer una semana escolar de cinco días (frente a los seis de la actualidad), lo que obligaría a aumentar la jornada de colegio (que ahora es solo por las mañanas), y reduciría las limitaciones de muchas madres para participar en el mercado laboral y alcanzar puestos de alto nivel.

La propuesta ha recibido el apoyo de la Asociación de Fabricantes de Israel, el Presidium de Cámaras de Comercio, el Sindicato de Autoridades Locales, la Asociación Hotelera, varios sindicatos de profesores y el Consejo Nacional Económico.


"Fora o Shabat, mais um dia de folga? Interessante...!"

23.7.11

Mitos e Fatos sobre a flotilha rumo a Gaza



MITO: O bloqueio naval a Gaza é ilegal.
FATO: O bloqueio é absolutamente legal do ponto de vista das convenções internacionais. Elas permitem que um país intercepte e vistorie embarcações rumo a outro país com qual esteja em guerra, a fim de certificar-se de que não transportam armas ao inimigo.

Apesar de Gaza não ser um Estado formalmente estabelecido, desde que assumiu (à força) o governo do território em 2007 o Hamas iniciou uma guerra de fato contra Israel, através de intenso bombardeio a alvos civis israelenses.

Nessa situação, as regras para um conflito armado valem plenamente. Sob a Lei internacional, o bloqueio marítimo é reconhecido como ferramenta legítima e Israel pode controlar o tráfego naval em direção a Gaza mesmo em águas internacionais.


MITO: O fim do bloqueio naval a Gaza não traria riscos à segurança de Israel.
FATO: Se os mísseis produzidos domesticamente em Gaza já conseguem levar pânico às comunidades israelenses próximas à fronteira, pode-se imaginar o que aconteceria se o Hamas tivesse acesso a armas de maior alcance e poder de destruição.

Em 3 de junho de 2002, por exemplo, a marinha israelense capturou o navio Karine A, que estava levando do Irã a Gaza 50 toneladas de armas avançadas. Em março de 2011, mais 50 toneladas de armamento pesado foram encontradas no navio Victoria, interceptado pela marinha de Israel quando se aproximava de Gaza.


MITO: É preciso furar o bloqueio naval a Gaza, pois o território está isolado do resto do mundo.
FATO: Gaza faz fronteira com dois países: Israel e Egito. E, desde maio de 2011, a fronteira entre Gaza e Egito está aberta. Cidadãos e mercadorias podem circular livremente, desde que vistoriados pelas autoridades egípcias. O que o Hamas quer (e se vale da inocência ou conivência dos ativistas a bordo da flotilha para tal) é a chegada de armamentos sem qualquer controle, para que sejam utilizados contra a população civil de Israel.


MITO: Devido ao bloqueio, a população de Gaza sofre com a falta de remédios e gêneros de primeira necessidade.
FATO: Desde que Israel iniciou o bloqueio naval a Gaza, toda carga apreendida passa por verificação. Apenas armas e materiais que possam ser utilizados para fabricação de armamentos são confiscados. Todo resto é liberado e segue em caminhões rumo a Gaza.

Diversos jornalistas têm visitado Gaza recentemente e reportado a mesma situação: as lojas e supermercados estão repletos de mercadorias, não há qualquer falta de gêneros de primeira necessidade e os habitantes vivem uma rotina normal – apesar da ferrenha ditadura implementada pelo Hamas em 2007.

15.6.11

Israel Tem Comando Cibernético

O governo de Israel criou uma equipe de oitenta pessoas liderada por um general reformado para garantir o país de ataques de hackers contra suas principais redes de comunicações, assim como para impulsionar a competitividade das indústrias locais especializadas em segurança de alta tecnologia

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu anunciou a criação dessa nova unidade que segue iniciativas semelhantes do Ocidente como precaução para evitar que nações industrializadas sejam vítimas de sabotagens paralisantes dos seus sistemas online. Apesar de que os serviços secretos de Israel estejam sob suspeita de terem lançado ataques cibernéticos contra o seu arquiinimigo Irã, Netanyahu afirmou que essa nova unidade será defensiva.



O Grupo Cibernético de Trabalho Nacional terá um orçamento de "centenas de milhões de shekels" nos próximos anos. "Eu prometo que vamos enfrentar a ameaça de futuros ataques cibernéticos" Netanyahu afirmou a jornalistas sem dar detalhes sobre essas ameaças. "Não há qualquer sombra de dúvida sobre isso." Israel é líder mundial e importante exportador de alta tecnologia, com empresas civis impulsionadas pela cooperação industrial e com a cooperação das universidades do país. O novo comando "vai assegurar a coordenação entre as necessidades da defesa nacional e do potencial de crescimento das cyber indústrias e do campo acadêmico", disse Netanyahu, mencionando um plano para incorporar estudos já no nível do ensino secundário para esses campos. "O Estado de Israel é e será um importante centro para o desenvolvimento do mundo cibernético" ele afirmou.

Turismo em Alta em Israel

Cerca de 5.000 novos apartamentos e quartos de hotel serão construídos em Israel nos próximos cinco anos como parte dos novos planos para a expansão dos novos hotéis e reforma dos já existentes, a Israel Hotel Association (IHA = Associação dos Hotéis de Israel) informou na terça-feira. De acordo com a IHA estes planos destinam-se para os 410 mil turistas adicionais por ano e possibilitarão a criação de 12.500 novos empregos, assim como produzirão lucros de NIS 28 bilhões (cerca de US$ 8 bilhões) que serão acrescentados ao produto interno bruto em uma década. Os planos têm o objetivo de reduzir a escassez de acomodações em hotéis em Israel devido ao número reduzido de construções hoteleiras no país. De acordo com pesquisas da IHA as razões para esta situação são o nível alto de risco e a rentabilidade além dos altos preços dos terrenos causados pela escassez de locais disponíveis.



"Investidores em hotéis que analisarem o desempenho do setor ficarão desapontados, e na maior parte prefeririam investir o capital em setores mais rentáveis ou na construção de hotéis no exterior" informa o presidente da IHA Ami Federman. "Estamos perto do esgotamento da oferta hoteleira existente. Em tal situação não seremos capazes de utilizar nosso potencial turístico ao máximo, e o Estado perderá receita, assim como potenciais novos postos de trabalho". As pesquisas da IAH também revelaram que uma mudança significativa no ambiente econômico e a construção de novos hotéis iriam proporcionar a solução para a falta de acomodações num espaço de tempo de oito anos ou mais. As autoridades advertem que neste período de o número existente de acomodações em hotéis impedirá um crescimento contínuo no turismo.


O Ministério do Turismo tem alertado sobre uma possível escassez de milhares de quartos de hotéis já por um bom tempo. De acordo com uma previsão "otimista" a escassez começará em 2015 quando haverá uma falta de 19.000 acomodações, pois a previsão é a chegada de cinco milhões de turistas por ano. Segundo dados divulgados pelo Escritório Central de Estatísticas apenas 1.700 novas acomodações em hotéis foram adicionadas na última década, e Israel atualmente tem um total de 47.400 acomodações em hotéis.


Os planos da IHA incluem a expansão e atualização dos hotéis já existentes em áreas populares das férias a ser realizada em duas etapas: a adição de 2.000 quartos nos primeiros três anos e 3.000 nos dois anos seguintes. "Um acréscimo nos quartos em hotéis já existentes em áreas populares irá melhorar significativamente os níveis de rentabilidade e irá fornecer uma solução rápida para a falta de acomodações" afirma Federman. "É bom para o país e para os investidores, e mesmo para o meio ambiente em relação às novas construções". Segundo o presidente da IAH, com o orçamento do Ministério do Turismo se poderia dobrar a quantidade de acomodações nos hotéis já existentes ao invés de construir hotéis novos.

Israel – 17ª Economia mais competitiva do Mundo

O Anuário da IMD sobre a competitividade mundial classifica o estado judeu em primeiro lugar em investimentos em pesquisas e desenvolvimento, com o impacto positivo do banco central.

O Estado de Israel permanece no 17 º lugar entre as 59 economias mundiais líderes em termos de competitividade, de acordo com o Anuário de Competitividade Mundial 2011 do Instituto Internacional de Gestão do Desenvolvimento (Institute for Management Development = IMD) que tem sede em Lausanne na Suíça.

 

O relatório anual classifica os países de acordo com parâmetros de diferenças econômicas e se baseia em dados recolhidos de organizações de negócios de diferentes partes do mundo. O IMD é representado em Israel pela Federação das Câmaras de Comércio de Israel.

A lista deste ano é liderada por Hong Kong, Estados Unidos, Singapura, Suécia e Suíça; Bulgária, Grécia, Ucrânia e Croácia se situaram nas últimas colocações no ranking sendo que a Venezuela ocupou o último lugar. Israel recebeu uma pontuação de 81,6.

A economia israelense ficou em primeiro lugar em relação ao impacto positivo do banco central que é o mais importante investidor do mundo em pesquisas e desenvolvimento, uma posição semelhante a de 2010, mas a economia ficou apenas em 54º lugar na participação da força de trabalho.

Na categoria de infra-estrutura tecnológica, Israel, subiu do quinto para o quarto lugar em 2010.

19.5.11

Ex-chefe do Mossad diz que ataque contra o Irã seria uma má idéia

Um ataque militar contra o Irã poderia ocasionar uma guerra regional, ataques de mísseis contra Israel, disse o ex-diretor do Mossad, Meir Dagan; O problema iraniano deveria ser resolvido pela comunidade internacional, ele comentou.

Altos oficiais israelenses costumam dizer que "todas as opções estão sobre a mesa" em relação ao programa nuclear iraniano, mas Meir Dagan que é ex-diretor do Mossad apresentou uma tese diferente nesta sexta-feira. Embora Israel não deva aceitar armas nucleares nas mãos do Irã, ele disse: "Um ataque aéreo sobre os reatores é uma idéia idiota que não trará nenhum benefício".


Dagan fez esses comentários durante um fórum de discussões na Universidade Hebraica de Jerusalém. 

"Aqueles que atacarem o Irã deveriam saber que isso poderia levar a uma guerra regional, onde mísseis seriam disparados pelo Irã e também pelo Hezbollah do Líbano" o ex-chefe do Mossad disse. "O problema iraniano deve ser apresentado como um problema internacional, e os esforços para atrasar o programa nuclear iraniano devem continuar".

Falando sobre os recentes tumultos em todo o mundo árabe, o ex-chefe do Mossad disse que "não há nenhum tsunami de mudanças no Oriente Médio". Os desenvolvimentos recentes refletem rachaduras históricas nas sociedades árabes, afirmou ele. 

Falando especificamente sobre a evolução na Síria, Dagan disse que o presidente Bashar Assad da Síria e a elite alauita irão lutar até o fim porque não têm alternativa. "É vencer ou morrer, e eles sabem isso" disse ele.
Quanto ao Egito Dagan estimou não haver nenhuma possibilidade da Irmandade Islâmica tomar o poder, e previu que a elite dominante do país continuaria a conduzir o país vizinho do sul de Israel. O que aconteceu no Egito "não foi uma revolução, mas sim uma mudança de liderança" afirmou e observando que toda a elite dominante permaneceu intacta. Por esse motivo o Egito não mudará radicalmente a sua atitude para com Israel, mas a retórica anti-semita irá persistir. Referindo-se ao caso de Gilad Shalit, Dagan afirmou que ele é a favor de uma troca de prisioneiros, mas não a qualquer preço. "Há algumas coisas que um Estado não pode pagar" disse ele.

17.5.11

População de Israel continua aumentando

No 63º aniversário de Israel a sua população é de 7.746.000 pessoas, um aumento de 2% (150.000 habitantes) em relação a 2010. Em comparação, no dia da sua independência o Estado de Israel consistia de apenas 806.000 habitantes. No domingo novos dados publicados pelo Escritório Central de Estatística, indicam que cerca de 75,3% (5,837 milhões) da população são judeus. A população árabe é de 1.587.000 pessoas (20,5%) e os restantes 4,2% são imigrantes e seus filhos, que não estão listados como judeus pelo Ministério do Interior e incluem 322 mil habitantes.


Desde o Dia da Independência do ano passado exatamente 178.000 bebês nasceram em Israel e 43.000 pessoas morreram. Cerca de 24,500 imigrantes chegaram ao país, enquanto que cerca de 12.000 escolheram deixar Israel.

Outras 7.500 pessoas se uniram à população em geral, mas os dados do Escritório Central de Estatísticas não informou de onde vieram.

Mais de 70% da população judaica são israelenses nativos, ou seja – nasceram em Israel, e mais da metade deles são, no mínimo, da segunda geração de israelenses. Em contraste, apenas 35% da população de 1948 lá nasceu. Também em 1948, havia apenas uma cidade com mais de 100.000 habitantes - Tel Aviv-Yafo.
Nos dias atuais existem 14 cidades com mais de 100.000 habitantes cada uma, seis das quais com mais de 200.000 pessoas, incluindo: Jerusalém, Tel Aviv-Yafo, Haifa, Rishon Lezion, Ashdod e Petah Tikva.

Israel celebra el 63 aniversario de la independencia


Israel celebra el 63 aniversario de su establecimiento con actos institucionales y festivos.



Conocida en hebreo como Yom Ha'Atzmaut (Día de la Independencia), la jornada es recordada con diferentes actos en todo el país, aunque la mayor parte de la población acostumbra a festejar la fecha con asados en parques, bosques y otros espacios naturales.

La ceremonia que dio inicio a la jornada tuvo lugar anoche en el Monte Herzl de Jerusalén, donde se encendieron doce antorchas, símbolo de las doce tribus bíblicas de Israel, en un evento que cerró el día en recuerdo de los soldados y civiles muertos en el conflicto árabe-israelí la jornada previa.

El presidente del Parlamento (Kneset), Reuven Rivlin, fue el encargado de inaugurar el acto y lo hizo con un discurso político en el que subrayó que todos los israelíes comparten un destino común, a pesar de sus diferencias.

El presidente estadounidense, Barack Obama, envió una felicitación al Ejecutivo y al pueblo en la que recordó que EEUU fue la primera nación del mundo en reconocer la Declaración de Independencia de Israel el 14 de mayo de 1948.

También subrayó la determinación de la Casa Blanca de continuar trabajando con Israel y otros gobiernos de Oriente Medio con el objetivo de alcanzar "la paz, seguridad y dignidad para
el pueblo israelí y todos los pueblos de la región".
Obama tiene previsto recibir este mes en Washington al primer ministro, Biniamín Netanyahu, el día 20, y al monarca jordano, Abdalá II, el 17.

Entretanto, el Ejército y los organismos de seguridad se encuentran en estado de alerta, mientras que por razones de seguridad se han cerrado las fronteras con los territorios palestinos de Cisjordania y Gaza hasta la próxima medianoche, cuando concluya la jornada.

La conmemoración del 63 aniversario del Estado de Israel incluyó anoche fuegos artificiales y durante la jornada tendrán lugar exhibiciones militares y aéreas, como una naval frente a las costas de Tel Aviv que pretende concientizar sobre la necesidad de proteger el medio marino.

Las celebraciones se rigen conforme al calendario hebreo, por lo que la creación del Estado judío no se conmemora el día en que fue proclamado de acuerdo al calendario universal, el 14 de mayo.





(Fonte: Aurora Israel)

13.5.11

LANÇADO O SMARTHPHONE KOSHER

Uma empresa de telecomunicações israelense lançou um novo aparelho destinado aos judeus ortodoxos, com a intenção de ser um aparelho “livre de pecado”, com o menu em ídiche e cobrando valores altíssimos para ligações no sábado. O site Dvice destaca que já existem outro celulares kosher, mas muito simples, basicamente para fazer ligações. Quem tem um smartphone, sabe que atualmente eles são muito mais do que simples aparelhos de fazer ligação – mas os smartphones “goi” estão cheios de tentações mundanas.


O principal diferencial do aparelho é que todos os menus foram feitos em ídiche, a língua falada por comunidades judaicas no mundo todo e, principalmente, pelos grupos ortodoxos. A empresa Accel Telecom afirma que demorou mais de quatro meses para que todos os menus fossem traduzidos, conta o site Middle-East Online. Mesmo assim, o aparelho não possui conexão com a Internet e, consequentemente, não tem acesso a redes sociais como o Facebook. Também não há acesso a emails nem a mensagens de texto. E mais, quem tentar fazer uma ligação no sábado (dia sagrado para os judeus) terá que arcar com um custo de ligação de 10 shekels por minuto, ou cerca de R$ 4,70 por minuto. O aparelho também não possui câmera, o que leva muita gente a se perguntar por qual motivo o celular ainda foi chamado de smartphone. Quem concorda?

Israelenses de esquerda pedem criação de Estado palestino

Esquerdistas assinam em Tel Aviv uma petição em apoio à declaração de um Estado palestino.
Cerca de 300 israelenses de esquerda, entre eles 17 laureados com o Prêmio Israel, a mais alta distinção do país no setor das Artes, Ciências e Letras, pediram nesta quinta-feira, em Tel Aviv, a criação de um Estado palestino nas fronteiras de 1967. 

O apelo, que retoma os termos da Declaração de independência de Israel, foi simbolicamente assinado na tarde da quinta-feira passada, diante do mesmo local onde o Estado de Israel foi proclamado, no dia 14 de maio de 1948, em Tel Aviv. 

Uma contramanifestação de extrema-direita reuniu nas proximidades dezenas de pessoas que chamaram os que assinaram o apelo de "traidores". A polícia interveio, em seguida.


Entre os que pediram o Estado palestino, estão os professores Yehouda Bauer, David Tartakover, o historiador Zeev Sternhell, o ex-presidente da Academia de Ciências, Menachem Yaari, a fundadora do partido Meretz (esquerda laica) Shoulamit Aloni, o pintor e escultor Danny Karavan, assim como o dramaturgo Yehoshua Sobol. 

Os intelectuais e artistas fazem um apelo a "saudar a independência de um Estado palestino ao lado de Israel, segundo as fronteiras de nossa independência fixadas pelo armistício de 1949". Os palestinos querem, hoje, o reconhecimento de seu futuro Estado nas linhas de 4 de junho de 1967, isto é, antes da guerra árabe-israelense dos Seis Dias. Um tal Estado compreenderia o Leste de Jerusalém, a Cisjordânia e a Faixa de Gaza. 

Os signatários destacam que a carta de independência de Israel de 1948 se inspira na "resolução de partilha da ONU de 29 de novembro de 1947, que faz apelo à criação de um Estado-nação judeu democrático e de um Estado-nação árabe democrático". "O fim completo da ocupação (israelense) é condição essencial para a libertação dos dois povos" israelense e palestino, segundo o apelo.

Imigrantes Falashmura Comemoram o Primeiro Pessach em Israel

Mais de mil imigrantes etíopes da região de Falashmura estarão comemorando o seu primeiro Pessach em Israel, muitos reunidos depois de anos separados, o que dá a essa ocasião um novo significado para o êxodo.

Os recém chegados cidadãos israelenses comemoraram o êxodo judeu em casa com suas famílias, ou ao lado de milhares de etíopes nos sedarim organizados pela Agência Judaica e pela Fraternidade Internacional de Cristãos e Judeus, realizados em 16 centros de absorção por todo o país. "Não tenho palavras para descrever a grandeza das minhas emoções" disse Macrau Tia, um homem Falashmura que se mudou para Israel há dois meses e atualmente reside em um centro de absorção de Nahariya. "Eu esperei por este momento por seis anos" Tia emocionado falou: "Apenas o pensamento de um seder na Terra Santa, me faz chorar".


Em novembro de 2009 o governo israelense se comprometeu para trazer mais de 8.000 judeus da comunidade judaica etíope em Falashmura para Israel. O governo nomeou a Agência Judaica como a responsável para trazer os imigrantes num prazo de três anos. A Agência Judaica cuidou dos imigrantes Falashmura em conjunto com a Fraternidade Internacional de Cristãos e Judeus, uma organização que investe centenas de milhões de shekels para a imigração e absorção em Israel, com ênfase em relação aos imigrantes etíopes.

25.4.11

El Sistema Político en Israel: Todo se decidió en la Declaración de Independencia

Para entender el Israel de nuestros días, sobre todo en estos tiempos de crisis, nada mejor que volver a las raíces, a las bases. Volvemos a la Declaración de la Independencia: El viernes 14 de mayo de 1948 a las 16 horas, en el salón principal del museo de la calle Rothschild en Tel-Aviv, se reunió la dirigencia interina de la comunidad judía liderada por David Ben-Gurión. En un acto breve, sencillo y a pesar de las distintas amenazas árabes, se declaró la Independencia del Estado de Israel.

Dicha Declaración comenzaría a regir a las 0.00 del día 15 de mayo, hora en que los británicos habían anunciado su retirada.


Ese día se firmaron dos documentos. El primero es la Declaración de la Independencia del Estado de Israel que la podemos dividir en tres partes. Una "histórica", otra "operativa" y una última "declarativa".


La primera parte habla de los derechos históricos que unen a los judíos con Eretz Israel, recuerda la Declaración Balfour como fuente del derecho judío y al Holocausto, un hecho que demuestra la necesidad de un estado judío independiente. Además, da una reseña ideológica del movimiento que forjó el estado, el sionismo. Siendo así, la primera parte es netamente histórica.



La segunda parte es operativa. En ésta, se relata como se ejecutará la organización del Estado de aquí en adelante.


Se anuncia la creación del Estado (en este sentido es una sección declarativa también), se anuncia el nombre que tendrá el Estado, cuáles serán los poderes que actuarán interinamente en el país, se promete el llamado a elecciones para emitir una constitución y se enuncian los cuerpos gubernamentales a elegir.


La tercera sección de la Declaración de Independencia habla de los principios y fundamentos del Estado de Israel. Esta parte es declarativa, relatando los principios que guiarán a Israel y su relación con los vecinos. El Estado de Israel "tiende su mano de paz a los árabes, basando su organización interna en la igualdad sin distinción de raza, sexo o religión".


En principio el texto de la Declaración había sido escrito por una comisión de cinco personas lideradas por Moshé Sharet, futuro ministro de Relaciones Exteriores. La propuesta contenía 22 artículos, 12 de los cuales comenzaban con la frase "Por cuanto...". El primer borrador fue acusado de ser excesivamente largo y retórico por lo que su redacción final fue encomendada a otra comisión encabezada por David Ben-Gurión.


La Declaración de la Independencia del Estado de Israel es quizás el documento más importante en el transcurso de la historia judía contemporánea, sin embargo, su importancia es ante todo moral, ya que legal no lo es tanto.


El abandono de Palestina por parte de Gran Bretaña produjo un vacío político y legal. La Declaración viene a llenar ante todo el vacío político. Ella anuncia que desde el 15 de mayo a las 0.00 horas comienza a regir otro Estado conocido como Israel. La Declaración es la que formalmente anuncia que el Estado de Israel se creó.


En este punto resulta necesario separar la importancia que da el hecho formal que remite la Declaración de la Independencia del país y el hecho de que informalmente la sociedad judía en Eretz Israel se había estado organizando durante años para ir levantando todas las instituciones que necesita un Estado.


Es por eso que cuando se anunció que el Estado se había creado, la sociedad y el mundo entero pudo comprobar que la decisión era "efectiva", ya que efectivamente estaba funcionando un Estado con todos sus componentes. Siendo así, la importancia primordial de la Declaración de la Independencia recae en que anuncia que el Estado empieza a funcionar como tal.


En segundo lugar, declara la necesidad de formalizar una constitución, la cual sería la base para la elección de los distintos entes representativos de la sociedad como el parlamento, el Poder Ejecutivo y demás. Hay quienes sugieren que la Declaración compromete legalmente al Parlamento a dictar una constitución.


Sumado a esto, la Declaración anuncia que Israel tendrá características propias del pueblo judío ya que es el estado de dicho pueblo. Las características judías se ponen de manifiesto en leyes diversas y en el comportamiento propio de los representantes del Estado.

En realidad, aún existen serias divergencias con respecto a cuáles son las características propias del pueblo judío. Para los religiosos ortodoxos las leyes judías están escritas en la Halajá (ley oral judía, reunida en el Talmud); por lo tanto no hay necesidad de declarar ninguna constitución. Para los ultra laicos, deben dejarse de lado las leyes de la Halajá para dar paso a una constitución acorde a las necesidades modernas del pueblo judío. Estos últimos sostienen la necesidad de dictar una constitución. 


La discusión entre laicos y religiosos ha tenido tintes extremos, divergencias imposibles de solucionar. Las autoridades del nuevo estado tenían conciencia de que les sería imposible solucionar dichas divergencias, por lo que buscaron un método de convivencia manteniendo el debate.


En el documento de la Declaración de la Independencia se señala que el estado se crea bajo la "Roca de Israel" o en hebreo "Tzur Israel". Las interpretaciones de estas palabras son variadas. Por un lado los ortodoxos ven en ellas el significado "Dios"; mientras que los laicos, que no aceptaban que se escribiera "Dios" en la Declaración, suponen que se trata del espíritu judío. Se buscó así, una definición que satisfaciera tanto a los religiosos como a los laicos, ya que sería imposible solucionar temas cruciales como la relación estado-religión minutos antes de declarar la independencia. La costumbre de adoptar resoluciones que contentaran a laicos y religiosos a la vez, aunque no se solucionaran para un lado o para el otro las divergencias, se repetirá sucesivamente a lo largo de toda la historia del Estado de Israel.


Finalmente, la Declaración de la Independencia es importante, ya que enuncia las bases morales que guiarán al Estado de Israel. Estas bases morales son las que orientan el accionar de las instituciones gubernamentales. Israel se basará en los principios judaicos y democráticos de un país liberal, por lo tanto muchas leyes que se dictan, tienen su base moral en la Declaración de la Independencia. Por ejemplo, una ley basada en los principios judaicos es la Ley Cortes Nupciales Rabínicas del año 1953. Según esta ley, se otorga a las Cortes Rabínicas el derecho de juzgar según la Halajá en temas concernientes a casamientos y divorcios.


Muchas leyes son promulgadas basándose en el espíritu de la Declaración de la Independencia. Esto no significa que dicha declaración tenga el respaldo legal que tiene una ley, la Declaración es sólo eso, una declaración, sin tener en su integridad un respaldo jurídico-legal. Sin embargo, en este punto es necesario analizar cada párrafo por separado teniendo en cuenta los antecedentes jurídicos que determinaron si una sección de la declaración era jurídicamente válida o no.



El problema de la constitución
Luego de declararse la independencia, comenzaron las discusiones sobre si hay que ver en la Declaración de la Independencia una constitución, en la cual deben basarse el dictamen de leyes en Israel o si es sólo un texto educativo-histórico...


Hemos analizado con anterioridad, que los párrafos primero y tercero de la Declaración son históricos y declarativos mientras que el segundo párrafo es netamente operativo. La incógnita sobre el poder jurídico del primero y el tercer párrafo fue develada a los pocos años de crearse el Estado de Israel.


En el año 1953 apareció en un diario israelí una noticia según la cual Israel cedería a los Estados Unidos 200 mil soldados en caso que éste último país decidiera salir a combatir contra la Unión Soviética. El gobierno negó el contenido de la información pero mientras tanto en Israel se desató un tumulto casi sin paralelos.


Kol Haam (La Voz del Pueblo) era el periódico del Partido Comunista en Israel, líder en el ataque contra el gobierno. En una nota de redacción bastante agresiva se acusó al gobierno de jugar a la guerra y de regalar la sangre de los jóvenes.


El ministro del Interior decidió cerrar el periódico basándose en la ley que permitía cerrar periódicos que amenazasen la paz pública. El diario no se amedrentó y elevó una queja a la Suprema Corte de Justicia, la cual debía decidir si realmente se hacía peligrar la paz pública.
La Corte Suprema de Justicia falló que no quedaba claro si el diario hacía peligrar la paz pública o no; por lo tanto, en caso que la ley no clarifique y se pueda interpretar de dos o más formas, se debe decidir según el espíritu de la Declaración de la Independencia, en la cual se promete libertad de expresión.

En este caso el diario no ponía en peligro "potencialmente" la paz pública; por lo tanto se ordenaba al ministro del Interior reabrir el periódico. En la sentencia dijo el juez Simón Agranat (que con el tiempo sería el tercer presidente de la Corte Suprema de Justicia), que aunque la Declaración no es una ley ni una constitución, expresa lo que quiere el pueblo judío de su país, por lo tanto hay que tenerla en cuenta.

El juicio "Kol Haam, 1953" no sólo dio las bases para entender cómo debe funcionar la prensa sino que en gran parte determinó cuál era el status legal de las secciones uno y tres de la Declaración de la Independencia.

Según se ve, cuando existe una ley que dice específicamente cómo debe actuarse en tal situación, entonces se decide según esta ley. Cuando no hay una ley y existen varias interpretaciones, se debe decidir según el espíritu de la Declaración a pesar de no ser ésta una constitución.

No sólo esto. Los organismos gubernamentales deben actuar según el espíritu de la Declaración. Veamos un ejemplo: en el año 1984, el ministro de Construcción pidió al Asesor Legal del gobierno su opinión acerca del siguiente problema: hubo una solicitud al Ministerio de Construcción para que este no vendiera departamentos a judíos y a no judíos en el mismo edificio, para así evitar altercados.

El entonces Asesor Legal, Itzjak Zamir dijo: "En la Declaración de la Independencia del Estado de Israel están escritas las bases que guiarán el comportamiento del gobierno y de los ciudadanos en Israel, se dice que en Israel regirá la igualdad de derechos sociales y políticos sin diferencia de religión, raza y sexo. Según la ley en Israel, los poderes en Israel deben evitar segregar entre judíos y no judíos en la venta de viviendas, como así en otros temas".

Si existiese una ley que denigrara a cierto sector de la población en Israel y que a la vez no contradijera una ley superior (por ejemplo una Ley Básica), esta ley valdría más que la Declaración de la Independencia a pesar que en la tercera parte de la Declaración se anuncia que discriminaciones de este tipo no existirán en el Estado.

El siguiente caso confirma lo anteriormente explicado. Una pareja de un kibutz del movimiento Hashomer Hatzair contrajo matrimonio ante la presencia de dos testigos sin un rabino y sin firmar el acta religiosa. En síntesis, se casaron a su manera.

La ahora familia Rogozinsky, pidió a la justicia que le reconociera su casamiento como válido ya que ellos no poseían fe religiosa y además, la Declaración de la Independencia promete libertad religiosa (tercera parte).

La justicia decidió que, según se establece en la ley de Cortes Nupciales Religiosas de 1953, la autoridad competente para todo asunto relacionado con casamientos o divorcios, es la Corte Rabínica, por lo tanto, aunque pudiera verse como injusto, la familia Rogozisnky debe casarse por el Rabinato si quiere ser reconocida como matrimonio legal.

La única forma de asegurar que las normas que establece la Declaración sean las mismas normas que deben regir en todas las leyes en Israel sería dictaminando una ley por la cual la Declaración de la Independencia se situara por sobre todas las leyes o sea, que funcionara como la base de la Constitución del Estado de Israel.

Con respecto a la segunda parte de la declaración, la "operativa", ésta sí tiene valor legal. Aquí se determina que se crea el Estado, que su nombre será Estado de Israel y que el poder recae en el Consejo Temporario del Estado, quien deberá organizar elecciones en corto plazo para dictaminar una constitución y luego, sobre la base de esta constitución se elegirían los poderes del Estado. Siendo así, la Declaración de la Independencia es la primera fuente del poder legal con que cuentan las instituciones del Estado de Israel.


El manifiesto (Minshar)
El viernes 14 de mayo de 1948 se firmó otro documento que, a pesar de ser menos conocido que la Declaración, no es menos importante. Este vino a llenar, ante todo, el vacío legal creado por el abandono del país por parte de los británicos.


Así como la Declaración de la Independencia llenó ante todo un vacío político, este otro documento cubrió un vacío legal.


El segundo documento se conoce como el "Manifiesto" (Minshar). Y este dice:
"En correspondencia con la Declaración de la Independencia, que fue publicada hoy, día viernes 14 de mayo de 1948 y según la cual se erige el Consejo Provisional y el Gobierno Provisional del Estado de Israel, declara el Consejo Provisional del Estado lo siguiente:


1. El Consejo Provisional del Estado es el Poder Legislativo. El Consejo Provisional del Estado tiene el poder de otorgar -por medio de este poder- al Gobierno Provisional, leyes urgentes.
2. Las leyes surgidas del Libro Blanco de 1939, quedan anuladas. Los artículos 13 al 15 de la orden "inmigración" (1941) y los reglamentos 102 al 107 de la guía de reglamentos para tiempos de emergencia (1945), quedan anuladas. Los reglamentos de traspaso de tierras (1940), quedan anuladas con retroactividad al 18 de mayo de 1939.
3. En tanto y en cuanto el Consejo Provisional del Estado no dictare leyes, regirán sobre Eretz Israel las leyes que regían hasta el 14 de mayo de 1948. Siempre y cuando estas leyes no contradigan lo dictado hasta ahora, las leyes futuras y los cambios surgidos al levantarse el Estado y sus instituciones".


Según el Manifiesto, todas las leyes que existían en el Mandato Británico continuarán rigiendo salvo tres tipos de leyes que quedan anuladas. Básicamente, va a existir una continuidad legal en el país sin necesidad de ponerse a dictar leyes desde cero. La continuidad no será sólo en lo relacionado con la legislatura del Estado sino también sobre los hechos que se hicieron con retroactividad. Por ejemplo, si una persona asesinó a otra durante los últimos días del Mandato Británico y sólo se descubrió el homicidio durante los días del Estado de Israel, de todos modos se castigará al culpable, ya que la ley es también para hechos retroactivos. A todo esto, los británicos habían heredado leyes otomanas, como por ejemplo la ley que dice que si existe una casa con techo no se la puede derribar. La ley israelí pasó a ser una conjugación de leyes británicas, otomanas, leyes religiosas judías y otras leyes israelíes modernas".


Se ha dicho que existen tres tipos de leyes que quedan anuladas, estas son:
1. Toda ley que niegue la soberanía israelí o que proponga darle a otra entidad la soberanía sobre la tierra.
2. En 1939 después de la revuelta árabe, los británicos dictaron el "Libro Blanco de 1939", leyes que prohibían la compra de tierras por parte de los judíos limitando también la aliá (inmigración a Israel).
3. Durante la época de la revuelta judía contra los británicos, los generales dictaron leyes secretas para justificar encarcelamientos injustificados y otras irregularidades. Estas leyes quedaron formalmente anuladas.



Notas
1. Bagatz 73/53 "Kol Haam" contra el Ministro del Interior, pd 871.
2. Dr. Zeev Segal; "Democratia Israelit" (Misrad Habitajón, Israel, 1991); p.21.
3. Ibid, p.273



(Fonte: Aurora Israel)

Israel armó a la Argentina durante la Guerra de Malvinas

El ex primer ministro, Menajem Beguin, suministró armas a la junta militar argentina durante la guerra de las Malvinas para vengar la campaña represiva contra el Irgún Tzvai Leumí durante el Mandato Británico en Palestina.


Según el libro "Operación Israel: el rearme argentino durante dictadura (1976-1983)" del periodista Hernán Dobry, el Estado judío accedió a suministrar a la junta militar gran cantidad de equipamiento bélico tales como misiles aire-aire Shafir, sistemas de alerta de radar para evitar los disparos de misiles enemigos, tanques suplementarios de combustible para los cazabombarderos, así también como máscaras anti-gas, y otros elementos.


Para encubrir el envío en tiempos de guerra, el embarque del armamento fue triangulado a través de Perú; y desde allí fue transferido a la Argentina, que se encontraba combatiendo a Gran Bretaña por el control de las islas.


Un posible indicio de la motivación de Beguin para la venta de armas surge durante una entrevista con el ex primer ministro, descripta en el libro por Israel Lotersztain, representante de Isrex, las fábricas de insumos bélicos en Buenos Aires.


"Le empezaron a explicar que las Malvinas eran Argentina y que los ingleses y qué se yo. Beguin los interrumpió y les dijo: 'A mí ustedes me vienen a hablar mal de los ingleses. ¿Esto se va a usar para matar ingleses? Kadima (adelante). Dov desde arriba va a estar satisfecho de esta decisión que tomé. Eso sí, por supuesto, me lo hacen todo bien'".



Beguin, quien fuera comandante del Irgún, uno de los grupos que combatían a los ingleses antes de la creación del estado hebreo se refería a su amigo Dov Gruner, quien también participaba en ellos y fuera capturado y ahorcado por los oficiales británicos del Mandato en 1947. "Odiaba a los ingleses más que a cualquier otra cosa. Todos se habían olvidado, pero él no", afirma Lotersztain.


Jaime Weinstein, a un colega de Loterztain reafirma las afirmaciones de éste en el libro: "Beguin tenía un profundo odio y resentimiento con los ingleses desde la época de la independencia de Israel. Entonces, hizo todo lo posible para ayudar a la Argentina, vendiéndole armas durante la guerra de Malvinas".


Dobry descubrió, entre otras cosas, que Israel envió tanques de 1500 litros, en vez de los modelos estándares de 1.300 litros, lo que implicaba que la Armada británica debía mover su flota más al este para evitar los bombardeos.


"El estado judío no sólo estuvo dispuesto a aprovisionar al gobierno de Leopoldo Fortunato Galtieri en todo lo que necesitó sino que, también, se mostró proactivo para asesorarlo y transmitirle sus experiencias en combate.", señala el libro.


(Fonte: Aurora Israel)

19.4.11

Memória: Julgamento de nazista há 50 anos ajudou a unificar Israel

O julgamento, há 50 anos, do nazista Adolf Eichmann por crimes de guerra ajudou a consolidar o jovem Estado de Israel ao permitir que o povo judeu falasse abertamente sobre o Holocausto."Para os judeus", disse o historiador israelense Tom Segev, "sempre houve dois Adolfs". Adolf Hitler se suicidou nas ruínas do seu abrigo subterrâneo em Berlim, mas o outro Adolf, o tenente-coronel Eichmann, tido como o arquiteto do Holocausto, fugiu para a Argentina.

Há 50 anos, na manhã do dia 11 de abril de 1961, o "segundo Adolf" enfrentou a Justiça em um tribunal em Jerusalém.O julgamento ajudou a criar o moderno Estado de Israel e tem profundas implicações para o mundo hoje."Quando me apresento diante de vocês", disse ao tribunal, na ocasião, o chefe da promotoria, Gideon Hausner, "não estou só. Comigo, nesse momento, estão seis milhões de promotores".


Julgamento por crimes de guerra deu impulso a Israel
James Bond

Os presentes ouviram que Eichmann tinha tido um papel central na organização dos campos de concentração onde milhões morreram. Ao saber, pelo promotor da Alemanha Ocidental Fritz Bauer, que Eichmann vivia na Argentina, o Mossad, polícia secreta de Israel, organizou, em 1960, um sequestro do acusado em estilo digno dos filmes de James Bond. O homem que chefiava a equipe do Mossad encarregada da tarefa, Rafi Eitan, hoje tem mais de 80 anos.



Falando à BBC, Eitan disse que Eichmann foi levado de Buenos Aires a um local secreto em Israel, onde foi interrogado por vários meses. "Ele era um tipo comum", disse Eitan. Um interrogador da polícia israelense na época, Michael Goldman Gilad, também com idade em torno de 80 anos, disse que Eichmann era um coitado, um João Ninguém.

Momento Unificador


Enquanto corria o julgamento, por trás da cena, nos bastidores, o então primeiro-ministro de Israel, David Ben Gurion, armava uma importante jogada política. Ele sabia que, se o julgamento fosse abordado da forma correta, poderia se transformar em um evento unificador para o jovem Estado de Israel, que ele tentava construir com imigrantes judeus vindos de todo o mundo - pessoas que falavam línguas diferentes e que, às vezes, pareciam ter pouco em comum.

Em 1961, não havia televisão em Israel, mas a nação ouvia as audiências por meio de transmissões de rádio. Enquanto isso, no resto do mundo, milhões assistiam ao julgamento pela TV. Dia após dia, ouvia-se relatos de sobreviventes que falavam abertamente, com frequência pela primeira vez, sobre os horrores que tinham vivido.

"Até 1960, o Holocausto era tabu. Os pais não contavam aos filhos. Os filhos não ousavam perguntar. O julgamento abriu a ferida", disse o historiador Tom Segev. O interrogador Goldman Gilad sobreviveu a Auschwitz, mas seus pais e irmã foram mortos. Quando foi para Israel depois da guerra, Gilad, como muitos outros sobreviventes, não falou sobre o que tinha visto nem à família e amigos, porque outros israelenses "não acreditavam em nós". "Era impossível acreditar, porque era tão horrível. Mas o julgamento de Eichmann abriu nossas bocas novamente". Segundo Segev, Ben Gurion queria que todos reconhecessem que "o que quer que o mundo deve a essas vítimas, deve hoje a Israel".

Vingança


Eichmann foi declarado culpado no dia 11 de dezembro de 1961 e foi executado no dia 30 de maio de 1962. Michael Goldman Gilad estava lá. Ele se lembrava de que, em Auschwitz, Eichmann havia exigido que todo judeu fosse morto porque qualquer sobrevivente poderia, um dia, buscar vingança.

"Bem, ele estava certo", disse o interrogador á BBC. Após a execução, Gilad recebeu ordens de supervisionar a queima do corpo e a atirada das cinzas no mar - para que não houvesse uma tumba ou local que pudesse se tornar foco da atenção de neo-nazistas. Gilad disse que as cinzas de Eichmann foram suficientes apenas para encher um recipiente de dois litros.


Ele ficou chocado porque, nos campos de concentração, uma de suas tarefas era espalhar cinzas dos crematórios sobre o gelo e a neve para que os oficiais nazistas não escorregassem. Os restos dos mortos tinham formado "uma grande montanha de cinzas", muito mais do que os punhados provenientes do corpo de Eichmann, explicou. Meio século mais tarde, a maldade de Eichmann elude explicações. Mas seu legado é claro. Se um dia foi considerado assunto doloroso demais para ser mencionado, o Holocausto é hoje matéria compulsória em escolas israelenses. Em cada dez estudantes da escola secundária em Israel, oito descrevem a si próprios como "sobreviventes do Holocausto". Os 50 anos do julgamento de Eichmann oferecem também uma oportunidade para que se discuta, em Israel, se as sombras do passado não estariam dificultando, ao país, alcançar a paz no presente e a prosperidade futura.


"O mesmo fim de Eichmann serve de exemplo para aqueles que negam a Shoá. Negou? Vai ser enforcado! A humanidade tem o resto do tempo para homenagear não só as 6 milhões de vítimas da Shoá, mas sim, homenagear todas as almas que partiram desse mundo injustamente, seja por acidente ou qualquer tipo de violência."