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20.6.10

Após aposentadoria, Ozzy Osbourne lança autobiografia, disco e turnê

MARIANNE PIEMONTE
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DE LONDRES 

Depois de imitar com a boca um "riff" sujo de guitarra, Ozzy Osbourne, 61, senta-se confortavelmente numa das poltronas da suíte master do hotel Dorchester, o mais elegante de Londres, e anuncia: "Bom estar de volta".

Leia trechos da biografia do Ozzy Osbourne

O roqueiro esteve na cidade para o lançamento do décimo disco solo, "Scream" (grito), depois da frustrada tentativa de aposentadoria.


Entre uma entrevista e outra (foram 23 naquela tarde), Ozzy enche a cara de suco de laranja e acaricia o anel de caveira com ouro e diamantes enquanto fala. Os óculos, estilo Jonh Lennon, escondem seus claros olhos azuis.

Mas, quando quer dar ênfase no que diz, o "príncipe das trevas", o homem que mordeu a cabeça de um morcego em 1982, parece um vovozinho com os óculos na ponta do nariz.

Um avô que termina ou começa a maioria de suas frases com um sonoro "fuck".
Depois de dois anos em casa, Ozzy diz que o retorno ao trabalho não foi uma ordem de Sharon, sua mulher e empresária. Conta que seu pai resolveu cuidar do jardim quando se aposentou. Logo que os canteiros estavam bem floridos, morreu.

Ozzy teme viver o mesmo. "Gosto de trabalhar, tocar é o que me faz continuar vivo. Estar no palco é melhor do que sexo e drogas", diz.



Sobrevivente
Pai de seis filhos e protagonista de dezenas de overdoses, boa parte de sua vida está em "Eu Sou Ozzy", biografia que ficou em segundo lugar entre os mais vendidos do "New York Times".
Ozzy confirma que sua vida também será filmada e Johnny Deep é cotado para o papel de senhor Osbourne.
Depois de passar os olhos pelo livro, a pergunta inevitável é: como ainda está vivo? Ele responde: "Também não faço a menor ideia".

O ex-líder do grupo Black Sabbath e primeiro frontman da história do rock a fazer sucesso solo conta que usou cocaína, heroína, bebeu e fumou todo tipo de substância que apareceu na sua frente.
"Quando soube que iam escrever a história da minha vida, fiquei apavorado. Primeiro, porque sou dislexo, depois, porque as drogas apagaram minha memória."

Para a tarefa, contou com a ajuda de pesquisadores. Há oito anos sem drogas, diz que sua vida é "milagre médico". Tão surpreendente que a empresa Krome irá fazer um estudo de seu código genético para tentar decifrar como alguém pode sobreviver tanto tempo depois de uma vida cheia de excessos.
Há alguma coisa que depois de 40 anos de carreira ele ainda gostaria de fazer? "Sim, tocar com Paul McCartney." E algum arrependimento? "O reality show 'Os Osbournes'."
(Fonte: Folha.com)


Postado por G. David Sedrez-Conde às domingo, junho 20, 2010 Nenhum comentário: Links para esta postagem
Marcadores: Folha de São Paulo, Ozzy Osbourne

18.6.10

Na Boa? Prefiro São Paulo fora da Copa

"A educação da cidade de São Paulo é ruim, para não dizer péssima; a saúde, precária; o trânsito, um caos. A poluição não para de piorar. Os roubos estão aumentando. Por que, então, poderíamos aceitar dinheiro público para a construção de estádio de um evento passageiro como a Copa do Mundo? O que não falta na cidade é estádio de futebol.
Há um risco de que o veto ao uso do Morumbi signifique investimentos de dinheiro público em um novo estádio --coisa que as autoridades negam.
Se é para torrar dinheiro público com bobagem, prefiro que São Paulo fique de fora. A Copa passa (e rápido) e a cidade fica." - Gilberto Dimenstein

 (Fonte: Folha.com)
"Pode crer, como o mesmo disse, a Copa vai, a cidade fica, e nóis aqui..."
Postado por G. David Sedrez-Conde às sexta-feira, junho 18, 2010 Nenhum comentário: Links para esta postagem
Marcadores: Folha de São Paulo, Gilberto Dimenstein

"Nossa única defesa contra a morte é o amor"


 
 José de Souza Saramago (1922-2010)

DA EFE, EM MADRI

"Nossa única defesa contra a morte é o amor", disse certa vez José Saramago, a quem não só o amor ajudou-o a combater essa morte que o levou hoje, aos 87 anos. Também colaboraram para isso os inúmeros romances escritos por ele ao longo de sua vida e que foram reconhecidos com o Prêmio Nobel em 1998.

De origem humilde, Saramago escolheu a literatura porque não gostava do mundo em que vivia. Seus romances abordam reflexões sobre alguns dos principais problemas do ser humano; fazem o leitor pensar, o estremecem e comovem. Seus personagens estão cheios de dignidade.


Nascido em 16 de novembro de 1922 em Azinhaga, uma aldeia do Ribatejo (Portugal), José de Sousa ficou mais conhecido pelo apelido de sua família paterna, Saramago, que o funcionário do Registro Civil acrescentou ao inscrevê-lo.

Quando tinha dois anos, sua família se transferiu para Lisboa, mas nunca rompeu seus laços com Azinhaga.
Embora tenha sido um aluno brilhante, teve de abandonar os estudos cedo porque sua família não dispunha de recursos para financiá-los.

Antes de dedicar-se totalmente à literatura e de se transformar em um dos melhores romancistas do século 20, Saramago trabalhou como serralheiro, mecânico, editor e jornalista. Foi diretor-adjunto do "Diário de Notícias", de Lisboa.

Mas seu maior sonho era ser escritor. Em 1947, publicou seu primeiro romance, "Terra do Pecado". Nessa mesma época avivou dentro dele a consciência política que sempre o acompanhou e que levou a filiar-se em 1969 ao Partido Comunista Português.

Após um silêncio de quase 20 anos, nos quais esteve sem publicar porque justificava que não tinha "nada a dizer", Saramago passeou pela poesia entre 1966 e 1975 e escreveu "Os Poemas Possíveis", "Provavelmente Alegria" e "O Ano de 1993".

Como dizia à Efe quando Alfaguara, sua editora espanhola, publicou "Poesia completa", em 2005, ele nunca foi "um poeta genial" nem "um grande poeta". Apenas se considerava "um bom poeta".
Em 1977, veio a luz o romance "Manual de Pintura e Caligrafia", ao qual seguiu o livro de contos "Objeto Quase" (1978) e a obra teatral "A Noite" (1979).
Nos anos 80, voltou ao teatro com "Que Farei com Este Livro?" (1980), o relato "Alçado do Solo" (1980-Prêmio Cidade de Lisboa) e o livro de viagens "Viagem a Portugal" (1981).

Com estas obras, Saramago já tinha construído as bases da sua trajetória. Mas foi em 1982 que ganhou fama mundial com "Memorial do Convento" que lhe valeu o Prêmio do PEN Clube Português, distinção que voltou a receber em 1984 com "O Ano da Morte de Ricardo Reis", também reconhecido com o Prêmio Dom Dinis da Fundação Casa de Mateus.

A partir daí seu prestígio foi se consolidando com títulos como "A Balsa de Pedra" (1986), levada ao cinema em 2002 pelo diretor holandês George Sluizer e a peça teatral "A Segunda Vida de Francisco de Assis" (1987); e "História do Cerco de Lisboa" (1989).

Em 1991, publicou o romance "O Evangelho Segundo Jesus Cristo", muito criticado pelo Vaticano e objeto de um polêmico veto em 1992, quando foi retirado da lista de candidatas ao Prêmio Literário Europeu para o qual tinha sido selecionado por um júri do PEN Clube de Portugal e a Associação de Críticos literários portugueses. Apesar de tudo, esta obra recebeu o prestigioso Prêmio da Associação de Escritores de Portugal (1992).
Esse último ano obteve o Prêmio Internacional Flaiano de Literatura com seu romance "Uma Terra Chamada Alentejo".

Os problemas que teve em Portugal o levaram em 1993 a transferir sua residência à Espanha, concretamente à ilha canária de Lanzarote, acompanhado por sua segunda mulher, a jornalista espanhola Pilar del Río, tradutora do escritor.

Após publicar sua quarta obra de teatro, "In Nomine Dei" (Grande Prêmio de Teatro da Associação Portuguesa de Escritores), entrou a fazer parte do Parlamento Internacional de Escritores.

O ano 1995 foi especial para ele, com a obtenção do Prêmio Camões ao conjunto de sua obra e a publicação do "Ensaio sobre a Cegueira", primeira obra de sua trilogia sobre a identidade do indivíduo, que continuou com "Todos os nomes" (1998) e fechou com "Ensaio sobre a lucidez" (2004).
O primeiro volume da trilogia foi levado ao cinema em 2008 pelo diretor brasileiro Fernando Meirelles, que no Brasil ganhou o mesmo nome do título original, "Ensaio sobre a Cegueira".

Seus inegáveis méritos como romancista foram finalmente reconhecidos em 1998 com o Prêmio Nobel de Literatura, concedido por ter criado uma obra na qual "mediante parábolas sustentadas com imaginação, compaixão e ironia, nos permite continuamente captar uma realidade fugitiva".

Nos últimos anos, Saramago não deixou passar muito tempo entre um romance e outro. Era consciente de sua idade e, como disse à agência Efe em entrevista, tinha "ainda algo para dizer", e o melhor é que o dissesse "o mais rápido possível".

Embora também dizia que "chegará o dia em que se acabarão as ideias, e nada iria ocorrer".
Fruto dessa urgência escreveu os romances "A Caverna" (2000); "O Homem Duplicado" (2002); "As Intermitências da Morte" (2005); "As Pequenas Memórias" (2006); "A Viagem do Elefante" (2008); e "Caim" (2009), seu último romance.

Entre suas obras figuram também os autobiográficos "Cadernos de Lanzarote".

Saramago era consciente do poder que tinha a internet para divulgar qualquer ideia, e em setembro de 2008 criou um blog, intitulado "O Caderno". Foi "um espaço pessoal na página infinita de internet", segundo suas palavras.

A morte o surpreendeu quando preparava um romance sobre a indústria do armamento e a ausência de greves neste setor, ou pelo menos essa era a ideia que queria desenvolver, como disse quando apresentou "Caim" em novembro de 2009.

(Fonte: Folha.com)
Postado por G. David Sedrez-Conde às sexta-feira, junho 18, 2010 Nenhum comentário: Links para esta postagem
Marcadores: EFE, Folha de São Paulo, José Saramago

16.6.10

"A maior mobilização brasileira depois das Diretas Já"


(Fonte: A2 Comunicação)
Postado por G. David Sedrez-Conde às quarta-feira, junho 16, 2010 Nenhum comentário: Links para esta postagem
Marcadores: Cala Boca Galvão, Folha de São Paulo

14.6.10

Vamos falar de Israel? (Como sempre, rs!)


JOÃO PEREIRA COUTINHO

A recusa palestina em aceitar dois Estados lançou o Oriente Médio numa guerra durante meio século

MEA CULPA: tantas vezes escrevi sobre Israel e os palestinos que nunca expus, com humildade, a minha solução para o conflito. Isso desperta acusações lancinantes contra o meu "sionismo militante".

Pai, perdoa-lhes, porque eles não sabem o que fazem. Eu sempre tive uma solução salomônica. A minha solução assenta na necessidade de existirem dois Estados -um israelense, outro palestino- com fronteiras seguras e reconhecidas. A minha solução recomenda ainda que Jerusalém seja a capital dos dois Estados; ou, em alternativa, que seja uma "cidade franca", sob supervisão internacional.

Por último, a minha solução implica o direito de retorno dos refugiados de 1948 e 1967 para um novo Estado palestino. Admito que, ao abrigo de um qualquer programa de "reunificação familiar", alguns desses refugiados regressem a Israel.

Escrevo tudo isso e, relendo, percebo de imediato por que motivo nunca propus esses passos milagrosos, hoje repetidos por qualquer político ou jornalista analfabeto. É que esses passos são inúteis e, pior ainda, comprovadamente inúteis.

A solução dos dois Estados tem sido proposta desde 1947; peço desculpa: desde 1937; peço desculpa: desde 1919, ou seja, desde o momento em que a Liga das Nações, nos escombros da Primeira Guerra, determinou um mandato britânico para a Palestina.

A ideia, generosa, era proporcionar uma divisão equitativa e demograficamente proporcional entre judeus e árabes palestinos (isso se esquecermos que os árabes da Transjordânia já tinham ficado com 80% do mandato original). A ideia foi recusada pelos árabes palestinos.

Recusada em 1919 e recusada em 1937, quando a Comissão Peel, enviada ao terreno para averiguar as causas da violência entre os povos, voltou a repetir a solução dos dois Estados. Os judeus aceitaram as recomendações da Comissão; os árabes recusaram.

Foi assim que o mundo chegou ao plano de partição das Nações Unidas de 1947. Onde se escutou, já sem grande entusiasmo, a cantiga do costume: dois Estados para dois povos; e Jerusalém sob jurisdição internacional. O leitor é capaz de adivinhar o que aconteceu a seguir?

Eu conto: a recusa palestina em aceitar dois Estados lançou o Oriente Médio numa guerra permanente -durante meio século. Até o dia em que, cansados da luta, Yasser Arafat e Ehud Barak se encontraram em Camp David; corria o ano 2000. Ehud Barak tinha uma ideia luminosa para terminar o conflito: dois Estados para dois povos; Jerusalém partilhada; e o retorno dos refugiados para o novo Estado palestino (e alguns para Israel). Dizer que Arafat cometeu o gesto mais criminoso de toda a história do conflito, recusando a oferta, seria um eufemismo.
Como seria um eufemismo escrever que o conflito piorou com a emergência do Hamas em Gaza, depois da retirada voluntária de Israel em 2005.Lendo a imprensa dos últimos dias, qualquer leitor ficou com a ligeira impressão de que o Hamas é uma entidade "humanitária". Será?

Basta ler a sua carta operativa fundamental, onde a organização nega todos os acordos de paz, passados ou futuros, com a "entidade sionista" (art. 13º); exorta todos os palestinos à jihad e ao martírio (art. 35º); e até cita, como prova da maldade sionista, esse best-seller internacional intitulado "Protocolos dos Sábios do Sião" (art. 32º).

Os "Protocolos", escusado será dizer, não passam de um documento forjado pelas autoridades czaristas em finais do século 19, que tentavam "provar" a intenção judaica de dominar o mundo. Foi o pretexto que faltava para que se iniciassem os pogroms assassinos contra a população judaica do Império Russo.É, aliás, no seguimento dessas perseguições que se iniciam as primeiras vagas de emigração para a Palestina (então parte do Império Otomano), um destino historicamente relevante para os judeus da diáspora e onde sempre existiu presença judaica ao longo dos séculos.

Regresso ao início: a minha solução para o conflito? Não tenho nenhuma. Pelo simples motivo de que o conflito não é, porque nunca foi, um conflito territorial.É um conflito puramente ideológico, em que uma parte sempre se recusou a aceitar a existência da outra. Sem enfrentar essa verdade terrível e indizível, tudo que resta são delírios e mentiras.

(Fonte: Folha.com & Notícias da Rua Judaica)
Postado por G. David Sedrez-Conde às segunda-feira, junho 14, 2010 Nenhum comentário: Links para esta postagem
Marcadores: Folha de São Paulo, Israel

3.6.10

Na Rússia, operários encontram 200 corpos da época de Stalin

DA FRANCE PRESSE, EM MOSCOU 

Operários russos encontraram uma vala comum com cerca de 200 corpos, extremo leste russo. Os cadáveres datam da época da ditadura stalinista, e já estão sendo exumados, informou uma autoridade local.
A fossa foi encontrada por operários próximo à cidade portuária de Vladivostok durante as obras de construção de uma estrada para a cúpula dos países Ásia-Pacífico (APEC), que será realizada nesta cidade em 2012.

"Foram descobertos mais de dez terrenos que continham restos de corpos e foi exumada 1,5 tonelada de restos, o que quer dizer que havia mais de 200 cadáveres", indicou a mesma fonte.
De acordo com os investigadores citados pela agência Itar-Tass, as vítimas foram executadas pela polícia secreta de Stalin ou morreram durante sua transferência para os campos de concentração.
Vladivostok, principal cidade litorânea no Pacífico russo, foi o principal ponto de passagem para os opositores enviados aos gulags, onde milhões de soviéticos morreram antes da morte do ditador, em 1953.
Polêmica
Ainda no início de maio, um ônibus decorado com um retrato de Josef Stalin percorreu as ruas de São Petersburgo, em uma iniciativa lançada por internautas russos, poucos dias antes do 65º aniversário da vitória russa sobre a Alemanha nazista, causando polêmica e reacendendo debates sobre a era stalinista.

"O ônibus foi decorado com o retrato de Stalin para a comemoração do 9 de maio, por uma iniciativa privada; percorreu entre outras vias a avenida Nevski", a principal artéria de São Petersburgo (noroeste), disse um porta-voz da companhia de transportes Ser Passajirskikh Perevozok, proprietária do veículo.

"Não temos a intenção de desculpar Stalin (...) a única coisa que desejamos é destacar o papel-chave desempenhado na vitória" sobre a Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial, explicou o organizador da iniciativa, Viktor Loguinov, em seu blog.

Este jovem russo, que lançou um pedido para recolher fundos, conseguiu reunir cerca de 1.000 euros destinados a pagar o aluguel de um espaço publicitário no ônibus para instalar o retrato do ex-ditador russo.

"É uma grosseria com as pessoas que tiveram parentes mortos nas repressões stalinistas", disse Maxim Reznik, líder local do partido de oposição liberal Iabloko.
(Fonte: Folha.com)

"Stálin foi um assassino. E ainda tem gente que admira um cara desses, como pode? Quem venceu os nazis foi o glorioso Exército Vermelho criado por Leon Trotsky, um dos maiores revolucionários que a humanidade já teve. A destalinização do mundo iniciada por Nikita Kruschev ainda continua!"

Postado por G. David Sedrez-Conde às quinta-feira, junho 03, 2010 Nenhum comentário: Links para esta postagem
Marcadores: Folha de São Paulo, France Presse, Leon Trotsky, Russian Federation, Russian Revolution

2.6.10

"Reação foi de autodefesa", diz Embaixador Becher

Ataque a tropas israelenses foi premeditado; militantes incitaram a multidão embarcada gritando "intifada"


OS ORGANIZADORES ESTAVAM CIENTES DE QUE SUAS AÇÕES ERAM ILEGAIS. A AÇÃO DE ISRAEL ESTÁ FUNDADA NA LEI INTERNACIONAL


GIORA BECHER
ESPECIAL PARA A FOLHA

Durante a madrugada de 31 de maio, soldados da marinha israelense embarcaram em uma frota de seis navios que tentavam violar o bloqueio marítimo em Gaza. Militantes a bordo do Marmara Mavi atacaram os soldados com armamentos como pistolas, facas e paus, ferindo-os e deixando dois soldados em estado grave e três em estado moderado.
Os navios que reagiram de forma pacífica à operação foram escoltados ilesos, como acontecera anteriormente com navios que tentaram violar o bloqueio marítimo.
O ataque contra os soldados israelenses foi premeditado. As armas utilizadas foram preparadas com antecedência. Huwaida Arraf, um dos organizadores da flotilha, afirmou com antecedência ao evento: "Os israelenses vão ter que usar a força para nos parar".
Bulent Yildirim, o líder do IHH (Fundo de Ajuda Humanitária) e um dos principais organizadores da frot a, disse pouco antes do embarque: "Vamos resistir, e a resistência irá vencer".
Os militantes incitaram a multidão embarcada gritando "intifada!", relembrando a revolta dos palestinos na Cisjordânia e na faixa de Gaza em protesto à ocupação israelense entre 1987-1993 e novamente no ano 2000.
É preciso ressaltar que o grupo organizador das embarcações tem orientação antiocidental e radical. Juntamente com as suas legítimas atividades humanitárias, apoia redes islâmicas radicais como o Hamas e elementos da jihad global, como a Al Qaeda.
A ação de Israel contra a frota está fundada na lei marítima internacional. O Hamas, que controla Gaza, já lançou mais de 10 mil foguetes contra civis israelenses e atualmente está envolvido no contrabando de armas e suprimentos militares na região, por terra e mar, a fim de fortalecer suas posições e continuar seus ataques contra Israel.
Sob a lei, Israel tem o direito de proteger a vida dos seus civis de ataques do Hamas e tem tomado medidas para se defender, incluindo o bloqueio marítimo para travar o rearmamento do Hamas.

ALVO

Os organizadores da frota deixaram claro que seu alvo principal era o bloqueio marítimo. Greta Berlin, porta-voz da frota, disse à agência de notícias AFT, em 27 de maio, que "esta missão não é sobre a entrega de suprimentos humanitários, mas [sobre] quebrar o cerco de Israel".
A frota recusou repetidas ofertas de Israel para que os suprimentos fossem entregues no porto de Ashdod e transferidos por passagens terrestres existentes, em conformidade com os procedimentos estabelecidos.
Se, por um lado, os organizadores afirmam ter preocupação humanitária com os moradores de Gaza, por outro eles não têm preocupações semelhantes com o destino do soldado israelense sequestrado Gilad Shalit e se recusaram a fazer uma chamada pública para permitir que ele fosse visitado pela Cruz Vermelha em Gaza.
Os organizadores estavam cientes de que suas ações eram ilegais. Sob o direito internacional, quando um bloqueio marítimo está em vigor, nenhuma embarcação pode ingressar na área bloqueada. Em conformidade com as obrigações de Israel sob esta lei, os navios foram avisados várias vezes sobre o bloqueio marítimo ao longo da costa de Gaza.
Ao ficar claro que a frota tinha a intenção de violar o bloqueio, os soldados israelenses, que não empunhavam armas, embarcaram nos navios e os redirecionaram para Ashdod.
Foram recebidos de forma violenta nas embarcações onde dois israelenses foram baleados, um esfaqueado e outros atacados com tacos, facas, machados e objetos pesados. Os soldados israelenses corriam perigo de vida e agiram em autodefesa.
Em Ashdod, a carga da frota e os itens de ajuda humanitária serão transferidos por terra para a faixa de Gaza. Os membros da frota que necessitam de assistência estão em instalações médicas israelenses.
O restante do grupo será submetido a procedimentos de imigração aplicáveis em casos de tentativas de entrada ilegal.

GIORA BECHER, 60, é embaixador de Israel no Brasil
(Fonte: Folha OnLine e Osias Wurman)
Postado por G. David Sedrez-Conde às quarta-feira, junho 02, 2010 Nenhum comentário: Links para esta postagem
Marcadores: Embaixador Becher, Folha de São Paulo, Gaza, Israel, Osias Wurman

1.6.10

Elo entre Al Qaeda, tráfico e brasileiros mobiliza Policía Federal

SÉRGIO DÁVILA
EDITOR-EXECUTIVO
MARIO CESAR CARVALHO
DE SÃO PAULO
A Polícia Federal tenta desvendar um enigma que mistura a rede terrorista Al Qaeda, tráfico de cocaína para financiar ações do terror e um grupo brasileiro de supostos contrabandistas.

A investigação visa identificar quem são os brasileiros citados por militantes ligados à Al Qaeda, que ajudariam o grupo terrorista a colocar entre 500 kg e uma tonelada de cocaína em Mali, na África Ocidental.

A aparente conexão brasileira foi descoberta com a prisão, em dezembro do ano passado, de três militantes de um braço da Al Qaeda que atua entre Gana, Mali e Argélia, na África Ocidental.
O trio --Omar Issa, Harouna Touré e Idris Abdelrahman-- é de Mali, foi preso em Gana e deportado para Nova York, onde será julgado.

É a primeira prisão de integrantes da Al Qaeda num caso que o governo dos EUA classifica de narcoterrorismo --a venda de drogas para financiar ações armadas.

Touré era o contato com os brasileiros, de acordo com uma investigação da DEA (Drug Enforcement
Administration, a agência americana antidrogas).
Em conversas telefônicas e gravações em vídeo, Touré diz que traria a cocaína da Colômbia com a ajuda de brasileiros. O passaporte dele tem a comprovação de que passou pelo Brasil, pela França e pela Arábia Saudita.

Consultada pela Folha, a PF diz que investiga que grupo atuaria na rota do tráfico entre o Brasil e Mali.

Tráfico no deserto
A tarefa do grupo brasileiro seria levar a cocaína da Colômbia para Mali, como relatam documentos obtidos pela Folha nos EUA. De Mali, a droga seria transportada pelo deserto até o Marrocos e depois para a Espanha.

Mali é o principal entreposto de cocaína na África, segundo o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes. O norte do país virou rota de contrabando e palco de sequestros. De 30 a 70 toneladas de cocaína que vão para a Europa passam pela África Ocidental.
O braço da Al Qaeda que levaria a cocaína pelo deserto caiu numa armadilha da DEA. A agência colocou um informante para negociar com o trio como se fosse das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).
Os americanos imaginavam que o ódio que ambos nutrem pelos EUA funcionaria como liga para os negócios. Deu certo.

Touré, que veio ao Brasil, disse, em mais de uma conversa com o informante, que cobraria US$ 2.000 por quilo de cocaína transportado --transportar 500 kg renderia US$ 1 milhão ao grupo.

No norte da África, é rotineira a mistura de crimes e radicalismo islâmico. Muitas das rotas de contrabando em Gana e no Chade são dominadas por facções terroristas.

Os militantes que estão presos em Nova York pertencem a um grupo chamado Aqim (Al Qaeda do Magreb Islâmico).

A facção nasceu em 1997 na Argélia, com o objetivo de atacar autoridades seculares argelinas e alvos ocidentais. Em 2006, o grupo assumiu um atentado em que morreram 43 militares da Argélia e o sequestro de 23 europeus.

A aliança da Aqim com a Al Qaeda foi selada em 11 de setembro de 2006, no quinto aniversário do ataque às torres gêmeas de Nova York.

Foi Osama bin Laden quem autorizou que usassem o nome Al Qaeda do Magreb Islâmico  - antes, a facção chamava-se Grupo Salafista de Predicação e Combate [predicação é sermão].



(Fonte: Folha OnLine)

"E aí? Quem são esses 'desesperados'"?
Postado por G. David Sedrez-Conde às terça-feira, junho 01, 2010 Nenhum comentário: Links para esta postagem
Marcadores: África, Al Qaeda, Brasil, Folha de São Paulo

15.3.10

PRENDEU!!!!!!

Foi preso de madrugada, o assassino do cartunista Glauco Villas Boas. Carlos Sundfeld, de 24 anos, matou a sangue frio o cartunista da Folha de São Paulo e seu filho Raoni na madrgada de quinta para sexta, em Osasco, Grande-Oeste de São Paulo.

"Cadu" foi achado tentando atravessar a Ponte da Amizade, em Foz do Iguaçu, na fronteira com o Paraguai. Na fuga frustrada, Carlos roubou um carro, que foi rastreado pela polícia, e chegando na Alfândega, "Cadu"ainda trocou tiros com agentes Federais.

Foi encurralado, e não deu outra: foi preso em flagrante, e ainda confessou a brutalidade. Carlos Sundfeld está preso no Paraná e aguarda transferência para São Paulo onde será julgado.

Vamos ver, se agora a justiça brasileira funciona, como funcionou com os monstros do casal Nardoni. É sentar e rezar!
Postado por G. David Sedrez-Conde às segunda-feira, março 15, 2010 Nenhum comentário: Links para esta postagem
Marcadores: Folha de São Paulo, Glauco Villas Boas

12.3.10

O Humor Jornalístico Brasileiro está Sério


Glauco Villas Boas (1957-2010)

Morreu nesta madrugada, um dois maiores cartunistas deste país.

Glauco Villas Boas, de 53 anos, e seu filho, Raoni Villas Boas, de 25 anos foram brutalmente assassinados em Osasco (Região Grande-Oeste Paulistana), quando voltavam para casa.

A polícia ainda não prendeu o principal suspeito, Carlos Sundfeld, de 24 anos, membro afastado da Comunidade Céu de Maria, igreja ligada ao Santo Daime, no qual o cartunista era líder e fundador. Há suspeitas que, na hora do crime, "Cadu" estava drogado. Está foragido desde então.

O velório ocorrerrá na mesma igreja.


Sobre a morte, "o mestre" Ziraldo disse: "É como perder um sobrinho.; O Presidente Lula ressaltou que Glauco era um grande cronista da sociedade brasileira.

O autor do clássico "Nojinsk" e do "Cacique Jaraguá" fará muita falta na penúltima página no caderno "Ilustrada" do jornal "Folha de São Paulo."

Uma pena. O humor jornalístico paulista está de luto.
Postado por G. David Sedrez-Conde às sexta-feira, março 12, 2010 Nenhum comentário: Links para esta postagem
Marcadores: Folha de São Paulo, Glauco Villas Boas
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