Ninguém gosta da segunda-feira.
Quanto mais acordar ás 6:00.
Ninguém gosta de ficar á margem, á beira.
Todos contam com uns trocados no mês.
Olhos não ficam abertos, acordados.
Sensação ruim, de pés acorrentados.
Tudo isso em uma segunda.
Fria.
Onde a água consegue ser mais densa, mais funda.
Tudo que qualquer leve nadador jamais queria.
"Patadas".
Onde está o companheirismo universitário?
Estamos procurando.
Com sorrisos bobos e com caras de otário,
Para falar a verdade.
Aguentar caras feias e atravessar a cidade.
Tudo isso em uma segunda.
Fria.
Onde a água consegue ser mais densa, mais funda.
Tudo que qualquer leve sonhador jamais queria.
"Segunda é o dia em que tudo dá errado!"
Na sua concepção.
Tu estás contrariado.
Procurando o real sentido da
Sua decepção.
E continuamos nessa segunda,
Onde não dá meia-noite,
A impressão que não tem fim,
A expectativa em que o não de hoje, vira, no amanhã,
Um sim.
Onde a água consegue ser mais densa, e muito mais funda.
Onde nada poderia.
Onde tudo queria.
Alguém nos esquente.
Nessa segunda-fria.
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27.9.10
Segunda-Fria
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G. David Sedrez-Conde
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segunda-feira, setembro 27, 2010
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15.9.10
A Necessidade de se Mobilizar
Nossa geração é conhecida por não se "mexer", só querer saber de computador, e outras coisas banais. Verdade. São poucos os adolescentes que se indignam com a situação da sua rua, do seu bairro, da sua cidade, do seu estado, do seu país.
Realmente poucos. Estou orgulhosamente incluso, porém, "aposentado". Fui representante da União Municipal dos Estudantes Secundaristas e fiz parte do quadro de filiados do Partido da Causa Operária, sem citar que era do extinto Movimento Humanista. Tudo isso antes dos 20 anos.
Para família e amigos, um "revoltado da vida", pra variar. Hoje, não faço nada a não ser escrever sobre a situação política internacional, e é claro, discutir a causa sionista, no qual defendo - por ser judeu, obviamente. Entretanto, posso voltar a me organizar politicamente a qualquer momento.
Onde estudo, Universidade Bandeirante de São Paulo (UNIBAN), existe uma matéria á distância, chamada Estudos Formativos, cujo tema é raciocínio lógico matemático. As questões são: para quem está cursando Rádio e Televisão, qual é a necessidade de ter raciocínio lógico pra quem irá trabalhar com rádiodifusão? E por quê á distância, sendo que nosso horário matutino vai até as onze? O que irá custar para a universidade esticar o horário para essa matéria pelo menos dois dias da semana?
A coordenação acadêmica não vai responder a essas questões. Surge a necessidade daqueles que não concordam com esse tipo de situação se mobilizar. Isso por quê o EAD é só a ponta do Iceberg. Deixo aqui a minha insatisfação com tudo isso. Como disse, posso voltar á ativa á qualquer momento. Posso sair da política, mas a política nunca irá sair de mim.
Realmente poucos. Estou orgulhosamente incluso, porém, "aposentado". Fui representante da União Municipal dos Estudantes Secundaristas e fiz parte do quadro de filiados do Partido da Causa Operária, sem citar que era do extinto Movimento Humanista. Tudo isso antes dos 20 anos.
Para família e amigos, um "revoltado da vida", pra variar. Hoje, não faço nada a não ser escrever sobre a situação política internacional, e é claro, discutir a causa sionista, no qual defendo - por ser judeu, obviamente. Entretanto, posso voltar a me organizar politicamente a qualquer momento.
Onde estudo, Universidade Bandeirante de São Paulo (UNIBAN), existe uma matéria á distância, chamada Estudos Formativos, cujo tema é raciocínio lógico matemático. As questões são: para quem está cursando Rádio e Televisão, qual é a necessidade de ter raciocínio lógico pra quem irá trabalhar com rádiodifusão? E por quê á distância, sendo que nosso horário matutino vai até as onze? O que irá custar para a universidade esticar o horário para essa matéria pelo menos dois dias da semana?
A coordenação acadêmica não vai responder a essas questões. Surge a necessidade daqueles que não concordam com esse tipo de situação se mobilizar. Isso por quê o EAD é só a ponta do Iceberg. Deixo aqui a minha insatisfação com tudo isso. Como disse, posso voltar á ativa á qualquer momento. Posso sair da política, mas a política nunca irá sair de mim.
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G. David Sedrez-Conde
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quarta-feira, setembro 15, 2010
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14.9.10
Infelizes Coincidências
Na semana passada, nós judeus comemoramos o nosso Ano Novo. Foi entre quarta e sexta-feira, pra ser mais preciso. No sábado seguinte, era 11 de setembro.
Sábado passado foi recordado o maior atentado terrorista da História Contemporânea, os aviões se chocando com as torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York (EUA). Aconteceu há nove anos. Houve muitas vítimas de origem judaica. Eu era a favor de tudo aquilo, ou seja, apoiei as ações dos terroristas. Erroneamente.
Além de lembrar disso, foi necessário lembrar o que aconteceu há 37 anos no nosso vizinho Chile. O Coup d'Etát (Golpe de Estado) que vitimou Salvador Allende, o primeiro presidente socialista da América Latina, levando ao poder um dos maiores tiranos de nossa história, Augusto Pinochet.
Justamente, entre o Ano Novo e o Dia do Perdão, é conhecido o período "dez dias de arrependimento" para os judeus. E justamente, dentro desse período, foi observado tudo isso, coincidentemente ou não. Serve para nós pensarmos mais até, eu posso acreditar.
Espero que, nos próximos anos, não tenham mais atentados terroristas, golpes de estado, e que todos nós sejamos escritos no Livro da Vida. Tá na hora de colocar mais mel no amargo.
Sábado passado foi recordado o maior atentado terrorista da História Contemporânea, os aviões se chocando com as torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York (EUA). Aconteceu há nove anos. Houve muitas vítimas de origem judaica. Eu era a favor de tudo aquilo, ou seja, apoiei as ações dos terroristas. Erroneamente.
Além de lembrar disso, foi necessário lembrar o que aconteceu há 37 anos no nosso vizinho Chile. O Coup d'Etát (Golpe de Estado) que vitimou Salvador Allende, o primeiro presidente socialista da América Latina, levando ao poder um dos maiores tiranos de nossa história, Augusto Pinochet.
Justamente, entre o Ano Novo e o Dia do Perdão, é conhecido o período "dez dias de arrependimento" para os judeus. E justamente, dentro desse período, foi observado tudo isso, coincidentemente ou não. Serve para nós pensarmos mais até, eu posso acreditar.
Espero que, nos próximos anos, não tenham mais atentados terroristas, golpes de estado, e que todos nós sejamos escritos no Livro da Vida. Tá na hora de colocar mais mel no amargo.
(Agradecimentos á Professora Lislei Carrilo)
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G. David Sedrez-Conde
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terça-feira, setembro 14, 2010
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70 Foi 10
A saga para a conversão continua. Vamos entrar para o terceiro ano de prática judaica. E é claro, muitas coisas, pra variar, aconteceram.
No início desse ano, que se encerrou no final da tarde da quarta-feira passada (08.09.10), estava trabalhando (e muito) onde minha mãe "reinou" por quase uma década, o PoupaTempo, posto Sé. Era terceirizado, não me aproveitava da máquina do Estado. Tinha problemas de disciplina e faltei em Yom Kippur. Resultado: a mãe ficou nove anos e meio, o filho, 45 dias.
Foi um intenso aprendizado. Um período de teshuvá (heb. arrependimento/retorno) intenso. Os dias foram se passando. Pensava que nunca poderia voltar ao Call Center. Pensava. Depois de uma "passagem relâmpago" pela United Cinemas Internacional - Shopping Anália Franco (e um autógrafo de Andreas Kisser), ingressei em uma das maiores empresas da área, a carioca Contax.
Lá, fiquei o maior tempo registrado em carteira até agora, três meses. Quando entrei para a empresa, ressurgiu o sonho de voltar a faculdade. Matriculei-me na UNIBAN, perto de onde trabalhava, nos Campos Elíseos/Barra Funda. Não gostei da região do campus, mudei de faculdade. Com o tempo, não gostava de nada, a não ser das matérias que estudava.
Tentei mudar de empresa para mudar de horário. Tentei, mas não deu certo. Ao menos, depois de mais um ano, conheci uma garota que viria a ser a minha namorada.
Foi Iyar, foi Sivan. Saio da Contax, não dei certo na SPCOM, anuncio minha desistência do curso de Publicidade & Propaganda na Faculdade das Américas. A Copa do Mundo vem, namoro uma Camila, a Copa passa, e namoro outra Camilla.
Em Tammuz, fui parar em Pinheiros (CSU CardSystem). Mal iniciou, meu namoro já estava em crise por problemas pessoais por parte de Hannah Start-Cohen (Camila Lima). Por e-mail, decidimos terminar. Não mais de 15 dias depois, estava namorando de novo e retornei para a minha ex-faculdade.
Sai Propaganda & Publicidade, entra Rádio e Televisão, sai FAM, entra UNIBAN, sai Hannah, entra Esther, e por aí foi. O ano acabou e tenho a certeza que, por mais que desviei, sempre andei no caminho de Hashem, que nunca deixou de olhar por mim e por todos. Nesse ano completo duas décadas de existência física e três anos de judaísmo (Kabbalah). Dúvidas vem e vão, a certeza, quando injetada, ela fica.
No início desse ano, que se encerrou no final da tarde da quarta-feira passada (08.09.10), estava trabalhando (e muito) onde minha mãe "reinou" por quase uma década, o PoupaTempo, posto Sé. Era terceirizado, não me aproveitava da máquina do Estado. Tinha problemas de disciplina e faltei em Yom Kippur. Resultado: a mãe ficou nove anos e meio, o filho, 45 dias.
Foi um intenso aprendizado. Um período de teshuvá (heb. arrependimento/retorno) intenso. Os dias foram se passando. Pensava que nunca poderia voltar ao Call Center. Pensava. Depois de uma "passagem relâmpago" pela United Cinemas Internacional - Shopping Anália Franco (e um autógrafo de Andreas Kisser), ingressei em uma das maiores empresas da área, a carioca Contax.
Lá, fiquei o maior tempo registrado em carteira até agora, três meses. Quando entrei para a empresa, ressurgiu o sonho de voltar a faculdade. Matriculei-me na UNIBAN, perto de onde trabalhava, nos Campos Elíseos/Barra Funda. Não gostei da região do campus, mudei de faculdade. Com o tempo, não gostava de nada, a não ser das matérias que estudava.
Tentei mudar de empresa para mudar de horário. Tentei, mas não deu certo. Ao menos, depois de mais um ano, conheci uma garota que viria a ser a minha namorada.
Foi Iyar, foi Sivan. Saio da Contax, não dei certo na SPCOM, anuncio minha desistência do curso de Publicidade & Propaganda na Faculdade das Américas. A Copa do Mundo vem, namoro uma Camila, a Copa passa, e namoro outra Camilla.
Em Tammuz, fui parar em Pinheiros (CSU CardSystem). Mal iniciou, meu namoro já estava em crise por problemas pessoais por parte de Hannah Start-Cohen (Camila Lima). Por e-mail, decidimos terminar. Não mais de 15 dias depois, estava namorando de novo e retornei para a minha ex-faculdade.
Sai Propaganda & Publicidade, entra Rádio e Televisão, sai FAM, entra UNIBAN, sai Hannah, entra Esther, e por aí foi. O ano acabou e tenho a certeza que, por mais que desviei, sempre andei no caminho de Hashem, que nunca deixou de olhar por mim e por todos. Nesse ano completo duas décadas de existência física e três anos de judaísmo (Kabbalah). Dúvidas vem e vão, a certeza, quando injetada, ela fica.
(Originalmente escrito em 29 de Elul de 5770 - 08 de Setembro de 2010)
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G. David Sedrez-Conde
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terça-feira, setembro 14, 2010
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8.8.10
3.8.10
Dezenove ao Quadrado
Não gosto de matemática. É impossível associar David Start-Cohen com as ciências exatas. Nem todo judeu é Einstein ou Bohr. Baruch Hashem. Fora tudo isso, no último dia 19 de Junho de 2010 (08/Tammuz/5770) completei 19 anos, ou seja, 19 no 19.
Engraçado, coincidência, que seja. Queria ouvir um numerólogo falar sobre isso. E, em seguida. sorrir bastante. Talvez pelo meu ceticismo em relação a essas coisas, no lo sé.
Gosto de número, não de conta. Assim como navegar é preciso, raciocinar de vez em nunca também é preciso. Dá pra entender. Se temos tudo isso aí, é porque algum grego, árabe, romano, Prêmio Nobel se matou pra resolver uma inequação de segundo grau que ninguém sabia (ou sabe) resolver. Interessante, não? Já terminei o ensino regular obrigatório, é melhor encerrar esse assunto por aqui.
Engraçado, coincidência, que seja. Queria ouvir um numerólogo falar sobre isso. E, em seguida. sorrir bastante. Talvez pelo meu ceticismo em relação a essas coisas, no lo sé.
Gosto de número, não de conta. Assim como navegar é preciso, raciocinar de vez em nunca também é preciso. Dá pra entender. Se temos tudo isso aí, é porque algum grego, árabe, romano, Prêmio Nobel se matou pra resolver uma inequação de segundo grau que ninguém sabia (ou sabe) resolver. Interessante, não? Já terminei o ensino regular obrigatório, é melhor encerrar esse assunto por aqui.
Viva a álgebra! Pitágoras Rules! (Tá bom...)
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G. David Sedrez-Conde
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terça-feira, agosto 03, 2010
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25.7.10
Roupas Extravagantes e Cabelos Azul-Turquesa
Existe uma comunidade no site de relacionamentos mais popular entre os brasileiros (sim, aquele que tem nome turco) cujo título é "geração perdida". Quando li isso fiquei analisando profundamente durante segundos, e cheguei á seguinte conclusão: "fato".
Não que alguém ou algo, ou tribo urbana leve a culpa, mas, é só olhar ao redor dos infanto-juvenis e perceber. Durante a minha infância, nos anos noventa, existiam desenhos, bandas que davam gosto de assisstir e ouvir, hoje, não é bem assim.
Falando sobre desenhos, sempre fomos influenciados pelos Looney Tunes da Warner Brothers, pela turma da Hanna-Barbera, e outros estadunidenses, porém, foram os japoneses que invadiram nossas mentes e até no modo de se portar frente á sociedade. Desde a segunda metade dos anos oitenta.
Quando a tietagem era tamanha, era só ter a fantasia de um Power Ranger ou a máscara do Jaspion, ou Black Kamen Rider, atualmente, passam dos limites. Alguns até ganham dinheiro pra tal, são realmente poucos. E racionais. Os "atores fantasiados", ou Costume Players, são a bola da vez no final da primeira década do terceiro milênio da era comum.
No mundo, conhecidos pela abreviação Cosplays (ou em São Paulo, pela ironia Cospobres), os mesmos despertam reações diferentes em todos aqueles que os observam. Espanto, para a grande maioria, admiração, para quem gosta de uma coisa ou outra da cultura japonesa, e um "pouco" de raiva, para o autor desse texto por exemplo. Quem esta lendo se pergunta: "raiva?"
A grande parcela dos Cosplays é constituída por guris e gurias que ficam o dia inteiro na internet e sabem o que são parques, museus, estádios, e nunca, nunca mesmo, se atreveram a bater uma bola, ou até, brincar de esconde-esconde na infância. Pero, nem todo palestino é terrorista e nem todo corinthiano é ladrão. Para toda regra há uma exceção (a rima não foi proposital), e entre os Cosplays não é diferente.
Orgulhosamente, fui staff da Cúpula Mundial dos Atores Fantasiados (World Cosplay Summit) - Etapa Brasil 2009, e é claro, fui rever meus conceitos sobre essa galera. Assisti apresentações inacreditáveis e incríveis, e gostei muito. Óbvio que os concorrentes da cúpula faziam parte dos racionais, eu acho. Mesmo assim, ainda os critico, principalmente quando tem evento no meu bairro. É um festival de nerds babacas que só sabem falar dos seus gostos estranhos.
Como disse, Baruch Hashem, não são todos. Há racionais e muita gente legal nesse meio. Conheço uns que faço questão de manter amizade. Contudo, sempre bato na mesma tecla: sou judeu e afro-descendente, não tem porquê eu ter preconceito com algo ou alguém. Tolerância é a chave. Se tem pessoas que acham legal usar roupas extravagantes e pintar o cabelo de azul-turquesa um hobby, tá beleza!
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G. David Sedrez-Conde
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domingo, julho 25, 2010
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J-World's Yakuza
3.6.10
Tzahal Vs. Flotilha de Fanfarrões
Muito óbvio que tomei um susto quando ouvi falar que Israel detonou um barco próximo á Faixa de Gaza. E, logo, advinhem o quê? Fui criticado logo de cara pela Dona Marilda! Sem saber muito o que era, já tava logo "descendo a lenha" no Netanyahu (Primeiro-Ministro) e no Lieberman (Chanceler), cujo governo sou opositor, mesmo de longe.
O susto foi maior quando soube que uma brasileira estava envolvida entre os presos pela Tzahal. "Putz, agora lascou!" - pensei. O Presidente Lula foi á Israel fechar uma bagatella de acordos e mais tarde, apertou as mãos daquele safado do Ahmadinejad (pelo menos ele sossegou um bocado!). E acontece isso. Crise diplomática á vista.
As Nações Unidas, e toda a Comunidade Internacional tá condenando Israel. De lei isso aí. Porém, na terça última, o Embaixador Giora Becher explicou na Folha passo-a-passo do ocorrido nesse início de semana. Primeiro: os tripulantes estavam fortemente armados, enquanto os soldados israelenses estavam com armas de Paintball, daquelas que até meu sobrinho Gabriel de 4 anos, se deixar, maneja bem. Segundo: o povão tava gritando "intifada" (revolta palestina contra Israel). Quem são eles para gritar esse tipo de coisa? Terceiro: Os coordenadores da flotilha têm ligações comprovadas com a Al Qaeda, principalmente o seu Huwaida Arraf. Que beleza!
Ação humanitária? No raio que o parta! Eles queriam atacar o bloqueio imposto pela marinha israelense na Faixa de Gaza, o conceito de tzedacá (caridade) passou bem longe do principal objetivo desses vagabundos. Foi proposto de, já que eles iriam - supostamente - levar alimentos ao povo de Gaza, levar também mantimentos e vestuário para o "eterno" refém, Gilad Shalit, cabo de exército israelense sequestrado por forças terroristas no começo da década. Essa proposta ainda era da Cruz Vermelha, e eles nem deram corda.
No final, conseguiram holofotes. De uma maneira deveras vergonhosa. Também luto, não só pela libertação palestina, como defendo a unificação de Israel e Palestina. Se quiser protestar, usem os meios de comunicação e não navios! Quero mesmo uma investigação informal, como pede as Nações Unidas, que não seja liderada por Israel, como propôs a Secretária Clinton, pra ver o que realmente aconteceu, o que levou esses fanfarrões a fazer isso e porquê a Tzahal reagiu de tal forma.
Seja lá o que for, defendo Israel. É o país onde quero me casar, estudar e realizar minha conversão ao judaísmo, desejada há dois anos e meio, praticamente. Deixar bem claro que faço oposição de esquerda frente ao governo Netanyahu-Lieberman, esses dois afundam Israel na direita, contorcendo os ideais de Ben-Gurion e Meir, que socialistas, levantaram essa nação há mais de 60 anos.
Porém, é fato, as vidas tiradas nesse ocorrido, Hashem não vai trazer de volta. Isso que é chato...
Ah, e um aviso para a senhorita Iara Lee: Querer fazer um filme sobre vergonha alheia tu num quer né? Usar tua cidadania estadunidense pra fazer palhaçada pra voltar deportada pro Brasil, êta coisa linda! Espero que os americanos também tirem sua cidadania pra largar a mão de ser trouxa! E graças a ti, senhorita Lee, o Brasil tá de "cara virada" pra Israel, depois de uma visita histórica de nosso Presidente. Vem aqui, vem pro Aricanduva gritar "intifada" pra ver! Mando uns camaradas da Mossad te dar um salve! Um salve! É isso que a senhorita merece, um salve beeeeem dado!
Que sejam concluídas as investigações. E que libertem Shalit!
O susto foi maior quando soube que uma brasileira estava envolvida entre os presos pela Tzahal. "Putz, agora lascou!" - pensei. O Presidente Lula foi á Israel fechar uma bagatella de acordos e mais tarde, apertou as mãos daquele safado do Ahmadinejad (pelo menos ele sossegou um bocado!). E acontece isso. Crise diplomática á vista.
As Nações Unidas, e toda a Comunidade Internacional tá condenando Israel. De lei isso aí. Porém, na terça última, o Embaixador Giora Becher explicou na Folha passo-a-passo do ocorrido nesse início de semana. Primeiro: os tripulantes estavam fortemente armados, enquanto os soldados israelenses estavam com armas de Paintball, daquelas que até meu sobrinho Gabriel de 4 anos, se deixar, maneja bem. Segundo: o povão tava gritando "intifada" (revolta palestina contra Israel). Quem são eles para gritar esse tipo de coisa? Terceiro: Os coordenadores da flotilha têm ligações comprovadas com a Al Qaeda, principalmente o seu Huwaida Arraf. Que beleza!
Ação humanitária? No raio que o parta! Eles queriam atacar o bloqueio imposto pela marinha israelense na Faixa de Gaza, o conceito de tzedacá (caridade) passou bem longe do principal objetivo desses vagabundos. Foi proposto de, já que eles iriam - supostamente - levar alimentos ao povo de Gaza, levar também mantimentos e vestuário para o "eterno" refém, Gilad Shalit, cabo de exército israelense sequestrado por forças terroristas no começo da década. Essa proposta ainda era da Cruz Vermelha, e eles nem deram corda.
No final, conseguiram holofotes. De uma maneira deveras vergonhosa. Também luto, não só pela libertação palestina, como defendo a unificação de Israel e Palestina. Se quiser protestar, usem os meios de comunicação e não navios! Quero mesmo uma investigação informal, como pede as Nações Unidas, que não seja liderada por Israel, como propôs a Secretária Clinton, pra ver o que realmente aconteceu, o que levou esses fanfarrões a fazer isso e porquê a Tzahal reagiu de tal forma.
Seja lá o que for, defendo Israel. É o país onde quero me casar, estudar e realizar minha conversão ao judaísmo, desejada há dois anos e meio, praticamente. Deixar bem claro que faço oposição de esquerda frente ao governo Netanyahu-Lieberman, esses dois afundam Israel na direita, contorcendo os ideais de Ben-Gurion e Meir, que socialistas, levantaram essa nação há mais de 60 anos.
Porém, é fato, as vidas tiradas nesse ocorrido, Hashem não vai trazer de volta. Isso que é chato...
Ah, e um aviso para a senhorita Iara Lee: Querer fazer um filme sobre vergonha alheia tu num quer né? Usar tua cidadania estadunidense pra fazer palhaçada pra voltar deportada pro Brasil, êta coisa linda! Espero que os americanos também tirem sua cidadania pra largar a mão de ser trouxa! E graças a ti, senhorita Lee, o Brasil tá de "cara virada" pra Israel, depois de uma visita histórica de nosso Presidente. Vem aqui, vem pro Aricanduva gritar "intifada" pra ver! Mando uns camaradas da Mossad te dar um salve! Um salve! É isso que a senhorita merece, um salve beeeeem dado!
Que sejam concluídas as investigações. E que libertem Shalit!
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quinta-feira, junho 03, 2010
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13.5.10
Quem tem Curvas, tem Poder
Solteiro há mais de um ano, cada dia mais me impressiono com a ascensão do poder feminino, ou "Women Power" para los gringos. Alucinação por falta de uma? Sei lá!
Nesse mundo estranho, onde não se sabe se os movimentos de rotação e translação da Terra estão corretos, ser hetero hoje em dia é como ser aquela figurinha prateada do álbum da Copa: achou, comemorou. Está cada vez mais difícil de achar. Pra falar a verdade, de ambos os gêneros.
Não sou preconceituoso, muito pelo contrário, sou até (muito) tolerante não só com pessoas, mas, com outros assuntos também. Além disso, sou afro-descendente e judeu, não tenho motivo algum julgar alguém por sua orientação sexual.
Pero bueno, escutar frases como "mulher é bicho ruim e complicado" e "ruim com elas, pior sem elas" sempre foi motivo de profunda análise pra mim. E, nem tem como chegar a uma conclusão racional sobre isso. Também não sei se concordo com as citações populares acima.
Até aí, tudo bem. Pero, sem querer ser chato, mas eu sinceramente não entendo porquê "cargas d'água" existe homens que rejeitam um quadrilzinho feminino. Não tem como! É tudo "di bão, sô!". Como disse, esse mundo tá cada vez mais estranho. Se tem cura ou não, é outro assunto,de outra área.
Elas, porém, gozam das vantagens de ser mulher. Acho louvável. Também, com menstruação, gestação, trabalho de parto, é "punk, o baguio". Contudo, há aquelas que sabem que Hashem caprichou ao criar,e por isso, pisam em cima de nós, homens. Em que sentido?
Vamos lá, partimos do seguinte princípio: ossos ok, sistemas nervoso e sangüíneo ok, órgãos ok, pele ok, agora, glúteos, quadril, busto, coxas, nesses casos, já são "outros 500". Aquela guria que sabe que tem glúteos grandes, basta uma "gingada" que tudo se resolve. Desde uma entrada de graça á uma alavancada profissional. Completa com uma calça apertada e pronto. Quem tem seios avantajados, então, meu D-us!
As mais "argentinas" colocam um decote bem provocante, fazendo qualquer homem, seja ele, chefe, político, segurança, policial, pararem, literalmente. Existe aquelas que não precisam de decote, mas, basta um olhar "James Bond" (ou "Jack Bauer", se preferir) e aí, "bang!"
Esses causos não acontecem só aqui em São Paulo. Pode ser em qualquer outro lugar do mundo. Tokyo, Moscou, Haifa, Barcelona, Tel-Aviv, nenhum canto escapa. Não importa estação, clima, cultura ou fuso horário, as situações podem ser as mesmas.
Relatei de um modo geral, só um lado. Nós, homens, também nosso gosto pra elas, ou tu pensa que elas falam e pronto? Não é assim, né? O outro lado que vou rapidamente "pincelar" aqui é o que achamos delas, partindo de outros pontos de vista. O primeiro, é, logicamente o físico. A mulher perfeita tem que ser aquelas modelos ou garotas das propagandas de cerveja, por exemplo. Fora desses padrões, são consideradas "dragões" (a rima não foi proposital). Gosto não se discute, é verdade, mas, todos os homens chegam a um consenso quando o assunto é mulher. Longe das rodinhas de boteco e de intervalo de faculdade, cada um pensa qual é a sua mulher ideal. Mi persona, David Start-Cohen, a mulher ideal tem que ser judia (dãããã!!!!!), mas, como ainda não me converti completamente, tenho minhas escolhas "undergrounds", ou seja, não sou tão exigente quanto a maioria dos meus colegas, amigos e até familiares. Fisicamente, sou fã de quem pode oferecer mais "massa corporal", vamos dizer assim. Não exagere ao imaginar. As denominadas "fofinhas", rebeldes contra a "ditadura da moda" são as que mais me atraem. São mulheres, apesar de tudo. Em síntese, a mulher ideal, tem que ter cabeça aberta, discutir todos os assuntos, e gostar das coisas simples da vida, como o ar livre em parques, passeios em museus e, gostar de praticar alguma atividade física. É quase impossível achar uma mulher que não gosta de shopping, é uma em 1 bilhão. Tendo esses "pré-requisitos", pode ser gorda, magra, corinthiana, enfim, como ressaltei, ter a mente aberta é o que vale.
Na verdade, elas tudo podem ter, afinal, quem tem curvas, tem poder.
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G. David Sedrez-Conde
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quinta-feira, maio 13, 2010
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As Luzes se Apagam no Parque Antárctica
Não é um jogo do Palmeiras. Embora onde eu trabalhava era bem perto desse clube aí.
No início, com uma faculdade de Eventos engatilhada nos Campos Elíseos, achava o máximo trabalhar no maior site da Contax, tornava-se até uma obsessão pra mim. Aliás, para um desempregado, qualquer vaga vira uma obsessão.
As coisas foram fluindo, consegui uma vaga de receptivo nesse site e estava só esperando as férias acabarem para tudo chegar bem perto do perfeito.
Comecei a observar bem onde ficava o campus Rudge da Universidade Bandeirante de São Paulo, nos Campos Elíseos, Centro-Norte da "Capital Federal". Á cinco minutos da Barra Funda, o campus era realmente grande e interessante, porém, o viaduto que eu atravessava, o Engenheiro Orlando Murgel, para ir á faculdade, era um banheiro a céu aberto. Se o cheiro fosse só de urina, até ia, mas se sentia e via as fezes dos mendigos. Fora a favela que tinha embaixo do mesmo. Um lugar horrível para se estudar, indigno para uma faculdade particular do tamanho da UNIBAN.
Percebido isso, imediatamente eu mudei e me matriculei na Faculdade das Américas, no bairro da Consolação, Centro-Oeste, justamente no Baixo Augusta, o lugar mais exótico da "Capital Federal".
No primeiro mês de trampo me acostumei a andar 40 minutos da Rua Augusta até a Rua Federação Paulista de Futebol, na Barra Funda, onde ficava o site Antárctica. Mas, o serviço não ajudava. Mesmo.
Prestava serviço para um subgrupo do conglomerado bancário espanhol Santander, a Aymoré Financiamentos, por onde todo o Brasil financiava carros. Atendíamos mais região Sul e interior paulista. Existia uma área que ficava responsável pelos processos de desalienação de veículos, que, ao meu ver, não fazia lá muita coisa (isso não é Lashon Hará, eu acho!). O prazo normal de encerramento de leasing era de 25 dias. Atendia casos de mais de três meses.
Prestava serviço para um subgrupo do conglomerado bancário espanhol Santander, a Aymoré Financiamentos, por onde todo o Brasil financiava carros. Atendíamos mais região Sul e interior paulista. Existia uma área que ficava responsável pelos processos de desalienação de veículos, que, ao meu ver, não fazia lá muita coisa (isso não é Lashon Hará, eu acho!). O prazo normal de encerramento de leasing era de 25 dias. Atendia casos de mais de três meses.
Passavam-se as horas e os dias e, nada se resolvia, tornando nós, operadores da linha de frente, verdadeiros robôs. Isso me irritava e, mais ainda, irritava os pobres clientes. Insatisfeito com o serviço, e por outros motivos também, decidi sair da Contax, "abandonando" a minha banda, Menorah, que ajudei a classificar para a final do concurso "Sexta Cultural", que seria em novembro. Pero, ela existe fora da Contax, já que o guitarrista principal saiu primeiro do que o próprio baterista.
Foram três meses (na verdade, dois meses e 15 dias) intensos de correria, stress e aprendizado no qual agradeço á Hashem de ter passado, e como sempre, fiz grandes amizades, desde o treinamento até a operação. Agora, tudo o que posso fazer é rezar por eles e, com a ajuda de Rabbi Shimon Bar Yochai, continuar minha caminhada. Diga-se de passagem que também posso mudar de faculdade e curso, a possibilidade é real e não-descartável.
Para completar, o guitarrista e o baixista (Victor Fugita e Thiago Santos) da minha banda principal, M.T.K.,anunciaram suas saídas. E assim, meu décimo oitavo ano de vida já vai indo embora, deixando saudades, inclusive.
Junho (Tammuz) já está aí.
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quinta-feira, maio 13, 2010
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Questão de Extensão
Há pouco tempo atrás, estava lendo o livro de Marshall McLuhan, "Understanding Media", no qual alega que tudo é uma questão de extensão de alguma coisa. Nossa casa é a extensão de nossa pele, a arma é a extensão da espada e por aí vai.
E entendi o porquê do meu professor de história e teoria da Comunicação, Leonardo Rea Lé falava tanto dessa obra e desse autor. McLuhan é mesmo bom, as idéias são bem sintetizadas, apesar do livro em questão ter "apenas" 400 páginas em sua edição brasileira.
O historiador britânico e colunista do caderno "Mais!" do jornal "Folha de São Paulo", Peter Burke, no livro que escreveu junto com Asa Briggs, "A História Social da Mídia", sempre cita o professor canadense como referência. E foi justamente por causa dessas citações que eu criei vergonha na cara e li o "Understanding Media". Gostei e quero ler novamente no futuro, já que quero seguir carreira na Comunicação, seja antes ou depois de tornar-me rabino.
"A História Social da Mídia - De Gutemberg Á Internet" é o livro que estou lendo agora, quer dizer, tentando. Afastado da faculdade e novamente desempregado (e por conta própria ainda), tento arranjar alguns segundos acordado no ônibus pra poder ler esse livro fantástico. E tem mais um título sobre esse assunto que gostaria de ler, porém, acho que não vou continuar no curso, caso não tire notas boas nas provas. Trabalhos? Nem pensar! Perdi todos.
Enfim, achei surpreendente a atualidade de "Understanding Media". Foi escrito na década de 60 e as idéias "ainda batem", uma coisa incrível. Graças á McLuhan entendi o porquê os europeus (mais os britânicos) gostam tanto de apostar. Novamente: extensão de entretenimento. " - Aposto na vitória do Manchester United em cima do Liverpool." " - Demorô! 20 libras que vai ser dois a zero!". E assim por diante.
Mais divertido ainda os conceitos de "o meio é a mensagem", explicando que o próprio meio de comunicação, não importa o qual, caracteriza a mensagem em si, e não apenas a mensagem que você quer transmitir. Ah, e os "meios quente e frio"? Eu lembro de uma aula do professor Rea Lé no qual dizia a importância da emoção passada pelo rádio através do narrador em um jogo de futebol (ele até imaginou o Corinthians em uma final de Libertadores! Coisa que na verdade não aconteceu. E nem vai acontecer, pelo menos nesse ano...). O rádio, segundo McLuhan é um "meio quente", por envolver mais os sentidos humanos, do que a televisão, por exemplo, no qual você só usa os olhos (o nome já diz, certo?). "Meio frio", analiza o professor canadense em um tiro curto. Isso vale para as cores também, não sabia. Existem cores quentes e frias. "Nice!"
De máquinas a ferramentas, situações e emoções, tudo é uma questão de extensão. De verdade.
E entendi o porquê do meu professor de história e teoria da Comunicação, Leonardo Rea Lé falava tanto dessa obra e desse autor. McLuhan é mesmo bom, as idéias são bem sintetizadas, apesar do livro em questão ter "apenas" 400 páginas em sua edição brasileira.
O historiador britânico e colunista do caderno "Mais!" do jornal "Folha de São Paulo", Peter Burke, no livro que escreveu junto com Asa Briggs, "A História Social da Mídia", sempre cita o professor canadense como referência. E foi justamente por causa dessas citações que eu criei vergonha na cara e li o "Understanding Media". Gostei e quero ler novamente no futuro, já que quero seguir carreira na Comunicação, seja antes ou depois de tornar-me rabino.
"A História Social da Mídia - De Gutemberg Á Internet" é o livro que estou lendo agora, quer dizer, tentando. Afastado da faculdade e novamente desempregado (e por conta própria ainda), tento arranjar alguns segundos acordado no ônibus pra poder ler esse livro fantástico. E tem mais um título sobre esse assunto que gostaria de ler, porém, acho que não vou continuar no curso, caso não tire notas boas nas provas. Trabalhos? Nem pensar! Perdi todos.
Enfim, achei surpreendente a atualidade de "Understanding Media". Foi escrito na década de 60 e as idéias "ainda batem", uma coisa incrível. Graças á McLuhan entendi o porquê os europeus (mais os britânicos) gostam tanto de apostar. Novamente: extensão de entretenimento. " - Aposto na vitória do Manchester United em cima do Liverpool." " - Demorô! 20 libras que vai ser dois a zero!". E assim por diante.
Mais divertido ainda os conceitos de "o meio é a mensagem", explicando que o próprio meio de comunicação, não importa o qual, caracteriza a mensagem em si, e não apenas a mensagem que você quer transmitir. Ah, e os "meios quente e frio"? Eu lembro de uma aula do professor Rea Lé no qual dizia a importância da emoção passada pelo rádio através do narrador em um jogo de futebol (ele até imaginou o Corinthians em uma final de Libertadores! Coisa que na verdade não aconteceu. E nem vai acontecer, pelo menos nesse ano...). O rádio, segundo McLuhan é um "meio quente", por envolver mais os sentidos humanos, do que a televisão, por exemplo, no qual você só usa os olhos (o nome já diz, certo?). "Meio frio", analiza o professor canadense em um tiro curto. Isso vale para as cores também, não sabia. Existem cores quentes e frias. "Nice!"
De máquinas a ferramentas, situações e emoções, tudo é uma questão de extensão. De verdade.
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28.3.10
Passar Sobre'70
A festa do êxodo, dos pães ázimos, ou seja lá o que você chamar, é, realmente diferente das outras. Não só pela simples restrição alimentar (proibido farinha de trigo em 8 dias), mas, pelo seu real significado.
Nessa festa se lê e se reflete sobre um dos maiores enigmas que o homem já criou: a travessia do Mar Vermelho (Região do Oriente Médio). A Kabbalah, segundo ouvi do próprio Professor Yonatan Shani, não foi bem como está escrito. Segundo Shani, alguns israelitas se sacrificavam respirando a água do mar, enquando Moshe Rabeinu (Moisés) codificava os 72 nomes de D-us.
Foi então, através do heroísmo desses israelitas e da codificação de Moisés, foi possível a tal milagrosa travessia. E tem mais. Em Pessach, surge a história dos umbrais (mezuzot) que os judeus tem em suas portas. Teve origem no sangue de cordeiro que os israelitas passaram em suas portas para se protegerem das pragas que Moshe rogou contra os primogênitos egípcios, digo, o Faraó mandou matar os primogênitos israelitas. Adivinha quem veio primeiro?
E os pães ázimos - sem farinha? Gosto de dizer que a Matsá é o avô das bolachas Cream Cracker. E não é verdade? Quem já viu Matzá e quem não é judeu diz o mesmo, só que a Matzá é bem maior para uma bolacha água e sal, como dizemos aqui no Aricanduva. O gosto pode ser o mesmo, dependendo da fabricação da mesma.
Pouca semelhança é mera coincidência. O número 18 está sempre na mente judaica, por representar numerologicamente a palavra "Chai" (Vida). Chute quantos minutos a Matzá tem que ficar no forno (em minutos)? Por isso que que é tão magra. Está escrito que o pão ázimo é assim, porque não deu tempo de fornar um pão decente, era hora de fugir do Egito de qualquer jeito. A Kabbalah diz outra coisa: a Matzá é símbolo da não-fermentação do ego. Nessa época de Pessach temos que rever nosso espírito, e baixar - de vez - a nossa bola.
"Uma abertura cósmica que fornece energia especial que só acontece uma vez ao ano." Os dois significados são bons, e legais de se acreditar, na minha opinião. Só não gosto desse lance de "abertura cósmica". É um pouco viajante... (Na moral, Professor Marcelo Steinberg!)
Enfim, resumi a história e o significado na nossa Páscoa, a verdadeira páscoa. Espero que todos nós possamos passar sobre tudo o que há de ruim em nossas vidas. Como a Kabbalah diz, "Egito" é uma metáfora explicando em "tiro curto" as maldades da vida.
Que nesse ano de 5770 (2010) atravessemos dancando e dando risada, o nosso Mar Vermelho particular.
"Chag Pessach Sameach", mais conhecido como "Feliz Páscoa!"
Nessa festa se lê e se reflete sobre um dos maiores enigmas que o homem já criou: a travessia do Mar Vermelho (Região do Oriente Médio). A Kabbalah, segundo ouvi do próprio Professor Yonatan Shani, não foi bem como está escrito. Segundo Shani, alguns israelitas se sacrificavam respirando a água do mar, enquando Moshe Rabeinu (Moisés) codificava os 72 nomes de D-us.
Foi então, através do heroísmo desses israelitas e da codificação de Moisés, foi possível a tal milagrosa travessia. E tem mais. Em Pessach, surge a história dos umbrais (mezuzot) que os judeus tem em suas portas. Teve origem no sangue de cordeiro que os israelitas passaram em suas portas para se protegerem das pragas que Moshe rogou contra os primogênitos egípcios, digo, o Faraó mandou matar os primogênitos israelitas. Adivinha quem veio primeiro?
E os pães ázimos - sem farinha? Gosto de dizer que a Matsá é o avô das bolachas Cream Cracker. E não é verdade? Quem já viu Matzá e quem não é judeu diz o mesmo, só que a Matzá é bem maior para uma bolacha água e sal, como dizemos aqui no Aricanduva. O gosto pode ser o mesmo, dependendo da fabricação da mesma.
Pouca semelhança é mera coincidência. O número 18 está sempre na mente judaica, por representar numerologicamente a palavra "Chai" (Vida). Chute quantos minutos a Matzá tem que ficar no forno (em minutos)? Por isso que que é tão magra. Está escrito que o pão ázimo é assim, porque não deu tempo de fornar um pão decente, era hora de fugir do Egito de qualquer jeito. A Kabbalah diz outra coisa: a Matzá é símbolo da não-fermentação do ego. Nessa época de Pessach temos que rever nosso espírito, e baixar - de vez - a nossa bola.
"Uma abertura cósmica que fornece energia especial que só acontece uma vez ao ano." Os dois significados são bons, e legais de se acreditar, na minha opinião. Só não gosto desse lance de "abertura cósmica". É um pouco viajante... (Na moral, Professor Marcelo Steinberg!)
Enfim, resumi a história e o significado na nossa Páscoa, a verdadeira páscoa. Espero que todos nós possamos passar sobre tudo o que há de ruim em nossas vidas. Como a Kabbalah diz, "Egito" é uma metáfora explicando em "tiro curto" as maldades da vida.
Que nesse ano de 5770 (2010) atravessemos dancando e dando risada, o nosso Mar Vermelho particular.
"Chag Pessach Sameach", mais conhecido como "Feliz Páscoa!"
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domingo, março 28, 2010
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23.3.10
Siempre Adelante
Por más que tu puede llorar,
Alegrar-te y más
Usted siempre adelante.
Con la vida, las batallas del cotidiano
Cruel que sólo él.
Siempre adelante.
Las personas y el tiempo.
Sin regredir. Nunca.
Hasta el día que el cielo hay que llamar-te.
Adelante con el amor, con la razón
Siempre en la lucha para ser campeón.
Alegría en favor de las Malvinas.
Unida la Latina.
Desde México hasta la Patagonia somos uno.
Y siempre adelante.
Buenos aires respiramos. Adelante en la santa fé.
Alegrar-te y más
Usted siempre adelante.
Con la vida, las batallas del cotidiano
Cruel que sólo él.
Siempre adelante.
Las personas y el tiempo.
Sin regredir. Nunca.
Hasta el día que el cielo hay que llamar-te.
Adelante con el amor, con la razón
Siempre en la lucha para ser campeón.
Alegría en favor de las Malvinas.
Unida la Latina.
Desde México hasta la Patagonia somos uno.
Y siempre adelante.
Buenos aires respiramos. Adelante en la santa fé.
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terça-feira, março 23, 2010
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18.3.10
Programa de Transição
Não, não é de Leon Trotsky.
Dessa vez.
Poderia ser, já que discutí-lo é de meu agrado.
Defendê-lo é de meu agrado, estudá-lo também.
Bronstein foi um herói, que abriu mão do sobrenome para entrar na história.
Conde, não será assim.
Um, judeu ucraniano. Outro, afro-brasileiro de origem lusitana (desconhecida).
Um, nasceu em um império, outro acaba de sair de uma ditadura militar.
Mesmo assim, ambos não são passíveis de comparação.
É como se você tocasse contra-baixo elétrico e você mesmo quisesse se comparar com Paul McCartney. Ele já é Sir!
Desde 1991, criando outras formas de se expor para o mundo sem ferir a honra e a tradição que a família passou. Daí a transição. Do início da década pra cá, pseudônimos e mais pseudônimos foram surgindo, para assim, despontar para a História, mas, passou-se o tempo, e todos foram datados.
Foi necessário unir Ben-Gurion, F.C. Start e a palavra "sacerdote" em hebraico. Para assinar em teses, e-mails, crônicas, poesias, composições, sites de relacionamentos, e por aí vai. O corrente Programa durará até quando? O nome original não é pesado o bastante?
Quando o "Protetor Companheiro" será citado apenas em biografias?
Mesmo nascendo na Vila Clementino, registrado em Indianópolis, continua, a missão da Zona Leste para o mundo. Do Aricanduva para Israel, Via Canadá, se for possível.
Dessa vez.
Poderia ser, já que discutí-lo é de meu agrado.
Defendê-lo é de meu agrado, estudá-lo também.
Bronstein foi um herói, que abriu mão do sobrenome para entrar na história.
Conde, não será assim.
Um, judeu ucraniano. Outro, afro-brasileiro de origem lusitana (desconhecida).
Um, nasceu em um império, outro acaba de sair de uma ditadura militar.
Mesmo assim, ambos não são passíveis de comparação.
É como se você tocasse contra-baixo elétrico e você mesmo quisesse se comparar com Paul McCartney. Ele já é Sir!
Desde 1991, criando outras formas de se expor para o mundo sem ferir a honra e a tradição que a família passou. Daí a transição. Do início da década pra cá, pseudônimos e mais pseudônimos foram surgindo, para assim, despontar para a História, mas, passou-se o tempo, e todos foram datados.
Foi necessário unir Ben-Gurion, F.C. Start e a palavra "sacerdote" em hebraico. Para assinar em teses, e-mails, crônicas, poesias, composições, sites de relacionamentos, e por aí vai. O corrente Programa durará até quando? O nome original não é pesado o bastante?
Quando o "Protetor Companheiro" será citado apenas em biografias?
Mesmo nascendo na Vila Clementino, registrado em Indianópolis, continua, a missão da Zona Leste para o mundo. Do Aricanduva para Israel, Via Canadá, se for possível.
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quinta-feira, março 18, 2010
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Até penso que a Razão...
Normaliza as coisas,
Mas não.
A razão nos faz sentir tão cegos quanto a própria emoção.
Só que, de uma maneira científica, fria.
Não existe alegria nesse tipo de análise.
Faz com que meu convívio seja pleno,
Mas não.
Você conversa com uma pessoa ou a observa?
Tento fazer os dois, e quando declaro o que penso, a resposta não é legal.
Cérebro, Imperador.
Coração, Rei.
Se um cai, o outro então...
Vice-Versa.
Pensar não é sentir.
Contra os pensamentos e os cinco sentidos.
Não acredite no que tu pensa.
Não acredite no que tu sinta, veja, fale, conteste.
Até penso que a razão me anima.
Na maioria das vezes, até.
Verdade, não é.
Encontro na Filosofia o melhor refúgio,
Na religião, busco a melhor oração.
Em uma estrada sem sinalização, D-us e Platão conversam,
Se esbarrando em uma letra de Ian Curtis, versos de Edgar Allan Poe, Augusto dos Anjos ou em uma pequena frase de Franz Kafka.
"Nothing's Lost, Everything's Found!"
Até penso que a razão
Não vai sair de mim.
Irá sair.
Toda teoria tem uma contradição.
Será essa a eterna briga do Cérebro com o Coração.
O corpo humano é passível de dor.
Agora trocando informações, o rei e o imperador.
Mas não.
A razão nos faz sentir tão cegos quanto a própria emoção.
Só que, de uma maneira científica, fria.
Não existe alegria nesse tipo de análise.
Faz com que meu convívio seja pleno,
Mas não.
Você conversa com uma pessoa ou a observa?
Tento fazer os dois, e quando declaro o que penso, a resposta não é legal.
Cérebro, Imperador.
Coração, Rei.
Se um cai, o outro então...
Vice-Versa.
Pensar não é sentir.
Contra os pensamentos e os cinco sentidos.
Não acredite no que tu pensa.
Não acredite no que tu sinta, veja, fale, conteste.
Até penso que a razão me anima.
Na maioria das vezes, até.
Verdade, não é.
Encontro na Filosofia o melhor refúgio,
Na religião, busco a melhor oração.
Em uma estrada sem sinalização, D-us e Platão conversam,
Se esbarrando em uma letra de Ian Curtis, versos de Edgar Allan Poe, Augusto dos Anjos ou em uma pequena frase de Franz Kafka.
"Nothing's Lost, Everything's Found!"
Até penso que a razão
Não vai sair de mim.
Irá sair.
Toda teoria tem uma contradição.
Será essa a eterna briga do Cérebro com o Coração.
O corpo humano é passível de dor.
Agora trocando informações, o rei e o imperador.
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22.2.10
Uma Hora, A Casa Vai Cair
Hoje você humilha,
Hoje você brinca,
Hoje você provoca.
Amanhã você será humilhado,
Amanhã vão brincar contigo,
Amanhã você será provocado.
Hoje você sorri,
Amanhã não terá para onde ir,
Cuidado com as suas atitudes.
Uma hora, casa vai cair...
Hoje você ganha,
Hoje você ama,
Hoje você conquista.
Amanhã você será derrotado,
Amanhã, você será odiado.
Amanhã você será conquistado.
Hoje você sorri,
Amanhã não terá para onde ir.
Cuidado com suas atitudes.
Uma hora, a casa vai cair...
Hoje, você trabalha,
Hoje você compra,
Hoje você manda.
Amanhã, estará desempregado.
Amanhã será comprado,
Amanhã será subordinado.
Hoje você sorri,
Amanhã não terá para onde ir.
Cuidado com as suas atitudes.
Uma hora, a casa vai cair...
Suas ações hoje sobem,
Hoje você é reconhecido,
Seus planos hoje se concretizam.
Amanhã suas ações deixam de existir,
Amanhã será tratado como bandido,
Amanhã voltará para a prancheta.
Hoje você sorri,
Amanhã não terá para onde ir.
Cuidado com as suas atitudes.
Uma hora, a casa vai cair...
Se a vida te bater em um lado da face,
Ofereça a outra.
Hoje você brinca,
Hoje você provoca.
Amanhã você será humilhado,
Amanhã vão brincar contigo,
Amanhã você será provocado.
Hoje você sorri,
Amanhã não terá para onde ir,
Cuidado com as suas atitudes.
Uma hora, casa vai cair...
Hoje você ganha,
Hoje você ama,
Hoje você conquista.
Amanhã você será derrotado,
Amanhã, você será odiado.
Amanhã você será conquistado.
Hoje você sorri,
Amanhã não terá para onde ir.
Cuidado com suas atitudes.
Uma hora, a casa vai cair...
Hoje, você trabalha,
Hoje você compra,
Hoje você manda.
Amanhã, estará desempregado.
Amanhã será comprado,
Amanhã será subordinado.
Hoje você sorri,
Amanhã não terá para onde ir.
Cuidado com as suas atitudes.
Uma hora, a casa vai cair...
Suas ações hoje sobem,
Hoje você é reconhecido,
Seus planos hoje se concretizam.
Amanhã suas ações deixam de existir,
Amanhã será tratado como bandido,
Amanhã voltará para a prancheta.
Hoje você sorri,
Amanhã não terá para onde ir.
Cuidado com as suas atitudes.
Uma hora, a casa vai cair...
Se a vida te bater em um lado da face,
Ofereça a outra.
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Mal Sabiam Eles o que Viria (Um Só Instante)


25 de janeiro de 1554. Mal sabiam os jesuítas o que viria a ser aquele simples colégio. Séculos XVIII e XIX. Mal sabiam os barões do café o que viria com aquela economia que estavam aquecendo. Século XX. Mal sabiam os imigrantes o que eles iriam achar.
Pois é. Assim foi surgindo a cidade e o estado que falo. Sabemos que não é uma "simples coisa" que estamos percebendo. Seja muito bem-vindo a um mundo, um país chamado São Paulo.
Maior cidade italiana, portuguesa, espanhola e japonesa fora dos seus respectivos países. Primeiro estado brasileiro a se industrializar e a se rebelar contra a ditadura de Vargas. Maior cidade nordestina fora dessa região. A mais importante comunidade judaica brasileira está em São Paulo.
Estado que, sozinho, concentra 33.9% do Produto Interno Bruto brasileiro, e o estado onde tem os mais importantes clubes atléticos da América Latina.
Sinceramente, nem eu, quando nasci, sabia o que viria sendo Paulista. Escuto histórias de, quando se é turista em outros estados, as pessoas te elevam de patamar só por causa que você é Paulista. E depois não é pra ter orgulho...
Não entendo o por quê de carregar um país de dimensões continentais como o Brasil. Por quê depender de Brasília? Para quê se envergonhar do que acontece nos outros estados?
Somos um povo acostumado de andar com as nossas próprias pernas, como diz o lema da nossa Capital Federal: "Non Ducor Duco", ou seja, não somos conduzidos, conduzo. Sendo uma "unidade da federação" estamos perdendo tempo, e o mais importante elemento da economia: dinheiro.
Somos uma verdadeira Potência adormecida. Não somos o país do futuro. Somos o futuro.
Quem toma banho da água de São Paulo, não quer, nunca mais, se sujar.
Perdemos uma grande oportunidade, de, em 1932, já sermos independentes, mas, as gerações futuras sabem muito bem o que fazer: continuar lutando a favor da terra de seus pais, avós, e por aí em diante.
Pelo Brasil se faz grandes coisas? Escravidão? Quase alinhamento com o nazismo? Ditaduras?
Independências pelo mundo afora são reivindicadas: Kosovo, Tibet, País Basco, Catalunha, Curdistão, e, até mesmo, a luta pela existência do Estado de Israel. O mundo precisa saber que também estamos nessa.
Como no hino nacional paulista, também pedimos: um só instante.
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31.1.10
Yonatan Shani
"A palavra Responsabilidade é feita de duas palavras: respons- e -abilidade, ou seja, ter a habilidade de responder ás coisas da vida."
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domingo, janeiro 31, 2010
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Karen Berg
"Hoje, com as ferramentas e a sabedoria de que dispomos, somos capazes de transformar o caos ao nosso redor. Não só podemos, como devemos fazê-lo. Nossa tarefa não é apenas nos preencher com Luz mas, também, ter a capacidade e a responsabilidade de transmitir a força da Luz de D-us a outros." (Simple Light)
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24.1.10
Entre a Rua e o Head

Antes, era só a minha irmã que "pulava de emprego". Parece que, de tanto brincar com isso, "a casa caiu".
No ano passado (2009), fiquei só 35 dias na AlmavivA do Brasil como tele-atendente receptivo da Telecom Italia Mobile Brasil. Verdadeiro motivo da saída: de um monte, até hoje, tô tentando achar um ainda. Em cada entrevista eu falo um, e a cada entrevista eu tomo um não.
Depois de um curso que fiz, pensei: "vou para a área comercial ganhar dinheiro!". Não foi bem assim. Acho que não cheguei a completar 15 dias como vendedor externo para a mesma Telecom Italia Mobile Brasil. Não me adaptei, ainda deixei meu ex-supervisor na mão (se bem que, ele mereceu!)
Já no Poupatempo, eu não vou colocar a culpa no Yom Kippur. Fiquei 45 dias. Fora comportamento e outras coisas que não ajudaram - por exemplo: não me colocaram na orientação!
Comecei 2010 na United Cinemas Internacional (nome bonito, não acham?). Nesse, quebrei meu próprio recorde. Vocês se perguntam: 10 dias? 7 dias? Não. Quatro. Mesmo sendo perto da minha casa (Shopping Jardim Anália Franco - o pior de São Paulo), entrava ás 16:00 e saía as 05:00 da manhã. Ainda dava uma volta pela Fazenda da Juta e Jardim da Conquista (ambos bairros pertencentes á região de São Mateus), sendo que eu moro a 20 minutos do shopping. Difícil...
Agora, de volta ao desemprego, estou em um dilema: volto a ser vendedor externo ou tele-operador?
Na real? Qualquer coisa para pagar a faculdade e ajudar em casa. Bom, qualquer coisa não, né?
(Orginalmente escrito em 18.01.10)
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